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| Avaliação da atividade antimicrobiana e moduladora in vitro por contato gasoso do óleo essencial obtido das folhas de cordia verbenacea DC e seu componente majoritário sabineno (B296) | Victória Regina de Alencar Carvalho | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade antimicrobiana e moduladora in vitro por contato gasoso do óleo essencial obtido das folhas de cordia verbenacea DC e seu componente majoritário sabineno (B296)
Resumo
Este trabalho objetivou a análise química do óleo essencial obtido das folhas de Cordia verbenacea DC, além da avaliação da atividade antimicrobiana e moduladora por contato gasoso do óleo essencial e seu componente majoritário sabineno. O óleo essencial foi submetido a análise química por cromatografia gasosa acoplada a espectrômetro de massa, o sabineno foi obtido pela empresa Sigma Chemical Co.; foram realizados os testes antimicrobianos por contato gasoso com cepas multirresistentes de Escherichia coli e Staphylococcos aureus e posteriormente os testes de modulação com fármacos pertencentes a classe dos aminoglicosídeos. A análise química do óleo essencial identificou e quantificou 18 (97,69%) constituintes, havendo predominância dos compostos sabineno (31.99%), β-cariofileno (13,10%), biciclogermacreno (11,06%), germacreno-D (7,44%) e (+) espatulenol (6,53%). Nos testes antimicrobianos houve resistência frente todos os compostos testados. Na modulação do sabineno com os antibióticos houve sinergismo frente S. aureus; antagonismo quando combinado com amicacina e indiferença para os demais fármacos frente E. coli. Já o óleo apresentou indiferença combinado com aminoglicosídeos frente E. coli, o mesmo para gentamicina e eritromicina frente S. aureus, onde apenas amicacina foi indiferente. Sabineno apresentou resultados significativos para modulação frente S. aureus, revelando esse composto uma nova fonte farmacêutica no combate a infecções por bactérias gram positivas, sendo necessária a realização de mais testes com essa substância frente a outros microrganismos, além da determinação toxicológica. Autor(s) Victória Regina de Alencar Carvalho Orientador(s) Edinardo Fagner Ferreira Matias Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Cordia verbenacea DC. Sabineno. Contato gasoso. Modulação. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da atividade antimicrobiana e modulatória de extratos de Richardia brasiliensis Gomes (B52) | Edson Carlos De Morais | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade antimicrobiana e modulatória de extratos de Richardia brasiliensis Gomes (B52)
Resumo
Introdução: O aparecimento de microorganismos resistentes e também a toxicidade associada aos fármacos antimicrobianos aumentam a necessidade de pesquisas por novos principios ativos. Richardia brasiliensis, uma planta daninha utillizada popularmente como expectorante, antiemético e diaforético, possui cumarinas, flavonóides, esteróides, triterpenóides, alcalóides e resina e como metabolitos secundários. O presente trabalho visou testar o potencial antimicrobiano e modulador dos extratos etanólico e hexânico de R. brasiliensis. Metodologia: Os extratos etanólico e hexânico foram testados quanto ao seu efeito antimicrobiano e em combinação com aminoglicosideos e antifúngicos contra microrganismos patógenos e multirresistentes pelo método de microdiluição em caldo com Brain heart infusion (BHI). Resultados: Observou-se que a associação entre antibióticos e extratos etanólico e hexânico mostraram resultados com relevância clínica diante dos testes com bactérias multirresistentes Conclusão: Obteve-se moderada ação moduladora contra os microrganismos utilizados. Palavras chave: Richardia brasiliensis, atividade antimicrobiana, efeito modulatório, microorganismos multiresistentes. Autor(s) Edson Carlos De Morais Orientador(s) Henrique Douglas Melo Coutinho Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Richardia brasiliensis. Atividade antimicrobiana. Efeito modulatório. Microorganismos multiresistentes. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da atividade antimicrobiana e modulatória de produtos naturais derivados da espécie Dahlstedtia araripensis (Benth.) frente a bactérias presentes no retratamento endodôntico (O1017) | Lucas Ribeiro Costa | ODONTOLOGIA |
Avaliação da atividade antimicrobiana e modulatória de produtos naturais derivados da espécie Dahlstedtia araripensis (Benth.) frente a bactérias presentes no retratamento endodôntico (O1017)
Resumo
Microrganismos resistentes constituem grande parcela da flora bacteriana característica do
retratamento endodôntico, terapia que se faz necessária quando o tratamento primário não
erradica de forma eficaz a infecção instalada no sistema radicular do elemento dentário.
Tendo em vista essa problemática, esse trabalho avaliou a atividade in vitro de produtos
naturais derivados da espécie Dahlstedtia araripensis (Benth.), popularmente conhecida como
“Angelim”, endêmica da região sul do Ceará, frente a bactérias presentes na infecção
endodôntica persistente através da avaliação antimicrobiana e de ação modulatória do extrato
da espécie. Feita a coleta das partes vegetais que foram utilizadas nesse estudo e obtenção do
extrato liofilizado, a concentração inibitória mínima (CIM) foi determinada em ensaio de
microdiluição em caldo com base no documento M100-S22 da Clinical and Laboratory
Standards Institute (CLSI). O teste de modulação foi realizado na presença e na ausência do
extrato através de microdiluição em triplicata, utilizando antibióticos aminoglicosídeos
(amicacina e gentamicina) e antibióticos β-lactâmicos (cefalotina e benzilpenicilina). Todos
os testes laboratoriais foram realizados no Laboratório de Pesquisa de Produtos Naturais
(LPPN) da Universidade Regional do Cariri (URCA). Após realização dos ensaios
microbiológicos, a espécie D. araripensis apresentou baixa atividade antimicrobiana, e efeito
modulador antagônico quando associada aos antibióticos testados, exceto para a
Benzilpenicilina quando utilizada contra a E. faecalis, diminuindo sua concentração inibitória
mínima em 50%. Sugerimos que novos estudos laboratoriais sejam realizados para investigar
outras atividades biológicas dessa espécie vegetal e aprofundar os resultados ora
demonstrados. Autor(s) Lucas Ribeiro Costa Orientador(s) Vanessa de Carvalho Nilo Bitu Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Endodontia. Fitoterapia. Microbiologia. Produtos naturais. Retratamento. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Avaliação da atividade antimicrobiana e modulatória de produtos naturais derivados da espécie Dahlstedtia araripensis (Benth.) frente a bactérias presentes no retratamento endodôntico (O1018) | Jairo Ferreira da Silva Neto | ODONTOLOGIA |
Avaliação da atividade antimicrobiana e modulatória de produtos naturais derivados da espécie Dahlstedtia araripensis (Benth.) frente a bactérias presentes no retratamento endodôntico (O1018)
Resumo
Microrganismos resistentes constituem grande parcela da flora bacteriana característica do
retratamento endodôntico, terapia que se faz necessária quando o tratamento primário não
erradica de forma eficaz a infecção instalada no sistema radicular do elemento dentário.
Tendo em vista essa problemática, esse trabalho avaliou a atividade in vitro de produtos
naturais derivados da espécie Dahlstedtia araripensis (Benth.), popularmente conhecida como
“Angelim”, endêmica da região sul do Ceará, frente a bactérias presentes na infecção
endodôntica persistente através da avaliação antimicrobiana e de ação modulatória do extrato
da espécie. Feita a coleta das partes vegetais que foram utilizadas nesse estudo e obtenção do
extrato liofilizado, a concentração inibitória mínima (CIM) foi determinada em ensaio de
microdiluição em caldo com base no documento M100-S22 da Clinical and Laboratory
Standards Institute (CLSI). O teste de modulação foi realizado na presença e na ausência do
extrato através de microdiluição em triplicata, utilizando antibióticos aminoglicosídeos
(amicacina e gentamicina) e antibióticos β-lactâmicos (cefalotina e benzilpenicilina). Todos
os testes laboratoriais foram realizados no Laboratório de Pesquisa de Produtos Naturais
(LPPN) da Universidade Regional do Cariri (URCA). Após realização dos ensaios
microbiológicos, a espécie D. araripensis apresentou baixa atividade antimicrobiana, e efeito
modulador antagônico quando associada aos antibióticos testados, exceto para a
Benzilpenicilina quando utilizada contra a E. faecalis, diminuindo sua concentração inibitória
mínima em 50%. Sugerimos que novos estudos laboratoriais sejam realizados para investigar
outras atividades biológicas dessa espécie vegetal e aprofundar os resultados ora
demonstrados. Autor(s) Jairo Ferreira da Silva Neto Orientador(s) Vanessa de Carvalho Nilo Bitu Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Endodontia. Fitoterapia. Microbiologia. Produtos naturais. Retratamento. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Avaliação da atividade antimicrobiana e modulatória do fruto da Morinda citrifolia em concentrações inibitórias mínimas (B42) | Abel Alves de Carvalho Neto | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade antimicrobiana e modulatória do fruto da Morinda citrifolia em concentrações inibitórias mínimas (B42)
Resumo
O aparecimento de microorganismos resistentes, e a toxicidade associada aos fármacos antimicrobianos aumentam a necessidade de pesquisas por novos princípios ativos. Morinda citrifolia, uma planta frutífera, cujo fruto é utilizado popularmente como antibacteriano, analgésico, anticongestivo, antioxidante, expectorante, antiinflamatório, adstringente, emoliente, emenagogo, laxativo, analgésico, hipotensor, purificador do sangue, imunoestimulante e tônico, possui aminoácidos, hidratos de carbono redutores, antraquinonas, substâncias antioxidantes, flavonóides, esteróides, triterpenóides e alcalóides como metabolitos secundários. O presente trabalho visou testar o potencial antimicrobiano e modulador dos extratos do seu fruto. Os extratos do fruto foram testados quanto ao seu efeito antimicrobiano e em combinação com antibacterianos e antifúngicos contra microrganismos patógenos pelo método de microdiluição em caldo. Observou-se que a associação entre antibióticos e extratos mostraram resultados com relevância clínica diante dos testes com bactérias P. aeroginosa e E. coli. Obteve-se ação moduladora contra os microrganismos utilizados. Autor(s) Abel Alves de Carvalho Neto Orientador(s) Henrique Douglas Melo Coutinho Ano de Publicação 2013 Palavra Chave Antimicrobiano. Microorganismos multirresistentes. Morinda citrifolia. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da atividade antimicrobiana, antioxidante e citoprotetora da quercetina contra a ação tóxica do cloreto de bário (B702) | Francisco Eduardo Tavares Mendes | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade antimicrobiana, antioxidante e citoprotetora da quercetina contra a ação tóxica do cloreto de bário (B702)
Resumo
O objetivo deste trabalho foi avaliar a atividade antibacteriana, antifúngica e citoprotetora da quercetina frente a toxicidade do cloreto de bário. A solução teste foi preparada a partir da diluição de 0,01 g do composto em 1ml de DMSO, em seguida foi realizado diluições afim de obter diferentes concentrações. A Concentração Inibitória Mínima (CIM) foi obtida através de microdiluição em caldo para a leitura dos ensaios com a bactéria, uma solução de resazurina sódica foi adicionada em cada cavidade (20 µL) e as placas foram incubadas por 1 h em temperatura ambiente. A avaliação do efeito citoprotetor da quercetina ao cloreto de bário, foram preparados eppendorfs contendo concentração sub-inibitória da amostra e suspensões de 105 UFC / ml de Escherichia coli 06 (EC 06) e Candida albicans (CA 40006) em meio BHI 10%. A solução foi distribuída na placa de microdiluição. Logo em seguida foi adicionado 100 µL do cloreto de bário na primeira cavidade seguindo com sucessivas microdiluições até a penúltima cavidade. O potencial antioxidante da substância foi avaliado usando o método in vitro de fotocolorimétrica o DPPH (1,1-difenil-2-picril-hidrazilo), todas as leituras foram realizadas em triplicata, e com a média de dados obtidos, foi obtida a diferença de absorbância entre as amostras. A quercetina não apresentou ação no CIM, com resultado de ≥ 1024 µg/ml. Foram observados que a quercetina apresentou efeito citoprotetor frente a Escherichia coli. Conclui-se que a quercetina não apresentou atividade antibacteriana, contudo, quando associado ao cloreto de bário a quercetina apresentou resultados positivos relacionado a ação da sua atividade citoprotetora. Autor(s) Francisco Eduardo Tavares Mendes Orientador(s) Celestina Elba Sobral de Souza Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Antibacteriana. Antifúngica. Antioxidante. Citoprotetora. Quercetina. Curso BIOMEDICINA Baixar |
| Avaliação da atividade antioxidante do extrato etanólico das folhas e frutos de noni (Morinda citrifolia L.) (B62) | Annanda Luisa Lucas Siqueira | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade antioxidante do extrato etanólico das folhas e frutos de noni (Morinda citrifolia L.) (B62)
Resumo
A pesquisa de produtos naturais é um campo fértil devido a ampla busca por opções terapêuticas para diferentes patologias e pela condição das plantas medicinais possuírem uma vasta opção de moléculas com diferentes atividades biológicas. O noni (Morinda citrifolia L.) tem sido utilizado na medicina alternativa no tratamento de diversas doenças, é uma planta que vem estimulando o interesse da comunidade científica por suas propriedades nutricionais e terapêuticas. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a atividade antoxidante do extrato etanólico das folhas e frutos da Morinda citrifolia L. A determinação da atividade antioxidante foi realizada pelo método fotocolorimétrico in vitro pelo monitoramento do seqüestro do radical livre estável DPPH (1,1-difenil-2-picril-hidrazila). A avaliação mostrou que tanto o fruto quanto a folha obtiveram uma baixa concentração efetiva (CE50) em relação ao padrão BHT que possui CE50 de 42,02± 0,4, o fruto obteve CE50 de 12,15 ±1,2 e a folha CE50 de 21,13± 1,4. Após obtenção dos resultados observou-se que as folhas e o fruto do noni possuem um alto poder antioxidante. Autor(s) Annanda Luisa Lucas Siqueira Orientador(s) Allan Demetrius Leite de Oliveira Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Noni. Antioxidação. Produtos naturais. Plantas medicinais. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da atividade antioxidante do extrato hidroalcóolico de Stryphnodendron rotundifolium Mart (B66) | Vivianne Cortez Sombra Vandesmet | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade antioxidante do extrato hidroalcóolico de Stryphnodendron rotundifolium Mart (B66)
Resumo
O artigo descreve os compostos fenólicos e a atividade antioxidante do extrato hidroalcóolico de Stryphnodendron rotundifolium Mart., onde este é amplamente utilizado pela população no tratamento de várias patologias. Os compostos fenólicos foram determinados através de HPLC onde verificou-se a presença de: Ácido gálico (20.9%), catequinas(17.5%), ácido caféico(6.4%), rutina(11.8%), kaempferol(2.3%). Através do sequestro de DPPH foi determinada a atividade antioxidante do extrato onde este obteve uma a EC50 de 202,36μg/mL. O extrato apresentou uma significativa atividade antioxidante. Autor(s) Vivianne Cortez Sombra Vandesmet Orientador(s) Irwin Rose Alencar de Menezes Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Extrato hidroalcóolico. Stryphnodendron rotundifolium mart. Antioxidante. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da atividade citoprotetora dos extratos etanólicos de plantas da familia myrtaceae contra a toxicidade do alumínio e cloreto de mercúrio em modelo fúngico (B291) | Pedro Moreira Cavalcante | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade citoprotetora dos extratos etanólicos de plantas da familia myrtaceae contra a toxicidade do alumínio e cloreto de mercúrio em modelo fúngico (B291)
Resumo
A denominação de metal pesado é dada há qualquer metal, semi-metal que contaminam o
ecossistema. São elementos químicos caracterizados por terem número atômico maior que 20
e/ou peso específico maior ou igual à 5g/cm³. Os principais elementos relacionados neste
conceito são: antimônio, mercúrio, ferro, alumínio, cádmio, selênio, manganês, molibdênio,
arsênio, níquel, cromo, chumbo, cádmio, zinco e ferro. A família Myrtaceae conta com 132
gêneros e mais de 5600 espécies em todo o mundo e no Brasil é constituída por 24 gêneros e
927 espécies. Uma das suas principais características são seus frutos secos e carnosos. Este
tralho tem o objetivo de avaliar as possíveis interações de citoproteção entre os extratos de
Psidium guajava L., Psidium guianeense Sw., Psidium sobraleanum, Psidium myrsinites,
Eugenia jambolana e Eugenia uniflora combinados ao Alumínio e ao Cloreto de Mercúrio
frente a linhagem fúngica. Para a avaliação do efeito citoprotetor do extrato das plantas da
família Myrtaceae ao metal pesado, foram preparados eppendorfs contendo concentrações
sub-inibitórias das amostras e suspensões de 105 UFC / ml de Candida krusei 02 em meio
Sabouraud a 10%. Cada solução foi distribuída nas cavidades da placa de 96 poços. Logo em
seguida 100µL de Alumínio foi adicionado na primeira cavidade seguindo com sucessivas
microdiluições até a penúltima cavidade. A concentração do metal variou de 512 a 4 μg/mL.
As placas de microdiluição foram incubadas por 48 h a 37°C, em estufa. Procedimento
repetido com o Cloreto de Mercúrio. Os resultados mostraram que todas as plantas estudadas
tiveram atividade citoprotetora, em diferentes concentrações dos metais. Destacando nas
associações com Alumínio: Eugenia unflora, Eugenia jambolana, Psidium guianeense Sw,
Psidium sobraleanum. Nos testes feitos com Cloreto de Mercúrio os extratos que tiveram
citoproteção que se destacam: Eugenia uniflora, Eugenia jambolana, Psidium guajava,
Psidim myrsinites. Mostrando que todas as plantas possuem forte potencial para estudo. Autor(s) Pedro Moreira Cavalcante Orientador(s) Henrique Douglas Melo Coutinho Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Metais pesados. Extratos. Myrtaceae. Candida krusei. Citoproteção. Curso BIOMEDICINA |
| Avaliação da atividade citotóxica do extrato hexânico e metanólico da Annona muricata na membrana dos eritrócitos (B350) | Marcia Rodrigues da Silva | BIOMEDICINA |
Avaliação da atividade citotóxica do extrato hexânico e metanólico da Annona muricata na membrana dos eritrócitos (B350)
Resumo
O presente estudo teve como objetivo avaliar a atividade citotóxica da folha da Annona muricata frente a membrana dos eritrócitos utilizando os extratos hexânico e metanólico. A obtenção dos extratos deu-se através das folhas da planta, sendo que as mesmas foram devidamente cortadas, pesadas e acondicionadas em solvente por 72h.A avaliação da citotoxicidade foi realizada com amostras de suspensão de hemácias previamente lavadas com solução salina e incubadas com extratos hexânicos e metanólicos em DMSO á 1%, em seis concentrações, incubados em banho-maria (37ºC) no tempo de 1 hora e 2 horas.Com resultados observou-se que houve maior grau de hemólise no tempo de 2 de horas, com a utilização do extrato hexânico a hemólise foi mais significativa nas concentrações de 5μg/mL e 200μg/mL, já no extrato metanólico foram nas seguintes concentrações de10μg/mL e 100μg/mL. Conclui-se assim que o presente estudo teve um resultado considerado satisfatório, quanto a baixa citotoxicidade exercida pelo extrato, com tudo se faz necessários mais teste que possam comprovar sua eficácia e utilização. Autor(s) Marcia Rodrigues da Silva Orientador(s) Rakel Olinda Macêdo Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Hemólise. Annona muricata. Citotoxicidade. Curso BIOMEDICINA |