| Título | Autor | Curso | Visualizar |
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| Estresse laboral:: análise de agentes precipitadores sob a ótica da equipe de enfermagem de UTI neonatal (E07) | Ângela Queiroga Guimarães | ENFERMAGEM |
Estresse laboral:: análise de agentes precipitadores sob a ótica da equipe de enfermagem de UTI neonatal (E07)
Descrição
A UTI Neonatal é um ambiente hospitalar que promove estímulos estressantes, onde a
enfermagem faz-se relevante pela sua atuação direta e intensiva. Este estudo teve como objetivo
analisar os problemas geradores de estresse na percepção da equipe de enfermagem da UTI
Neonatal do Hospital Municipal São Lucas - HMSL, da cidade de Juazeiro do Norte – CE. Tratase de uma pesquisa qualitativa, descritiva, exploratória, utilizando-se para coleta dos dados, a
entrevista estruturada com 20 profissionais de enfermagem que trabalham na UTI Neonatal, do
referido hospital. Os resultados quantitativos foram tabulados e analisados estatisticamente, os
quais evidenciaram que a maioria dos profissionais entrevistados era do sexo feminino, casados e
com tempo de profissão nesta unidade entre um e três anos. Os resultados qualitativos foram
submetidos à categorização de falas de Bardin (2001) e foram classificadas em 4 categorias. Após
análise do conteúdo observou-se que as situações provocadoras de estresse para a equipe
estudada compreendem: a sobrecarga de trabalho, a carência de recursos materiais e humanos,
relacionamento e comunicação e poluição ambiental. A equipe demonstra que o prazer do
trabalho está no conhecimento adquirido e na recuperação do cliente. Já o desprazer de trabalhar
na área, está relacionado à organização e as condições ofertadas. Na percepção da equipe
estudada, a ocorrência de estresse é moderada, e sugere para minimizar os fatores organizacionais
de estresse a melhoria na organização, dimensionamento de pessoal de enfermagem, provimento
adequado de material e educação continuada. Cabe, portanto, ao profissional, identificar seus
limites e buscar estratégias para enfrentar os estressores presentes no ambiente profissional em
questão. À instituição, cabe analisar as condições de trabalho e de saúde desses profissionais,
junto às coordenações competentes, assim como assim como fornecer subsídios para uma
assistência eficiente e qualificada. Autor(s) Ângela Queiroga Guimarães Orientador(s) Nárya Maria Gonçalves de Brito Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Estresse laboral. Enfermagem. UTI Neonatal. Curso ENFERMAGEM |
| Estresse no trabalho e os possíveis impactos na saúde mental de trabalhadoras do setor administrativo: uma revisão bibliográfica (P1850) | Ane Caroline Duarte da Silva | PSICOLOGIA |
Estresse no trabalho e os possíveis impactos na saúde mental de trabalhadoras do setor administrativo: uma revisão bibliográfica (P1850)
Descrição
Este trabalho teve como objetivo
analisar os impactos do estresse no trabalho sobre a saúde mental de
trabalhadoras do setor administrativo, por meio de uma revisão bibliográfica. A
pesquisa foi fundamentada em artigos acadêmicos e capítulos de livros
publicados nos últimos dez anos, especialmente em português, com consultas
realizadas em bases de dados como Scielo, Pepsic e PsycINFO. Foram utilizados
descritores como “Estresse ocupacional”, “Riscos psicossociais”, “Saúde mental”
e “Trabalho” para a seleção de obras relevantes. Os principais tópicos
abordados incluem os efeitos psicológicos do trabalho sobre a saúde mental,
estratégias e desafios da gestão de pessoas na promoção do bem-estar, e a influência
dos riscos psicossociais na qualidade de vida das trabalhadoras. Os resultados
apontaram que o estresse ocupacional é um fator significativo no
desenvolvimento de transtornos mentais, como ansiedade e depressão, exacerbados
por condições laborais inadequadas e sobrecarga de demandas. O estudo destacou
ainda a importância de ações preventivas e corretivas, como programas de
acolhimento psicológico e políticas de saúde mental no ambiente corporativo. Com
isso, se deu notória que estratégias eficazes para minimizar o estresse
ocupacional são essenciais para promover a qualidade de vida e o equilíbrio
emocional das trabalhadoras, além de fortalecer a produtividade organizacional. Autor(s) Ane Caroline Duarte da Silva Orientador(s) Maria Aparecida Trindade Pereira Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Estresse ocupacional. Saúde mental. Riscos psicossociais. Trabalho. Trabalhadoras. Curso PSICOLOGIA |
| Estresse no trabalho: implicações no processo de adoecimento de agentes de operação e fiscalização de trânsito municipal (P143) | Augusto César Brito dos Santos Filho | PSICOLOGIA |
Estresse no trabalho: implicações no processo de adoecimento de agentes de operação e fiscalização de trânsito municipal (P143)
Descrição
Este artigo é produto de uma pesquisa bibliográfica a respeito do processo de adoecimento em agentes de operação e fiscalização de trânsito municipal na relação estresse e trabalho. Enfatiza e define o que é o estresse presente no cotidiano, o trabalho e sua relação com o trabalhador, o trabalho na rua e a exposição a fatores estressores: uma visão no trabalho de agentes municipais de trânsito, e por fim saúde, manutenção e prevenção nas organizações. Partindo do método de pesquisa bibliográfico, tem-se o propósito de contribuir para o desenvolvimento e aprofundamento do conhecimento das relações saúde e trabalho e suas implicações na vida dos sujeitos. O referencial teórico possibilitou reunir e conhecer informações em relação ao trabalho e a saúde, assim trazendo conexão de ideias, estudos e conhecimentos amplamente investigados. E impulsionando a construção de novas formas de combate e preservação das relações, vínculos e exigências na vida do sujeito no ambiente de trabalho, e em específico o trabalho dos agentes de operação e fiscalização de trânsito municipal, a partir de possíveis intervenções da psicologia. Autor(s) Augusto César Brito dos Santos Filho Orientador(s) Nadya Ravella Siebra de Brito Saraiva Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Estresse. Saúde no trabalho. Agentes de operação. Fiscalização de trânsito municipal. Curso PSICOLOGIA |
| Estresse no trabalho: uma perspectiva da psicologia organizacional (P141) | José Jopsom Mendes Leite | PSICOLOGIA |
Estresse no trabalho: uma perspectiva da psicologia organizacional (P141)
Descrição
Esta pesquisa tem como objeto de estudo compreender o estresse no trabalho a partir da psicologia organizacional. A referida pesquisa vem mostrar através da pesquisa bibliográfica de cunho qualitativo e da leitura seletiva, sua importante contribuição acerca de resultados obtidos das obras bibliográficas. Esse estudo tem o objetivo principal avaliar a partir da psicologia organizacional quais são os principais fatores estressores no trabalho, e assim favorecer um conhecimento maior para os leitores que se interessarem por esse conhecimento. Para a realização dessa pesquisa foi utilizado um levantamento bibliográfico de livros encontrados na biblioteca da Faculdade Leão Sampaio e artigos disponibilizados em programas de pesquisa científica. Autor(s) José Jopsom Mendes Leite Orientador(s) Nadya Ravella Siebra de Brito Saraiva Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Psicologia. Organização. Estresse. Trabalho. Curso PSICOLOGIA |
| Estresse ocupacional na docência: revisão da literatura (P524) | Ivanildes da Silva Rocha | PSICOLOGIA |
Estresse ocupacional na docência: revisão da literatura (P524)
Descrição
As atividades laborais em toda sua diversidade e importância geram, sobre a sociedade, o autor das mesmas e sobre a instituição a qual se integra, reflexos de sua expressão social e pessoal. No entanto, em se tratando da atividade docente, vale lançar um olhar sobre as condições exaustivas do cotidiano da prática da docência e suas consequências à saúde psicosociofisiológica do docente. A pesquisa tem como objetivo verificar os inúmeros fatores estressores que fazem do trabalho do docente uma profissão predisposta ao desenvolvimento de estresse ocupacional. Podendo inclusive desencadear um quadro de síndrome de burnout. Tendo seu desempenho comprometido pela situação de constante exaustão emocional e desumanização a que ele é submetido nas unidades escolares, de modo que os resultados refletem não só no professor, mas, também, na escola e no processo de ensino aprendizagem. Este trabalho é de cunho bibliográfico, descritivo e qualitativo. Foram feitos estudos preliminares para selecionar livros e artigos nas bases de dados “scielo” e portal do Ministério da Educação e Cultura – MEC, produzidos no período de 1992 a 2014, que mencionassem as palavras “estresse ocupacional” “professores” e “psicologia”. Entende-se que a atividade do psicólogo nesse contexto, através da análise e da compreensão de como interagem as múltiplas dimensões que caracterizam a vida das pessoas, pode contribuir para promover e/ou restabelecer a qualidade de vida dos docentes no desempenho de suas atividades laborais. Autor(s) Ivanildes da Silva Rocha Orientador(s) Thércia Lucena Grangeiro Maranhão Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Trabalho. Estresse ocupacional. Docente. Aprendizagem. Psicologia. Curso PSICOLOGIA |
| Estresse ocupacional X Atendimento de emergência (E08) | Eriadna Oliveira Landim | ENFERMAGEM |
Estresse ocupacional X Atendimento de emergência (E08)
Descrição
A equipe de enfermagem, formada por Auxiliares, Técnicos e Enfermeiros, é responsável pela
assistência direta e constante do cliente enfermo; recebendo freqüentemente a resposta
negativa ou positiva deste cliente no ambiente hospitalar. Uma constante na equipe de
enfermagem é o estresse, pela quantidade de cobrança que se faz; e junto destas cobranças, os
problemas, que são inerentes a todas as pessoas. Ainda mais, as muitas regras impostas pela
modernidade. Quando não se consegue administrar adequadamente trabalho, problemas
pessoais, estudo, finanças e conflitos interiores, geram-se o estresse. O presente trabalho teve
como objetivo Conhecer as causas do estresse laboral da equipe de enfermagem no Hospital
Tasso Ribeiro Jereissati – HTRJ, em Juazeiro do Norte – Ceará. A pesquisa é do tipo,
descritivo-exploratória, com abordagem quanti-qualitativa e foi realizada na instituição
hospitalar acima citada, durante os meses de abril e maio do ano de 2010. A amostra foi
composta por 30 profissionais de enfermagem (20 Técnicos de Enfermagem e 10
Enfermeiros), atuantes na emergência. O instrumento de coleta de dados utilizado foi o
questionário. E os dados foram analisados através da tabela e da categorização temática.
Verificou-se que a maioria dos profissionais é composta por mulheres (90%), de 25 a 30 anos
(40%). Os profissionais de enfermagem atuantes no HTRJ sofrem estresse relacionado ao
trabalho e o mais citado foi em relação à estrutura física, falta de recursos materiais e a
inadequação de recursos. Além de terem de conciliar mais de um emprego por causa do
salário insuficiente, aumentando o nível de estresse. Na utilização da educação continuada
para melhor capacitação dos profissionais, contratação de novos profissionais para amenizar a
sobrecarga da equipe, aquisição de recursos materiais adequados e melhoria na segurança
poderiam ajudar a diminuir o nível de estresse. E conseqüentemente acarretar na melhoria da
assistência prestada pela equipe de enfermagem. Autor(s) Eriadna Oliveira Landim Orientador(s) Cleide Correia de Oliveira Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Enfermagem. Emergência. Estresse. Curso ENFERMAGEM |
| Estresse ocupacional: um estudo comparativo realizado em duas agências bancária na cidade de Brejo Santo- CE (A931) | Francisca Edna Oliveira da Silva | ADMINISTRAÇÃO |
Estresse ocupacional: um estudo comparativo realizado em duas agências bancária na cidade de Brejo Santo- CE (A931)
Descrição
O assunto abordado neste artigo refere-se ao estresse ocupacional em ambientes bancários.
Com as constantes mudanças do mercado as empresas passam a exigir cada vez mais dos
colaboradores para se manterem competitivas, o que pode ocasionar um ambiente de trabalho
estressante. A pesquisa buscou analisar os impactos decorrentes do estresse para o ambiente
de trabalho e na vida dos colaboradores do setor bancário, tendo em vista que o mesmo é uma
área muito concorrida. Foi desenvolvida uma pesquisa descritiva e qualitativa, em duas
agências bancárias na cidade de Brejo Santo-CE, sendo uma pública e outra privada, nas quais
foram aplicados questionários para 19 colaboradores. Com base na análise de dados
identificou-se as fontes geradoras de estresse no ambiente laboral e que a agência pública tem
uma maior predominância ao estresse, mesmo promovendo ações ainda que simplórias para
reduzi-lo no ambiente de trabalho, enquanto a agência privada não desenvolve nenhuma ação
nesse sentido. Com o estudo realizado pode-se dizer que a maioria dos colaboradores
apresentam sinais de estresse decorrentes do ambiente de trabalho, e se não forem tomadas as
devidas providências por parte dos gestores, o desempenho dos funcionários poderá ser
prejudicado. Autor(s) Francisca Edna Oliveira da Silva Orientador(s) Francisco Demontiez Dias Junior Ano de Publicação 2017.2 Palavra Chave Estresse. Ambiente de trabalho. Colaboradores. Curso ADMINISTRAÇÃO |
| Estresse vivenciado pelos profissionais de enfermagem em uma instituição do município de Crato-CE (E04) | Josneide Nogueira Brito | ENFERMAGEM |
Estresse vivenciado pelos profissionais de enfermagem em uma instituição do município de Crato-CE (E04)
Descrição
A palavra estresse vem do inglês stress. Este termo foi usado inicialmente na física para
traduzir o grau de deformidade sofrido por um material quando submetido a um esforço ou
tensão e transpôs este termo para a medicina e biologia, significando esforço de adaptação do
organismo para enfrentar situações que considere ameaça para a sua vida e a seu equilíbrio
interno. O estudo teve como objetivo conhecer o estresse vivenciado pelos profissionais de
enfermagem em uma Instituição Hospitalar no município do Crato-Ce. Trata-se de uma
pesquisa do tipo exploratória, descritiva e com abordagem qualitativa. O local do
desenvolvimento do estudo foi na Casa de Saúde São Miguel, localizado no município de
Crato-CE, sendo a da coleta de dados aconteceu nos meses de julho e agosto de 2012. A
população desse estudo foi composta por 17 profissionais de enfermagem que trabalham no
referido hospital, e a amostra obedeceu aos critérios de inclusão e exclusão. O instrumento
utilizado para coleta de dados foi à entrevista semi-estruturada. De acordo com a análise dos
resultados pôde-se perceber que atingiu aos objetivos propostos e seguiu aos aspectos éticos e
legais da pesquisa sob os critérios de respeito e dignidade do ser humano, o sigilo das
informações e o anonimato dos entrevistados na quais foram assegurados pelo termo de
consentimento livre e esclarecido. Os resultados obtidos dos 17 entrevistados, todos foram
acometidos pelo estresse no seu ambiente de trabalho. Com finalidade de organização do
material obtido, realizaram-se passos da análise de conteúdo, que permitiu a identificação de
temas e construção das seguintes categorias: Categoria 1 – Conceito acerca do estresse na
qual se pôde perceber que, o conhecimento dos entrevistados sobre estresse, nos leva à
satisfação, preservando e estimulando a comunicação e a compreensão entre os integrantes da
equipe; Categoria 2 – Manifestação clínica de estresse no ambiente de trabalho percebeu-se
que ao serem questionados sobre as manifestações clínicas de estresse, relataram que ocorre a
presença do estresse, de diversas formas e sintomas; Categoria 3 – Fatores contributivos para
o estresse no ambiente de trabalho no comovente dos relatos pôde-se perceber que, inúmeros
fatores conseguem estressar o trabalhador; Categoria 4 – Estratégias utilizadas pelos
profissionais de enfermagem para amenizar o estresse, quando indagados acerca de estratégias
utilizadas para diminuir o estresse, a equipe de enfermagem sugeriu trabalhos em grupos e
dinâmicas vivenciais, relaxamento físico e mental para diminuir a tensão que envolve o
trabalho no hospital. Os dados encontrados demonstraram a necessidade de intervenção para a
equipe. Conclui-se que, há necessidade de adotar estratégias no sentido de ocasionar
diminuição do estresse para que a equipe de enfermagem possa ter uma qualidade de vida
melhor no ambiente de trabalho. Autor(s) Josneide Nogueira Brito Orientador(s) Andréa Couto Feitosa Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Equipe de enfermagem. Estresse. Hospital. Curso ENFERMAGEM |
| Estrutura e planejamento das aulas de ginástica aeróbica nas academias de Juazeiro do Norte - CE (E.F174) | Diego Lynamon Teles Ramos | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Estrutura e planejamento das aulas de ginástica aeróbica nas academias de Juazeiro do Norte - CE (E.F174)
Descrição
A ginástica aeróbica vem crescendo nos últimos anos, a procura aumenta de forma surpreendente, exigindo melhor qualidade das aulas e conseqüentemente a melhor qualificação dos profissionais. Para que se possam ter aulas dinâmicas e atrativas, é preciso conhecer bem, tanto o que se utilizará, como para quem se aplicará. Grupos heterogêneos são comuns nas academias, em poucas existem divisões das turmas, este é um fator que faz com que o professor realize planejamentos periódicos e coerentes que atenda os objetivos do público. Assim sendo, analisar como está sendo desenvolvida a estruturação e o planejamento das aulas de ginástica aeróbica das academias de ginástica da cidade de Juazeiro do Norte é o objetivo deste trabalho. A amostra é composta por doze professores de ginástica aeróbica da cidade de Juazeiro do Norte, onde 8,4% são pós-graduados, 41,6% graduados e 50% graduandos. A pesquisa consta de um questionário de 26 questões objetivas e subjetivas. Com relação ao tempo de atuação dos professores, percebeu-se que poucos possuem experiência considerável, ressaltando o maior número de professores que ainda estão em processo de formação. Para os exames exigidos aos alunos para iniciar a prática, foram mencionados: avaliação física com o maior número de indicações (onze), atestado médico (nove) e apenas um exige avaliação postural. Os cursos de aperfeiçoamento participados pelos professores foram: step avançado, jump avançado, oficina do fitness, técnicas em academias, step iniciante e treinamento power jump e ritmos da Body Sistens, apenas dois afirmaram não ter participado de nenhum curso. Quanto ao direcionamento dos planejamentos, sete professores afirmaram ministrar aulas para grupos heterogêneos, cinco para alunos iniciantes e avançados, dois para grupos de faixa etária diferentes, e dois ministram aulas para grupos de gêneros diferentes, com esses dados observa-se que as aulas para grupos heterogêneos são mais freqüentes. Sobre a estrutura das aulas de ginástica, dois entrevistados afirmaram usar a estrutura: aquecimento - parte principal -relaxamento ou volta à calma, dez professores afirmaram usar a estrutura: aquecimento - fase aeróbica - fase localizada e relaxamento, identificando que são poucos professores que ministram aula de ginástica aeróbica propriamente dita, sendo que a maioria ministra aulas de “aero-local” assim denominada por a parte principal se constituir pela fase aeróbica e localizada. Também foi questionado sobre mapeamento musical, onde dez pessoas afirmaram que realizam o mapeamento das músicas e apenas dois não realizam, supõe-se que os que fazem o mapeamento tem noção de música. Quando questionados sobre a quantidade de tempos que formam um bloco, seis professores responderam que um bloco é composto por 8 tempos e três responderam 32 tempos, constatando que a falta de experiência ou o desconhecimento sobre o assunto fez com que a maioria se equivocasse, respondendo que o bloco se compõe por oito tempos. O compasso mais utilizado nas aulas é o quaternário com sete afirmações. Autor(s) Diego Lynamon Teles Ramos Orientador(s) Lirian Kelly Dantas de Miranda Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Ginástica aeróbica. Estrutura. Planejamento. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Estrutura familiar das adolescentes inseridas no grupo de gestante do Centro de Referência de Assistência Social- CRAS 01 Triângulo- Juazeiro do Norte- CE (S989) | Leidiane Feitosa de Amorim | SERVIÇO SOCIAL |
Estrutura familiar das adolescentes inseridas no grupo de gestante do Centro de Referência de Assistência Social- CRAS 01 Triângulo- Juazeiro do Norte- CE (S989)
Descrição
A pesquisa visa analisar a estrutura familiar das adolescentes grávidas inseridas no Centro de Referência da Assistência Social- CRAS Triângulo, localizado no Bairro Triângulo em Juazeiro do Norte- CE. Utilizamos para compreender melhor a temática discutida neste estudo autores como: Costa (1994), Behring (2007), Diniz (2002)que contribuíram com o debate teórico. Para tanto, a pesquisa foi de abordagem qualitativa, utilizando a técnica do questionário com 08(oito)adolescentes que frequentam o referido equipamento. Assim, observou-se com os resultados obtidos após a coleta dos dados que a participação melhorou na convivência familiar, na saúde, na comunicação, trazendo benefícios e informações para as adolescentes. Verificou-se que a estrutura familiar influencia bastante nas consequências de problemas oriundos da adolescência, dentre eles, a gravidez, pois a falta de um bom relacionamento familiar interfere no comportamento no meio social, tornando esse período uma fase de difícil relação entre pais e adolescentes. Nesse sentido, a pesquisa revela que as adolescentes necessitam de informações para a melhoria nas condições relevantes de vida durante essa etapa da vida, constatando que o trabalho multiprofissional da equipe muito contribui para os resultados positivos obtidos com esse estudo. Dessa maneira, concluímos que o comportamento das adolescentes e a relação familiar melhoraram a partir do processo da socialização oferecido pelo trabalho da equipe multiprofissional que trabalha no processo da melhoria frente a seu comportamento em relação ao repasse de informações obtidos através da inserção do grupo. Autor(s) Leidiane Feitosa de Amorim Orientador(s) Rúbia Aurinívea Ribeiro Lóssio Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Adolescentes. Estrutura familiar. CRAS- Centro de Referência da Assistência social. Curso SERVIÇO SOCIAL |