| Título | Autor | Curso | Visualizar |
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| Prevalência de sífilis em gestantes na cidade de Juazeiro do Norte - CE (B117) | Dimas Batista de Lima | BIOMEDICINA |
Prevalência de sífilis em gestantes na cidade de Juazeiro do Norte - CE (B117)
Resumo
As doenças sexualmente transmissíveis durante a gravidez representam grave risco para a saúde da progenitora e seu concepto. A sífilis é uma dessas doenças que quando adquirida antes do ou durante o período gestacional e não tratada de forma adequada pode causar sérias complicações para o feto como abortos espontâneos, cegueira, lesões espalhadas pela pele, assim como deformações ósseas e muitas outras conseqüências que através de um diagnóstico precoce e tratamento eficaz podem ser evitadas. Objetivando-se identificar a prevalência de sífilis em gestantes na cidade de Juazeiro do Norte, o presente estudo fez uso dos prontuários das pacientes diagnosticadas com sífilis em ocasião do parto. Depois da análise dos dados pode-se observar que mesmo sendo uma doença de diagnóstico simples e tratamento eficaz a sífilis ainda apresenta crescente número de casos em gestantes o que implica na necessidade de elaboração de políticas de saúde, além da melhoria na qualidade do atendimento pré-natal com a intenção de prevenir complicações às genitoras e consequentemente aos seus conceptos.
Autor(s) Dimas Batista de Lima Orientador(s) João Marcos Ferreira de Lima Silva Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Gestantes. Prevalência. Sífilis. Curso BIOMEDICINA |
| Prevalência de sífilis em mulheres durante a gestação no município de Juazeiro do Norte – CE durante o período de 2014 a 2019 (B761) | Palloma Jhenyffer Silva de Oliveira | BIOMEDICINA |
Prevalência de sífilis em mulheres durante a gestação no município de Juazeiro do Norte – CE durante o período de 2014 a 2019 (B761)
Resumo
O presente trabalho teve como objetivo avaliar a prevalência de sífilis em mulheres durante a gestação no período de 2014 a 2019 em Juazeiro do Norte - CE. Tratou-se de um estudo transversal, A população estudada foram pacientes gestantes diagnosticadas com sífilis nesse período, que foi realizado mediante coleta de dados através do DataSUS, Plataforma Tabnet. A coleta ocorreu nos meses de março a abril de 2021. Realizou-se a coleta das informações dos pacientes cadastradas no sistema como, idade, grau de escolaridade e período gestacional em que foi realizado o diagnóstico. Após a coleta, esses dados, foram tabulados utilizando o Microsoft Office Excel® versão 2013 e analisados. De 2014 a 2019, foram notificados 395 casos de sífilis em gestantes no município de Juazeiro do Norte (CE), sendo mais prevalente em mulheres na faixa etária de 20 à 29 anos, que possui grau de escolaridade que vai até o Ensino Médio completo, e que na maioria dos casos, realizou o diagnóstico de sífilis no último trimestre da gestação. Com isso, conclui-se, que é necessário manter esse tema sendo foco de estudos que gerem a elaboração de novos planos de prevenção, com o intuito principal de diminuir o número de casos dessa doença na população. Autor(s) Palloma Jhenyffer Silva de Oliveira Orientador(s) Cícero Roberto Nascimento Saraiva Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Gestantes. Prevalência. Sífilis. Curso BIOMEDICINA Baixar |
| Prevalência de sinais e sintomas da disfunção temporomandibular em estudantes de enfermagem em um centro universitário no interior do Ceará (O1212) | Sandryelle de Andrade Rodrigues; Yane Vitória Silva Cardoso | ODONTOLOGIA |
Prevalência de sinais e sintomas da disfunção temporomandibular em estudantes de enfermagem em um centro universitário no interior do Ceará (O1212)
Resumo
A Disfunção Temporomandibular (DTM) caracteriza-se como subgrupo de distúrbios
dolorosos na região orofacial envolvendo a Articulação Temporomandibular (ATM) e
estruturas relacionadas. A origem da DTM é multifatorial, estando potencialmente associada a
fatores psicossociais como estresse, ansiedade e depressão, presentes com grande frequência
em estudantes do ensino superior. O objetivo desse estudo foi analisar a prevalência de sinais
e sintomas das DTMs em estudantes do curso de enfermagem. Trata-se de uma pesquisa
transversal, com abordagem indutiva, realizada em uma amostra de 238 graduandos de
enfermagem. Três questionários pré-estabelecidos possibilitaram a coleta de dados: Índice
anamnésico de Fonseca (IAF), Índice Oral Health Impact (OHIP - 14), escala Hospital
Anxiety and Depression (HAD). A prevalência de DTMs foi elevada (81,9%), havendo
relação estatisticamente significativa com a presença de hábitos parafuncionais, tensão e
sinais/sintomas de ansiedade e depressão (p≤0,05). Maiores impactos na QVRSB foram
observados em alunos com DTM. A prevenção e diagnóstico precoce podem melhorar as
condições de tratamento e ocasionar menores impactos na qualidade de vida. Autor(s) Sandryelle de Andrade Rodrigues; Yane Vitória Silva Cardoso Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Estudantes. Sinais e sintomas. Síndrome da disfunção da articulação temporomandibular. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Prevalência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em acadêmicos de educação física (O1108) | Ivana Grazielle Duarte Sousa | ODONTOLOGIA |
Prevalência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em acadêmicos de educação física (O1108)
Resumo
A etiologia para Disfunção Temporomandibular (DTM) é considerada multifatorial e diversos
estudos apontam uma possível relação de fatores biopsicossociais no desenvolvimento do
problema. O objetivo desse estudo foi verificar a prevalência de sinais e sintomas de DTMs e
a sua relação com hábitos parafuncionais, tensão, ansiedade e depressão, bem como seu
impacto na qualidade de vida relacionada à saúde oral entre estudantes de Educação Física. A
pesquisa foi realizada através de um estudo transversal executado com 116 estudantes do
curso de Educação Física, em uma Instituição de Ensino Superior (IES) do município de
Juazeiro do Norte-CE. Foram aplicados três questionários: O Índice Anamnésico de Fonseca
(IAF) para avaliar o grau de DTM e a presença de hábitos parafuncionais; o Hospital Anxiety
and Depression (HAD) para avaliar ansiedade e depressão e o Oral Health Impact Profile-14
(OHIP-14) para avaliação de qualidade de vida relacionada a saúde bucal (QVRSB). Os dados
foram registrados no programa Statistical Package for Social Sciences versão 22.0 (SPSS). Os
testes estatísticos utilizados foram o Qui-Quadrado, Exato de Fisher e Test T de Student,
considerando intervalo de confiança de 95% e significância de 5%. A prevalência de DTM foi
de 74%, sendo 49,1% do tipo leve. Houve associação estatística significativa dos sintomas de
DTM com a presença de hábitos parafuncionais, tensão e ansiedade (p≤0,5). As médias do
OHIP-14 foram estatisticamente maiores no grupo com sinais/sintomas de DTM (p≤0,05)
exceto para domínios “Limitação funcional” e “Incapacidade”. Foi alta a prevalência de
DTM, hábitos parafuncionais e ansiedade. Os hábitos parafuncionais, tensão e ansiedade
estiveram relacionados com a presença de DTM. O impacto na qualidade de vida no grupo
estudado foi maior nos pacientes com sinais e sintomas de DTM. A observação da alta
prevalência de sinais e sintomas de DTM na população universitária estudada e da relação
significativa com alguns dos fatores de associação analisados, ratifica a importância do
conhecimento e diagnóstico dessa patologia, com intuito de prevenir complicações. Autor(s) Ivana Grazielle Duarte Sousa Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Transtornos da articulação temporomandibular. Sinais e sintomas. Ansiedade. Depressão. Qualidade de vida. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Prevalência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em acadêmicos de educação física (O1109) | Vitorya Alves Tavares | ODONTOLOGIA |
Prevalência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em acadêmicos de educação física (O1109)
Resumo
A etiologia para Disfunção Temporomandibular (DTM) é considerada multifatorial e diversos
estudos apontam uma possível relação de fatores biopsicossociais no desenvolvimento do
problema. O objetivo desse estudo foi verificar a prevalência de sinais e sintomas de DTMs e
a sua relação com hábitos parafuncionais, tensão, ansiedade e depressão, bem como seu
impacto na qualidade de vida relacionada à saúde oral entre estudantes de Educação Física. A
pesquisa foi realizada através de um estudo transversal executado com 116 estudantes do
curso de Educação Física, em uma Instituição de Ensino Superior (IES) do município de
Juazeiro do Norte-CE. Foram aplicados três questionários: O Índice Anamnésico de Fonseca
(IAF) para avaliar o grau de DTM e a presença de hábitos parafuncionais; o Hospital Anxiety
and Depression (HAD) para avaliar ansiedade e depressão e o Oral Health Impact Profile-14
(OHIP-14) para avaliação de qualidade de vida relacionada a saúde bucal (QVRSB). Os dados
foram registrados no programa Statistical Package for Social Sciences versão 22.0 (SPSS). Os
testes estatísticos utilizados foram o Qui-Quadrado, Exato de Fisher e Test T de Student,
considerando intervalo de confiança de 95% e significância de 5%. A prevalência de DTM foi
de 74%, sendo 49,1% do tipo leve. Houve associação estatística significativa dos sintomas de
DTM com a presença de hábitos parafuncionais, tensão e ansiedade (p≤0,5). As médias do
OHIP-14 foram estatisticamente maiores no grupo com sinais/sintomas de DTM (p≤0,05)
exceto para domínios “Limitação funcional” e “Incapacidade”. Foi alta a prevalência de
DTM, hábitos parafuncionais e ansiedade. Os hábitos parafuncionais, tensão e ansiedade
estiveram relacionados com a presença de DTM. O impacto na qualidade de vida no grupo
estudado foi maior nos pacientes com sinais e sintomas de DTM. A observação da alta
prevalência de sinais e sintomas de DTM na população universitária estudada e da relação
significativa com alguns dos fatores de associação analisados, ratifica a importância do
conhecimento e diagnóstico dessa patologia, com intuito de prevenir complicações. Autor(s) Vitorya Alves Tavares Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Transtornos da articulação temporomandibular. Sinais e sintomas. Ansiedade. Depressão. Qualidade de vida. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Prevalência de sinais e sintomas de DTM e sua associação com fatores emocionais e impactos na qualidade de vida em graduandos de fisioterapia (O853) | Bianca Leandro Sousa | ODONTOLOGIA |
Prevalência de sinais e sintomas de DTM e sua associação com fatores emocionais e impactos na qualidade de vida em graduandos de fisioterapia (O853)
Resumo
O termo disfunção temporomandibular (DTM) é utilizado para reunir um grupo de doenças
que acometem os músculos mastigatórios, ATM e estruturas adjacentes. Os principais sinais e
sintomas clínicos são a presença de ruído, dor na cabeça e/ou na face, crepitação, movimentos
reduzidos durante a mastigação e abertura bucal, zumbido, dor no ouvido, fadiga durante a
mastigação e desgastes dentários. O objetivo do estudo foi verificar prevalência de sinais e
sintomas de DTM, sua associação com fatores emocionais e impactos na Qualidade de Vida
Relacionada à Saúde Bucal (QVRSB) entre graduandos de fisioterapia. O estudo foi realizado
com 250 estudantes de fisioterapia de uma faculdade do Juazeiro do Norte/CE. Para a coleta
dos dados foram utilizados o Índice Anamnésico de Fonseca (IAF), o Hospital Anxiety and
Depression (HAD) e o Oral Health Impact Profile (OHIP-14). Os dados foram registrados na
forma de banco de dados no programa SPSS (Statistical Package for Social Sciences) para
Windows®, versão 22.0, e analisados por meio de estatística descritiva e inferencial sendo
utilizados os testes estatísticos Qui-Quadrado, Exato de Fisher e Test t para Amostras
Independentes. O resultado do estudo mostrou que 93,2% dos universitários foram
identificados com algum nível de DTM, sendo a DTM leve a mais prevalente (43,2%).
Observou-se relação estatisticamente significativa entre DTM e o relato de tensão (p=0,002),
bem como entre DTM e a média de tensão auto referida pelos estudantes (p=0.001). Não
houve associação entre a presença de DTM e ansiedade ou depressão (p≥0,05). No que se
refere ao impacto na QVRSB, houve relação estatisticamente significativa entre a presença de
sinais e sintomas de DTM e maiores escores do domínio Desconforto Psicológico. Conclui-se
que foi alta prevalência de DTMs, com maior percentual para o tipo leve. Houve uma relação
significativa entre DTMs e tensão. Houve maior impacto na QVRSB no domínio específico
“Desconforto pscicológico” entre os graduandos. Autor(s) Bianca Leandro Sousa Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Transtornos da Articulação Temporomandibular. Estresse psicológico. Ansiedade. Qualidade de vida. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Prevalência de sinais e sintomas de DTM e sua associação com fatores emocionais e impactos na qualidade de vida em graduandos de fisioterapia (O854) | Arquelau Oliveira dos Santos | ODONTOLOGIA |
Prevalência de sinais e sintomas de DTM e sua associação com fatores emocionais e impactos na qualidade de vida em graduandos de fisioterapia (O854)
Resumo
O termo disfunção temporomandibular (DTM) é utilizado para reunir um grupo de doenças
que acometem os músculos mastigatórios, ATM e estruturas adjacentes. Os principais sinais e
sintomas clínicos são a presença de ruído, dor na cabeça e/ou na face, crepitação, movimentos
reduzidos durante a mastigação e abertura bucal, zumbido, dor no ouvido, fadiga durante a
mastigação e desgastes dentários. O objetivo do estudo foi verificar prevalência de sinais e
sintomas de DTM, sua associação com fatores emocionais e impactos na Qualidade de Vida
Relacionada à Saúde Bucal (QVRSB) entre graduandos de fisioterapia. O estudo foi realizado
com 250 estudantes de fisioterapia de uma faculdade do Juazeiro do Norte/CE. Para a coleta
dos dados foram utilizados o Índice Anamnésico de Fonseca (IAF), o Hospital Anxiety and
Depression (HAD) e o Oral Health Impact Profile (OHIP-14). Os dados foram registrados na
forma de banco de dados no programa SPSS (Statistical Package for Social Sciences) para
Windows®, versão 22.0, e analisados por meio de estatística descritiva e inferencial sendo
utilizados os testes estatísticos Qui- Quadrado, Exato de Fisher e Test t para Amostras
Independentes. O resultado do estudo mostrou que 93,2% dos universitários foram
identificados com algum nível de DTM, sendo a DTM leve a mais prevalente (43,2%).
Observou-se relação estatisticamente significativa entre DTM e o relato de tensão (p=0,002),
bem como entre DTM e a média de tensão auto referida pelos estudantes (p=0.001). Não
houve associação entre a presença de DTM e ansiedade ou depressão (p≥0,05). No que se
refere ao impacto na QVRSB, houve relação estatisticamente significativa entre a presença de
sinais e sintomas de DTM e maiores escores do domínio Desconforto Psicológico. Conclui-se
que foi alta prevalência de DTM's, com maior percentual para o tipo leve. Houve uma relação
significativa entre DTM's e tensão. Houve maior impacto na QVRSB no domínio específico
“Desconforto psIcológico” entre os graduandos. Autor(s) Arquelau Oliveira dos Santos Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Transtornos da articulação temporomandibular. Estresse psicológico. Ansiedade. Qualidade de vida. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Prevalência de sinais e sintomas de DTM e sua relação com hábitos parafuncionais em estudantes de fisioterapia (O857) | Mayllane Clarice Leônidas de Sá | ODONTOLOGIA |
Prevalência de sinais e sintomas de DTM e sua relação com hábitos parafuncionais em estudantes de fisioterapia (O857)
Resumo
Introdução: As disfunções temporomandibulares são distúrbios que envolvem aos músculos
da mastigação, às articulações temporomandibulares e estruturas associadas, de etiologia
multifatorial e frequentemente relacionada com hábitos parafuncionais. Objetivo: Identificar
a prevalência de sinais e sintomas de DTM's e sua associação com hábitos parafuncionais em
estudantes de fisioterapia. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal realizado com 250
estudantes de fisioterapia em uma faculdade do Juazeiro do Norte/CE, em 2019. Foi aplicado
um questionário para avaliar sinais e sintomas de DTM's e presença de hábitos parafuncionais,
o Índice Anamnésico de Fonseca (IAF). Resultados: A maioria dos voluntários era do sexo
feminino (76,8%), cursava o último ano (34,4%) e apenas estudava (76%). A prevalência de
sinais e sintomas de DTM foi alta (93,2%), sendo a DTM leve a mais comum (43,2%). Os
hábitos parafuncionais estavam presentes em 92,4% dos estudantes e a maioria não lembrava
há quanto tempo havia desenvolvido os hábitos (52,8%). O hábito mais prevalente foi dormir
de um lado (50,4%). O número de hábitos parafuncionais foi estatisticamente maior em
estudantes de fisioterapia que se auto declararam tensos, e naqueles com sinais e sintomas de
DTM. Não houve diferenças estatisticamente significativas do diagnóstico de DTM em
relação ao sexo e ocupação dos estudantes. Porém, houve relação estatisticamente
significativa do diagnóstico de DTM com a presença de hábitos parafuncionais (p<0,001).
Conclusão: Foi alta a prevalência de DTM e hábitos parafuncionais entre os estudantes,
havendo relação estatisticamente significativa entre essas variáveis na amostra avaliada. Autor(s) Mayllane Clarice Leônidas de Sá Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Disfunção. Diagnóstico. Dor muscular. Má oclusão. Prevalência. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Prevalência de sinais e sintomas de DTM e sua relação com hábitos parafuncionais em estudantes de fisioterapia (O858) | Beatriz Rodrigues de Lima | ODONTOLOGIA |
Prevalência de sinais e sintomas de DTM e sua relação com hábitos parafuncionais em estudantes de fisioterapia (O858)
Resumo
Introdução: As disfunções temporomandibulares são distúrbios que envolvem aos músculos
da mastigação, às articulações temporomandibulares e estruturas associadas, de etiologia
multifatorial e frequentemente relacionada com hábitos parafuncionais. Objetivo: Identificar
a prevalência de sinais e sintomas de DTM's e sua associação com hábitos parafuncionais em
estudantes de fisioterapia. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal realizado com 250
estudantes de fisioterapia em uma faculdade do Juazeiro do Norte/CE, em 2019. Foi aplicado
um questionário para avaliar sinais e sintomas de DTM's e presença de hábitos parafuncionais,
o Índice Anamnésico de Fonseca (IAF). Resultados: A maioria dos voluntários era do sexo
feminino (76,8%), cursava o último ano (34,4%) e apenas estudava (76%). A prevalência de
sinais e sintomas de DTM foi alta (93,2%), sendo a DTM leve a mais comum (43,2%). Os
hábitos parafuncionais estavam presentes em 92,4% dos estudantes e a maioria não lembrava
há quanto tempo havia desenvolvido os hábitos (52,8%). O hábito mais prevalente foi dormir
de um lado (50,4%). O número de hábitos parafuncionais foi estatisticamente maior em
estudantes de fisioterapia que se auto declararam tensos, e naqueles com sinais e sintomas de
DTM. Não houve diferenças estatisticamente significativas do diagnóstico de DTM em
relação ao sexo e ocupação dos estudantes. Porém, houve relação estatisticamente
significativa do diagnóstico de DTM com a presença de hábitos parafuncionais (p<0,001).
Conclusão: Foi alta a prevalência de DTM e hábitos parafuncionais entre os estudantes,
havendo relação estatisticamente significativa entre essas variáveis na amostra avaliada. Autor(s) Beatriz Rodrigues de Lima Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Disfunção. Diagnóstico. Dor muscular. Má oclusão. Prevalência. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Prevalência de sinais e sintomas osteomioarticulares em funcionários da linha de produção de uma indústria químico-farmacêutica da cidade de Barbalha- CE (F124) | Lilian Alencar Sampaio Rolim | FISIOTERAPIA |
Prevalência de sinais e sintomas osteomioarticulares em funcionários da linha de produção de uma indústria químico-farmacêutica da cidade de Barbalha- CE (F124)
Resumo
A indústria farmacêutica é considerada um segmento da indústria química ligada à saúde. Por conseguinte, empregam-se alta tecnologia, mão de obra qualificada e altos investimentos financeiros. No entanto, são detectados inúmeros fatores de risco para o surgimento de distúrbios osteomusculares como os movimentos repetitivos, posturas e mobílias inadequadas, levantamento e transporte de cargas, ritmo de trabalho intenso, pausas insuficientes, monotonia, temperaturas inadequadas, estresse psicológico, entre outros. Estes são responsáveis por grande parte dos afastamentos no trabalho e incapacidade funcional em todo mundo. O objetivo desse estudo foi analisar a prevalência dos sintomas osteomioarticulares em funcionários da linha de produção de uma indústria químico-farmacêutica da cidade de Barbalha, Ceará. Este estudo foi do tipo transversal, de campo, descritivo baseado em estratégias de análise quantitativa. A coleta de dados foi realizada no mês de outubro de 2010 com 57 funcionários da linha de produção (n=57) de uma indústria químico-farmacêutica Ltda. Utilizou-se uma versão adaptada do questionário nórdico músculo-esquelético, que pretende obter informações sobre a sintomatologia músculo-esquelética ligada ao trabalho. A aplicação foi realizada durante a jornada de trabalho. Todos os participantes da pesquisa assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido. Os dados foram analisados utilizando-se o software Excel. Os mesmos foram apresentados em forma de tabela e gráficos. Os resultados obtidos nessa pesquisa mostram que 75,8% foram do sexo feminino e 48% dos funcionários trabalham na linha de produção. Na função de auxiliar de produção 38,7% queixam-se mais na coluna cervical e lombar, a média de intensidade maior foi de (2) coluna dorsal e lombar e o maior percentual de afastamento foi 11,3% coluna lombar. Os operadores de máquina 11,3% queixam-se mais em ombros e punhos/mãos, a média de intensidade maior foi de (2,4) pernas/joelhos e o maior percentual de afastamento foi em punhos/mãos e coluna cervical. Na função auxiliar de produção responsável por inspecionar ampolas a maior queixa 17,7% foi na coluna lombar, a média de intensidade maior foi de (2) coluna lombar e o maior percentual de afastamento foi 3,2% coluna lombar e tornozelos/pés. Os auxiliares de produção responsáveis pela embalagem de ampolas 6,5% queixam-se mais em punhos/mãos e coluna dorsal, a média de intensidade maior foi (2,8) coluna dorsal e o maior percentual de afastamento foi 4,8% punhos/mãos. Os auxiliares de produção responsáveis pela documentação 6,5% queixam-se mais de ombros, coluna dorsal, lombar e pernas/joelhos. A média de intensidade maior foi (3,3) coluna dorsal e o maior percentual de afastamento foi 6,5% coluna lombar. Os segmentos mais afetados nos últimos sete dias foram coluna lombar, ombros e pernas/joelhos. Diante disso observa-se a necessidade de medidas preventivas, evitando maiores transtornos tanto para os funcionários quanto para a empresa. Autor(s) Lilian Alencar Sampaio Rolim Orientador(s) Cristiane Marinho Uchôa Lopes Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Dores. Indústria farmacêutica. Saúde do trabalhador. Curso FISIOTERAPIA |