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| Autocomparação: modulação algorítmica e distorções cognitivas nas redes sociais (DG- P60) | Lênin de Oliveira Diniz Souza | PSICOLOGIA |
Autocomparação: modulação algorítmica e distorções cognitivas nas redes sociais (DG- P60)
Descrição
O presente estudo teve como objetivo compreender de que
forma a modulação algorítmica das redes sociais digitais influencia os
processos de autocomparação dos usuários. Trata-se de uma revisão narrativa de
literatura, com abordagem qualitativa, desenvolvida a partir do levantamento de
artigos, livros, teses e dissertações publicados preferencialmente entre 2020 e
2025, contemplando também obras clássicas relevantes para o embasamento
teórico. Os resultados evidenciam que os algoritmos, ao personalizarem o
conteúdo exibido e privilegiarem estímulos emocionalmente intensos, favorecem
ciclos de comparação social, reforçam padrões idealizados de sucesso e
aparência e modulam aspectos do autoconceito, da autoestima e da autoeficácia.
A exposição contínua a narrativas filtradas e versões idealizadas do real
intensifica distorções cognitivas, contribuindo para sentimentos de
inadequação, autocrítica, insatisfação corporal e maior vulnerabilidade a
sintomas ansiosos e depressivos, especialmente entre adolescentes e jovens
adultos. Conclui-se que a autocomparação em ambientes digitais é amplificada
pela lógica algorítmica, configurando um fenômeno psicológico complexo que
impacta a construção identitária e o bem-estar emocional. Destacam-se a
necessidade de educação digital, práticas de uso consciente e aprofundamento de
pesquisas empíricas que analisem os efeitos da modulação algorítmica sobre
processos cognitivos e emocionais. Autor(s) Lênin de Oliveira Diniz Souza Orientador(s) Tiago Deividy Bento Serafim Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Redes sociais. Modulação algorítmica. Autocomparação. Distorções cognitivas. Autoconceito. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Autoconhecimento e construção profissional: contribuições da psicologia para o processo de orientação de carreira (P1426) | Francisca Alcimone de Oliveira Pontes | PSICOLOGIA |
Autoconhecimento e construção profissional: contribuições da psicologia para o processo de orientação de carreira (P1426)
Descrição
A psicologia na orientação profissional constitui o foco desse estudo, e tem como objetivo
identificar a contribuição do papel do psicólogo para o autoconhecimento na orientação
profissional. Com a finalidade de atingir o objetivo proposto, foram realizadas pesquisas
bibliográficas de artigos científicos dos últimos cinco anos. O processo de orientação
profissional vem se transformando ao longo dos anos, passando a ter hoje uma visibilidade
ainda maior para quem se propõe a entender e vivenciar esse processo, e mesmo não sendo um
método exclusivo do psicólogo, este consegue se diferenciar, pois o seu fazer é voltado numa
perspectiva biopsicossocial do sujeito, facilitando o processo de autoconhecimento do cliente.
Foi possível concluir que a orientação de carreira quando conduzida por um profissional de
psicologia, aumentam as chances de assertividade, pois se entende que o psicólogo conseguirá
desenvolver elementos não somente técnicos, mas também subjetivos, que possibilitem a esse
orientando desenvolver seu autoconhecimento, já que o mundo competitivo do trabalho requer
dos profissionais um posicionamento seguro e coerente com suas habilidades e competências
capazes de atingir os objetivos, não só das organizações nas quais esse profissional esteja
inserido, bem como de suas próprias metas como sujeito ativo no mundo. Autor(s) Francisca Alcimone de Oliveira Pontes Orientador(s) Silvia Morais de Santana Ferreira Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Orientação profissional. Psicologia. Autoconhecimento. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Autodiagnóstico e automedicação: a psicopatologia na era digital (P1822) | Graziely de Oliveira Soares | PSICOLOGIA |
Autodiagnóstico e automedicação: a psicopatologia na era digital (P1822)
Descrição
O objetivo principal deste estudo
foi analisar a divulgação das psicopatologias nas redes sociais e o impacto
dessa exposição na identificação do autodiagnóstico e da automedicação. Para atingir
esse objetivo, a pesquisa foi estruturada em três etapas: inicialmente,
discute-se a abordagem das Classificações Nosológicas, com base no Manual
Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), um instrumento
fundamental na construção de diagnósticos psicopatológicos. Em seguida,
examina-se a compreensão sobre diagnóstico e medicação, bem como os impactos
desses processos na vida do indivíduo. Por fim, aborda-se a influência das redes
sociais na construção do autodiagnóstico e, na prática, da automedicação. Para
a realização deste estudo, adotou-se uma abordagem bibliográfica, com base em
materiais científicos que discutem e comprovam as informações pertinentes, e
utilizou-se um método descritivo, visando ao aprofundamento da pesquisa com uma
abordagem qualitativa, dado que o estudo envolve o universo de indivíduos que
fazem uso das redes sociais. Conclui-se, neste trabalho, que os usuários das
redes sociais, tanto leigos quanto profissionais da saúde sem embasamento
científico adequado, disseminam conteúdos sobre psicopatologias de maneira superficial
e em grande escala, promovendo o consumo excessivo desse tipo de material. Esse
fenômeno tem contribuído para o aumento de autodiagnósticos e automedicação,
resultando em sofrimento psíquico para os indivíduos, que frequentemente
utilizam os autodiagnósticos como justificativa para seus comportamentos. Autor(s) Graziely de Oliveira Soares Orientador(s) Francisco Francinete Leite Junior Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Autodiagnóstico. Automedicação. Redes sociais. Psicopatologia. Transtorno mental. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Autoestima e bem-estar pós tratamento estético (PÓS365) | Izabella Pires Cantarelle de Oliveira; Stelly Karoliny Lopes de Sousa Alves | PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
Autoestima e bem-estar pós tratamento estético (PÓS365)
Descrição
A autoestima elevada proporciona maior confiança, podendo evitar o estresse gerado
pela insegurança, auxiliar no desenvolvimento das habilidades pessoais, e
estabelecer objetivos de vida e do sucesso profissional e pessoal. No entanto, o
objetivo deste trabalho é destacar através da literatura os benefícios dos
procedimentos estéticos na melhora da autoestima. Trata-se de uma revisão de
literatura integrativa, descritiva, exploratória, por meio de levantamento bibliográfico.
Foram utilizadas para embasamento teórico as publicações relacionadas à a
importância dos procedimentos estéticos para autoestima e bem-estar, no período de
janeiro a março de 2023. A revisão de literatura ocorreu através das bases de dados
Medline, Lilac’s, Scielo e Dissertação de Mestrado. Os critérios para análises
utilizados foram à leitura na íntegra e criteriosa dos artigos e sua relação com o tema
escolhido, de modo que mostre a importância da temática discutida. As obras citadas
mostram que os procedimentos estéticos melhoram significativamente a autoestima e
autoimagem dos indivíduos, além de melhorar sua qualidade de vida. Conclui-se que
os procedimentos estéticos aumentam a autoestima e dão autoconfiança aos
indivíduos que optam por esse tipo de tratamento. A realização dessa pesquisa
propiciou, ainda, reflexões e questionamentos, com desenvolvimento de senso crítico,
dessa temática que indiretamente envolve toda sociedade Autor(s) Izabella Pires Cantarelle de Oliveira; Stelly Karoliny Lopes de Sousa Alves Orientador(s) Lindaiane Bezerra Rodrigues Dantas Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Autoestima. Autoimagem. Imagem corporal. Tratamento estético. Curso PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Baixar |
| Autoestima, influência estética e padrões impostos pelas redes sociais: uma abordagem historiográfica (PÓS66) | Uhyara Maria Cavalcante Araripe | PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
Autoestima, influência estética e padrões impostos pelas redes sociais: uma abordagem historiográfica (PÓS66)
Descrição
A constante busca pelo corpo perfeito sempre fez parte da vida de homens e mulheres, a cada
minuto a mídia transmite um padrão a ser seguido seja com um novo tratamento, novo produto
ou uma nova tendência acarretando insatisfação das pessoas com a própria imagem corporal ou
facial. Essa revisão de literatura tem o objetivo promover uma abordagem sobre a aceitação
estética e como as Redes Sociais tem participado deste processo além de ressaltar os impactos
na autoestima. Caracteriza –se como uma pesquisa qualitativa e exploratória elaborada a partir
de consultas de artigos científicos, banco de dados, Google acadêmico, Scientific Electronic
Library Online (Scielo), MedLine e Pubmed. . Foram utilizados 30 artigos científicos
selecionados estudos transversais, estudos de caso e revisões bibliográficas, através das
palavras chaves “Estética”, “autoestima”, “redes sociais” e “autoimagem” que descrevem a
relação entre os procedimentos estéticos e a autoestima e a influência das mídias sociais nos
padrões estéticos. Confirma-se que a busca por procedimentos estéticos é crescente e constante
e que a mídia possui certa influência na idealização do corpo perfeito e da autoestima de
milhões de brasileiros fazendo – se necessário um olhar cuidadoso diante da aceitação da
imagem dos indivíduos. Autor(s) Uhyara Maria Cavalcante Araripe Orientador(s) Fabrina de Moura Alves Correia Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Autoestima. Influência. Redes socias. Curso PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Baixar |
| Autolesão na adolescência: fatores desencadeantes e suporte psicológico (P1780) | Gilderlania dos Santos Tavares | PSICOLOGIA |
Autolesão na adolescência: fatores desencadeantes e suporte psicológico (P1780)
Descrição
A adolescência pode ser compreendida como uma fase mediadora entre a infância e a fase
adulta, incluindo experiências e mudanças no campo físico, psicológico e social da pessoa. A
autolesão é um comportamento recorrente em adolescentes, especialmente no público feminino.
Nesse sentido, o presente artigo tem como objetivo geral discutir acerca do comportamento de
autolesão na adolescência. Como objetivos específicos, o estudo visa descrever os fatores de
risco e de proteção que podem influenciar no comportamento de autolesão na adolescência;
verificar como a família pode contribuir nesse contexto; e por fim, evidenciar o papel da
Psicologia no atendimento do adolescente nesse contexto. Para alcançar tal compreensão, a
metodologia aplicada no estudo caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica de natureza
exploratória e análise descritiva. Diante dos dados coletados, observou-se que a autolesão é
uma prática caracterizada pelo comportamento de agressão intencional ao próprio corpo,
estando mais presente na adolescência, período em que os jovens passam por inúmeras
transformações e desafios, como uma maneira de externar sentimentos e angústias. Sendo
assim, a família desempenha uma função crucial como figura de cuidado diante desta demanda,
bem como o suporte da Psicologia demonstra ser importante para compreender, lidar e
desenvolver possíveis intervenções com objetivo de amenizar e tratar o comportamento
autolesivo em adolescentes. Autor(s) Gilderlania dos Santos Tavares Orientador(s) Joel Lima Júnior Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Adolescência. Autolesão na adolescência. Família. Psicologia Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Automação industrial: sistema de produção sem trabalhadores? (A1227) | Alexsandra da Silva Nascimento | ADMINISTRAÇÃO |
Automação industrial: sistema de produção sem trabalhadores? (A1227)
Descrição
As novas tecnologias estão contribuindo para que os clientes se tornem mais exigentes, o que
está levando empresas a buscarem formas de atender as suas necessidades e desejos de
maneira rápida e a um baixo custo, mas sem deixar de lado a qualidade dos produtos e
serviços. A automação industrial surge nesse novo contexto e vem demonstrando
progressivamente vantagens em termos de rapidez nos processos. As indústrias estão aderindo
a esta inovação que passa a ser uma ferramenta eficaz na busca por se manterem no mercado.
Por meio disso, este trabalho tem como principal objetivo analisar, sob a ótica de gestores de
produção, se a crescente utilização da automação na indústria favorecerá um sistema de
produção sem trabalhadores. O método utilizado para o alcance do objetivo se estruturou a
partir de um estudo multicaso, com abordagem qualitativa, cujos instrumentos de coleta de
dados foram mediante entrevista estruturada com os supervisores de produção e observação
de processo. Como principais resultados da pesquisa obtiveram-se confirmações de que a
eventualidade de automatização total dos processos ainda não é uma realidade para os casos
analisados. Mas, foi transmitida uma perspectiva de que já está havendo um sistema de
produção sem trabalhadores e que tende a progredir. Compreendeu-se ainda que as
competências humanas estão sendo exploradas em outras áreas, e tem se tornado cada vez
mais necessária a qualificação dos trabalhadores. Autor(s) Alexsandra da Silva Nascimento Orientador(s) Alyne Leite de Oliveira Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Automatização. Indústria. Mão- de- obra. Curso ADMINISTRAÇÃO Baixar |
| Automedicação, agravos decorrentes do uso de drogas psicotrópicas: uma revisão sistemática (E1567) | Cícera Vanussa Campos da Silva | ENFERMAGEM |
Automedicação, agravos decorrentes do uso de drogas psicotrópicas: uma revisão sistemática (E1567)
Descrição
Aproximadamente 35% do consumo dos medicamentos são destinados à prática da
automedicação com psicotrópicos. Essa porcentagem é justificada pela facilidade em adquirir
medicamentos vendidos em farmácias sem prescrição médica. Cerca de 80 milhões de
brasileiros praticam a automedicação com psicotrópicos. Elementos como a falta de instruções
e informações da população em geral, o não cumprimento da prescrição médica, fatores
culturais, políticos e econômicos, auxiliam na sua prática, tornando-se um problema de saúde
pública. Assim, o presente estudo possui o objetivo de analisar a automedicação com
psicotrópicos e os fatores que contribuem para o consumo exagerado dos medicamentos. O
procedimento metodológico utilizado foi uma revisão de literatura sistemática, de caráter
exploratório, descritivo e qualitativo, fundamentada em publicações disponíveis em livros e nas
bases de dados eletrônicas Scielo, TCCs, google acadêmico. A partir deste estudo, foram
observados que as principais classes de medicamentos consumidas na automedicação foram os
ansioliticos e antidepressivos. Os riscos que esta prática pode trazer à saúde foram evidenciadas
as reações adversas a medicamentos, intoxicações e interações medicamentosas, entre outros;
e os fatores determinantes para o aumento deste ato foram identificados as propagandas,
publicidade e marketing pelas indústrias farmacêuticas, fácil acesso e aquisição aos
medicamentos entre outros. Sendo necessária para minimização deste problema a elaboração
de mais estudos científicos que avalie e forneça informações de cada fator predisponente para
a prática da automedicação com psicotrópicos, garantindo assim o bem-estar da população. Autor(s) Cícera Vanussa Campos da Silva Orientador(s) Maria Lys Callou Augusto Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Automedicação. Psicotrópicos. Reações adversas. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Automutilação na adolescência e o apoio familiar (P1259) | Flávia Barbosa Nunes de Oliveira | PSICOLOGIA |
Automutilação na adolescência e o apoio familiar (P1259)
Descrição
Trata-se de um artigo teórico que tem por objetivo compreender o comportamento de
automutilação do corpo entre adolescentes, bem como apontar a importância do apoio
familiar. Para isso foi realizado um levantamento bibliográfico, buscando investigar e
descrever o que a literatura cientifica vem discutindo sobre essa expressão de sofrimento da
população jovem. Sabe-se que a adolescência é reconhecida como uma fase de transição entre
a infância e a vida adulta, vinculada a signos culturais que corroboram com um momento de
conflitos internos, luto da infância e a afirmação enquanto sujeito em direção a sua vida
adulta. De forma sobremaneira, mediante as interfaces da perda do indivíduo da sua infância,
é possível destacar que o ato de se lesionar encontra-se nas conjunturas do real, onde a
angustia a ansiedade e as tensões vivenciadas pelo adolescente que agride a própria pele,
criam traços que ganham valor de vida e de morte como uma forma de expressar aquilo que
não é possível por palavras. Autor(s) Flávia Barbosa Nunes de Oliveira Orientador(s) Ossian Soares Landim Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Autolesão. Adolescente. Família. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Autonomia funcional e nivel de atividade física de mulheres que fazem parte de um projeto de atividade física em um projeto de extensão (DG- E.F34) | Ismael Saldanha Leite | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Autonomia funcional e nivel de atividade física de mulheres que fazem parte de um projeto de atividade física em um projeto de extensão (DG- E.F34)
Descrição
O presente estudo teve como objetivo comparar a autonomia funcional e o nível de atividade física entre mulheres idosas ativas e não ativas residentes em Juazeiro do Norte – CE. Trata-se de uma pesquisa descritivo-comparativa, quantitativa e de corte transversal, desenvolvida com 32 mulheres com idade ≥50 anos, selecionadas por conveniência a partir de projetos de extensão universitária. A autonomia funcional foi mensurada pela Escala de Katz, que avalia o desempenho em Atividades Básicas da Vida Diária (ABVD), enquanto o nível de atividade física foi avaliado pelo Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) – versão curta. A análise estatística compreendeu medidas descritivas, teste t de Welch para comparação entre grupos e correlação de Spearman, adotando-se significância de p < 0,05.Os resultados demonstraram que o grupo ativo apresentou valores significativamente superiores de caminhada, atividade física moderada e vigorosa em comparação ao grupo não ativo. Contudo, a autonomia funcional não apresentou diferença estatística entre os grupos, evidenciando níveis elevados de independência funcional mesmo entre as participantes fisicamente inativas. As análises correlacionais revelaram associação positiva moderada entre autonomia funcional e tempo semanal de caminhada, bem como correlação positiva forte entre autonomia funcional e atividade física moderada. Por outro lado, a atividade vigorosa não apresentou correlação significativa, indicando baixa influência sobre o desempenho das ABVD. Conclui-se que, embora mulheres ativas apresentem maior envolvimento em práticas corporais, a autonomia funcional mostra-se mais sensível à prática regular de atividades físicas leves e moderadas, as quais se relacionam diretamente às demandas funcionais do cotidiano. Esses achados reforçam a relevância da promoção de práticas acessíveis e contínuas de atividade física como estratégia essencial para a manutenção da funcionalidade e para o favorecimento de um envelhecimento ativo e saudável. Autor(s) Ismael Saldanha Leite Orientador(s) Allan Vinícius Sampaio Gomes Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Mulheres. Autonomia. Atividade física. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA Baixar |