| Título | Autor | Curso | Visualizar |
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| Análises dos impactos ocorridos na vida dos beneficiários do BPC do CRAS II do município de Porteiras- CE (S71) | Cicera Monaliza Galvão Bernardino | SERVIÇO SOCIAL |
Análises dos impactos ocorridos na vida dos beneficiários do BPC do CRAS II do município de Porteiras- CE (S71)
Descrição
O presente trabalho de conclusão de curso (TCC) teve como objetivo analisar os impactos ocorridos na vida dos beneficiários do Beneficio de Prestação Continuada - BPC do CRAS II do município de Porteiras-CE. O BPC Consiste em um programa da Assistência Social, voltado para dois segmentos de pessoas vulnerabilizadas socialmente: pessoas com deficiência e ao idoso carente que não possuam meios de prover sua própria subsistência ou ser provido por sua família; o mesmo consiste no repasse de um salário mínimo mensal ao beneficiário. O BPC é revisto a cada dois anos, nas conhecidas avaliações sociais. Objetivei também, ressaltar a importância da atuação do assistente social inserido no âmbito do CRAS, e no processo de concessão do beneficio, assim como nos processos de avaliação, protegendo e afirmando os direitos de quem dele necessitar. Fato observado no Centro de Referência da Assistência Social - CRAS II, onde despertou em mim a curiosidade de pesquisar sobre o assunto. Meus principais instrumentos utilizados na metodologia foram o levantamento bibliográfico sobre a temática e ainda as entrevistas realizadas com os beneficiários do BPC da área de abrangência do CRAS. Constando como resultado o grande nível de desinformação dos beneficiários sobre o BPC. Ainda um breve histórico sobre a Assistência Social perpassando pelos principais períodos que o envolve, destacando a sua nova concepção, quando elevou-se do status de caridade e benemerência para a configuração de direitos sociais, articulando-se como uma política pública e se inserindo, portanto, no campo das atenções do Estado por meio da sua regulamentação através da Lei Orgânica da Assistência Social, LOAS, em 1993. Autor(s) Cicera Monaliza Galvão Bernardino Orientador(s) Rita Fabiana Arrais do Nascimento Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Benefício de prestação continuada. Idosos. Deficientes. Curso SERVIÇO SOCIAL |
| Analogia entre drogadição, adolescência e família: um revés indissociável do Serviço Social (S1197) | Zilderlandia Almino de Lima | SERVIÇO SOCIAL |
Analogia entre drogadição, adolescência e família: um revés indissociável do Serviço Social (S1197)
Descrição
Este Trabalho de Conclusão de Curso discorre como tema central Analogia entre Droga dição, Adolescência e Família, delimitado em um conteúdo sobre Um revés indissociável do Serviço Social. O presente estudo propõe contrastar a relação entre droga dição, adolescência e família a partir de um estudo bibliográfico, fazendo uma interpretação crítica acerca da política nacional antidrogas, bem como as atribuições do Estado e da Família, como técnica para redução dos danos causados pelas substâncias psicoativas consumidas pelos adolescentes. Outro fator pautado no estudo é sobre os motivos da inflexão cultural que desencadeia tantas mudanças na relação dos sujeitos com essas substâncias, presentes desde os primórdios de sua história, salientando a atribuição da família, do Estado e das Politicas Públicas para Adolescentes frente aos seus rebatimentos no uso de Drogas, além de analisar a perspectiva do Serviço Social na contribuição para a efetivação da Politica de prevenção. Diante disso, faz-se necessário, esclarecimentos aos adolescentes, bem como, sua família, sobre os danos e riscos que podem ser funesto a sua vida e as relações sociais dos envolvidos com substâncias psicoativas na medida em que a adolescência é uma noção construída social e historicamente, podemos pensar nos discursos e nas práticas ligadas a ela como igualmente mutáveis e construídos nas relações sociais. Autor(s) Zilderlandia Almino de Lima Orientador(s) Pautília Ferraz Araruna Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Adolescência. Drogadição. Família. Serviço Social. Curso SERVIÇO SOCIAL |
| Anatomia interna dos incisivos inferiores: revisão de literatura (O63) | Rafaela Dkarla da Silva Santos | ODONTOLOGIA |
Anatomia interna dos incisivos inferiores: revisão de literatura (O63)
Descrição
Introdução: Os incisivos inferiores são os menores dentes da arcada dentária, e apresentam variações anatômicas significativas que, devem ser conhecidas e avaliadas pelo profissional para a correta realização do tratamento. A falta de conhecimento por parte dos profissionais sobre as possíveis variações pode proporcionar o fracasso do tratamento endodôntico, daí a motivação para realização deste trabalho, que, não tem nenhuma pretensão de esgotar o assunto, mas o de relatar as principais características identificadas nas pesquisas realizadas para assim auxiliar os profissionais na correta intervenção no tratamento endodôntico. Revisão de Literatura: Para realização deste trabalho buscou-se selecionar referências atuais sobre a morfologia interna dos incisivos inferiores, visto que estudos realizados sobre o assunto apresentaram uma alta taxa de incidência de incisivos inferiores com dois canais radiculares. Na prática clínica, em função das variações anatômicas, o cirurgião dentista tem apresentado dificuldades para realização do tratamento, e por isso enfatizam a necessidade de utilização de microscópio operatório ou a microtomografia computadorizada para auxiliar no tratamento endodôntico. Conclusão: Como se pode verificar é imprescindível o conhecimento da anatomia interna por parte do cirurgião dentista para o sucesso do tratamento endodôntico, já que a prevalência de dois canais radiculares em incisivos inferiores é alta. Autor(s) Rafaela Dkarla da Silva Santos Orientador(s) Claudia Leal Sampaio Suzuki Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Incisivos inferiores. Anatomia interna. Tratamento endodôntico. Curso ODONTOLOGIA |
| Anatomia interna dos incisivos inferiores: revisão de literatura (O64) | Anni Calou Torres | ODONTOLOGIA |
Anatomia interna dos incisivos inferiores: revisão de literatura (O64)
Descrição
Introdução: Os incisivos inferiores são os menores dentes da arcada dentária, e apresentam variações anatômicas significativas que, devem ser conhecidas e avaliadas pelo profissional para a correta realização do tratamento. A falta de conhecimento por parte dos profissionais sobre as possíveis variações pode proporcionar o fracasso do tratamento endodôntico, daí a motivação para realização deste trabalho, que, não tem nenhuma pretensão de esgotar o assunto, mas o de relatar as principais características identificadas nas pesquisas realizadas para assim auxiliar os profissionais na correta intervenção no tratamento endodôntico. Revisão de Literatura: Para realização deste trabalho buscou-se selecionar referências atuais sobre a morfologia interna dos incisivos inferiores, visto que estudos realizados sobre o assunto apresentaram uma alta taxa de incidência de incisivos inferiores com dois canais radiculares. Na prática clínica, em função das variações anatômicas, o cirurgião dentista tem apresentado dificuldades para realização do tratamento, e por isso enfatizam a necessidade de utilização de microscópio operatório ou a microtomografia computadorizada para auxiliar no tratamento endodôntico. Conclusão: Como se pode verificar é imprescindível o conhecimento da anatomia interna por parte do cirurgião dentista para o sucesso do tratamento endodôntico, já que a prevalência de dois canais radiculares em incisivos inferiores é alta. Autor(s) Anni Calou Torres Orientador(s) Claudia Leal Sampaio Suzuki Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Incisivos inferiores. Anatomia interna. Tratamento endodôntico. Curso ODONTOLOGIA |
| Anemia falciforme: abordagem diagnóstica laboratorial - revisão de literatura (B100) | Anne Kelly Bezerra de Figueiredo | BIOMEDICINA |
Anemia falciforme: abordagem diagnóstica laboratorial - revisão de literatura (B100)
Descrição
A anemia falciforme é uma doença causada por um distúrbio genético hereditário devido a uma mutação do gene que codifica o aminoácido valina, passando a transcrever uma hemoglobina alterada. Nesse estudo, foi feita uma revisão bibliográfica atualizada sobre os meios usados para diagnosticar essa enfermidade. Acomete todas as raças e sexo. A história clínica fornece subsídios para tal hipótese. Porém, são nos exames laboratoriais que há a confirmação diagnóstica. O exame padrão-ouro é a eletroforese de hemoglobina.
Autor(s) Anne Kelly Bezerra de Figueiredo Orientador(s) Francisco Antônio Vieira dos Santos Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Anemia falciforme. Diagnóstico laboratorial. Curso BIOMEDICINA |
| Anemia hemolítica imunomediada secundária em cão: relato de caso (MV148) | Euzébio da Silva Cruz; Maria Eduarda da Silva Cruz | MEDICINA VETERINÁRIA |
Anemia hemolítica imunomediada secundária em cão: relato de caso (MV148)
Descrição
A anemia hemolítica imunomediada (AHIM) em cães é caracterizada por uma reação de
hipersensibilidade tipo II, em que o sistema imunológico reage as hemácias do corpo
lisando-as e assim gerando um quadro anêmico. Com isso, o objetivo deste trabalho foi
de relatar um caso de Anemia Hemolítica Imunomediada (AHIM) secundária em cão.
Uma cadela de 4 anos de idade deu entrada no Hospital Veterinário do Centro
Universitário Doutor Leão Sampaio no dia 1 de agosto de 2023 com sintomas
inespecíficos como anorexia, apatia, mucosas hipocoradas e polidipsia. Resultados do
hemograma indicaram Anemia Hemolítica Imunomediada (AHIM) com suspeita de ser
secundária a hemoparasitose, porém exames específicos descartaram causas infecciosas.
A paciente apresentava histórico recente de vacinação e uso de medicamento
antiparasitário, sugerindo AHIM secundária a causas iatrogênicas. Para o tratamento foi
realizada corticoideterapia, além do uso de doxicilina, ciclosporina, suplementos e
protetores hepáticos. Todo o tratamento durou 107 dias, contado com a fase de desmame
dos corticoides, sendo que os valores hematológicos foram acompanhados regularmente
em hemogramas, assim como os marcadores renais e hepáticos através dos exames
bioquímicos. Devido à escassez de trabalhos detalhados sobre AHIM secundária em cão,
os relatos de casos individuais são extremamente relevantes, pois fornecem a principal
apresentação clínica, além de ajudar a identificar padrões que podem não ser evidentes
em estudos de maior escala, crucial para aprofundar a compreensão desta doença e
aprimorar as estratégias de prevenção e tratamento. Autor(s) Euzébio da Silva Cruz; Maria Eduarda da Silva Cruz Orientador(s) Jennifer Figueiredo da Silva Oliveira Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Anticorpos. Cão. Hemólise. Hipersensibilidade. Curso MEDICINA VETERINÁRIA |
| Anquilose decorrente de sequela de fratura de côndilo mandibular: relato de caso (O195) | Gioconda Alves Pereira | ODONTOLOGIA |
Anquilose decorrente de sequela de fratura de côndilo mandibular: relato de caso (O195)
Descrição
A Anquilose da Articulação Temporomandibular (ATM) é um distúrbio do complexo craniofacial que resulta na fusão entre o côndilo e a fossa mandibular, ocasionando imobilização parcial ou completa da mandíbula. Os fatores etiológicos são inflamações sistêmicas e locais, infecção na região da ATM, doenças reumáticas e neoplasias, tendo como principal fator etiológico o trauma. Os traumas são responsáveis por 31% a 98% dos casos de anquilose. O diagnóstico é feito a partir da anamnese e também por exames de imagem (tomografia computadorizada) que apontam a união dos componentes articulares. O tratamento da anquilose é um grande desafio em virtude da alta taxa de recorrência, que pode ser afetada por fatores como tipo de anquilose, técnica cirúrgica, idade do paciente, fisioterapia pós-operatória e acompanhamento sistemático do paciente. As diversas formas de tratamento exigem uma análise cuidadosa do tipo de anquilose se é intra ou extra-articular, uni ou bilateral e se é fibrosa ou óssea, não havendo consenso na literatura atual quanto ao melhor tratamento. O objetivo deste trabalho é apresentar através do relato de um caso clínico, um tratamento cirúrgico de Anquilose Unilateral da Articulação Temporomandibular, decorrente de sequela de fratura de côndilo com restabelecimento das funções estomatognáticas em acompanhamento pós-operatório. Autor(s) Gioconda Alves Pereira Orientador(s) Ivo Cavalcante Pita Neto Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Anquilose. Articulação temporomandibular. Tratamento. Curso ODONTOLOGIA |
| Anquilose decorrente de sequela de fratura de côndilo mandibular: relato de caso (O232) | Alina Alencar Ferreira Gomes | ODONTOLOGIA |
Anquilose decorrente de sequela de fratura de côndilo mandibular: relato de caso (O232)
Descrição
A Anquilose da Articulação Temporomandibular (ATM) é um distúrbio do complexo craniofacial que resulta na fusão entre o côndilo e a fossa mandibular, ocasionando imobilização parcial ou completa da mandíbula. Os fatores etiológicos são inflamações sistêmicas e locais, infecção na região da ATM, doenças reumáticas e neoplasias, tendo como principal fator etiológico o trauma. Os traumas são responsáveis por 31% a 98% dos casos de anquilose. O diagnóstico é feito a partir da anamnese e também por exames de imagem (tomografia computadorizada) que apontam a união dos componentes articulares. O tratamento da anquilose é um grande desafio em virtude da alta taxa de recorrência, que pode ser afetada por fatores como tipo de anquilose, técnica cirúrgica, idade do paciente, fisioterapia pós-operatória e acompanhamento sistemático do paciente. As diversas formas de tratamento exigem uma análise cuidadosa do tipo de anquilose se é intra ou extra-articular, uni ou bilateral e se é fibrosa ou óssea, não havendo consenso na literatura atual quanto ao melhor tratamento. O objetivo deste trabalho é apresentar através do relato de um caso clínico, um tratamento cirúrgico de Anquilose Unilateral da Articulação Temporomandibular, decorrente de sequela de fratura de côndilo com restabelecimento das funções estomatognáticas em acompanhamento pós-operatório. Autor(s) Alina Alencar Ferreira Gomes Orientador(s) Ivo Cavalcante Pita Neto Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Anquilose. Articulação temporomandibular. Tratamento. Curso ODONTOLOGIA |
| Ansiedade e modulação autonômica cardíaca em acadêmicos da área de saúde em iniciação da prática clínica (O203) | Jéferson Martins Pereira Lucena Franco | ODONTOLOGIA |
Ansiedade e modulação autonômica cardíaca em acadêmicos da área de saúde em iniciação da prática clínica (O203)
Descrição
Introdução: A docência no início de prática clínica no curso de Odontologia exige uma compreensão do estresse que são submetidos aos alunos, para assegurar o seu melhor aprendizado e segurança. O reconhecimento do quadro de saúde dos discentes através da
ansiedade e modulação da frequência cardíaca pode contribuir para medidas protetoras e ocorrência de diversos distúrbios capazes de influenciar o atendimento, comprometendo o bem estar geral. Objetivo: Analisar a ansiedade e modulação autonômica cardíaca em acadêmicos
do curso de odontologia em iniciação à prática clínica. Materiais e Métodos: Foram analisados 50 acadêmicos de odontologia de ambos os sexos com idade entre 18 e 31 anos, durante as atividades de início da prática clínica. A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) foi
analisada no domínio do tempo (SDNN, RMSSD, pNN50), da frequência (LF, HF e LF/HF) e dos índices geométricos (RRtri, TINN, SD1, SD2). A ansiedade foi obtida por meio de avaliação psicológica (Inventário de Ansiedade de Beck 1993). A modulação autonômica cardíaca foi registada através do receptor Polar RS800CX e V800 em quatro momentos: dez minutos durante o procedimento anestésico, dez minutos durante todo o período do tratamento, 30 minutos após o término do tratamento e sete dias após o término do tratamento. Resultados: Os índices SDNN, RMSSD e PNN50 apresentam-se reduzida em T2 em relação ao T4, o SDNN e índices de pNN50 encontram-se aumentados em T3 e T4 em comparação com T2. O LF em unidade normalizada aumentou em T3 em comparação com T4 e em unidade absoluta foi aumentada em T3 em comparação com T4. O HF em normalidade foi aumentado em T4 em comparação com T2 em unidades absolutas reduzida em T2, T3 e T1 em comparação com T4.
A razão LF / HF foi maior em T2 em comparação a T4. O RRtri em unidade absoluta apresentase aumentada em T4 em relação a T1. TINN também apresentou-se aumentada em T4 em comparação com T2 e SD1 foi reduzido em T2 comparando com T4. Em relação a ansiedade observou-se níveis diversos de ansiedade entre os acadêmicos frente aos primeiros procedimentos cirúrgicos. Os acadêmicos com menos ou igual a dois procedimentos cirúrgicos
são os que apresentam com maior frequência, ansiedade em níveis mais elevados. Conclusão: A modulação global do coração aumenta após a prática clínica, e tônus vagal reduz durante o tempo T1 e T2. Autor(s) Jéferson Martins Pereira Lucena Franco Orientador(s) Ivo Cavalcante Pita Neto Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Odontologia. Ansiedade. Sistema nervoso autônomo. Curso ODONTOLOGIA |
| Ansiedade em acadêmicos do curso de psicologia na construção do Trabalho de Conclusão de Curso- TCC (P593) | Nádhia de Morais Costa | PSICOLOGIA |
Ansiedade em acadêmicos do curso de psicologia na construção do Trabalho de Conclusão de Curso- TCC (P593)
Descrição
O presente artigo consiste em identificar os níveis de ansiedade nos acadêmicos do curso de Psicologia na elaboração e apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, bem como identificar possíveis variáveis que possam estar relacionadas a esta ansiedade. Visando investigar esse processo, optou-se por uma pesquisa de campo através de pesquisa investigativa tendo por base a aplicação de um questionário direcionado aos acadêmicos de Psicologia de uma faculdade particular de Juazeiro do Norte. Com a analise dos dados foi possível verificar que o nível de ansiedade nos acadêmicos é bastante elevado na construção e apresentação do TCC, bem como se encontrou algumas variáveis que estão relacionadas com o surgimento e aumento da ansiedade como a quantidade de artigos lidos, a quantidade de disciplinas cursadas concomitantemente à elaboração do TCC, a quantidade de meses em que o aluno vem recebendo orientação de um professor e o tipo de pesquisa. Autor(s) Nádhia de Morais Costa Orientador(s) Clarissa de Pontes Vieira Nogueira Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Ansiedade. TCC. Variáveis. Curso PSICOLOGIA |