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| Avaliação da atividade citotóxica, citoprotetora e o potencial antifúngico do extrato etanólico de Psidium SP (B409) | Irlle Milk Justino de Carvalho | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade citotóxica, citoprotetora e o potencial antifúngico do extrato etanólico de Psidium SP (B409)
Resumo
Tem como objetivo obter a atividade citotóxica e citoprotetora do extrato etanólico de Psidium sp. frente às hemácias no teste de toxicidade. Obtendo a Concentração Inibitória Mínima (CIM) do extrato etanólico de Psidium sp. frente ás espécies de cândida, Candida albicans e Candida tropicalis. Verificando a ação modulatória do extrato etanólico de Psidium sp. com o antifúngico comercial Fluconazol. É um estudo experimental porque consiste em determinar um objeto de estudo, selecionando as variáveis que seriam capazes de influenciá-lo, definir as formas de controle e de observação dos efeitos que a variável produz no objeto. A avaliação da fragilidade osmótica das células vermelhas sanguíneas foi obtida com a realização feita com amostras de suspensão de hemácias previamente lavadas com solução salina e incubadas com o extrato etanólico diluído em dimetil sulfóxido (DMSO) a 1%, em seis concentrações, levadas ao banho-maria nos tempos de 1 e 2 horas, após estes dois tempos, foram centrifugados e lidos em espectrofotometria de massa. A avaliação da atividade protetora do extrato etanólico de Psidium sp. também foi realizada com amostras de suspensão de hemácias previamente lavadas com solução salina e incubadas com o extrato diluído em dimetil sulfóxido (DMSO) a 1%, em seis concentrações (5μg/mL, 10μg/mL, 25μg/mL, 50μg/mL, 100μg/mL, 200μg/mL). Para cada concentração foi realizados testes em sete concentrações de NaCl (0,12%, 0,24%, 0,36%, 0,48%, 0,60%, 0,72% e 0,90%) e incubados em banho-maria (37ºC) nos tempos de 1 e 2 horas. Após o tempo determinado, centrifugados (1.500 rpm por 15 min.) e seus sobrenadantes isolados e lidos em espectrofotômetro de massa (540nm). O controle foi NaCl (0,9%). O extrato de Psidium sp. apresentou uma significativa atividade antifúngica sobre a C. tropicalis e C. Albicans, como também o Fluconazol quando associado com o extrato. Observou-se também que esse produto natural não apresentou atividade citotóxica nos testes realizados com eritrócitos humanos. Autor(s) Irlle Milk Justino de Carvalho Orientador(s) Aracélio Viana Colares Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Antifúngico. Citotóxico. Citoprotetor. Modulatório. Psidium sp. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da atividade física de alunos de uma escola de zona rural no município de Barbalha - CE (E.F394) | Patrícia Maria de Oliveira Santos | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Avaliação da atividade física de alunos de uma escola de zona rural no município de Barbalha - CE (E.F394)
Resumo
A obesidade e o sedentarismo vêm representando consideráveis problemas a saúde
pública, devido seu aumento acelerado e efeitos adversos á saúde cardiovascular e
metabólica dos indivíduos. No setor pediátrico e igualmente considerado como fator
responsável pelo o avanço pandêmico na existência da obesidade na população
jovem. Por isso este estudo teve como objetivo avaliar a atividade física de
escolares do município de Barbalha. Tratou-se de uma pesquisa de campo
transversal descritiva com abordagem quantitativa a população do estudo foi
composta por alunos do 2º ao 9º ano de uma escola de ensino fundamental, onde os
indivíduos foram avaliados através de um questionário para a avaliação da atividade
física e sedentarismo. Como resultado percebeu-se uma amostra de 118 meninas e
100 meninos, com idades variantes de 6 a 16 anos. Observou-se que o principal
meio de transporte para a escola é o transporte passivo (carro ou moto), sendo
37,2% aqueles que relatam praticar atividades físicas algumas vezes, trazendo o
futebol como atividade mais citada. Também se estimou que os mesmos passam,
em média, 76,43 minutos por dia vendo tv, 25,04 jogando em computadores, vídeo
games e similares, e 26,2 minutos por dia ao telefone. Concluiu-se através dos
dados coletados no estudo que os alunos investigados estão sedentários devido a
pouca atividade física realizada dentro e fora da escola. Percebeu-se também que a
educação física é importante em qualquer fase da vida, mas quanto mais cedo
iniciar com as atividades melhor será na fase adulta. Autor(s) Patrícia Maria de Oliveira Santos Orientador(s) Francisca Alana de Lima Santos Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Atividade física. Sedentarismo. Escolares. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Avaliação da atividade hepatoprotetora do extrato hidroalcoólico da casca de Stryphnodendron rotundifolium Mart (B54) | Maria Tatiana Alves Oliveira | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade hepatoprotetora do extrato hidroalcoólico da casca de Stryphnodendron rotundifolium Mart (B54)
Resumo
Stryphnodendron Mart rotundifolium., Conhecido popularmente como "barbatimão" é usada para tratar várias doenças, entre elas a inflamação e cicatrização de feridas. Estudos sobre o gênero da planta foram aumentando a cada dia, e provando suas diferentes propriedades farmacológicas. Muitas dessas provas são baseadas em seus componentes químicos, especialmente os taninos. Este estudo teve como objetivo avaliar um possível efeito hepatoprotetor do extrato hidroalcoólico da casca de Stryphnodendron Mart rotundifolium. Em paracetamol induzida lesão hepática em ratos. O efeito foi avaliada por testes bioquímicos transaminase glutâmico-oxalacética, glutâmico-pirúvica, fosfatase alcalina, albumina, gama-GT, glicose e proteínas totais. Autor(s) Maria Tatiana Alves Oliveira Orientador(s) Irwin Rose Alencar de Menezes Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Mart rotundifolium Stryphnodendron. Hepatoprotetor. Bioprospecção. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da atividade leishmanicida e antifúngica do extrato hidroalcóolico da casca do fruto da Vitis vinifera (Vitaceae) (B135) | Bruno Felipe Fernandes Morão | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade leishmanicida e antifúngica do extrato hidroalcóolico da casca do fruto da Vitis vinifera (Vitaceae) (B135)
Resumo
A espécie vegetal Vitis vinifera conhecida popularmente como uva é utilizada desde a antiguidade egípcia, possui atividade farmacológica com potenciais antioxidantes e diversos compostos que ainda não foram bem elucidados, podendo contribuir de maneira significativa para a solução de várias doenças infecciosas, como a leishmaniose que está entre a sexta endemia prioritária no mundo e as infecções fúngicas que nos últimos vinte anos vêm aumentando a sua incidência. O objetivo desse trabalho é avaliar a atividade leishmanicida e fungicida do extrato hidroalcoólico de Vitis vinifera. Para a avaliação da atividade leishmanicida os testes foram feitos in vitro utilizando as formas promastigotas de Leishmania amazonensis, e a analise antifúngica foi feita com base no processo de microdiluiçao das cepas: Candida albicans ATCC 40006, Candida tropicallis ATCC 13803, Penicillium notatum ATCC 40012, Aspergillus niger ATCC 16404, observando também o efeito modulatório das cepas fúngicas frente ao cetoconazol e fluconazol. No presente trabalho o extrato hidroalcoólico da casca do fruto de Vitis vinifera não obteve ação leishmanicida, apresentando uma atividade antifúngica com o MIC de 512 μg/mL.
Autor(s) Bruno Felipe Fernandes Morão Orientador(s) Aracélio Viana Colares Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Atividade antifúngica. Atividade leishmanicida. Vitis vinifera. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da atividade leishmanicida e fungicida in vitro do extrato hidroalcoólico da casca do fruto de Solanum melongena Lynn (Solanaceae) (B147) | Willian Leite Vieira | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade leishmanicida e fungicida in vitro do extrato hidroalcoólico da casca do fruto de Solanum melongena Lynn (Solanaceae) (B147)
Resumo
Solanum melongena Lynn (Solanaceae) é um fruto pertencente à família das Solanáceas, popularmente conhecida como berinjela. O extrato hidroalcoolico foi obtido a partir das cascas frescas de berinjela. Este estudo incluiu a atividade leishmanicida promastigota in vitro em concentrações de 500 a 0,97 µg/mL, Concentração Inibitória Mínima (CIM) e atividade moduladora para os fungos Candida albicans, Candida tropicalis, Penicillium notatum e Aspergillus niger em concentrações de 512 a 4 µg/mL. O extrato apresentou Concentração Inibitória 50% (IC50) igual a 122,5 µg/mL sobre o crescimento das formas promastigotas de Leishmania amazonensis após 72 horas de cultivo. A CIM na atividade fungicida mostrou que a concentração de 512 µg/mL foi capaz de matar todas as cepas fúngicas em 24 horas. O teste de modulação revelou que o extrato hidroalcoolico de S.melongena modulou a ação dos antifúngicos padrões cetoconazol® e fluconazol® em comparação com os controles, tendo efeito sinérgico contra P.notatum (exceto com o cetoconazol, onde houve antagonismo) e A.niger. O efeito antagônico apareceu contra C.albicans (exceto com o cetoconazol, onde houve sinergismo) e C.tropicalis. Estes resultados apontaram uma nova fonte de pesquisas. Estas podem nortear a busca por constituintes químicos capazes de servirem como base para novos agentes terapêuticos de plantas medicinais.
Autor(s) Willian Leite Vieira Orientador(s) Aracélio Viana Colares Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Solanum melongena. Atividade leishmanicida. Atividade fungicida. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da atividade moduladora do composto eugenol em associação com o aparelho de led frente a bactérias multirresistentes (B445) | Nadjamile Leite Dantas Diniz | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade moduladora do composto eugenol em associação com o aparelho de led frente a bactérias multirresistentes (B445)
Resumo
O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito antimicrobiano e modulador do composto majoritário do Ocimum gratissimum, o Eugenol, quando associado a antibióticos e a diferentes tipos de cores emitidas pelo aparelho de LED. O composto Eugenol foi obtido comercialmente de Sigma ChemicalCo e foram utilizadas as linhagens padrões e multirresistentes de Escherichia coli e Staphylococos aureus. A atividade antibacteriana e o efeito modulador dos compostos foi avaliada pelo método de microdiluição com uso de antibióticos associada a exposição ao aparelho de LED. Na avaliação da CIM o resultados obtido foi > 1024, sendo assim estaticamente não significante. Na avaliação da atividade moduladora do Eugenol quando combinado com o antibiótico amicacina frente E.coli, foi verificado um resultado sinérgico, já na combinação Eugenol-gentamicina foram obtidos resultados estaticamente não significantes. Ao avaliar essas combinações frente S. aureus, foram obtidos resultados sinérgicos para os dois antibióticos. Na modulação com Eugenol associado ao antibiótico Amicacina com exposição ao LED, foram obtidos resultados sinérgicos frente S.aureus com as três luzes testadas. No entanto, quando esse mesmo antibiótico associado ao Eugenol e as luzes de LED foi avaliado frente E. coli, não houveram resultados estaticamente significantes. Na modulação com Eugenol associado ao antibiótico Gentamicina com exposição ao LED, também foram obtidos resultados sinérgicos com as três luzes frente S. aureus. Já quando testado frente E. coli, houve um melhor resultado quando comparado aos testes com a amicacina, uma vez que houve indiferença apenas com a luz amarela. Com as luzes vermelha e azul foi verificado sinergismo. Diante dos resultados obtidos neste estudo, conclui-se que o Eugenol em associação com o LED e antibióticos pode representar futuramente uma nova ferramenta de antibioticoterapia contra bactérias resistentes.
Autor(s) Nadjamile Leite Dantas Diniz Orientador(s) Maria Karollyna do Nascimento Silva Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Eugenol. LED. Modulação. Resistência. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da atividade moduladora do óleo essencial de ocimum gratissimum l. em associação com o aparelho de led frente a bactérias multirresistentes (B424) | Wilker Lucas da Silva | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade moduladora do óleo essencial de ocimum gratissimum l. em associação com o aparelho de led frente a bactérias multirresistentes (B424)
Resumo
O presente estudo teve como objetivo avaliar o potencial modulador do óleo essencial das
folhas frescas de Ocimum gratissimum em associação com as luzes de LED. O óleo essencial
foi obtido por hidrodestilação e foram utilizadas as linhagens bacterianas de Staphylococcus
aureus e Escherichia coli A atividade antibacteriana e o efeito modulador foi avaliada pelo
método de microdiluição associada à exposição ao aparelho de LED e os antibióticos. Os
resultados dos testes de Concentração Inibitória Mínima com o óleo essencial de ocimum
gratissimum (OEOG) foram ≥1024 para todas as linhagens ATCC e multirresistentes. Nos
testes para avaliar a atividade moduladora foi verificado sinergismo apenas quando o óleo
essencial foi combinado com a gentamicina frente S. aureus. Para as outras combinações
foram obtidos dados estaticamente não significantes. Na modulação com exposição ao LED
com a amicacina foi verificado um resultado sinérgico para todas as combinações testadas
frente às duas bactérias. Nos testes para avaliar a atividade moduladora do OEOG com o
antibiótico gentamicina quando expostos ao LED, verificou-se sinergismo com a luz vermelha
frente E.coli e com as luzes vermelha e amarela frente S.aureus. Para as outras combinações
os resultados foram estaticamente não significantes. A metodologia empregada no presente
estudo pode ser uma alternativa futura para o desenvolvimento de novos medicamentos e
técnicas de terapias contra infecções bacterianas, pois além dos produtos naturais, os
antibióticos poderão ter seu efeito melhorado quando associados a essas luzes de LED. Autor(s) Wilker Lucas da Silva Orientador(s) Maria Karollyna Do Nascimento Silva Ano de Publicação 2017 Palavra Chave LED. Modulação. Ocimum gratissimum. Óleo essencial. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da atividade modulatória do óleo essencial de Plectranthusamboinicus (Lamiaceae) frente a cepas padrão de Staphylococcus aureus e pseudomonasaeruginosa por contato gasoso (B198) | Isolda Modesto Ferreira | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade modulatória do óleo essencial de Plectranthusamboinicus (Lamiaceae) frente a cepas padrão de Staphylococcus aureus e pseudomonasaeruginosa por contato gasoso (B198)
Resumo
Staphylococcus aureus, cocos Gram positivos, imóveis e anaeróbios facultativos e Pseudomonasaeruginosa, bacilos Gram negativos, não fermentadores, são espéciesfrequentes em infecções hospitalares e apresentam grande importância clínica. Estudos sobre atividade antimicrobiana de extratos e óleos relatam a grande eficácia no que diz respeito a sua aplicação, portanto as plantas medicinais tornaram-se um meio alternativo para comunidades e grupos étnicos, como uma prática capaz de auxiliar na terapêutica ou até mesmo curar enfermidades por estes microrganismos. Em meio à botânica medicinal, destaca-se Plectranthusamboinicuspor ser uma planta rica em óleos essenciais com grande atividade antimicrobiana. Com isso o objetivo desse estudo foi avaliar a atividade modulatória do óleo essencial de Plectranthusamboinicus frente a cepas padrão de Staphylococcus aureus ATCC 25923 e PseudomonasaeruginosaATCC 25853, por Contato Gasoso. Através dessa metodologia, comprovou-se que o óleo essencial estudado, não obteve resultados clinicamente relevantes diante das bactérias em teste. Autor(s) Isolda Modesto Ferreira Orientador(s) Thially Braga Gonçalves Ano de Publicação 2013 Palavra Chave Plectranthusamboinicus. Staphylococcus aureus. Pseudomonas aeruginosa. Óleo essencial. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da automedicação praticada por acadêmicos do curso de graduação em Enfermagem da Faculdade Leão Sampaio-Ceará (E141) | Yzis Tatiane Alves da Silva | ENFERMAGEM |
Avaliação da automedicação praticada por acadêmicos do curso de graduação em Enfermagem da Faculdade Leão Sampaio-Ceará (E141)
Resumo
A automedicação é uma prática comum, inclusive entre universitários da área de
saúde, que pode possibilitar agravos a saude e mascaramento de doenças,
interações medicamentosas e intoxicações. A automedicação vem sendo utilizada
com maior intensidade no Brasil, em regiões carentes, cuja população não possui
acesso à saúde, ou este é precário, e na classe média e alta cuja maior instrução
confere maior confiança na prática da automedicação, sendo este o principal motivo
do índice elevado da automedicação entre os alunos de nível superior da área da
saúde. Estudos sobre o assunto preconizam que: a orientação dos profissionais de
saúde e população geral; o desenvolvimento de políticas públicas para adequação
de estrutura e recursos humanos em todas as unidades de saúde; bem como a
fiscalização apropriada da divulgação e propaganda e da venda de medicamentos
sem prescrição, são fundamentais para a minimização da prática da automedicação
e dos danos por ela causados. O grande índice de automedicação entre acadêmicos
de enfermagem é um fato facilmente identificado. Em conversas informais é possível
observar que, mesmo diante das informações obtidas no decorrer do curso não há
uma redução da mesma e, contrariamente, do que se espera, acredita-se que há
aumento desse índice. O objetivo desse estudo foi apresentar o conhecimento
desses alunos sobre a automedicação e se no decorrer do curso, com a aquisição
de melhor conhecimento sobre a ação dos fármacos no organismo humano, há
aumento dessa prática entre os mesmos. Sendo assim, esta pesquisa se justifica
uma vez que só através da obtenção de dados reais acerca dos fatos acima citados,
poderemos desenvolver um posterior trabalho relacionado à este assunto. Foi
realizado um estudo de caráter descritivo/quantitativo com duas turmas de
acadêmicos do curso de graduação em Enfermagem (1º e 8º período) na Faculdade
Dr. Leão Sampaio - FALS. Foi aplicado um questionário com perguntas relacionadas
ao uso de Antidepressivos, Antiinflamatórios, Ansiolítcos e Antibióticos. Os
resultados obtidos indicam que ambas as turmas realizam a automedicação,
havendo prevalência entre os acadêmicos do 8º Período de Enfermagem que,
acreditam ter conhecimento satisfatório para se automedicarem e não se
consideram dependentes da mesma, afirmando ainda terem consciência dos danos
que a automedicação pode causar à saúde. Autor(s) Yzis Tatiane Alves da Silva Orientador(s) Iri Sandro Pampolha Lima Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Automedicação. Enfermagem. Acadêmicos. Curso ENFERMAGEM |
| Avaliação da biossegurança e da imunização para hepatite B em tatuadores dos municípios de Juazeiro do Norte e Crato - Ceará (B369) | Gutemberg Dias de Sousa | BIOMEDICINA |
Avaliação da biossegurança e da imunização para hepatite B em tatuadores dos municípios de Juazeiro do Norte e Crato - Ceará (B369)
Resumo
A vacinação é um método preventivo de extrema importância que fornece, além da proteção individual contra sérias doenças, a proteção à comunidade, reduzindo a circulação de agentes infecciosos. De todas as infecções virais presentes no mundo, merece destaque a hepatite B. O presente estudo teve como objetivo avaliar os procedimentos de biossegurança e a qualidade da imunização em relação ao HBV (Hepatite B Vírus) de tatuadores dos municípios de Juazeiro do Norte e Crato, Ceará. Tratou-se de um estudo transversal, observacional e quantitativo. Os participantes foram recrutados através do método de Snowball e a coleta de dados foi realizada através da aplicação de um questionário com os participantes e do uso de um checklist. Os dados foram analisados nos programas Microsoft Office Excel® 2010 e STATA Statistic Data Analysis® 12.0. Ao final do processo, participaram do estudo 12 indivíduos de ambos os sexos e de faixas etárias variadas. Em relação ao uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), 8,33% dos participantes alegaram fazer uso apenas de luvas para a realização dos procedimentos; 75%, de luvas e máscara; 16,66%, de luvas, máscaras e óculos. Já em relação aos descartes de perfuro-cortantes nos estúdios, em 33,33% dos casos os mesmos eram inapropriados e em 33,33% sequer foram encontrados. Além disso, 25% dos entrevistados já se acidentaram durante os procedimentos. Em relação ao esquema de vacinação para hepatite B, 16,66% dos participantes do estudo não sabem se estão imunizados enquanto que, dos que acreditaram estar com o esquema de vacinação em dias, 8,33% está vacinado a menos de 10 anos; 8,33%, há mais de 10 anos e 83,33% não sabem quando foi o ultimo reforço. Em virtude disso, é possível perceber que há carência no que diz respeito à imunização para hepatite B por parte dos tatuadores, bem como determinado procedimentos em biossegurança. Autor(s) Gutemberg Dias de Sousa Orientador(s) Wenderson Pinheiro de Lima Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Vacinação. Hepatite B. Tatuadores. Curso BIOMEDICINA |