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| Exame citopatologico do colo do útero em gestantes: conhecimento e prática dos enfermeiros (E1736) | Maria Laura Morais da Silva Santos | ENFERMAGEM |
Exame citopatologico do colo do útero em gestantes: conhecimento e prática dos enfermeiros (E1736)
Resumo
No Brasil, a saúde da mulher se incorpora às políticas nacionais de saúde, área considerada
estratégica para ações prioritárias no Sistema Único de Saúde, no âmbito da saúde da mulher
destaca-se um importante problema de saúde pública, em decorrência da elevada
morbimortalidade, o câncer do colo do útero.A taxa de mortalidade por câncer de colo do útero
caiu com o aumento do rastreamento da doença através do exame de Papanicolau Embora o
exame seja disponibilizado na atenção básica, ainda existem mulheres que são resistentes a ele
ou mesmo algumas nunca o realizaram. O câncer de colo de útero é a neoplasia mais
diagnosticada durante a gestação e sua detecção com o exame de Papanicolau é componente
essencial do pré-natal, que se configura como um período oportuno para realização do rastreio.
Objetivou-se com o estudo investigar o conhecimento e as práticas do enfermeiro na indicação
e realização do citopatológico do colo de útero em gestantes. Trata-se de uma revisão da
literatura do tipo integrativa, com enfoque descritivo, acerca do exame citopatológico do colo
do útero em gestantes: conhecimento e prática do enfermeiro. A busca dos artigos foi realiazada
nas bases de dados da LILACS, MEDLINE, bem como no diretório de revista SCIELO, por
meio do cruzamento dos Descritores em Ciências da Saúde, e utilização do operador booleando
AND, sendo estes: “Teste Papanicolau” AND “Enfermagem” AND “Colo do útero” AND
“Gravidez ” Foram encontrados 6.032 obras, sendo que após os critérios de inclusão e exclusão
e, por meio da leitura do título e artigo na íntegra; a amostra final foi composta por 6 artigos.
Assim, por meio da leitura do título e artigo na íntegra; a amostra final foi composta por 6
artigos. Averiguou-se frente aos resultados da pesquisa que, os profissionais de enfermagem
demonstram uma certa insegurança para realizar o exame citopatológico nas gestantes visto que
isso não é uma prática tão comum, nota-se também que as gestantes dsconhecem a importância
de realizar o exame durante esse período e que o mesmo não trará nenhum risco para ela, com
isso observa-se outro fator bem relevante que é a consulta de pré-natal onde os enfermeiros tem
acesso direto a essa mulher criando um vínculo e estimulando essa mulher a realizar os exames
necessários e principalmente o citopatológico. Conclui-se assim que a realização do exame
citopatológico é de suma importância para as gestantes que o enfermeiro deve alertar e realizar
ações para levar essas mulheres a estratégia de saúde da família para realizar o exame como
também o mesmo deve se capacitar e atualizar-se sobre protocolos para coleta nas gestantes,
mantendo assim segurança para realizar o procedimento. Autor(s) Maria Laura Morais da Silva Santos Orientador(s) Aline Morais Venâncio de Alencar Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Citopatológico. Gravidez. Enfermeiro. Prevenção. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Exame citopatológico: desafios na prevenção do câncer cervical em homens transgêneros (DG- E53) | Déborah Mariá de Sousa Ferrer | ENFERMAGEM |
Exame citopatológico: desafios na prevenção do câncer cervical em homens transgêneros (DG- E53)
Resumo
O câncer do colo do útero
permanece uma das principais causas de morte entre pessoas com colo uterino,
sendo o exame citopatológico o método mais eficaz para sua detecção precoce.
Contudo, há escassez de dados sobre a ocorrência dessa neoplasia em homens
trans, o que reflete lacunas nas políticas públicas e nos registros de saúde.
Mesmo mantendo órgãos reprodutivos femininos, muitos homens trans evitam
realizar o exame, motivando a presente Revisão Integrativa da Literatura,
realizada entre agosto e setembro de 2025, nas bases BVS, LILACS, BDENF e
MEDLINE. Utilizaram-se os descritores “Homens Trans”, “Exame Papanicolau” e
“Câncer Cervical”, combinados com AND. Foram selecionados 11 artigos publicados
nos últimos cinco anos, disponibilizados gratuitamente em português ou inglês.
A análise permitiu organizar os achados em duas categorias: desafios no acesso
aos serviços de saúde e estratégias para promover o rastreamento ginecológico
entre homens trans. Os estudos revelam múltiplas barreiras que dificultam a
realização do Papanicolau, como desconforto físico e emocional, experiências de
discriminação, falta de acolhimento e despreparo de profissionais para lidar
adequadamente com esta população. Para ampliar a adesão ao exame, a literatura
aponta a importância da capacitação profissional, da criação de ambientes
acolhedores e inclusivos, da oferta de autocoleta, de ações educativas, do
enfrentamento à discriminação e do fortalecimento das políticas públicas de
saúde. Conclui-se que garantir um atendimento humanizado e livre de
preconceitos é essencial para que homens trans sintam-se seguros para realizar
o exame citopatológico e demais cuidados de saúde integral, reconhecendo sua
importância como medida de prevenção e promoção da saúde. Autor(s) Déborah Mariá de Sousa Ferrer Orientador(s) Mônica Maria Viana de Oliveira Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Exame citopatológico. Câncer do colo do útero. Homens transgêneros. Prevenção. Inclusão em saúde. Curso ENFERMAGEM |
| Exame clínico das mamas: o caminho para o diagnóstico precoce do câncer de mama (E591) | Clarissa Gondim de Souza | ENFERMAGEM |
Exame clínico das mamas: o caminho para o diagnóstico precoce do câncer de mama (E591)
Resumo
O enfermeiro, como membro da equipe da Estratégia de Saúde da Família - ESF desempenha
ações assistenciais em todos os serviços de saúde da mulher, dentre elas o exame clínico das
mamas no momento do exame preventivo do câncer de colo uterino. Assim como todas as
profissões, existem desafios a serem vividos, o enfermeiro na atenção primária vivencia
desafios para a realização do exame clínico das mamas. Para conhecer e identificar e conhecer
essas dificuldades o presente estudo inseriu-se no método, exploratório, descritivo, com
abordagem quanti-qualitativa que objetivou conhecer a assistência do profissional de
enfermagem quanto o exame clínico das mamas no rastreamento precoce do câncer de mama
nas Estratégias de Saúde Família no município do Juazeiro do Norte, bem como caracterizar o
grupo estudado segundo dados sócio-demográficos, investigar o conhecimento dos
enfermeiros acerca dos fatores de risco para o câncer de mama e identificar as dificuldades
enfrentadas pelos profissionais enfermeiros para a realização do exame clínico das mamas. Na
coleta dos dados foram utilizados um check-list (observação não participante) e uma
entrevista semi-estruturada. Os dados foram coletados no período de fevereiro a março de
2010 e analisados no período de março a abril de 2010. Participaram 15 enfermeiros, onde foi
analisado a consulta de enfermagem, o perfil dos enfermeiros atuantes na ESF e as
dificuldades enfrentadas a realização do exame clínico das mamas. Os resultados revelaram
que a grande demanda e falta de habilidade técnica são as maiores dificuldades relatadas pelos
enfermeiros. Estima-se que o presente estudo proporcione ao enfermeiro uma reflexão, a
partir do conhecimento de situações possivelmente semelhantes às vivenciadas nesta pesquisa,
promovendo uma melhor identificação na realidade da ESF, aprecia-se a parceria dos gestores
em melhorar as condições de trabalho e promoção da qualificação dos profissionais
realizadores da assistência à saúde da mulher. Autor(s) Clarissa Gondim de Souza Orientador(s) Cleide Correia de Oliveira Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Enfermeiro. Exame clínico das mamas. Estratégia de Saúde da Família. ESF. Curso ENFERMAGEM |
| Exame Papanicolau X Acadêmicos de Enfermagem: percepção das usuárias (E888) | Aline Dias | ENFERMAGEM |
Exame Papanicolau X Acadêmicos de Enfermagem: percepção das usuárias (E888)
Resumo
Uma das neoplasias mais incidentes na população feminina é o câncer cervical, sendo
considerado um problema de saúde pública. O número elevado de casos está intimamente
ligado a falta ou a deficiência de ações preventivas. O exame Papanicolaou empregado como
principal estratégia de prevenção e diagnóstico da referida doença, continua sendo um desafio
para a população alvo. Os motivos para a não adesão deste exame são dos mais diversos, mas
as condições sócio-culturais e econômicas interferem significativamente. Durante o estágio
curricular realizado em uma UBS, percebeu-se o olhar de descrença da população ao
estagiário. As mulheres estando em momento no qual teriam que expor não só o seu corpo,
mas também expressar sua intimidade estavam propensas a não aceitarem a realização do
exame preventivo pelos os acadêmicos. O presente trabalho pretendeu conhecer a percepção
das mulheres de 25 a 59 anos sobre a consulta ginecológica realizada por acadêmicos de
enfermagem em Unidades Básicas de Saúde do Juazeiro do Norte. Assim inseriu-se no
método descritivo com abordagem quanti-qualitativa. Para a coleta de dados utilizou-se um
check list (observação não-participante) e uma entrevista semi-estruturada realizada com 16
mulheres, no período de abril a maio de 2010. Os dados foram analisados através da analise
de conteúdo proposta por Bardin. De acordo com os resultados do estudo as mulheres
compreendem o exame papanicolaou de forma superficial e equivocada, buscando-o mais
pelo aspecto curativo do que preventivo. A vergonha, o medo e o desconhecimento sobre a
técnica do preventivo foram entendidos como fatores os quais dificultam a realização do
citopatológico. Elas ainda referiram ter preferência em realizar este exame com profissionais
do sexo feminino. A informação foi considerada imprescindível na construção do
conhecimento. E a presença do acadêmico na UBS foi entendida como satisfatória, sendo a
qualidade da consulta ginecológica associada à atenção, o acolhimento e as informações
prestadas à cliente. No entanto observou-se que práticas de educação em saúde realizadas
pelos discentes deixaram a desejar. Considera-se necessário que o estudante, para garantir a
adesão das clientes ao programa preventivo crie um clima de empatia e confiança. Sugere-se
as instituições de ensino que abordem mais em suas grades curriculares questões relativas à
educação em saúde visando dar suporte aos seus alunos de maneira que quando estes estejam
diante da comunidade possam contribuir para amenizar os sentimentos de incerteza das
mulheres submetidas a este exame e favorecendo o elo de confiança para que eles possam por
em prática os conhecimentos adquiridos na faculdade. Autor(s) Aline Dias Orientador(s) Cleide Correia de Oliveira Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Exame papanicolau. Acadêmico. Enfermagem e Programa Saúde da Família-PSF. Curso ENFERMAGEM |
| Exame Papanicolau: conhecimento das mulheres da terceira idade (E1340) | Francisca Aline Moreira de Sousa | ENFERMAGEM |
Exame Papanicolau: conhecimento das mulheres da terceira idade (E1340)
Resumo
O Exame Papanicolau (EP) é realizado para diagnosticar precocemente a neoplasia cérvicouterina, sendo um procedimento de fácil realização, baixo custo e com alta eficácia na
detecção de mudanças cervicais. Sabe-se que o câncer é uma enfermidade muito relacionada
aos hábitos individuais e pelo processo em si do ato de envelhecer. Nessa perspectiva, o
objetivo geral do estudo foi analisar o conhecimento das mulheres da terceira idade sobre o
exame Papanicolau, e os objetivos específicos: Traçar o perfil sociodemográfico das
participantes do estudo; Verificar o conhecimento sobre o exame papanicolau pelas idosas
entrevistadas; Investigar as dificuldades e facilidades encontradas para realização do exame
papanicolau; Identificar propostas para melhoria da regularidade na realização do exame
papanicolau pelas mulheres idosas. Trata-se de um estudo de natureza descritiva com uma
abordagem qualitativa, realizada na Unidade da Estratégia Saúde da Família (ESF 34), em
Juazeiro do Norte- CE A coleta dos dados foi realizada no período de agosto de 2017 a maio
de 2018. Os participantes do estudo foram 25 mulheres idosas. Os critérios de inclusão foram
às mulheres cadastradas na unidade de saúde da família, que tenham idade igual ou superior a
60 anos, que possuam autonomia cognitiva para responder ao estudo e que aceitem participar
da pesquisa mediante o preenchimento do Termo de Consentimento Live e Esclarecido
(TCLE) e o foram excluídas da pesquisa as mulheres que estavam fora da área adscrita, ou
seja, em área descoberta pelo ESF e que possuíam idade menor que 60 anos. O instrumento de
coleta de dados utilizado foi um roteiro de entrevista e os dados foram coletados em três
etapas, que são a pré-análise, exploração do material e a fase do tratamento dos resultados. A
pesquisa teve como base os preceitos éticos e legais, previstos e descritos na resolução nº
466/12, do Conselho Nacional de Saúde. Com a finalidade de assegurar o anonimato dos
participantes no fornecimento das informações foram utilizados codinomes para cada um
deles. De acordo com os resultados obtidos, em relação ao perfil sociodemográfico, 44%
(n=11) das entrevistadas estavam na faixa etária compreendida entre 66 a 70 anos, 48%
(n=12) nível de escolaridade e 44% (n=11) eram casadas. No que diz respeito ao
conhecimento das participantes sobre o exame preventivo, a maioria das participantes
revelaram entender que se trata de um exame que previne o câncer. No entanto, uma parcela
significativa não realiza o preventivo de forma periódica, sendo que em relação aos cuidados
a maioria relatou ter essa informação. Dentro das dificuldades encontradas para realizar o
exame, as interlocutoras disseram que o exame em si é desconfortável e sentem vergonha em
realizar. Nesse contexto, elas relataram que existem também as facilidades em realizar o
referido exame, uma vez que é um procedimento rápido e não complicado, além do que o
enfermeiro da unidade pode fazer. Algumas propostas foram elencadas para melhorar a
logística de realizar o exame papanicolau de forma eficiente que seria ter mais profissionais
para atuar na área e o tempo de entrega do resultado do exame sem mais rápido. Diante das
respostas dadas pelas entrevistadas e após análise, conclui-se que no estudo foi encontrando
na maioria das idosas que as mesmas somente possuírem o conhecimento não é o bastante e o
acesso ao exame papanicolau nas unidades de saúde, se faz necessário garantir a usuária idosa
ao acesso as informação e estas sejam disponibilizadas de forma adequada considerando o
histórico, social e também de saúde sejam fáceis de compreensíveis. Deste modo, acredita-se
que a mulheres com 60 anos ou mais precedem da mesma atenção em relação ao preventivo
como em outras faixas etárias, a verdadeira importância do exame. Importante ressaltar
também a escassez de acervo literário para a faixa etária estudada. Autor(s) Francisca Aline Moreira de Sousa Orientador(s) Andréa Couto Feitosa Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Idosa. Exame papanicolau. Câncer do colo do útero. Estratégia saúde da família. Curso ENFERMAGEM |
| Exame papanicolau: fatores que podem contribuir para a baixa adesão na Estratégia de Saúde da Família (E1570) | Luana Tavares de Lucena | ENFERMAGEM |
Exame papanicolau: fatores que podem contribuir para a baixa adesão na Estratégia de Saúde da Família (E1570)
Resumo
Introdução: O câncer é uma doença de característica silenciosa apresentando sintomas
tardiamente, o que necessita serem realizados exames de rotina para detectar no corpo
anomalias presentes; mas a atividade de conservação da prevenção à saúde não é praticada
por boa parte da população, acontecendo a procura da assistência de saúde já diante da
ocorrência da sintomatologia. O referido exame deve ser realizado por mulheres com vida
sexual ativa, e especialmente na faixa etária de 25 a 64 anos, em vista que essa idade tem uma
taxa maior de lesões. Deve ser feito a cada três anos após dois exames normais consecutivos
realizados com um intervalo de um ano. Objetivo: Identificar os fatores que podem contribuir
para uma baixa adesão ao exame Papanicolau em unidades da Estratégia Saúde da Família de
um município do interior Pernambucano. Metodologia: estudo descritivo, exploratório, com
abordagem quantitativa. A amostra foi composta por mulheres de duas unidades de Estratégia
Saúde da Família do município de Bodocó -PE. Resultados e discussão: Na amostra do perfil
sócio demográfico, foi identificado que a maioria das mulheres entrevistadas tinha entre 25 e
30 anos de idade (27%), era casada (50%), tinha ensino fundamental incompleto (45%), era
da religião católica (87%), tinha renda familiar menos de um salário mínimo (62%), e 45,3%
eram donas de casa. Quanto ao conhecimento relacionado ao exame, todas as participantes
referiram já ter ouvido falar sobre o mesmo. Quando questionadas acerca da origem dessa
informação, a maioria relatou ter ouvido falar pelos profissionais de saúde (86%); 79% das
mulheres afirmaram que a finalidade do exame é para detectar DST/HIV; 69% responderam
não ter relação sexual previamente ao exame como um cuidado prévio ao exame; 65%
responderam que deve ser realizado anualmente o Papanicolau, e 34% responderam a cada 6
meses. Diante dessas respostas, foi evidenciado que 69% das mulheres apresentaram
conhecimento inadequado referente ao exame Papanicolau. Indagadas sobre a finalidade do
exame, observou-se que 79% das mulheres afirmaram que o Papanicolau é para detectar
DST/HIV. Nota-se que ainda existe uma deficiência de conhecimento em relação ao propósito
do referido exame. Detectou-se que 69% das mulheres participantes apresentaram
conhecimento inadequado relacionado ao Papanicolau. Quanto à prática do exame, 87% das
mulheres relataram que já realizaram o exame preventivo alguma vez em sua vida, e 13%
delas nunca realizaram, tendo como motivos: 4% por não estar doente e não doer nada, e 3%
por descuido. Quanto à realização do último exame, 49% das participantes realizaram o
exame a menos de um ano. Dentre as 11 mulheres que realizaram o exame com um intervalo
maior do que três anos, o motivo está relacionado especialmente por ser histerectomizada
(N=3-2%). Diante das respostas acima, 78% das mulheres apresentaram prática adequada.
Quanto às dificuldades em realizar o Papanicolau na ESF, 27% optaram em fazer o seu último
exame no consultório particular, sendo que 18% delas apontaram o motivo relacionado à
demora para chegar o resultado do exame. Dentre aquelas que alguma vez procuram a ESF
para realizar o exame, 17% afirmaram que não conseguiram, apontando como motivos
principais: porque não tinha vaga e porque não tinha material. Considerações finais: Os
resultados deste estudo apontam para a a implementação de ações de promoção a saúde, bem
como para a necessidade dos gestores da saúde encontrarem meios junatamente com os
albortórios conveniados para que os resultados dos exames possam ser liberados em tempo
hábil. A gestão deve ainda disponibilizar uma quantidade de material suficiente para que as
equipes da ESF possam realizar de forma rotineira; e as equipes também possam
disponibilizar mais horários para ser realizado o exame, ampliando assim, o número de vagas
para atender à procura Autor(s) Luana Tavares de Lucena Orientador(s) Elainy Fabrícia G. Dantas Malta Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Saúde da mulher. Papanicolau. Enfermagem. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Exame papanicolau: motivos para uma baixa adesão (E1843) | Ana Laryssa Linard Feitosa | ENFERMAGEM |
Exame papanicolau: motivos para uma baixa adesão (E1843)
Resumo
Introdução: A neoplasia do colo uterino é uma das mais frequentes na população feminina e é
causada pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano (HPV). A
infecção genital por esse vírus é muito frequente e não causa doença na maioria das vezes.
Porém, em alguns casos, ocorrem alterações celulares que podem evoluir para o câncer. Essas
alterações são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como
Papanicolaou) e são curáveis na quase totalidade dos casos. Objetivo: Identificar os motivos
que podem contribuir para uma baixa adesão ao exame Papanicolau em uma unidade da
Estratégia Saúde da Família. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, exploratório, com
abordagem quantitativa. A pesquisa foi realizada em uma unidade de zona urbana da Estratégia
Saúde da Família, do município de Juazeiro do Norte, interior do Ceará. A amostra foi composta
por 24 mulheres que atendiam aos seguintes critérios de inclusão. As entrevistas foram
realizadas por meio de um formulário. Resultados e discussão: O perfil das mulheres mostra
que a maioria tinha mais de 35 anos (62,5%), era solteira (45,8%), tinha ensino médio completo
(35%), e era da religião católica (83,3%). . Foi constatado que 8,3% das mulheres entrevistadas
nunca se submeteram ao exame que o Ministério da Saúde propõe. Nesse sentido e diante desses
resultados, pôde-se contatar que 58,3% das mulheres foram classificadas como tendo uma
prática inadequada ao exame Papanicolau. Dentre os motivos para não ter ainda realizado o
exame, apontou-se o de achar que vai se sentir desconfortável e por descuido. As mulheres que
realizaram o exame há mais de 3 anos referiram o descuido, a vergonha, ciúme do parceiro
como os principais fatores relatados para o adiamento da realização do Papanicolaou.
Conclusão: A descoberta desses achados é algo importante, pois a prática do exame pelas
mulheres, embora em algumas situações tenha sido classificada como adequada, houve um
percentual de inadequação, e essas mulheres com prática inadequada devem passar por buscaativa, pois elas estão fora do radar do rastreio, podendo desenvolver câncer de colo uterino.
Faz-se necessário realizar a capacitação dos profissionais voltada para o tema da importância
do exame preventivo e buscar por estratégias para empoderar as mulheres durante esses
momentos em que elas procuram naturalmente o serviço. Autor(s) Ana Laryssa Linard Feitosa Orientador(s) Elainy Fabrícia Galdino Dantas Malta Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Saúde da mulher. Exame citopatológico. Enfermagem. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Exame papanicolau: motivos que levam a não adesão das mulheres de 25 a 59 anos de uma unidade de saúde no município de Juazeiro do Norte-CE (E590) | Daiane Gonçalves da Silva | ENFERMAGEM |
Exame papanicolau: motivos que levam a não adesão das mulheres de 25 a 59 anos de uma unidade de saúde no município de Juazeiro do Norte-CE (E590)
Resumo
O Papanicolau é o principal exame para detectar precocemente o câncer de colo de útero no
Brasil. O objetivo deste trabalho foi conhecer os motivos da falta de adesão ao exame
Papanicolau em mulheres de 25 a 59 anos acompanhadas pela equipe 58 da Estratégia Saúde
da Família no município de Juazeiro do Norte – CE. Esta pesquisa foi do tipo transversal, de
natureza quantitativa e de caráter descritivo. Utilizou-se como forma de coleta de dados um
questionário, onde as respostas foram categorizadas e codificadas, sendo cruzadas algumas
variáveis, e analisadas de acordo com a literatura. Entre as mulheres entrevistadas (n=53),
havia mais mulheres casadas, com funções domésticas, com ensino fundamental incompleto e
com renda familiar de um salário mínimo. O fato de ser casada, falta de conhecimento sobre
a finalidade do exame, falta de interesse e medo foram as principais causas da não adesão ao
exame. Os principais comportamentos de risco encontrados foram uso de medicamentos
continuados, tabagismo e associação de tabagismo e álcool. O trabalho demonstrou que a
adesão ao exame Papanicolau depende da co-responsabilidade da mulher e indiretamente do
empenho da equipe da Estratégia Saúde da Família em contribuir para aumentar a
compreensão sobre a prevenção e os problemas causados pelo câncer de colo de útero. Autor(s) Daiane Gonçalves da Silva Orientador(s) Elainy Fabrícia Galdino Dantas Malta Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Exame papanicolau. Câncer de colo do útero. Prevenção primária. Curso ENFERMAGEM |
| Exame papanicolau: motivos que podem contribuir para a baixa adesão (E1810) | Taylane Agostinho de Morais | ENFERMAGEM |
Exame papanicolau: motivos que podem contribuir para a baixa adesão (E1810)
Resumo
A neoplasia do colo uterino é uma das mais frequentes na população
feminina e é causada pela infecção persistente por alguns tipos do
Papilomavírus Humano (HPV). A infecção genital por esse vírus é muito frequente
e não causa doença na maioria das vezes. Porém, em alguns casos, ocorrem
alterações celulares que podem evoluir para o câncer. Essas alterações são
descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou)
e são curáveis na quase totalidade dos casos. Identificar os motivos que podem
contribuir para uma baixa adesão ao exame Papanicolau em unidade da Estratégia
Saúde da Família do município de Araripe CE. Trata-se de um estudo descritivo,
exploratório, com abordagem quantitativa. A pesquisa foi realizada em unidade
de zona urbana da Estratégia Saúde da Família, do município de Araripe,
interior do Ceará. A amostra foi composta por 100 mulheres que atendiam aos
seguintes critérios de inclusão: estar aguardando consulta médica no ambulatório;
aceitar participar da pesquisa; ter idade entre 25 e 64 anos; ter iniciado vida
sexual. As entrevistas foram realizadas por meio de um formulário. O perfil das
mulheres foram a maioria com idade entre 26 a 35 anos, casadas, católicas, do
lar, com ensino superior completo. Acerca da prática, foi observada que é
adequada (81,3%), porém existe uma parcela que está com a prática inadequada
(18,7%). Os principais fatores para a não realização do exame são o medo e a
vergonha. A descoberta desses achados é algo importante, pois a prática do
exame pelas mulheres, embora em algumas situações tenha sido classificada como
adequada, houve um percentual de inadequação, e essas mulheres com prática
inadequada devem passar por busca-ativa, pois elas estão fora do radar do
rastreio, podendo desenvolver câncer de colo uterino. Faz-se necessário
realizar a capacitação dos profissionais voltada para o tema da importância do
exame preventivo e buscar por estratégias para empoderar as mulheres durante
esses momentos em que elas procuram naturalmente o serviço. Autor(s) Taylane Agostinho de Morais Orientador(s) Elainy Fabrícia Galdino Dantas Malta Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Saúde da mulher. Exame citopatológico. Enfermagem. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Exame papanicolau: perfil e adesão das mulheres reclusas (E1032) | Camila Carla Gois Silva | ENFERMAGEM |
Exame papanicolau: perfil e adesão das mulheres reclusas (E1032)
Resumo
Atualmente, o câncer de colo do útero representa um grande problema de saúde pública,
devido ser considerado o segundo câncer que mais acomete a população feminina brasileira,
representando assim um grande número de óbitos anualmente. Este elevado número de
mortalidade pode ser evitado com a realização do exame Papanicolau que tem a finalidade de
diagnosticar precocemente a doença, porém, são poucas as mulheres que conhecem essa
enfermidade, a finalidade do exame e quando deve ser realizado, sendo este um dos fatores
que resultam em um diagnostico tardio, pois foi comprovado, através de estudos, que os
canceres uterinos são mais frequentes em mulheres que nunca se submeteram a nenhum único
exame de Papanicolau. Sendo assim, o objetivo geral deste estudo é analisar o perfil e adesão
das mulheres reclusas ao exame Papanicolau, destacando sua importância em meio ao grande
risco de mortalidade. Este estudo trata-se de uma pesquisa descritiva com abordagem
quantitativa. O mesmo foi realizado na Cadeia Pública do Crato localizada no bairro Barro
Branco, com mulheres de idade entre 27 e 52 anos. O instrumento utilizado para coleta de
dados foi o formulário constituído por perguntas baseadas no objetivo proposto, que avalia o
perfil, o nível socioeconômico das participantes e a adesão das mesmas ao exame
citopatológico do colo uterino, e sua analise foi realizada através de gráficos. Observou-se que
a maioria das mulheres reclusas entrevistadas eram solteiras, ou seja, uma total de 86%, 57%
tem renda familiar abaixo de um salário mínimo, 71% tem vida sexual ativa e 87% tem filhos.
71% destas mulheres afirmaram realizar o exame em foco, sendo que 57% realizam o exame
anualmente e 14% realiza o mesmo com um intervalo de dois anos e as mulheres que não
realizam este exame citam como obstáculo o medo e a vergonha. Espera-se com a divulgação
desta pesquisa que as instituições prisionais busquem realizar ações educativas que permitam
as mulheres reclusas conhecerem mais sobre o exame Papanicolau, bem como da sua
importância para a vida de todas. Autor(s) Camila Carla Gois Silva Orientador(s) Marlene Menezes de Souza Teixeira Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Exame papanicolau. Mulheres reclusas. Câncer uterino. Curso ENFERMAGEM |