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| Violência sexual e estupro de vulnerável no direito: o homem como vítima no crime de estupro? (D1389) | Camila Alcantara Gregório | DIREITO |
Violência sexual e estupro de vulnerável no direito: o homem como vítima no crime de estupro? (D1389)
Descrição
Este estudo aborda a violência sexual contra homens, perpetrada por mulheres, e emprega uma
metodologia qualitativa fundamentada em revisão de literatura. A pesquisa ressalta a relevância
do tema, considerando a carência de legislação específica e a urgência em promover a
conscientização pública. A análise se concentra na contextualização e nos aspectos legislativos,
destacando a Lei nº 12.015/2009, que tipifica a violência sexual independentemente do gênero
do agressor ou da vítima, porém, mostra-se deficitária quanto à especificidade para homens
vítimas. A questão central é a invisibilidade masculina nas políticas de proteção contra a
violência sexual e a insuficiência de suporte apropriado. O estudo justifica-se pela necessidade
de equidade de gênero na aplicação da lei e na proteção de vítimas, sem distinção de gênero.
Adicionalmente, examina-se a possibilidade de dispensa das obrigações paternais para homens
que tenham descendência resultante de agressão sexual, sublinhando a necessidade de reformas
legais para assegurar justiça e dignidade às vítimas. Autor(s) Camila Alcantara Gregório Orientador(s) Franciso José Martins Bernardo de Carvalho Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Violência sexual. Vítimas. Gênero. Curso DIREITO Baixar |
| Violência sexual na infância e na adolescência: uma violação aos direitos humanos (D1243) | Maria Talita de Lucena | DIREITO |
Violência sexual na infância e na adolescência: uma violação aos direitos humanos (D1243)
Descrição
Esse estudo teve como objetivo principal analisar a problemática social: violência sexual
contra crianças e adolescentes. Neste estudo, foram abordadas as principais nuances
socioculturais e socioeconômicas, intrínsecas ao crime e aos seus desdobramentos. Também,
foi desempenhado estudos sobre as diretrizes nacionais de proteção e amparo das crianças e
adolescentes em situação de violência sexual no contexto intra e extra-familiar. Essa temática
evidencia uma questão de extrema relevância devido ao objeto de estudo sobre essa perene
mazela social, que ainda apresenta uma característica marcante na sociedade contemporânea,
ainda mais, quando avaliada a ascensão desta modalidade delitiva e dos números de vítimas
em constante elevação, revelando um grande desafio a ser enfrentado. Obviamente, este tema
de grande valor social não pode deixar de ser reiteradamente discutido nos diversos meios
disponíveis, a fim de fortalecer a conscientização social que ainda opera marcada pelos
rústicos e ancestrais fundamentos sociológicos de uma civilização negligente quanto a direitos
e preconceitos sobre os tabus que orbitam a violação sexual de crianças e adolescentes, em
muitos casos. Portanto, este estudo adotou para sua construção coesa, a metodologia
bibliográfica e documental. Como fontes primárias da epigrafada pesquisa, concluindo um
estudo profundo na literatura jurídica e nas leis congêneres ao tema estudado e, conclui-se o
estudo alcançando os resultados que motivaram essa pesquisa, como elemento colaborativo
para esclarecimentos à sociedade, de modo objetivo e não exauriente do conteúdo. Autor(s) Maria Talita de Lucena Orientador(s) Otto Rodrigo Melo Cruz Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Direitos fundamentais. Violência sexual. Criança e adolescente. Curso DIREITO Baixar |
| Violência simbólica contra mulheres e o estado patriarcal: um estudo realizado com base em aspectos conjunturais da sociedade patriarcalista/machista (S1414) | Maria Jaciane Martins de Araujo | SERVIÇO SOCIAL |
Violência simbólica contra mulheres e o estado patriarcal: um estudo realizado com base em aspectos conjunturais da sociedade patriarcalista/machista (S1414)
Descrição
Considerando que a violência simbólica atinge todas as mulheres independentemente
da posição social que esta ocupa, o presente estudo teve como objetivo compreender
os efeitos da violência simbólica na vida das mulheres, tendo em vista a cultura
machista e patriarcal que permeia essa realidade, a partir de uma visão dentro do
Serviço social, ultrapassando uma visão fenomênica, de uma forma crítica e reflexiva.
Ademais necessitou-se analisar como as mulheres se percebem e se posicionam
dentro de um relacionamento abusivo, tendo em vista, o conhecimento da violência
simbólica; Identificar se ao saber da existência da violência simbólica é possível essa
mulher se empoderar e ter uma visão crítica de forma a externalizar esse
conhecimento e descrever, através de pesquisas bibliográficas, até que ponto essa
violência prejudica a mulher, de forma moral e psicológica, e até mesmo física. No
decorrer do presente trabalho, abordou-se teoricamente a violência simbólica contra
a mulher, levando-se em consideração os aspectos conjunturais da sociedade
patriarcalista, bem como o papel do Serviço social frente a essa questão
contemporânea. Para efeito, como metodologia temos a pesquisa de natureza
bibliográfica e caráter exploratório, utilizando-se do método qualitativo. Como
resultado sugere-se que, o assistente social entenda a violência simbólica contra a
mulher de uma forma crítica e reflexiva, de modo a, não naturalizar tal fenômeno, uma
vez que este tipo de violência, é a base para as violências que já conhecemos,
fazendo assim com que o profissional rompa com os muros mantendo sua
legitimidade profissional frente a esse tema despercebido na sociedade, ressaltando-se a posição que o Assistente social deve ter em relação a esse tema. Autor(s) Maria Jaciane Martins de Araujo Orientador(s) Maridiana Figueiredo Dantas Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Serviço social. Violência simbólica. Cultura patriarcal. Curso SERVIÇO SOCIAL Baixar |
| Violência simbólica: a análise da violência psicológica frente à (in)eficácia da lei Maria da Penha (D872) | Giana Laleska Viane Rangel | DIREITO |
Violência simbólica: a análise da violência psicológica frente à (in)eficácia da lei Maria da Penha (D872)
Descrição
O trabalho tem por objetivo fazer breves considerações sobre o conceito de violência presente
na Lei 11.340/06, a Lei Maria da Penha (LMP). Para a consecução do objetivo foi feita uma
investigação, bibliográfica e documental, a fim de compreender a violência familiar em sua
relação com o conceito de violência simbólica e a partir disso compreender a sua
criminalização no Código Penal Brasileiro. O trabalho se inicia com o contexto da violência
familiar anterior à LMP, e faz menção à legislação brasileira e às normas internacionais sobre
o tema. Em seguida, avalia a própria Lei Maria da Penha e suas alterações legislativas mais
recentes para então, estabelecer uma correlação com o conceito de violência simbólica, que se
refere às formas de violência que só podem ser exercidas com a cumplicidade das pessoas em
quem elas são exercidas; a fim de verificar se tais efeitos simbólicos podem ser um obstáculo
para a LMP para o enfrentamento da violência doméstica. Autor(s) Giana Laleska Viane Rangel Orientador(s) Francysco Pablo Feitosa Gonçalves Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Lei Maria da Penha. Paradigma. Violência simbólica. Curso DIREITO Baixar |
| Violência virtual dentro dos jogos online: comunidades do League of Legends (D999) | Francisco Alyson Macêdo Oliveira | DIREITO |
Violência virtual dentro dos jogos online: comunidades do League of Legends (D999)
Descrição
A internet é quase que um direito fundamental, principalmente nos tempos de pandemia, ela
demonstrou bastante sua utilidade, e com ela veio o surgimento dos ambientes virtuais, seja por
redes sociais, ou qualquer meio de comunicação em tempo real com qualquer pessoa no mundo.
Como no mundo real, o virtual também fica sujeito a má-fé das pessoas que a integram, podendo
surgir, então, os atos ilícitos. Nesse contexto um dos locais menos discutidos em relação as
infrações cometidas na rede mundial de computadores são as infrações dentro das áreas de batepapo dos jogos online competitivos, e esse trabalho se baseará nessa pauta. Este tem como
objetivos investigar os casos de agressão nesses ambientes sociais, notadamente o do League
of Legends, averiguar se a lei brasileira tem previsão quanto a esses atos e como ela agirá dentro
dessas violações neste contexto especifico, assim como também a própria empresa age quanto
esses casos. O artigo tem cunho exploratório, por meio de fontes bibliográficas, documentais e
estudo de casos, utilizando-se do método qualitativo. O cenário é o ambiente virtual dentro do
jogo League of Legends e das comunidades baseadas neste, sendo o público alvo os jogadores
e a empresa prestadora do serviço. Autor(s) Francisco Alyson Macêdo Oliveira Orientador(s) Francisco Gledison Lima Arújo Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Crime virtual. Responsabilidade. Jogos online. League of Legends. Curso DIREITO Baixar |
| Visão dos acadêmicos de enfermagem sobre a enfermagem estética como área de atuação (E1985) | Maria Rannyely de Souza Calixto | ENFERMAGEM |
Visão dos acadêmicos de enfermagem sobre a enfermagem estética como área de atuação (E1985)
Descrição
Atualmente, a atuação dos enfermeiros vem se expandindo, assumindo posições cruciais, com
mais de cem opções de especialização disponíveis, incluindo a enfermagem estética, que está
ganhando maior visibilidade no mercado de trabalho e proporcionando aos profissionais uma
maior autonomia. Os avanços tecnológicos têm contribuído para essa visibilidade, e a
enfermagem estética também conquistou um lugar importante na mídia. Este estudo tem como
objetivo analisar a percepção dos estudantes de enfermagem sobre a enfermagem estética como
área de atuação. A pesquisa é descritiva com abordagem quantitativa e foi realizada em Juazeiro
do Norte, especificamente em uma Instituição de Ensino Superior (IES), que possui um número
significativo de alunos e oferece mais de dez cursos de graduação. A população do estudo foi
composta por estudantes de enfermagem do 6º ao 10º período. Os dados foram analisados
utilizando valores absolutos e relativos e apresentados em tabelas. Um total de 21 estudantes
de enfermagem foram entrevistados. Os principais achados indicam que a maioria dos
estudantes entrevistados possui um conhecimento moderado sobre a enfermagem estética, sem
nenhum participante relatando conhecimento avançado. Os dados revelam uma tendência
crescente para o empreendedorismo na enfermagem estética, com futuros enfermeiros
demonstrando interesse em iniciar seus próprios negócios. No entanto, a enfermagem estética
é menos valorizada em comparação com outras especializações de enfermagem. Além disso,
metade dos participantes destacou que a falta de formação específica durante a graduação é um
dos principais desafios enfrentados pelos enfermeiros nessa área. Apesar dessas dificuldades,
muitos estudantes acreditam que a enfermagem estética é uma área promissora para o
desenvolvimento profissional e aquisição de novas habilidades, e vários veem diversas
oportunidades de emprego na área. Autor(s) Maria Rannyely de Souza Calixto Orientador(s) Ana Maria Machado Borges Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Acadêmicos de enfermagem. Enfermagem. Estética. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Vitimização policial X direitos humanos: análise do posicionamento dos direitos humanos em relação aos crimes sofridos por membros da polícia militar (D520) | Amanda Dias Lima | DIREITO |
Vitimização policial X direitos humanos: análise do posicionamento dos direitos humanos em relação aos crimes sofridos por membros da polícia militar (D520)
Descrição
A busca por entender o que ocasiona a violência tem sido uma preocupação na
humanidade a fim de elaborar medidas que consigam enfrentar, prevenir e atenuar
seus efeitos no convívio social. De forma específica esse trabalho é voltado para a
violência sofrida pelos policiais, membros que fazem a segurança pública e são
alvos constantes dessa violência desenfreada. O trabalho tem enfoque nos
direitos humanos e sua relação com a vitimização policial. Diante do exposto, a
problemática trazida é: existe algum amparo por meio das instituições de Direitos
Humanos aos agentes de segurança pública? Para cumprir o que se propõe a
pesquisa tem como objetivo geral compreender a vitimização policial e para
concluir esse entendimento faz-se uma análise dos direitos humanos, e da sua
aplicação e violações sofridas pelos policiais. Sendo assim, a metodologia
aplicada tem caráter exploratório, qualitativo e descritivo, auxiliada através de
pesquisas bibliográficas, utilizando apoio de revistas e artigos científicos
concernentes ao tema. Autor(s) Amanda Dias Lima Orientador(s) Francysco Pablo Feitosa Gonçalves Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Polícia. Vitimização. Direitos humanos. Justiça. Curso DIREITO Baixar |
| Vitimização terciária e o comportamento da vítima no crime de estupro (D604) | Luana de Souza Silva | DIREITO |
Vitimização terciária e o comportamento da vítima no crime de estupro (D604)
Descrição
Busca-se demonstrar o papel da mulher frente aos crimes sexuais, analisando sua importância,
a relação existente entre o delinquente e a vítima do crime, abordando sobre a vitimologia e os
graus existentes. Averiguando, portanto, se ela é vítima ou culpada, buscando entender como
a sociedade e a mídia tipificam a figura feminina nesses casos, dando enfoque na vitimização
terciária. Já que surge o questionamento de que a mulher tem se tornando culpabilizada pelo
meio social, sendo levado em consideração seu comportamento ou sua forma de se vestir,
dando a entender que ela facilita a ocorrência do crime. A pesquisa objetiva compreender os
graus de vitimização e a evolução das leis frente aos casos de violência sexual, demostrando
as mudanças ocorridas no cenário penal e problematizando a função do direito. Tendo em
vista que as pessoas que sofrem com esse crime são vistas pelos meios sociais como sujeitos
participantes do delito e nem sempre como vítima. A elaboração do presente estudo será
realizada por meio de uma revisão de literatura, sendo esta pautada em estudo bibliográfico,
exploratório, descritivo, qualitativo, buscando analisar o objeto de estudo. Autor(s) Luana de Souza Silva Orientador(s) Francisco Thiago da Silva Mendes Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Mulher. Vitimização terciária. Crime de estupro. Curso DIREITO Baixar |
| Vivência da sexualidade feminina no período gestacional (E1443) | Maria Daiane França de Oliveira | ENFERMAGEM |
Vivência da sexualidade feminina no período gestacional (E1443)
Descrição
A sexualidade na gestação é um tema delicado e difícil de ser abordado pelo casal grávido, pois é
um período que envolve adaptações físicas, psicoemocionais, socioculturais e sexuais que pode
conduzir a um maior estresse e várias dificuldades no que diz respeito ao relacionamento sexual
com o cônjuge. Tendo como objetivo geral e conhecer a vivência da sexualidade nas mulheres no
período gestacional e específicos: apontar as modificações que ocorrem no comportamento
sexual da mulher no período gestacional; investigar as práticas sexuais antes e no período
gestacional, analisar a função sexual da mulher no período pré-gestacional e comparar com o
gestacional; Trata-se de um estudo descritivo, exploratório com abordagem quantitativa. A
pesquisa foi realizada nas Estratégias de Saúde da família (ESF) no município de Nova Olinda,
localizada no estado do Ceará, Participaram do estudo 23 gestantes cadastradas e acompanhadas
pela equipe da Estratégia Saúde da família (ESF) do referido Município, respeitando os Critérios
de inclusão pré estabelecidos. Como instrumento de coleta de dados foi empregado um
questionário de forma adaptada, Questionário de Sexualidade na Gestação - QSG, encontrado no
trabalho de Savall e adaptado, o mesmo apresentou quatro partes: anamnese, comportamento
sexual, resposta/função sexual e aspectos simbólicos (percepção), até a 16º semana gestacional.
Os dados da pesquisa foram apresentados e analisados, através do programa Microsoft Office
Excel 2013,exibidos em forma de gráficos, tabelas e quadros. Para atender aos parâmetros éticolegais de pesquisas realizadas com seres humanos, o presente estudo se norteou pelas disposições
da Resolução N° 466 de 12 de dezembro de 2012 do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Como
resultado observou-se que das 23 mulheres, a maioria não havia conversado com um profissional
da saúde sobre sexualidade, nem antes nem durante a gestação. Viu-se que a iniciativa de ter
relação sexual era tomada pelo casal na mesma proporção. Notou-se uma diminuição na
frequência de atividades sexuais realizadas. Das práticas sexuais houve uma redução na prática
do sexo oral. Quanto as posições sexuais houve umas adaptações que as gestantes e seus
parceiros utilizam durante a atividade sexual. Além da diminuição da intensidade do desejo
sexual, da excitação sexual e da satisfação sexual. Conclui-se que houve no geral uma
diminuição da atividade sexual durante o primeiro trimestre de gestação. O que mostra que essas
mulheres precisam ser orientadas de forma adequada pelos profissionais de saúde sobre a
sexualidade. A presente pesquisa contribuirá para uma melhor compreensão da sexualidade no
período gravídico, como também para o desenvolvimento de ações em saúde e ensino de
enfermagem, permitindo assim uma assistência de maior qualidade nas consultas de pré-natal. Autor(s) Maria Daiane França de Oliveira Orientador(s) Alessandra Bezerra de Brito Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Sexualidade. Gestação. Atividade sexual. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Vivência das puérperas frente à internação dos neonatos em UTI: o choro que ninguém ouve (E1688) | Maria Sarah Araripe Dantas | ENFERMAGEM |
Vivência das puérperas frente à internação dos neonatos em UTI: o choro que ninguém ouve (E1688)
Descrição
A vivência de puérperas frente à internação do seu neonato na Unidade de Terapia
Intensiva Neonatal (UTIN), visto que a gestação é um momento de grandes transformações na
vida de uma mãe, todo o planejamento para à chegada do filho, de um parto perfeito, à
imagem de um filho ideal se torna desmitificada quando nasce um filho prematuro. Todo
recém-nascido admitido na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) neonatal deve ter
a idade entre 0 a 28 dias assegurando-se da lei de acordo com Ministério da Saúde (MS) 2010.
O puerpério é a fase em que acontecem bastantes mudanças internas e externas para as
puérperas, com a queda hormonal, seria momento especial de entrega da genitora, diante da
repentina internação, as mães se sentem fragilizadas então seu puerpério se torna adaptado, os
sentimentos de angústia, invalidez, solidão, pressão criada da família e se sentem
despreparada com a maternidade roubada. O presente estudo objetivou descrever a partir da
literatura científica intepretação sobre as vivências das mães frente internação de seus filhos e
compreender as vivências das puérperas, suas tristezas, dor e aflição, quando reconhecemos o
que estas genitoras trazem em seus semblantes. Trata-se de revisão integrativa, cujas buscas
de dados foram realizadas nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em
Ciências da Saúde (LILACS), Base de dados em Enfermagem (BDENF), via Biblioteca
Virtual em Saúde (BVS), por meio de cruzamentos dos Descritores em Ciências da Saúde
(DeCS) e a aplicação do operado booleano AND: ―hospitalização‖ AND ―recém-nascido
prematuro‖ AND ― hospitalização‖ AND ―vinculo‖ AND ― recém-nascido prematuro‖ AND
―unidade de terapia intensiva neonatal. Foram angariadas 27.361 obras, observando-se que,
depois de indexados os critérios de inclusão: estudo disponível na integra, do tipo artigo
científicos, revistas, monografia, publicados entre os anos de 2016 a 2021,no idioma
português; os critérios para excluir as amostragens: estudos duplicados nas bases de dados,
que não abordem a temática e/ou que não respondiam á questão norteadora do estudo, teses,
idiomas inglês e espanhol, com a leitura do titulo e resumo na íntegra; a amostra final foi
composta por 08 artigos. Os resultados foram constituída por categorização: Vivências das
puérperas com o parto prematuro; Sentimentos das mães diante a hospitalização do filho na
Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), O desamparo com a falta do embalo com o
binômio mãe/filho. E por meio da identificação e análise das produções científicas de parto
prematuro, a hospitalização da puérpera, sem poder embalar seu filho em seus braços e leválo para casa, com isto a saúde da puérpera se modifica e pode interferir na saúde mental da
puérpera. Autor(s) Maria Sarah Araripe Dantas Orientador(s) Nadja França Menezes da Costa Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Hospitalização vínculo. Recém-nascido prematuro. Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Curso ENFERMAGEM Baixar |