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| Os estilos parentais educativos nas famílias monoparentais femininas (P189) | Roberta Juniane Cruz Macêdo | PSICOLOGIA |
Os estilos parentais educativos nas famílias monoparentais femininas (P189)
Resumo
Torna-se cada vez mais comum deparar-se com lares em que crianças tem sua educação sob responsabilidade apenas das mães. Este fato é o resultado de um processo de mudanças sociais e culturais pelo qual a família passou e passa ate os dias atuais e que deu origem ao surgimento da família monoparental. Como na maioria dos casos é a mulher a responsável pelos filhos assim como é a o primeiro grupo social qual a criança participa, a presente pesquisa tem como objetivo descrever os estilos parentais educativos nas famílias monoparentais femininas, investigando as praticas educativas dessas mães solteiras. Para isso a pesquisa se utiliza dos procedimentos dos estudos de campo, sendo aplicado o IEP( Inventario de Estudos Parentais), um instrumento já validado no Brasil. Foram utilizados dois dos três questionários em uma amostra de dez mães e dez filhos. O método para analise dos dados é de cunho qualitativo. Os resultados mostraram que cinco das dez mães (50%) apresentaram estilo parental acima da media, uma delas (10%) apresentou estilo abaixo da media, quatro delas (40%) tiveram estilo parental de risco e nenhuma presentou estilo parental ótimo. Estes estilos estão relacionados com o comportamento pró e antissociais dos filhos, dessa forma tornaram-se necessárias medidas interventivas para que estas mães solteiras possam aumentar suas praticas educativas positivas. Autor(s) Roberta Juniane Cruz Macêdo Orientador(s) Natalie Brito Araripe Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Mães solteiras. Estilos parentais. Praticas educativas. Curso PSICOLOGIA |
| Os fatores de risco associados à ideação suicida na adolescência: uma revisão bibliográfica (P1246) | Jamile dos Santos Oliveira | PSICOLOGIA |
Os fatores de risco associados à ideação suicida na adolescência: uma revisão bibliográfica (P1246)
Resumo
O presente trabalho buscou como objetivo geral compreender o que leva o público
adolescente a desenvolver a ideação suicida, seguido dos objetivos específicos que
foi identificar os fatores que estão associados ao desenvolvimento deste fenômeno e
a sua prevalência, além de entender os sentidos que os jovens atribuem a tal ato, visto
que a ideação suicida atualmente pode ser considerada como problema de saúde
pública. A pesquisa realizada é uma revisão bibliográfica, onde foram utilizadas as
bases de dados do Google acadêmico, Scielo, PePSIC e periódicos. O artigo é dividido
em três tópicos, onde o primeiro aborda a adolescência, o segundo fala sobre o
suicídio e, por fim, o último que trata sobre a ideação suicida. A pergunta de partida
que norteou todo o trabalho foi quais os fatores de risco que estão associados à
ideação suicida? E, a partir disso foi possível identificar nas pesquisas realizadas os
mais diversos fatores, dentre eles o uso e abuso de álcool e drogas, os conflitos
familiares, o pouco apoio social, patologias como ansiedade e depressão e os conflitos
já existentes na fase da adolescência, dentre outros. Por fim, foi possível concluir que
ideação suicida é um fenômeno que não se dá apenas por um fator e sim, pela junção
de vários fatores. Além disso, esse fenômeno aparece muito nos adolescentes pelo
fato da adolescência ser uma fase rica em transformação, descobertas, e
consequentemente conflitos. Autor(s) Jamile dos Santos Oliveira Orientador(s) Emilia Suitberta de Oliveira Trigueiro Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Suicídio. Ideação suicida. Adolescentes. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Os fatores depressivos puerperais: uma investigação psicológica (P406) | Ana Josefina de Oliveira Nogueira | PSICOLOGIA |
Os fatores depressivos puerperais: uma investigação psicológica (P406)
Resumo
Trabalhos científicos abordando o transtorno depressivo são comuns nas ciências psicológicas, médicas e sociais, no entanto, em se tratando especificamente da depressão pós-parto, um tipo de depressão associado ao sofrimento inerente à chegada de um filho, já aparecem de forma bem mais escassa, principalmente quando o foco se mantém no sofrimento psíquico e fatores desencadeantes. A maior parte dos referenciais encontrados sobre o tema se volta para a apresentação do quadro clínico, com os respectivos sinais e sintomas a ele associados, deixando à margem os fatores psicológicos inerentes. O presente artigo objetiva conhecer justamente o ponto de interseção entre o diagnóstico clínico da depressão pós-parto e de que forma o sofrimento implicado no quadro se manifesta no psiquismo materno, atentando para os fatores desencadeantes de ordem social e cultural. Para isso, tomou-se como metodologia a análise do referencial teórico, para a realização dessa pesquisa bibliográfica, teóricos da psicanálise, psicologia e psicopatologia; acreditando ser grande a relevância do trabalho desenvolvido, tanto pela escassa bibliografia existente, como no sentido de sensibilizar profissionais afins ou sujeitos que vivenciem de maneira direta ou indireta o sofrimento vinculado ao quadro a buscar ajuda adequada, já que este pode interferir significativamente na saúde psíquica da puérpera e do bebê. Autor(s) Ana Josefina de Oliveira Nogueira Orientador(s) Luciana Coelho Leite Sampaio Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Depressão. Depressão pós-parto. Investigação psicológica. Curso PSICOLOGIA |
| Os fatores predisponentes de quedas entre os idosos de um abrigo da cidade de Juazeiro do Norte-CE (E1139) | Maria Zuleide Barros | ENFERMAGEM |
Os fatores predisponentes de quedas entre os idosos de um abrigo da cidade de Juazeiro do Norte-CE (E1139)
Resumo
O aumento significativo da população idosa no Brasil, trás a tona discussões a cerca dos
problemas relacionados a quedas entre os idosos, já que são freqüentes e com severas
complicações e conseqüências físicas, psicológicas e sociais. As quedas comumente ocorrem
no ambiente Intradomiciliar, extradomiciliar e nas instituições de longa permanência, e se
configuram como um grave problema de saúde publica. O presente estudo foi do tipo
descritivo exploratório, com abordagem quantitativa. Teve como objetivo geral identificar
fatores predisponentes de quedas entre os idosos de um abrigo da cidade de Juazeiro do Norte.
A população foi composta por 28 idosos institucionalizados no abrigo e a amostra foi
constituída por 40% destes, ressaltando que atenderam aos critérios de inclusão. O
instrumento de coleta de dados foi uma entrevista semi-estruturada com perguntas fechadas, a
pesquisa seguiu os preceitos contidos na resolução 466/2012, os principais resultados
apontaram uma maioria de homens, referente ao estado civil a maior parte são solteiros e com
renda inferior ou igual a um salário mínimo. Em relação ao grau de escolaridade aparece
idoso com nível superior completo, porem os resultados teve predominância de baixa
escolaridade, renda e analfabetismo. Quanto aos fatores intrínsecos que contribuíram para
ocorrências de quedas foram identificados dificuldades de marcha, problemas relacionados a
visão e audição. Quanto aos fatores extrínsecos a pesquisa revela que o abrigo mantém uma
estrutura física adequada, promovendo um ambiente seguro aos idosos, evidenciado por
poucos episódios de quedas, mostra ainda que um numero considerável de quedas sofridas
pelos idosos ocorreram no ambiente extra domiciliar. As quedas sofridas pelos idosos tiveram
como conseqüências fratura de fêmur e lombalgia, comprometimento da marcha e do
equilíbrio. Autor(s) Maria Zuleide Barros Orientador(s) Tonny Emanuel Fernandes Macêdo Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Idoso. Quedas. Fatores de risco. Abrigo. Curso ENFERMAGEM |
| Os fatores que dificultam o início do pré-natal no primeiro trimestre em uma Unidade Básica de Saúde do município de Exu-PE (E803) | Iramárya Peixoto Ulisses | ENFERMAGEM |
Os fatores que dificultam o início do pré-natal no primeiro trimestre em uma Unidade Básica de Saúde do município de Exu-PE (E803)
Resumo
As taxas de morbimortalidade maternas e fetais, na maioria das vezes são evitáveis com
medidas pouco sofisticadas ligadas ao acesso à assistência pré-natal e ao diagnóstico precoce
de gestações de alto risco. Neste contexto, o presente estudo teve como objetivo geral,
investigar os fatores que dificultam o início do pré-natal no primeiro trimestre das gestantes
estudadas. Para tanto, utilizamos um estudo de natureza exploratória com abordagem
quantitativa e o instrumento de dados foi o formulário com questões objetivas. Participaram
desta pesquisa 25 gestantes que iniciaram o pré-natal após o primeiro trimestre, após assinado
o termo de consentimento livre e esclarecido, estarem em plena aptidão física e mental,
acompanhadas na UBS Centro em Exu-PE, nos meses de agosto e setembro de 2010. Os
dados foram tabulados manualmente e organizados em um banco de dados do Programa Excel
2007 e posteriormente analisados de acordo com a literatura pertinente ao assunto.
Constatamos, que segundo os dados sócio-demográficos: 56% estão na faixa etária de 20 a 29
anos, 64% não conseguiram completar o ensino médio, 60% são agricultoras, 68%
sobrevivem com uma renda inferior a 1 salário mínimo, 36% e 32% são respectivamente,
casada e em união estável, 56% apresentam de 3 a 5 membros na família e 40% moram de 1-2
quadras de distancia da UBS. Em relação à história reprodutiva: 36% estavam grávidas pela
terceira vez, 44% primíparas e 80% nunca sofreram aborto. Quanto aos fatores que
dificultaram a realização do pré-natal: 32% atribuíram a não aceitação da gravidez e 28% a
demora na confirmação da gravidez. De acordo com as fontes de informações sobre o início
do acompanhamento de pré-natal, verificamos que: 32% receberam informações do
enfermeiro e 28% do agente comunitário de saúde. Em vista disso, observamos que os dados
sócios demográficos, bem como a história reprodutiva estão ligados a tais fatores
dificultadores, como também a falta de conhecimento sobre a assistência pré-natal por parte
dessas gestantes, cabendo ao profissional de enfermagem atentar para esse problema. Logo,
verificamos a necessidade de uma compreensão, por parte dos profissionais da saúde, voltada
para as gestantes, a fim de fornecer uma assistência mais qualificada através do conhecimento
de tais fatores dificultadores. Autor(s) Iramárya Peixoto Ulisses Orientador(s) Viviane Linard Mendes Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Gestantes. Primeiro trimestre de gestação. Pré-natal. Curso ENFERMAGEM |
| Os fatores que geram perda do papel social de idosos em Missão Velha, Ceará (E232) | Manoel dos Reis | ENFERMAGEM |
Os fatores que geram perda do papel social de idosos em Missão Velha, Ceará (E232)
Resumo
O envelhecimento populacional é uma realidade mundial, onde pesquisas
encontradas por investigadores científicos na literatura nacional e internacional
revelam a expansão notória da população idosa em todo mundo. Objetivo: Este
estudo objetivou mostrar, como o envelhecimento com dependência, faz parte da
vida de muitos idosos, favorecendo a sua exclusão do meio social, e a conseqüente
perda de outros papéis importantes. Método: estudo quantitativo, descritivo com 21
idosos com algum tipo de dependência. Utilizado formulário com perguntas
referentes a: escolaridade, profissão, religião, renda familiar, atividades de lazer,
atividades da vida diária (AVD) e suporte familiar . Resultados: dependência quanto
as atividades da vida diária, relacionamentos familiar prejudicado, maioria sem grau
de instrução e renda familiar de até 2 salários mínimos, prevalência de católicos.
Conclusão: desgaste familiar pela negligência e abuso com o idoso, relacionamento
social prejudicado pela dependência de terceiros e pouca renda, carência de mais
investimentos em políticas de saúde que atenda as necessidades de maneira efetiva
e dinâmica, na crescente demanda de idosos; favorecendo melhor qualidade de
vida, com a permanência de papéis, principalmente sociais. Autor(s) Manoel dos Reis Orientador(s) Ana Paula Ribeiro de Castro Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Idoso. Dependência. Perda de papéis. Curso ENFERMAGEM |
| Os fatores que influenciam a participação nas aulas práticas de educação física em uma escola de ensino médio da cidade de Caririaçu - CE (E.F29) | Renata Morais Cavalcante | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Os fatores que influenciam a participação nas aulas práticas de educação física em uma escola de ensino médio da cidade de Caririaçu - CE (E.F29)
Resumo
A Educação Física é o espaço que permite o aluno movimentar-se e é por meio desses que eles desenvolvem o conhecimento corporal. Na educação física escolar existe um problema muito grande em algumas escolas, a motivação por parte dos alunos em não quererem participar das aulas práticas devido a vários fatores. Por isso optou-se investigar como são realizadas as aulas de educação Física no ensino médio. O instrumento usado para pesquisa foi um questionário aplicados na escola com alunos dos três anos do ensino médio, de uma escola na cidade de Caririaçu-CE, e um para o professor. Foi analisada por meio de gráficos utilizando o Excel 2010 e os resultados obtidos revelam que dos conteúdos da Educação Física o que mais desperta interesse nos alunos são as danças e em seguida os esportes diferenciados. Autor(s) Renata Morais Cavalcante Orientador(s) Pergentina Parente Jardim Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Educação física. Ensino médio. Adolescentes. Professor. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Os fatores que influenciam as mulheres a realizarem pela primeira vez o exame colpocitopatológico, no centro de referência na cidade do Crato-CE (E554) | Francisca Andressa Sobreira Dantas Nobrega de Figueiredo | ENFERMAGEM |
Os fatores que influenciam as mulheres a realizarem pela primeira vez o exame colpocitopatológico, no centro de referência na cidade do Crato-CE (E554)
Resumo
Tendo em vista a situação de destaque que o câncer ocupa no país, em especial o
de colo uterino, cuja incidência tem demonstrado um aumento significativo, o
presente trabalho tem como objetivo identificar os fatores que levam as mulheres a
realizarem o exame preventivo pela primeira vez. Trata-se de uma pesquisa
quantitativa de caráter descritivo. O presente estudo foi desenvolvido no Centro de
Referência em Saúde da Mulher na cidade do Crato – CE, durante o mês de março
de 2010. A amostra do presente estudo conteve 21 mulheres que atenderam aos
critérios de inclusão propostos.Para coleta dos resultados foi utilizada a entrevista
estruturada contendo questões abertas e fechadas. Antes da aplicação do mesmo
foi realizado um teste piloto com 05 mulheres objetivando corrigir possíveis
imperfeições. Na análise e interpretação dos dados, detectou-se que 52,3% das
mulheres decidiram realizar o exame colpocitopatológico por saber de seu caráter
preventivo para algumas doenças, sendo que apenas 4,7% citaram o CA de colo
uterino. A maioria das mulheres 66,6% relataram saber a importância do exame,
porém, desconhecem sua verdadeira relevância, como forma de evitar ou retardar a
progressão para o câncer invasor no colo uterino. Em relação a busca para
realização do exame colpocitopatológico 76,1% foram encaminhadas por parentes e
amigos e apenas 23,8% por profissionais de saúde. Indagadas sobre os fatores de
risco para o CA de colo uterino 80,0% das mulheres não sabiam relatar, as demais
19,0% afirmaram que sabiam, porém, para nossa surpresa responderam
erroneamente. Na pesquisa 90,4% das mulheres sabem que há cura para o CA de
colo uterino, contudo, 80,9% delas desconhecem as possibilidades de tratamento. A
prevenção do câncer de colo uterino constitui um desafio para as políticas públicas e
traz à tona questões relevantes sobre o problema, fornecendo as mulheres
subsídios para viver de forma plena no contexto de promoção de saúde. Assim
sendo, acreditamos que somente uma equipe de saúde humanizada poderá tratar a
cliente como pessoa, encontrando espaço para a expressão dos seus sentimentos,
respeitando-a, envolvendo-se com ela, colocando-se em seu lugar, desenvolvendo,
assim, uma relação intersubjetiva e ainda levando em conta sua bagagem social,
cultural, familiar e religiosa. Autor(s) Francisca Andressa Sobreira Dantas Nobrega de Figueiredo Orientador(s) Alessandra Bezerra de Brito Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Câncer de colo uterino. Exame colpocitopatológico. Curso ENFERMAGEM |
| Os fatores que influenciam mulheres à realização do exame citopatológico de colo uterino (E667) | Francisco Gonçalves Rodrigues | ENFERMAGEM |
Os fatores que influenciam mulheres à realização do exame citopatológico de colo uterino (E667)
Resumo
Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de cem doenças que tem em comum o
crescimento desordenado de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se
para outras regiões do corpo. O câncer de colo de útero aparece como a segunda forma mais
incidente da doença entre as mulheres, a estimativa, para o ano de 2010, foi da ordem de
18.430 casos. O objetivo dessa pesquisa foi Conhecer os fatores ou motivos que
influenciaram as mulheres a realizar o exame citopatológico de colo uterino na Estratégia
Saúde da Família. Trata-se de uma pesquisa de natureza exploratória e descritiva com
abordagem quantitativa, onde o local da coleta foi uma Unidade Básica Saúde da Família, na
cidade de Juazeiro do Norte – CE. A coleta de dados foi realizada através de entrevistas semiestruturada e individuais, utilizado-se formulário; e sua analise foi feita através de gráficos. A
pesquisa obedeceu a Resolução Nº 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. Os principais
resultados encontrados foram: Dentro das variáveis socioeconômicas, 12 (54%) mulheres
eram casadas. Quatorze mulheres não desenvolvia atividade extradomiciliar, equivalendo a
64% da amostra. Com relação à renda, 50% recebiam um salário mínimo, e tinha concluído o
ensino médio. Dentro das variáveis relacionadas ao exame citopatológico observou-se a
periodicidade de realização do citopatológico, onde 46% das mulheres realizaram o exame em
um intervalo de tempo menor que um ano. Dezoito participantes (82%), disseram conhecer
sua importância, 10 mulheres (46%) afirmaram que o exame tem como finalidade a detecção
de inflamações. Com relação a principal fonte de informação sobre o exame citopatológico,
27% das participantes afirmaram ser o médico e os agentes comunitários de Saúde; e que
quanto aos sintomas que induziram a realização do exame, 46% afirmou outros sintomas
como por exemplo o medo da doença. Conclui-se que mesmo sendo a maioria das
participantes orientada por profissionais de saúde, a importância e finalidade do exame
citopatilógico ainda é uma interrogação para a grande parte das mulheres. Autor(s) Francisco Gonçalves Rodrigues Orientador(s) Alessandra Bezerra de Brito Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Papanicolau. Prevenção do câncer. Câncer do colo de útero. Curso ENFERMAGEM |
| Os fatores que levam ao desmame precoce em uma Unidade Básica de Saúde da Família (UBASF) em Potengi-Ceará (E939) | Eliziane Granjeiro Nunes Saraiva | ENFERMAGEM |
Os fatores que levam ao desmame precoce em uma Unidade Básica de Saúde da Família (UBASF) em Potengi-Ceará (E939)
Resumo
O leite materno é o melhor alimento que a mãe pode proporcionar a seu filho, sendo que o
mesmo se mostra superior aos outros tipos de leite, propiciando vantagens para criança, mãe,
família, sociedade e planeta. O presente trabalho teve como finalidade o conhecimento dos
fatores que levaram as mães usuárias de uma unidade básica de saúde da família da cidade de
Potengi – Ce a desmamarem seus filhos precocemente. Mediante contextualização foi
realizado um estudo de natureza descritiva de caráter exploratória, com abordagem
quantitativa, realizado a partir de um questionário para coleta de dados. A preferência por esta
UBASF deu-se por esta apresentar a maior prevalência de aleitamento misto segundo dados
do SIAB do município. A população foi constituída por mulheres mães de filhos na faixa
etária de 0 a 3 meses e 29 dias atendidas pela UBASF da Vila Central. Após a coleta, os dados
foram analisados, dispostos em categorias e consolidados em tabelas e gráficos. Ressaltamos
que a presente pesquisa seguiu os parâmetros preconizados pela resolução 196/96 do
Conselho Nacional de Saúde. Com base nos resultados verificou-se que muitos são os fatores
que levaram estas mulheres a desmamarem precocemente seus filhos, dentre estes fatores os
que mais foram evidenciados foram: o choro constante da criança, a primiparidade e o baixo
nível de escolaridade materna. Como podemos ver tudo leva ao fator chamado conhecimento,
onde podemos concluir que a falta deste pode ter sido a maior causa do desmame, sendo
importante ressaltar que estas mães possuem um grau de conhecimento a cerca do aleitamento
materno precário e deficiente. Portanto torna-se necessário que não só o enfermeiro desta
unidade, mas num contexto geral, que todos foquem na prática da educação materna a
respeito do aleitamento, quanto a sua importância, superioridade, dificuldades e
conseqüências, pois só assim poderemos conscientizar as mães de sua importância, para
conseguir melhores índices de aleitamento exclusivo, contribuindo também para a redução da
na morbi-mortalidade. Autor(s) Eliziane Granjeiro Nunes Saraiva Orientador(s) Alessandra Bezerra de Brito Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Aleitamento materno. Desmame precoce. Leite materno. Curso ENFERMAGEM |