| Título | Autor | Curso | Visualizar |
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| Resiliência, idosos e doença renal crônica: uma revisão sistemática (P580) | Grazielle Maria de Araújo | PSICOLOGIA |
Resiliência, idosos e doença renal crônica: uma revisão sistemática (P580)
Resumo
O presente artigo tem como o foco de pesquisa o tema: Resiliência, idosos e Doença renal crônica: Uma revisão sistemática. O objetivo é compreender por meio de estudos disponíveis na literatura como a resiliência vai implicar no adoecimento renal crônico frente ao seu tratamento em pacientes idosos. Trabalhar com o idoso é uma temática que instiga a averiguação do seu processo natural de envelhecimento e a partir daí, compreender sua capacidade de ser resiliente frente ao adoecimento. O idoso perpassa por um declínio orgânico natural, mesmo assim é possível identificar dentro de suas potencialidades e possibilidades, o valor que cada um possui. A capacidade de ser resiliente em um período em que exige altivez, mudanças em seus hábitos e em sua rotina, diante de suas fragilidades, possibilidades e sua percepção frente a essas mudanças. Com isso surgiu o interesse em investigar a capacidade que o idoso pode vir a ter de ser resiliente, a um diagnostico de comprometimento renal. O método de pesquisa utilizado faz uso de revisão sistemática para a construção do referido trabalho. O resultado integra o termo resiliência correlacionando o adoecimento renal crônico e capacidade de adaptação e superação nesse período. Dentre os indicativos esperados a resiliência surge como um constructo psicológico com tamanha importância para tal enfrentamento, evidenciando que tais flexibilidades versam mudanças, mobiliza positivamente o idoso frente ao seu adoecimento crônico. Autor(s) Grazielle Maria de Araújo Orientador(s) Patrícia Gomes Benevides Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Resiliência. Idoso. Doença renal crônica. Curso PSICOLOGIA |
| Resina composta na resolução de diastemas dentários: revisão da literatura (O1434) | Gabriel Cavalcante Ribeiro; Larissa Mileny Alves Santos | ODONTOLOGIA |
Resina composta na resolução de diastemas dentários: revisão da literatura (O1434)
Resumo
Diastema dentário é o nome dado ao espaçamento existente entre dois dentes do paciente e pode ocorrer tanto entre os incisivos centrais quanto entre os dentes laterais, sendo mais comum que aconteça entre os dentes frontais superiores. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão narrativa da literatura sobre a utilização da resina composta para resolução de casos de diastemas dentários, buscando revisar conceitos e etiologias, bem como as opções de soluções para o fechamento de diastemas com foco no uso da resina composta utilizando a técnica direta. Foram realizadas buscas nas seguintes bases de dados eletrônicas: Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Public Medline (PubMed) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), nos idiomas português e inglês . Foram considerados artigos publicados no intervalo de 2015 à 2025, disponíveis para leitura completa. Foi realizada a leitura de todos os títulos e resumos dos artigos, e os arquivos selecionados foram então lidos na íntegra. Os artigos cuja pertinência temática foi estabelecida após leitura integral foram os selecionados para compor essa revisão narrativa. Foram excluídos artigos de opinião, trabalhos de conclusão de curso (TCCs), teses e dissertações. A etiologia dos diastemas é de caráter multifatorial; hábitos deletérios e hereditariedade também são fatores para o surgimento do diastema. A ortodontia e as facetas de cerâmica possuem suas indicações e contraindicações, benefícios e desvantagens na resolução dos espaços. A resina composta associado a técnica direta com resina composta representa uma solução eficiente para o fechamento de diastemas, demonstrando alcançar resultados satisfatórios em termos de estética. É versátil, conservadora e possui custo acessível, reproduzindo as características ópticas dos dentes e conferindo ao resultado final um aspecto natural e integrado, sendo uma excelente opção para alcançar estética imediata. Autor(s) Gabriel Cavalcante Ribeiro; Larissa Mileny Alves Santos Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Diastema. Diastema e estética. Fechamento de diastema. Resina composta. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Resina e adesivo ortodôntico: qual a melhor opção para colagem na ortodontia? (O1190) | Victor Inácio Jorge Costa | ODONTOLOGIA |
Resina e adesivo ortodôntico: qual a melhor opção para colagem na ortodontia? (O1190)
Resumo
A atual busca de melhores opções terapêuticas para a colagem de bráquetes na
ortodontia, faz com que surjam de novos materiais e isso possibilita a criação de novos
protocolos clínicos. Diversos estudos buscam averiguar quais as melhores opções para colagem
ortodôntica e quais materiais detém melhores qualidades principalmente em relação a
adesividade e resistência. O objetivo desse estudo foi revisar os aspectos gerais das resinas e
adesivos ortodônticos usados na colagem de bráquetes identificando as melhores opções
clínicas que possibilitem a eficiência e a resistência adequada para o tratamento ortodôntico. A
presente revisão foi do tipo do tipo narrativa, observacional e transversal. Os artigos foram
buscados em dois bancos de publicações o PubMed (Publich Medline) e a BVS (Biblioteca
Virtual da Saúde). O sorriso alinhado é um pilar direto na busca da perfeição estética, tornando
o tratamento ortodôntico um eficiente fator capaz de contribuir no alcance desse objetivo. O
amplo espectro de alternativas para o tratamento pode levar o profissional a não utilizar o
material mais adequado para determinada situação e assim provocar uma falha terapêutica,
como por exemplo, a falta de resistência ao cisalhamento, o tempo de condicionamento ácido
inadequado. Autor(s) Victor Inácio Jorge Costa Orientador(s) Francisco Jadson Lima Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Condicionamento ácido do dente. Braquetes ortodônticos. Resistência ao cisalhamento. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Resina e adesivo ortodôntico: qual a melhor opção para colagem na ortodontia? (O1191) | Ivan Gomes Miranda | ODONTOLOGIA |
Resina e adesivo ortodôntico: qual a melhor opção para colagem na ortodontia? (O1191)
Resumo
A atual busca de melhores opções terapêuticas para a colagem de bráquetes na
ortodontia, faz com que surjam de novos materiais e isso possibilita a criação de novos
protocolos clínicos. Diversos estudos buscam averiguar quais as melhores opções para
colagem ortodôntica e quais materiais detém melhores qualidades principalmente em relação
a adesividade e resistência. O objetivo desse estudo foi revisar os aspectos gerais das resinas e
adesivos ortodônticos usados na colagem de bráquetes identificando as melhores opções
clínicas que possibilitem a eficiência e a resistência adequada para o tratamento ortodôntico.
A presente revisão foi do tipo do tipo narrativa, observacional e transversal. Os artigos foram
buscados em dois bancos de publicações o PubMed (Publich Medline) e a BVS (Biblioteca
Virtual da Saúde). O sorriso alinhado é um pilar direto na busca da perfeição estética,
tornando o tratamento ortodôntico um eficiente fator capaz de contribuir no alcance desse
objetivo. O amplo espectro de alternativas para o tratamento pode levar o profissional a não
utilizar o material mais adequado para determinada situação e assim provocar uma falha
terapêutica, como por exemplo, a falta de resistência ao cisalhamento, o tempo de
condicionamento ácido inadequado. Autor(s) Ivan Gomes Miranda Orientador(s) Francisco Jadson Lima Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Condicionamento ácido do dente. Braquetes ortodônticos. Resistência ao cisalhamento. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Resistência à compressão de resinas compostas para dentes posteriores: estudo in vitro (O776) | Cicero Alysson Carvalho Ribeiro | ODONTOLOGIA |
Resistência à compressão de resinas compostas para dentes posteriores: estudo in vitro (O776)
Resumo
Desde o surgimento das resinas compostas, vem sendo adicionada em sua composição uma
matriz inorgânica que as torna mais resistentes quando são submetidas a grandes esforços
oclusais. O objetivo deste trabalho foi comparar a resistência à compressão de quatro tipos de
resinas compostas, de acordo com suas composições, sendo que três destas são do tipo microhíbridas (Z250/3M®, TPH/dentsply® e Glaicer/SDI®) e o grupo controle, com resina de
nanopartículas (Filtek Z350/3M®). Foram confeccionados 8 corpos de prova para cada resina
seguindo a recomendação do fabricante, com fotomerização a cada 2mm de incremento. Para
confecção dos corpos de prova foi utilizada uma matriz de acetato com dimensões de 4mm de
diâmetro e 8mm de altura sobre uma placa de vidro. As amostras foram armazenadas em água
destilada numa estufa biológica a 37°C, compatível com a temperatura da cavidade bucal,
durante 24 horas. Para a realização do ensaio mecânico de compressão foi utilizada a Máquina
de Ensaios Mecânicos Universal (INSTRON 4484), com célula de carga de dois mil
quilogramas de força (quantificada em Niltons por milímetro quadrado). Os resultados
montraram que não foram constatadas diferenças estatisticamente significativas entre as
resinas comparadas. Autor(s) Cicero Alysson Carvalho Ribeiro Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Propriedades físicas. Força compressiva. Resinas compostas. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Resistência à compressão de resinas compostas para dentes posteriores: estudo in vitro (O777) | Mylena Nicole Pereira Lima | ODONTOLOGIA |
Resistência à compressão de resinas compostas para dentes posteriores: estudo in vitro (O777)
Resumo
Desde o surgimento das resinas compostas, vem sendo adicionada em sua composição uma
matriz inorgânica que as torna mais resistentes quando são submetidas a grandes esforços
oclusais. O objetivo deste trabalho foi comparar a resistência à compressão de quatro tipos de
resinas compostas, de acordo com suas composições, sendo que três destas são do tipo microhíbridas (Z250/3M®, TPH/dentsply® e Glaicer/SDI®) e o grupo controle, com resina de
nanopartículas (Filtek Z350/3M®). Foram confeccionados 8 corpos de prova para cada resina
seguindo a recomendação do fabricante, com fotomerização a cada 2mm de incremento. Para
confecção dos corpos de prova foi utilizada uma matriz de acetato com dimensões de 4mm de
diâmetro e 8mm de altura sobre uma placa de vidro. As amostras foram armazenadas em água
destilada numa estufa biológica a 37°C, compatível com a temperatura da cavidade bucal,
durante 24 horas. Para a realização do ensaio mecânico de compressão foi utilizada a Máquina
de Ensaios Mecânicos Universal (INSTRON 4484), com célula de carga de dois mil
quilogramas de força (quantificada em Niltons por milímetro quadrado). Os resultados
montraram que não foram constatadas diferenças estatisticamente significativas entre as
resinas comparadas. Autor(s) Mylena Nicole Pereira Lima Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Propriedades físicas. Força compressiva. Resinas compostas. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Resistência a compressão de resinas do tipo bulk fill: estudo in vitro (O830) | Anyele Olinda Lucena | ODONTOLOGIA |
Resistência a compressão de resinas do tipo bulk fill: estudo in vitro (O830)
Resumo
A utilização de materiais restauradores para preservação da estrutura dentária tem grande importância na reabilitação mecânica, estética e funcional do dente. Essas propriedades mostram a relevância na busca de novas informações e estudos aprofundados sobre o modo de aplicação e indicação desses compósitos. O objetivo deste estudo in vitro foi analisar a resistência a compressão de resinas Bulk Fills indicadas para dentes posteriores. Para realização do estudo foram utilizados 3 tipos de resinas Bulk fill (Opus Bulk fill/FGM®; Resina Aura Bulk fill/SDI®; Resina Filtek bulk fill/3M®). Para confecção dos corpos de prova foi utilizada uma matriz de acetato soldada com dimensões de 4mm de diâmetro e 8mm de altura, fotoativadas sobre uma placa de vidro, totalizando 8 espécimes cilíndricos para cada marca, confeccionados conforme padrões de inserção e fotopolimerização indicados pelo fabricante. Todas as amostras foram submetidas aos testes de resistência a compressão, realizados em uma máquina de ensaios mecânicos universais (INSTRON 4484®). Os testes estatísticos utilizados foram o ANOVA e o teste de tukey, para especificar a diferença de cada grupo em uma forma individual. Os resultados mostraram que a resina Aura Bulk Fill apresentou menor resistência compressiva quando comparada às resinas da Filtek One Bulk Fill que apresentaram maiores valores de resistência compressiva. Outros testes mecânicos devem ser realizados para avaliar a efetividade dos compósitos em seus demais aspectos, vislumbrando melhor indicação clínica. Autor(s) Anyele Olinda Lucena Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Força compressiva. Resinas compostas. Teste de materiais. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Resistência a compressão de resinas do tipo bulk fill: estudo in vitro (O831) | Adrícia Karolyne Estima Pereira | ODONTOLOGIA |
Resistência a compressão de resinas do tipo bulk fill: estudo in vitro (O831)
Resumo
A utilização de materiais restauradores para preservação da estrutura dentária tem grande
importância na reabilitação mecânica, estética e funcional do dente. Essas propriedades
mostram a relevância na busca de novas informações e estudos aprofundados sobre o modo de
aplicação e indicação desses compósitos. O objetivo deste estudo in vitro foi analisar a
resistência a compressão de resinas Bulk Fills indicadas para dentes posteriores. Para
realização do estudo foram utilizados 3 tipos de resinas Bulk fill (Opus Bulk fill/FGM®;
Resina Aura Bulk fill/SDI®; Resina Filtek bulk fill/3M®). Para confecção dos corpos de
prova foi utilizada uma matriz de acetato soldada com dimensões de 4mm de diâmetro e 8mm
de altura, fotoativadas sobre uma placa de vidro, totalizando 8 espécimes cilíndricos para cada
marca, confeccionados conforme padrões de inserção e fotopolimerização indicados pelo
fabricante. Todas as amostras foram submetidas aos testes de resistência a compressão,
realizados em uma máquina de ensaios mecânicos universais (INSTRON 4484®). Os testes
estatísticos utilizados foram o ANOVA e o teste de tukey, para especificar a diferença de cada
grupo em uma forma individual. Os resultados mostraram que a resina Aura Bulk Fill
apresentou menor resistência compressiva quando comparada às resinas da Filtek One Bulk
Fill que apresentaram maiores valores de resistência compressiva. Outros testes mecânicos
devem ser realizados para avaliar a efetividade dos compósitos em seus demais aspectos,
vislumbrando melhor indicação clínica. Autor(s) Adrícia Karolyne Estima Pereira Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Força compressiva. Resinas compostas. Teste de materiais. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Resistência bacteriana: a importância do conhecimento do enfermeiro na assistência ao paciente com resistência bacteriana ao uso de vancomicina (E1516) | Dara Stefanny de Sá Araújo | ENFERMAGEM |
Resistência bacteriana: a importância do conhecimento do enfermeiro na assistência ao paciente com resistência bacteriana ao uso de vancomicina (E1516)
Resumo
O uso inadequado de antibióticos está se tornando gradualmente um assunto muito significativo
na saúde pública, devido, principalmente, a sua relação com a resistência bacteriana oriunda
do uso indevido desses fármacos. O antibiótico vancomicina pertencente à classe dos
glicopeptídeos, passou a ser a partir de 1958 a melhor opção para infecções por Gram-positivas,
e atualmente é uma das escolhas para pacientes que não responderam a outras drogas. O
presente trabalho teve como objetivo geral avaliar o conhecimento dos enfermeiros no paciente
com resistência bacteriana ao uso de vancomicina, além disso identificar fatores contribuintes
ao aumento do índice de pacientes com resistência bacteriana ao uso de vancomicina na UTI;
verificar dificuldades existentes nos cuidados específicos que o enfermeiro presta aos pacientes
com resistência bacteriana á vancomicina; descrever atuação do enfermeiro ao paciente com
resistência bacteriana a vancomicina. Na metodologia foi realizado um estudo exploratório
descritivo com abordagem quantitativa, no município de Barbalha, Ceará. Para obtenção dos
resultados foi aplicado um questionário, contendo perguntas relacionadas às atribuições e
conhecimentos do enfermeiro com os pacientes que apresentavam resistência bacteriana, sendo
a coleta de dados realizada no mês de novembro de 2019. A pesquisa aconteceu afirmando com
as normas legais da Resolução n
o 466 de 12 de dezembro de 2012, do Conselho Nacional de
Saúde. Averiguou-se que os enfermeiros detém conhecimento provenientes das suas vivencias
na unidade, além de uma contribuição indispensável e de forma ativa para com pacientes que
apresentam resistência bacteriana a vancomicina. Conclui-se dessa forma, que os dados desta
pesquisa se equivalem. Sendo profissionais de enfermagem imprescindíveis para a prestação de
assistência a esses pacientes, a equipe necessita discutir algumas formas para diminuir esse
potencial patogênico e sistematizar a assistência que é fornecida aos usuários. Autor(s) Dara Stefanny de Sá Araújo Orientador(s) Renata Evaristo Rodrigues da Silva Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Antibióticos. Enfermeiros. Saúde. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Resistência e controle? uma análise do impacto do percurso institucional em alunos do ensino médio (P1193) | Helloara Alves da Costa Ferreira | PSICOLOGIA |
Resistência e controle? uma análise do impacto do percurso institucional em alunos do ensino médio (P1193)
Resumo
Ao observar as relações dentro do ambiente escolar, é possível perceber a existência de um
discurso de autoridade, que visa manter uma hierarquia de poder dentro da instituição, e quando
esse discurso não tem o efeito esperado, as figuras de maior poder dentro dessa hierarquia
podem recorrer a práticas de controle, que podem divergir daquele discurso emitido pela própria
instituição, possibilitando conflitos entre os sujeitos que a constituem. Desse modo, este
trabalho teve como objetivo geral analisar a relação do aluno com o discurso e a prática
institucional, a partir da compreensão das estratégias de controle a partir do discurso de ordem
da instituição escolar, e da análise da compreensão da indisciplina no espaço institucional da
escola. Compreender essa relação se torna importante, uma vez que permite observar como o
discurso de controle institucional é internalizado pelo aluno, de forma a limitar sua percepção
a respeito do controle a que é submetido e o levando a propagar esse mesmo discurso. A partir
dos dados colhidos através do grupo focal e da análise de conteúdo desenvolvida por Bardin
(1977), foram identificados enquanto categorias para análise, o excesso de conversa como
manifestação de indisciplina, a permissividade da escola como um causador de indisciplina, a
ineficácia das punições e a instauração dos líderes de sala como estratégia de controle
institucional. Autor(s) Helloara Alves da Costa Ferreira Orientador(s) Italo Emanuel Pinheiro de Lima Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Indisciplina. Controle. Discurso institucional. Punição. Resistência. Curso PSICOLOGIA Baixar |