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| Violência e preconceito: desafios de gênero e etnia (D1383) | Valdemira Zuza de Menezes | DIREITO |
Violência e preconceito: desafios de gênero e etnia (D1383)
Descrição
O artigo explora como o preconceito, a discriminação e a intolerância desempenharam papéis na origem da violência de gênero, abordando também a interligação de três diferentes componentes: gênero, etnia e classe social. Com isso o objetivo geral da pesquisa é analisar os fatores que impulsionaram a permanência de violência de gênero no contexto histórico e na atualidade e os objetivos específicos consistem em discutir sobre violência de gênero e etnia, como a violência doméstica, a discriminação e o preconceito dentro da sociedade em gera; apresentar os tipos de violências de gênero e étnica, majorado por preconceito e discriminação e caracterizar a violência, o preconceito e a discriminação com base no gênero e na etnia. Este artigo além de ser produto de um levantamento bibliográfico, foi também utilizado o método dedutivo para compreender a importância do descobrimento de uma solução para a violência contra as mulheres. A pesquisa realizada teve como base o método dedutivo pois a intenção foi realizar uma reflexão sobre os trabalhos e pesquisas já realizados sobre o tema e propor novas reflexões, como fomentar novas questões a serem respondidas. Em suma, a erradicação da violência e do preconceito relacionados ao gênero e à etnia é uma tarefa complexa, que demanda um compromisso coletivo e sustentado. Somente através da união de esforços poderemos construir uma sociedade mais justa, equitativa e respeitosa para todos. Autor(s) Valdemira Zuza de Menezes Orientador(s) Francisco José Martins Bernardo de Carvalho Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Violência. Preconceito. Discriminação. Intolerância. Identidade de gênero. Curso DIREITO Baixar |
| Violência intrafamiliar contra crianças e adolescentes: uma análise dos processos de destituição do poder familiar na Vara Única da Infância e Juventude da Comarca de Juazeiro do Norte (D1125) | Ranna Lorena Pereira Muniz da Silva | DIREITO |
Violência intrafamiliar contra crianças e adolescentes: uma análise dos processos de destituição do poder familiar na Vara Única da Infância e Juventude da Comarca de Juazeiro do Norte (D1125)
Descrição
Em análise aos dados do Sistema Nacional de Adoção (SNA), verifica-se que em seus cadastros
contam mais de vinte e sete mil crianças com processo de destituição do Poder Familiar,
concluído ou em andamento, configura-se em fenômeno de relevante discussão, posto tratar-se
de tema central no contexto da atenção à primeira infância pelo sistema da justiça (CNJ, 2022).
Nesta perspectiva, esta pesquisa tem como objetivo geral a análise da incidência de violência
doméstica intrafamiliar em processos de destituição do poder familiar na Vara da Infância de
Juazeiro do Norte e, além disso, busca de forma especifica compreender o poder familiar sob
uma perspectiva multidisciplinar, interpretar a violência intrafamiliar no exercício do poder
familiar, além de descrever os dispositivos legais acerca da destituição do poder familiar para,
ao final, analisar os processos de destituição do poder familiar em trâmite na Vara da Infância
e Juventude da Comarca de Juazeiro do Norte, entre os meses de janeiro e julho de 2022,
aferindo-se a incidência ou não da violência intrafamiliar nestes casos. Trata-se de uma pesquisa
básica, descritiva, que utilizou o método qualitativo, por meio de fontes documentais. Com a
presente pesquisa, concluiu-se que a ausência de políticas públicas destinadas à pobreza, a
famílias com dependentes químicos e as questões de vulnerabilidade social no município de
Juazeiro do Norte tem relação direta com os índices de destituição do poder familiar Autor(s) Ranna Lorena Pereira Muniz da Silva Orientador(s) Alyne Andrelyna Lima Rocha Calou Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Violência intrafamiliar. Direitos da criança e do adolescente. Poder familiar. Análise processual. Curso DIREITO Baixar |
| Violência intrafamiliar e as possíveis consequências na criança espectadora (P1095) | Kédna Mydyhan de Sousa Frutuoso | PSICOLOGIA |
Violência intrafamiliar e as possíveis consequências na criança espectadora (P1095)
Descrição
A violência constitui-se como um grande problema de saúde pública por ser algo complexo e
que abrange muitas pessoas. A violência intrafamiliar, na qual é o foco deste artigo, é um
fenômeno que acontece exclusivamente dentro da família. Diante disto, busca-se aqui
pesquisar se a violência no seio familiar pode ocasionar algum tipo de repercussão negativa
para a criança que está inserida no contexto e é uma testemunha dos atos violentos. Trata-se
de um estudo bibliográfico, exploratório e qualitativo. Para a obtenção de dados foi
consultado artigos científicos que estavam disponíveis no Google Acadêmico e em
plataformas científicas virtuais como Scielo e Pepsic e alguns livros. Os resultados obtidos
confirmam que são diversas as consequências que podem ser decorrente da exposição a
violência, e que elas podem inclusive repercutir quando a criança alcançar a vida adulta, ou
seja, não se limita apenas a fase da infância. É preciso que haja maior efetividade na execução
de políticas públicas e estratégias de prevenção e proteção a violência, bem como que haja
sensibilidade por parte da família, serviços públicos e sociedade em compreender que a
criança que está testemunhando um conflito também é uma vítima, por isso necessita de
cuidados. Autor(s) Kédna Mydyhan de Sousa Frutuoso Orientador(s) Cícera Jaqueline Sobreira Andriola Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Violência intrafamiliar. Crianças. Exposta. Testemunha. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Violência intrafamiliar e suas consequências nas relações de guarda (D853) | Eduardo Luciano da SIlva | DIREITO |
Violência intrafamiliar e suas consequências nas relações de guarda (D853)
Descrição
Este trabalho tem como temática as relações de guarda cuja disputa advém de relações em que
houve a violência doméstica/intrafamiliar em um, ou mais, de seus variados tipos. A presente
pesquisa objetiva discutir as relações de guarda judicial em situações de violência doméstica,
bem como apresentar o histórico da violência doméstica e os efeitos desta violência frente às
relações de guarda de menores, discutindo as leis que regem a guarda judicial. A pesquisa
classifica-se na área das ciências sociais aplicadas ao Direito, utilizando-se da metodologia de
pesquisa qualitativa, básica, exploratória/explicativa, bibliográfica e documental. De início,
tem-se o intento de trazer de forma abrangente o instituto da violência doméstica, especificando
os conceitos e modalidades, pois trata-se de tema complexo, haja vista a variedade considerável
no tocante ao cometimento/sofrimento, assim como apresentar os reflexos causados na vida dos
menores pertencentes a um seio familiar contaminado pelas variadas modalidades de violência
doméstica. Ademais, o texto explana as hipóteses e cabimentos jurídicos que visem a máxima
proteção dos envolvidos, fazendo uma avaliação pormenorizada da Lei Maria da penha (Lei n°
11.340/206), bem como do Lei n° .8069/90, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em
tudo aquilo que se possa aplicar, visando toda e qualquer forma de proteção a que faz jus o
menor e também a vítima da agressão. Autor(s) Eduardo Luciano da SIlva Orientador(s) Ivancildo Costa Ferreira Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Guarda. Violência. Doméstica. Intrafamiliar. Curso DIREITO Baixar |
| Violência obstétrica com pacientes no período gravídico puerperal: revisão integrativa (E1714) | Francisca Ocilene Ferreira da Silva | ENFERMAGEM |
Violência obstétrica com pacientes no período gravídico puerperal: revisão integrativa (E1714)
Descrição
Entende-se por violência obstétrica qualquer ato exercido por
profissionais da saúde no que cerne ao corpo e aos processos reprodutivos das mulheres,
exprimido através de uma atenção desumanizada, abuso de ações intervencionistas,
medicalização e a transformação patológicos dos processos de parturição fisiológicos.A
persistente utilização de práticas não recomendadas pelas evidências científicas, como o uso
abusivo de ocitocina, imobilização no leito e posição litotômica no parto, pode levar à
compressão de grandes vasos e prolongamento do trabalho de parto (TP) e do período
expulsivo e, consequentemente, repercutir negativamente sobre os resultados perinatais, as
consequências desse tipo de violência podem ser devastadoras para a mulher, e muitas vezes
causam um trauma físico e psicológico, esse tipo de tratamento não só viola os direitos das
mulheres, como também ameaça o direito à vida. OBJETIVO: analisar por meio da revisão de
literatura as principais causa da violência obstétrica no período gravídico puerperal nos
serviços de saúde METODO: Através da revisão integrativa da literatura foi realizada uma
pesquisa utilizando as bases de dados BDENF, LILCAS e BVS utilizando os descritores
“violência, gravidez, gestante e obstetrícia”. A amostra foi composta por 7 artigos. Os
resultados estão apresentados em um fluxograma representando a descrição, total e números
de artigos selecionados para compor a amostra. RESULTADOS: Por meio dessa pesquisa
integrativa, percebeu-se que a violência obstétrica ainda constitui um problema que ocorre
muitas vezes por ação ou omissão prejudicando a mulher dentro do processo reprodutivo
quando procura serviços de saúde na hora do parto. CONCLUSÃO: Durante o presente
estudo constatou-se que esse trabalho apresenta de forma clara e objetiva a importância, da
abordagem correta feita pelo enfermeiro para gestantes vítimas de violência obstétrica (VO)
em seu período parturitivo, ou ainda em sua vivência como gestante, bem como as
consequências trazidas pela falta de um acolhimento adequado e digno para as mulheres. Autor(s) Francisca Ocilene Ferreira da Silva Orientador(s) Nadja França Menezesda Costa Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Gestante. Obstétrica. Violência. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Violência obstétrica como prática violadora dos direitos sexuais e reprodutivos da mulher em estado gravídico puerperal (D325) | Raíla Miranda Arruda de Carvalho Barros | DIREITO |
Violência obstétrica como prática violadora dos direitos sexuais e reprodutivos da mulher em estado gravídico puerperal (D325)
Descrição
O parto representa a forma mais pura e perfeita do surgimento da vida humana. No
entanto, o fenômeno da parturição vem, ao longo da história, perdendo o seu caráter
natural e singular, e ganhando um aspecto patológico e institucionalizado, de modo a
usurpar o protagonismo e os direitos da parturiente neste momento tão único e
especial de sua vida. Nesse aspecto, incorpora-se o fenômeno da violência obstétrica
como prática que corrompe o processo natural da parturição e ignora os direitos
fundamentais, sexuais e reprodutivos da mulher que se encontra em estado gravídicopuerperal. Dá-se a importância de investigar esta problemática pela progressividade
dessa modalidade de violência contra as mulheres, que se apresenta também como
sério problema no campo da saúde pública. Assim, buscou-se na presente monografia
analisar o fenômeno da violência obstétrica à luz dos direitos das parturientes, de
modo a investigar se os mecanismos jurídicos brasileiros disponíveis são aptos a
proteger às vítimas e coibir esse tipo de agressão. Para a consecução da presente
monografia, utilizou-se de uma abordagem qualitativa, à medida que busca perquirir
e compreender as relações humanas nesse contexto da violência obstétrica. Tem-se
uma pesquisa de natureza básica, com o objetivo de preencher possíveis lacunas em
relação a matéria aqui abordada, bem como, exploratória, servindo-se da análise de
livros, revistas, publicações especializadas, artigos, periódicos e trabalhos científicos.
Assim, pretende-se com a presente monografia contribuir para ruptura desse processo
violento que vem contaminando a figura parto e que macula a dignidade humana da
gestante. Autor(s) Raíla Miranda Arruda de Carvalho Barros Orientador(s) Iamara Feitosa Furtado Lucena Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Violência obstétrica. Humanização do parto. Garantias da parturiente. Direitos sexuais e reprodutivos. Curso DIREITO Baixar |
| Violência obstétrica e a possível necessidade de uma normatização federal brasileira (D901) | Gabriela Coêlho Noronha | DIREITO |
Violência obstétrica e a possível necessidade de uma normatização federal brasileira (D901)
Descrição
A ideia geral da pesquisa, é discutir o que é a violência obstétrica, quais são os tipos e como
pode ser identificado na prática a violação desses direitos. Além disso, a temática tem como
objetivo, identificar a ausência de uma legislação federal brasileira que verse sobre a violência
obstétrica, o que seria de tamanha importância para a sociedade. Este é um tema que deve ser
discutido pelo poder legislativo, visto que, é o órgão responsável por produzir leis que orientam
a sociedade. Com a criação de uma lei federal, as mulheres e os familiares irão sentir-se mais
seguros em vivenciar a fase da gravidez, pois terão os seus direitos resguardados e amparados
por uma legislação específica. Autor(s) Gabriela Coêlho Noronha Orientador(s) Joaquim Iarley Brito Roque Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Ausência legislativa. Violência obstétrica. Tipos de violência obstétrica. Direitos humanos. Curso DIREITO Baixar |
| Violência obstétrica e correlação com a depressão puerperal: revisão integrativa da literatura (E1909) | Maria Rita Silva Fernandes | ENFERMAGEM |
Violência obstétrica e correlação com a depressão puerperal: revisão integrativa da literatura (E1909)
Descrição
A violência obstétrica é considerada qualquer tipo de violência física, verbal ou psicológica
que ocorre durante o ciclo gravídico da mulher. Os casos de violência obstétrica são
comumente associados à depressão pós-parto, uma vez que este tipo de situação causa na
mulher traumas irreversíveis, prejudicando a recuperação puerperal, dificultando a interação
entre mãe-bebê e possibilitando o desenvolvimento de doenças psíquicas graves. Sendo
assim, esse estudo teve como objetivo analisar os fatores associados à violência obstétrica
contra gestantes durante a parturição e sua influência na depressão pós-parto. Trata-se de uma
revisão integrativa da literatura, de natureza qualitativa realizada nas bases de dados Scientific
Eletronic Library Online, Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde e
Medical Literature Analysis and Retrievel System Online, nos idiomas português e inglês;
publicados entre 2013 e 2023. Os dados foram interpretados mediante análise do conteúdo e
foram dispostos em categorias temáticas. Os resultados obtidos demonstram os tipos de
violência obstétrica mais comum durante o parto são: manobras de kristeller, episiotomia de
rotina, proibição da escolha de posição para parir, proibição da ingestão de alimentos e
líquidos, uso de oxitocina para acelerar o parto, proibição de acompanhante, humilhações e
desrespeito e realização de cesárea sem indicação. Os transtornos psicológicos mais
frequentes foram o baby blues e depressão pós-parto e foi constatado também que a evidência
de depressão puerperal em mulheres que vivenciaram a violência no parto é maior do que nas
que não sofreram violência, remetendo assim, a violência obstétrica como um possível
causador da depressão pós-parto. Logo, a prática humanizada a gestante em trabalho de parto
é uma forma de proporcionar a esta, uma experiência positiva e que gere lembranças
agradáveis desse momento, que muitas vezes é único na vida da mulher, o que reflete um
ótimo indicador de qualidade dos serviços de saúde. Autor(s) Maria Rita Silva Fernandes Orientador(s) Geni Oliveira Lopes Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Violência obstétrica. Depressão puerperal. Assistência de enfermagem. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Violência obstétrica e os impactos psicológicos na vida da mulher: revisão de literatura (P1778) | Luianly Chaves Barroso Braga da Silva Leandro | PSICOLOGIA |
Violência obstétrica e os impactos psicológicos na vida da mulher: revisão de literatura (P1778)
Descrição
A violência obstétrica contra a mulher é um ato que tem se tornado cada vez mais presente na
sociedade e dentro das instituições voltadas à saúde. Essa violência pode resultar na mulher
consequências psicológicas que tendem a perdurar por toda a vida, afetando de forma direta
na sua recuperação e no vínculo a ser desenvolvido com o bebê. Sendo assim, esse estudo
teve como objetivo analisar a saúde mental da mulher vítima de violência obstétrica, quais
condutas se configuram como violência obstétrica e como a psicologia pode contribuir com a
saúde mental dessas mulheres. Para realização do estudo foi utilizado a pesquisa de cunho
exploratório, de natureza básica cujos procedimentos de coleta de dados embasam-se na
pesquisa bibliográfica, sendo utilizado como método a abordagem qualitativa. Os dados foram
obtidos por meio de publicações em plataformas científicas eletrônicas, como The Scientific
Electronic Library Online (Scielo) e Google Scholar (Google Acadêmico). Os principais
resultados deste estudo demonstram que há pouco estudo da psicologia voltado a esse tema.
No entanto, os materiais encontrados revelam que o acompanhamento psicológico ao longo da
gestação e o suporte de um profissional da psicologia após o parto ainda dentro do ambiente
hospitalar auxilia a mulher a trabalhar demandas que podem ter sido geradas em decorrência
da violência obstétrica e contribui para a redução de danos em decorrência dessa violência. Autor(s) Luianly Chaves Barroso Braga da Silva Leandro Orientador(s) Jéssica Queiroga de Oliveira Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Violência obstétrica. Violência obstétrica e impactos psicológicos. Psicologia e violência. Psicologia hospitalar Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Violência obstétrica no Brasil: múltiplas repercussões no âmbito jurídico (D382) | Relva Carolina Viana Nascimento | DIREITO |
Violência obstétrica no Brasil: múltiplas repercussões no âmbito jurídico (D382)
Descrição
O presente estudo tem como objetivo geral compreender a incidência da violência
obstétrica no Brasil e suas motivações, analisar a responsabilização cível, bem
como sua eficácia tendo como norte o ordenamento jurídico brasileiro, suas Leis e
jurisprudências. A pesquisa tem como objetivos específicos, traçar o panorama
histórico da violência obstétrica no Brasil, apresentar a responsabilidade civil
consequente da prática dessa violência. E, propor reflexões à sociedade em geral
em especial, aos agentes de saúde, aos agentes dos sistemas de justiça, e às
parturientes, estabelecendo desse modo efetiva visibilidade a problemática. O
desenvolvimento metodológico da pesquisa foi desenvolvido pelo estudo
bibliográfico, fazendo uso de livros, revistas científicas, artigos da plataforma Scielo
e sites relacionados ao estudo e debate da temática. No primeiro capítulo, foi dado
especial destaque a violência obstétrica empregada em mulheres negras, e como as
suas origens históricas pintaram a mulher negra como mais resistente a dor.
Atentamos também em como a violência é cometida em mulheres negras a partir do
momento em que esta busca apoio médico no seu pré-natal, ou em uma situação
em que busca ajuda médica por motivos de aborto. No segundo capítulo nos
aprofundamos no conceito de violência obstétrica no Brasil e os direitos da
parturiente, as principais práticas que são consideradas como Violência obstétrica,
tais como podemos citar o abuso físico, intervenções não consentidas no plano de
parto, abusos verbais, entre outros. No terceiro capítulo abordamos os
apontamentos jurídicos através da análise de jurisprudências, projetos de Lei e
decisões que versam sobre a temática, investigando o que vem sendo feito por parte
dos Órgãos Federais para conter a incidência de violência obstétrica. Autor(s) Relva Carolina Viana Nascimento Orientador(s) Danielly Pereira Clemente Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Violência obstétrica. Responsabilidade civil. Jurisprudência. Curso DIREITO Baixar |