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| O acolhimento da equipe de enfermagem, os motivos e o medo das mulheres em relação ao exame Papanicolau no Programa de Saúde da Família em Barro-CE (E573) | Roseane Gomes Monteiro | ENFERMAGEM |
O acolhimento da equipe de enfermagem, os motivos e o medo das mulheres em relação ao exame Papanicolau no Programa de Saúde da Família em Barro-CE (E573)
Resumo
A liberdade feminina adquirida ao longo dos anos, e melhorada com o uso de métodos para evitar a gravidez, como anticoncepcionais orais, antecipou a vida sexual das mulheres, assim acumulando um maior número de parceiros e contribuindo para o aumento das doenças sexualmente transmissíveis e para neoplasias intraepiteliais de colo do útero. Sabe-se que o Câncer do colo de útero tem relação com infecção por Papilomavírus Humano, doenças sexualmente transmissíveis, como muitas outras. Trata-se de uma pesquisa quantitativa com caráter exploratório, que foi desenvolvida na Unidade Básica de Saúde (UBS) em Barro-CE, objetivando verificar o acolhimento da equipe de enfermagem, os motivos e o medo das mulheres em relação ao exame papanicolau no programa saúde da família. O resultado mostra que as pesquisadas são em sua maioria, 40% entre 20 e 29, sendo casadas 50%, com e ensino médio e superior incompleto 40%; não trabalham 40%, esse mesmo percentual procura a unidade devido dores e corrimento; 80% foram bem atendidas; 80% recebeu explicação, enquanto 75% tem medo do resultado do exame papanicolau. Com toda essa análise pode ser notado que as mulheres que estão casadas estão mais preocupadas com a saúde, porém a maioria só procuraram a unidade de saúde por sinais e sintomas. Acredita-se que, só com o perfil dessas mulheres, as políticas públicas poderão realmente ter um funcionamento melhor e mais amplo, pois o Programa Saúde da Família ( PSF ), apresenta todas as condições para motivar as mulheres a realizarem o exame papanicolau, pois desde o cadastramento inicial até as visitas domiciliares de rotinas, pode-se fazer o acompanhamento de toda família, daí uma maior importância do trabalho de enfermagem. Autor(s) Roseane Gomes Monteiro Orientador(s) Verônica Cavalcante de Alencar Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Câncer. Exame Papanicolau. Curso ENFERMAGEM |
| O acompanhamento psicológico de pacientes obesos em processo de cirurgia bariátrica (P55) | Vera Cyntia Morais de Souza | PSICOLOGIA |
O acompanhamento psicológico de pacientes obesos em processo de cirurgia bariátrica (P55)
Resumo
A obesidade é considerada uma doença crônica e congrega aspectos de ordem psicológica, social, biológica e metabólica, requerendo uma abordagem multidisciplinar. Pelos riscos associados a ela, vem sendo considerada um grande problema de saúde no mundo inteiro, aumentando em níveis epidemiológicos. Dentre as práticas de tratamento da obesidade, a cirurgia bariátrica tem se mostrado o método mais eficaz, por ser um procedimento que proporciona a perda de peso durante um longo período, ocasionando o melhoramento da obesidade, das comorbidades associadas a ela e uma melhor qualidade de vida. É nesse andamento que se faz necessário o acompanhamento psicológico. Neste sentido, o objetivo deste trabalho é compreender como acontece o acompanhamento psicológico de pacientes obesos em processo de cirurgia bariátrica. A pesquisa é de natureza teórica, com delineamento qualitativo. Realizou-se uma revisão de literatura de publicações de cunho brasileiro e em português, em livros e em bases digitais como: Google Acadêmico, BVS-PSI e BIREME (SCIELO), em seu formato completo e gratuito, sendo consideradas as pesquisas do período de 2002 a 2012, que trouxeram relação com o tema do trabalho. Desta forma, averiguou-se que o psicólogo é o responsável por avaliar se o indivíduo está apto emocionalmente para a cirurgia e auxiliá-lo em todos os aspectos decorrentes do pré e pós-cirúrgico. Autor(s) Vera Cyntia Morais de Souza Orientador(s) Juliana Linhares Cavalcanti de Alencar Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Obesidade. Cirurgia bariátrica. Psicologia. Curso PSICOLOGIA |
| O acompanhamento psicológico na gravidez e no puerpério para prevenção da depressão pós-parto (P1637) | Natercia Maria Oliveira da Cruz | PSICOLOGIA |
O acompanhamento psicológico na gravidez e no puerpério para prevenção da depressão pós-parto (P1637)
Resumo
O presente artigo visa analisar e ressaltar a importância do acompanhamento
psicológico durante o período gestacional e puerperal principalmente referente ao
desenvolvimento e tratamento de transtornos mentais como a depressão pós parto. Trata-se de
um estudo de revisão da literatura, de caráter descritivo e abordagem qualitativa, baseado no
levantamento bibliográfico. Foram considerados os títulos, os resumos dos artigos e as palavras
chaves para a seleção ampla dos materiais, sendo identificado as principais ideias e conceitos,
buscando estabelecer um diálogo entre as temáticas. Assim, para compreender a importância
do acompanhamento psicológico na gestação, é preciso considerar aspectos como as mudanças
biológicas, psicológicas e sociais que ocorrem durante esse período e no pós parto, trazendo
também a diferença entre depressão pós parto e outras condições emocionais como baby blues
e psicose puerperal. Aborda-se também as perspectivas para a atuação do psicólogo, ressaltando
a importância do diagnóstico para um tratamento correto, bem como atividades que visam a
promoção da saúde, a prevenção e tratamento da depressão pós parto no período gravídico puerperal. Por fim, as limitações e os desafios encontrados na atuação da psicologia, bem como
críticas aos modelos de atenção à saúde comumente ofertados. Autor(s) Natercia Maria Oliveira da Cruz Orientador(s) Emilia Suitberta de Oliveira Trigueiro Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Perinatalidade. Gestação. Maternidade. Depressão pós parto. Prevenção. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| O acompanhamento psicológico para pacientes submetidos à cirurgia bariátrica (P24) | Larissa Maria Barbosa Lemos | PSICOLOGIA |
O acompanhamento psicológico para pacientes submetidos à cirurgia bariátrica (P24)
Resumo
Atualmente a obesidade vem sendo considerada um problema de saúde publica em todo o mundo. Paralelamente cresce o número de pessoas que buscam a cirurgia bariátrica como alternativa eficaz para perda e manutenção de peso, contudo essas podem apresentar complicações psicológicas. Sendo assim este trabalho tem como objetivo ressaltar a importância do acompanhamento psicológico para pacientes que se submetem a cirurgia bariátrica, e se estruturou na pesquisa qualitativa de cunho bibliográfico. Esses pacientes devem ser acompanhados por uma equipe multidisciplinar, uma vez que a cirurgia impõe modificações físicas, psíquicas, comportamentais e emocionais. O profissional de psicologia visa trabalhar no sentido de promover a aceitação do novo corpo, da nova identidade e dos novos hábitos alimentares. Algumas pessoas que não tem esse acompanhamento podem desenvolver diversos problemas psicológicos e correm sérios riscos de saúde. O trabalho da psicologia é auxiliar o paciente na mudança que esse vai vivenciar, pois a mente deverá acompanhar as mudanças sofridas pelo corpo, ajustando-se à nova realidade. Autor(s) Larissa Maria Barbosa Lemos Orientador(s) Juliana Linhares Cavalcanti de Alencar Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Cirurgia bariátrica. Aspectos psicológicos. Obesidade. Curso PSICOLOGIA |
| O acompanhamento terapêutico como ferramenta de intervenção nos ajustamentos de isolamento social orientado pela gestalt-terapia (P1603) | Antônio Francisco de Lima Neto | PSICOLOGIA |
O acompanhamento terapêutico como ferramenta de intervenção nos ajustamentos de isolamento social orientado pela gestalt-terapia (P1603)
Resumo
A proposta deste trabalho é discutir a leitura gestáltica sobre a experiência do Transtorno do
Espectro Autista e como o Acompanhamento Terapêutico (AT) pode ser uma estratégia de
intervenção. Para isso, foi discutido como a Gestalt-terapia busca compreender o espectro
autista e o modo como essa experiência acontece em face às demandas sociais, denominado
essa forma de experiência de ajustamento de isolamento social. Superando a lógica tradicional
dos diagnósticos, há uma tentativa de reafirmar o olhar sobre o espectro enquanto
manifestação de singularidades e não enquanto um transtorno fixo a ser enquadrado. Frente a
essa compreensão, ressaltamos o Acompanhamento terapêutico como ferramenta de
intervenção aliada a luta antimanicomial, com atuação para além do setting terapêutico,
utilizando do meio social e seus diversos contextos como forma de ampliar as possibilidades
de inclusão e contratualidade do sujeito acompanhado e, com isso, produzir uma intervenção
que atenda as perspectivas éticas, políticas e antropológicas dos dispositivos de cuidado
segundo a Gestalt-terapia. Autor(s) Antônio Francisco de Lima Neto Orientador(s) Marcus Cézar de Borba Belmino Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Gestalt-terapia. Self. Transtorno do espectro autista. Acompanhamento terapêutico. Ajustamento de isolamento social. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| O acompanhamento terapêutico nos casos de autismo: uma compreensão gestáltica (P1106) | Maria Amanda da Silva Gomes | PSICOLOGIA |
O acompanhamento terapêutico nos casos de autismo: uma compreensão gestáltica (P1106)
Resumo
O presente artigo tem por objetivo apresentar a Gestalt-terapia como uma teoria que
contribua com o trabalho do acompanhante terapêutico nos casos de autismo.
Dessa forma, o objetivo deste trabalho é apresentar a contribuição da Gestalt-terapia
para a prática do acompanhante terapêutico frente ao autismo, utilizando-se de
pesquisa bibliográfica. Explanou-se sobre o trabalho do acompanhante terapêutico,
os conceitos da gestalt-terapia e sobre o autismo, a fim de avaliar se de fato existem
pontos comuns para que a teoria sirva de base ao trabalho do mesmo. Como
resultados temos a Gestalt-terapia como um embasamento teórico válido para o
acompanhante terapêutico nos casos de autismo por apresentar diversos pontos em
comum, dentre eles, o fato de ambas as práticas trabalharem o sujeito
integralmente, levando em conta o local em que este se encontra inserido, bem
como o fato de demandarem do social novas posturas que abranjam as diferenças. Autor(s) Maria Amanda da Silva Gomes Orientador(s) Bruna Gomes Dantas Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Gestalt-terapia. Acompanhamento terapêutico. Autismo. Intervenção. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| O adoecimento mental dos professores de ensino médio da rede pública (P1745) | Maria Helena Pereira do Amaral | PSICOLOGIA |
O adoecimento mental dos professores de ensino médio da rede pública (P1745)
Resumo
Na formação de cada profissional tem a participação do professor, desde a educação
básica até a universidade, porém, excesso de atribuições tem trazido adoecimento. Este
trabalho busca compreender como a psicologia reflete sobre o adoecimento mental dos
professores de ensino médio da rede pública. Inicialmente descreve as condições de
trabalho dos professores, em seguida averigua como os desafios do “Novo Ensino
Médio” são vivenciados pelos professores e por fim procura conhecer quais fatores têm
contribuído para o adoecimento mental dos professores e como psicologia tem atuado.
A metodologia consiste em um levantamento bibliográfico, descritivo e de cunho
qualitativo, com investigação realizada na base Scientific Electronic Library Online –
SciELO, PEPSIC, BVS, todos em língua portuguesa, no período de 2022 e 2023. Entre
os achados da pesquisa estão evidenciados que mudanças no contexto social e
educacional, fragmentação do trabalho, exigências e cobranças pedagógicas acima da
capacidade resolutiva têm impactado emocionalmente e fisicamente esse profissional.
Torna-se imprescindível que esse tema seja aprofundado, a fim de que possa haver
reflexões acerca das problemáticas que envolvem o fazer docente do ensino médio e
soluções sejam tomadas, trazendo melhoras para o professor. Autor(s) Maria Helena Pereira do Amaral Orientador(s) Indira Feitosa Siebra de Holanda Ano de Publicação 20123 Palavra Chave Adoecimento mental. Professores. Ensino médio. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| O adoecimento social das mães cuidadoras de pessoas com doença mental atendidas pelo CAPS de Jardim- CE (S360) | Joseana Alves de Souza | SERVIÇO SOCIAL |
O adoecimento social das mães cuidadoras de pessoas com doença mental atendidas pelo CAPS de Jardim- CE (S360)
Resumo
Este Trabalho de Conclusão de Curso aborda o adoecimento social das mães cuidadoras de pessoas com doença mental atendidas pelo CAPS de Jardim-Ceará, cujo interesse pelo tema, partiu das observações realizadas durante os Estágios Supervisionados I e II, na referida instituição. O estudo analisa a evolução histórica das políticas de saúde pública e mental no Brasil que, com o processo da desospitalização, após o movimento da Reforma Psiquiátrica, transferiu o atendimento à pessoa com doença mental basicamente à equipe multiprofissional e ao cuidado da família. Aborda, também a doença mental e o cuidado da família, com ênfase na sobrecarga da mãe, por ser esta, historicamente, a responsável principal pelos cuidados do familiar com doença mental. O terceiro momento aborda o resultado da pesquisa, através de uma análise qualitativa dos dados obtidos por meio de entrevista semi-estruturada; analisa-se os fatores determinantes da sobrecarga gerada ao cuidar, relacionando ao desgaste físico, emocional e, principalmente, às limitações no plano sociocultural dessas cuidadoras. A partir desse estudo, constatou-se que as mães trouxeram uma realidade comum de responsabilidade sobre a pessoa com doença mental, deixando claro que raramente contam com ajuda direta de outro membro da família, evidenciando a sobrecarga acarretada ao cuidar. Finalizamos dando ênfase às necessidades de políticas públicas em saúde mental que possam cuidar, também, da qualidade de vida das mães cuidadoras, tendo em vista que a forma incondicional de cuidar do familiar com doença mental tem comprometido, em particular, a cidadania dessas mulheres. Autor(s) Joseana Alves de Souza Orientador(s) Pautília Ferraz Araruna Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Adoecimento social. Mães cuidadoras. Doença mental. Curso SERVIÇO SOCIAL |
| O adolescente com transtorno do desenvolvimento intelectual: uma análise das possibilidades e limitações no cotidiano escolar (P1864) | Emilly Pereira Lira Rodrigues | PSICOLOGIA |
O adolescente com transtorno do desenvolvimento intelectual: uma análise das possibilidades e limitações no cotidiano escolar (P1864)
Resumo
Considera-se que adolescentes com
Transtorno do Desenvolvimento Intelectual necessitam de intervenções
metodológicas que lhes oportunizem o acesso ao conhecimento na escola para conseguir
desenvolver possibilidades. Esses adolescentes em razão das limitações
decorrentes de seu desenvolvimento intelectual e cognitivo apontam
particularidades quanto à aprendizagem, as quais devem ser consideradas pelo
professor. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho classificado como uma
pesquisa bibliográfica, de caráter descritivo e de cunho qualitativo, visa à
compreensão das possibilidades e limitações do adolescente com TDI no cotidiano
escolar, em relação às dinâmicas e ações pedagógicas favorecedoras do acesso, permanência
e desenvolvimento escolar como fundamentado pelos preceitos da educação inclusiva.
As discussões visam que as escolas não estão preparadas o suficiente para
receber adolescentes com o TDI, pois precisam ter como objetivo não apenas dar
acesso ao aluno com transtorno, mas também assegurar uma aprendizagem
significativa, proporcionando a ação e reflexão no processo de inclusão. A
prática pedagógica do professor é crucial para o desenvolvimento de habilidades
dos adolescentes com TDI, com o uso de estímulos, metodologias ativas e o olhar
humanizador com adaptações curriculares adequado à realidade do aluno, propondo
a convivência e socialização com todos os envolvidos, bem como o acompanhamento
interdisciplinar com profissionais da saúde e educação. Autor(s) Emilly Pereira Lira Rodrigues Orientador(s) Jéssica Queiroga de Oliveira Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Desafios e possibilidades. Educação do adolescente com o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual. Inclusão educacional. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| O adolescente diante do espelho diante do espelho: uma análise sobre a obesidade no contexto escolar (P768) | Carla Andryella Negreiros Costa Barbosa | PSICOLOGIA |
O adolescente diante do espelho diante do espelho: uma análise sobre a obesidade no contexto escolar (P768)
Resumo
O presente estudo objetiva compreender o adolescente obeso no contexto escolar, como é a
sua relação com a instituição, percebendo quais os desafios enfrentados por ele. Sendo
assim, será discutida a relação entre a família e o meio social desse adolescente, bem como
as frustrações que o mesmo enfrenta no seu cotidiano. Para a consecução do estudo, foi
realizada uma pesquisa qualitativa, de natureza de campo, em uma escola de rede estadual
da cidade de Mauriti – Ceará. Os dados foram coletados a partir de dinâmicas com os
participantes da pesquisa, a partir dos quais se desenvolveu a análise de conteúdo. A
pesquisa deu ênfase à autoimagem dos adolescentes e, de acordo com essa ênfase, os
resultados mostraram que a maioria dos jovens está insatisfeita com sua aparência. Essa
insatisfação, na maioria das vezes, é influenciada pela sociedade e pela mídia. A sociedade
impõe um padrão de beleza e os jovens buscam esse corpo perfeito para se enquadrarem no
meio social. Identifica-se, também, que a família contribui como um suporte para tal
situação, e a escola como meio de socialização para os adolescentes, possibilitando o
espaço de intervenção e acolhimento. Conclui-se que os desafios para obter o corpo
perfeito se tornam ainda mais complexos nessa fase, na qual o adolescente passa a desejar
o corpo ideal e não mais querer o corpo real. Autor(s) Carla Andryella Negreiros Costa Barbosa Orientador(s) Francisco Francinete Leite Júnior Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Adolescente. Obesidade. Escola. Imagem corporal. Curso PSICOLOGIA |