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| Fisioterapia como tratamento adjuvante de canino com sequelas da cinomose (MV154) | João Vitor dos Santos de Alcantâra; Marcos Vinicius Franklin leal | MEDICINA VETERINÁRIA |
Fisioterapia como tratamento adjuvante de canino com sequelas da cinomose (MV154)
Resumo
A cinomose canina é uma doença infecciosa altamente contagiosa e letal, seu agente causador
é um vírus de RNA, do gênero Morbillivirus, que infecta o sistema imunológico, os epitélios e
o sistema nervoso central do animal. Essa enfermidade apresenta altos índices de mortalidade
em todo o mundo, faz-se necessário ressaltar que essa doença desenvolve no animal infectado,
alterações neurológicas graves. O objetivo desse trabalho foi relatar um paciente com
sequelas da cinomose que teve como tratamento adjuvante a fisioterapia. Foi atendido no
hospital veterinário (HOVET) da Unileão, Juazeiro do Norte – CE, uma Shih-Tzu, 3 meses de
idade pesando 3,500 kg com queixa principal de mioclonia, espasmos musculares e ataxia. O
protocolo instituído foi dividido em 3 fases, envolvendo hidroterapia, eletroterapia,
cinesioterapia e laserterapia, na qual o paciente apresentou melhora no quadro clínico obtendo
assim uma melhor qualidade de vida. apesar da melhora significativa do quadro clínico do
animal, o paciente permanece em acompanhamento fisioterápico. Autor(s) João Vitor dos Santos de Alcantâra; Marcos Vinicius Franklin leal Orientador(s) Lara Guimarães Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Cinesioterapia, Canina, Morbillivirus, Reabilitação. Curso MEDICINA VETERINÁRIA Baixar |
| Fisioterapia e neuroplasticidade na malformação congênita encefálica: revisão de literatura (F719) | Ana Cristina Rodrigues Batista | FISIOTERAPIA |
Fisioterapia e neuroplasticidade na malformação congênita encefálica: revisão de literatura (F719)
Resumo
Introdução: As malformações congênitas são definidas como alterações funcionais
ou estruturais que acontecem durante o desenvolvimento do feto, causados por
diversos fatores. Sabe-se que a atuação fisioterapêutica é de fundamental
importância nos indivíduos que apresentam malformações congênitas cerebrais e
baseia-se na melhora da função física e prevenção de deficiências
musculoesqueléticas, do desenvolvimento cognitivo, social e emocional, na
manutenção e restauração de estruturas e padrões neurais. Objetivo: Descrever a
influência da fisioterapia no processo de neuroplasticidade em indivíduos portadores
de malformações congênitas cerebrais. Metodologia: Trata-se de um estudo
bibliográfico, construído a partir das bases de dados SCIELO, BIREME E PUBMED.
A busca ocorreu por meio de descritores, ativação dos filtros nas bases de dados,
leitura dos títulos e resumos. Para análise dos dados obtidos utilizou-se o programa
Software Microsoft Office Excel 2010 para formação das tabelas. Resultados e
discussões: Foram encontrados 131 artigos, após aplicação dos critérios de
exclusão restaram 13 artigos. A Fisioterapia promove a independência funcional,
através de ganhos de habilidades, utilizando diversas técnicas, diferentes ambientes
e instrumentos. Os estímulos influenciam o processo plástico do SNC, a
reorganização estrutural própria e de funcionamento do SNC permitem o
desenvolvimento de alterações estruturais em resposta as experiências, estímulos
repetitivos, prática de tarefas especificas, treinamento sensorial e mental, ambas
integradas às estratégias de reabilitação. CONCLUSÃO: Diante dos resultados
obtidos foi possível observar que a fisioterapia proporcionou benefícios para as
crianças portadoras de malformação congênita cerebral, além de contribuir para
neuroplasticidade. Autor(s) Ana Cristina Rodrigues Batista Orientador(s) Antônio José dos Santos Camurça Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Anomalias congênitas. Modalidades de fisioterapia e plasticidade neuronal. Curso FISIOTERAPIA |
| Fisioterapia e o equilíbrio postural em pacientes portadores de Parkinson: revisão sistemática (PÓS104) | Maria Lucélia Barbosa da Silva | PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
Fisioterapia e o equilíbrio postural em pacientes portadores de Parkinson: revisão sistemática (PÓS104)
Resumo
Introdução: A Doença de Parkinson (DP) tem como característica a degeneração de neurônios
dopaminérgicos da parte compacta da substância negra do mesencéfalo, essa degeneração é
irreversível e acarreta grandes comprometimentos aos pacientes Indivíduos com doença de
Parkinson, manifestam grandes comprometimentos posturais, provocando desequilíbrio e
instabilidade. Objetivo: Revisar na literatura a eficácia da atuação da fisioterapia no equilíbrio
postural de pacientes com a Doença de Parkinson. Metodologia: Trata-se de uma revisão
sistemática que constituiu na busca de artigos nas bases de dados eletrônica LILACS, SCIELO
e PEDro, no período de abril a maio de 2021. Resultados: A busca na base de dados identificou
66 artigos, dentre estes foram selecionados, a partir dos critérios de elegibilidade, 8 artigos,
para compor essa revisão e os mesmos foram apresentados em tabelas e discutidos. Foram
identificados nos estudos que as intervenções fisioterapêuticas utilizadas foram alongamento e
fortalecimento muscular, deslocamento corpóreo latero-lateral e antero-posterior, treino de
marcha, coordenação motora, agilidade, mobilidade e sensório-motor, exergaming, realidade
virtual e plataforma vibratória. Conclusão: Portanto, a fisioterapia é um recurso terapêutico
eficaz na melhora do equilíbrio postural estático e dinâmico em parkinsonianos,
proporcionando uma melhor independência funcional nessa população. Com isso, pode ser
utilizada como um meio de promoção e prevenção de agravos à saúde e reabilitação das
disfunções proveniente da DP. Todavia é sugerido que se faça novas pesquisas relativas com a
temática para aquisição de melhores evidências científicas que orientem a aplicação terapêutica. Autor(s) Maria Lucélia Barbosa da Silva Orientador(s) Rejane Fiorelli de Mendonça Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Doença de Parkinson. Equilíbrio postural. Fisioterapia. Curso PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Baixar |
| Fisioterapia em canino diagnosticado com síndrome do cão nadador: relato de caso (DG- MV28) | Aryanna Alvino Modesto Reis | MEDICINA VETERINÁRIA |
Fisioterapia em canino diagnosticado com síndrome do cão nadador: relato de caso (DG- MV28)
Resumo
A Síndrome do Cão Nadador
(SCN), também conhecida como hipoplasia miofibrilar, é uma anomalia
musculoesquelética que afeta animais neonatos. Sua etiologia é desconhecida,
mas fatores genéticos, ambientais e nutricionais são considerados as possíveis
causas. Caracterizada pela locomoção em padrão de “natação”. Raças
condrodistróficas, são as mais predispostas a acometer, a exemplo, a raça Shih
Tzu. Este trabalho teve como objetivo relatar um caso de SCN em um canino,
atendido em clínica particular no município de Juazeiro do Norte/CE. O
paciente, um canino, raça Shih Tzu, fêmea, 40 dias de vida, apresentava dificuldade
em ficar em estação. A radiografia apresentou resultados dentro dos parâmetros
de normalidade, não sendo identificadas alterações compatíveis com malformação,
evidenciando o diagnóstico da SCN. Desta forma, foi instituído um protocolo
fisioterapêutico dividido em duas fases, totalizando 14 sessões. A reabilitação
incluiu alongamentos, mobilizações articulares, eletroterapia, laserterapia,
cinesioterapia progressiva e treino proprioceptivo com o uso de bandagens. Ao
longo das sessões, observaram-se melhora da coordenação, aumento da força
muscular e retorno gradual às atividades normais, com recuperação completa da
marcha ao final do tratamento. O caso evidencia a eficácia da abordagem
fisioterápica como tratamento principal, reforçando a importância da avaliação
individualizada, do manejo multimodal e do acompanhamento clínico contínuo para
manutenção da qualidade de vida. Autor(s) Aryanna Alvino Modesto Reis Orientador(s) Lara Guimarães Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Condrodistróficas. Hipoplasia Miofibrilar. Neonatos. Curso MEDICINA VETERINÁRIA Baixar |
| Fisioterapia em cuidados paliativos nos pacientes com Alzheimer: revisão de literatura (F1209) | Jafia Ligia Mendes dos Santos | FISIOTERAPIA |
Fisioterapia em cuidados paliativos nos pacientes com Alzheimer: revisão de literatura (F1209)
Resumo
Cuidados paliativos são cuidados direcionado a pacientes com doenças terminais
ou não curáveis a fisioterapia nos cuidados paliativos oferecem tratamento para alívio da dor
melhorando sua qualidade de vida. Cuidados paliativos são cuidados direcionados a pacientes
em estado terminal ou com doenças incuráveis, a doença de Alzheimer é uma doença
neurodegenerativa não reversível que com passar dos anos progride grosseiramente diante de
tal doença de Alzheimer a fisioterapia nos cuidados paliativos oferece alívio de dor e sintomas
oferecendo uma melhora de qualidade de vida diante de uma doença incurável. Identificar os efeitos cuidados paliativos aplicado pelo fisioterapeuta em pacientes com
diagnóstico de Alzheimer. O estudo trata-se de uma pesquisa exploratória do
tipo de revisão integrativa de natureza bibliográfica na qual foram utilizadas as seguintes
bases de dados pubmed, científicos pesquisados em bases de dados eletrônicas como, Medical
Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE), Scientific Electronic Library
Online (SCIELO) e PUBMED National Library of Medicine (NLM)utilizando os: cuidados
paliativos, fisioterapia, Alzheimer. Foram selecionados e analisados 8 artigos que
estavam incluídos nos critérios de inclusão, onde foram divididos em uma tabela em títulos do
estudo, autor, ano, métodos e resultados. Através da análise sobre os cuidados paliativos nos
pacientes com doença de Alzheimer foi possível observar os resultados benéficos que a
fisioterapia em cuidados paliativos dispões aos pacientes com doença de Alzheimer e as
múltiplas terapias que podem ser usadas pelo fisioterapeuta. Autor(s) Jafia Ligia Mendes dos Santos Orientador(s) Ana Géorgia Amaro Alencar Bezerra Matos Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Cuidados paliativos. Fisioterapia. Doença de Alzheimer. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Fisioterapia em pacientes com fratura de tíbia, portadores de fixador externo (F36) | Jorge Honor de Brito | FISIOTERAPIA |
Fisioterapia em pacientes com fratura de tíbia, portadores de fixador externo (F36)
Resumo
A fratura da diáfise da tíbia é a fratura de osso longo mais freqüentemente tratada pelos ortopedistas. Sua incidência é maior em pacientes jovens, sendo as causas mais comuns acidentes de trânsito e traumas esportivos. Existe vários tipos de fraturas sendo as mais graves a exposta e cominutiva. A Fratura exposta é aquela na qual há perda da continuidade da pele, do tecido subcutâneo e do osso que entra em contato direto com o meio externo, ou o contato indireto da fratura com o meio externo, pelo hematoma. Já na fratura cominutiva o osso fraturado se parte em vários fragmentos dificultando o tratamento do mesmo. O tratamento clinico dessas fraturas geralmente ocorre através de um procedimento cirúrgico sendo a colocação de um fixador externo (FE) a mais utilizada. Fixação externa é um método de fixação óssea ou de fragmentos ósseos, utilizando hastes longitudinais de sustentação, pinos ou fios transfixantes. Tem como principais indicações, lesões em que há uma grande perda de substância de pele e de osso, sendo também aplicado para tratamento imediato das fraturas complexas dos membros, abertas ou fechadas, fraturas severas, fraturas associadas à perda óssea; à lesão de partes moles; fraturas com cominução extensa; fraturas múltiplas. O tratamento Fisioterápico vem junto ao tratamento clínico trazer diversos benefícios para o paciente, como a funcionalidade mais rápida das atividades de vida diária, a aceleração do processo de consolidação óssea e melhoria na qualidade de vida, através de seus variados recursos. O objetivo deste estudo foi de realizar uma revisão bibliográfica sobre a Fisioterapia no tratamento das fraturas de tíbia, após a colocação de um FE, visando uma melhor resposta a esse procedimento cirúrgico. Metodologia: foi realizado uma pesquisa computadorizada nos bancos de dados Lilacs, Scielo, Pudmed, Medline, Google acadêmico e outros, bem como através das revistas científicas, utilizando-se como palavras-chave fratura de tíbia, FE e fisioterapia, limitada a estudos com seres humanos publicados no período de 1993 a 2008. Resultados: foram encontrados cinco estudos dos quais apenas três relataram sobre os benefícios e indicações da fisioterapia em pacientes com fratura portadores de FE e dois comprovaram a eficácia da Cinesioterapia no tratamento destes pacientes. Conclusão: conclui-se que apesar da escassa bibliografia, a fisioterapia mostrou-se necessária e eficaz no tratamento dos pacientes com fratura de tíbia portadores de FE. No entanto é preciso de mais estudos científicos que comprovem a importância da fisioterapia nestes pacientes através de outros recursos fisioterapêuticos. Autor(s) Jorge Honor de Brito Orientador(s) Renata Pinheiro de Santana Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Fisioterapia. Fratura de tíbia. Fixador externo. Curso FISIOTERAPIA |
| Fisioterapia em pacientes com traumatismo craniano na unidade de terapia intensiva: uma revisão de literatura (F707) | Roseane Marcolino Queiroz | FISIOTERAPIA |
Fisioterapia em pacientes com traumatismo craniano na unidade de terapia intensiva: uma revisão de literatura (F707)
Resumo
O traumatismo cranioencefálico (TCE) pode ser classificado como uma agressão
provocada por forças externas que sejam capazes proporcionar lesões anatômicas
ou comprometer as estruturas do crânio ou do encéfalo. O TCE tem repercussão
negativa na saúde geral da população, chegando a atingir de 15% a 20% do total de
óbitos em pessoas com idade até os 35 anos e é responsável por 1% de todas as
mortes em adultos. O presente estudo trata-se de uma revisão de literatura que
buscou compreender o papel da fisioterapia em pacientes com traumatismo craniano
em unidade de terapia intensiva após traumatismo craniano. Para coleta de dados
as bases de dados utilizadas foram o ScientificElectronic Library Online (SCIELO),
Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciência da Saúde (LILACS), O Centro
Latino-Americano e do Caribe em Saúde (BIREME), e Evidência em Fisioterapia
(PeDRO) através dos descritores de ciencência em saúde (DECS) “respiratory
therapy” “craniocerebral trauma” “intensive care units”. Baseado nos dados colhidos
por esse estudo nota-se que a o manuseio da ventilação mecânica e utilização de
técnicas como mudança de decúbito, elevação da cabeceira a 30°, hiperinsuflação,
hiperoxigenação precedida de aspiração de vias aéreas, e técnicas respiratórias
mostraram não ter impacto nos parâmetros cerebrais e hemodinâmicos, e que a
utilização de ventilação protetora pulmonar é uma forma de prevenir pneumonia
associada a ventilação mecânica e síndrome da angústia respiratória. Desta forma,
a execução de protocolos terapêuticos que favorecem a estabilização dos sintomas
e prevenção das complicações advindas da ventilação mecânica é de suma
importância para essa população. Autor(s) Roseane Marcolino Queiroz Orientador(s) Ivo Saturno Bomfim Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Traumatismo cranioencefálico. Unidade de terapia intensiva. Fisioterapia respiratória. Curso FISIOTERAPIA |
| Fisioterapia na diástase abdominal (DMRA) no puerpério: revisão integrativa de literatura (F914) | Gisele Pereira Martins | FISIOTERAPIA |
Fisioterapia na diástase abdominal (DMRA) no puerpério: revisão integrativa de literatura (F914)
Resumo
Introdução: Diante a gravidez a mulher passa por varias alterações em seu corpo, desde a
descoberta da gestação ate o nascimento do seu bebê, seja ela hormonal como alterações na
biomecânica. Com essas alterações ocorre DMRA, diástase dos retos abdominais, que é o
afastamento das fibras dessa musculatura reduzindo a força de contração do mesmo. Dessa
forma com o passar dos anos as mulheres estão em busca, cada vez mais, tratamentos para o
seu bem estar. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa, na qual serão selecionados
os descritores mais adequados. Os artigos selecionados sobre o tema escolhido, Fisioterapia
no tratamento da diástase dos retos abdominais, foram pesquisados nas seguintes bases de
dados: Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), Pedro, PubMed e Scielo. Desta forma, foram
selecionados os artigos publicados entre os anos de 2009 a 2019. Resultados: Foi realizado a
pesquisa nas bases de dados ao qual foram encontrados 16 artigos sobre a Fisioterapia no
tratamento da diástase, mas apenas 4 estudos seguiram os critérios de inclusão e exclusão pré-definidos. Conclusão: Conclui-se que com a associação da cinesioterapia com a realização da
eletroestimulação muscular é benéfica para o tratamento da Diástase dos Músculos Retos
Abdominais (DMRA), no entanto, ficou evidente a carência de informações e de estudos
relacionados ao tema proposto. Autor(s) Gisele Pereira Martins Orientador(s) Carolina Assunção Macedo Tostes Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Diástase. Gravidez. Fisioterapia. Tratamento. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Fisioterapia na incontinência urinária de esforço: estudo comparativo entre cinesioterapia e eletroterapia (F235) | Cicera Romana de Luna Nunes | FISIOTERAPIA |
Fisioterapia na incontinência urinária de esforço: estudo comparativo entre cinesioterapia e eletroterapia (F235)
Resumo
Uma das principais afecções que acometem o sistema urinário baixo da mulher e envolvendo o assoalho pélvico é a incontinência urinária, situação esta que promove desconforto psicossocial à paciente portadora deste conjunto de sintomas que acarretam perca involuntária de urina. Para que a compreensão da incontinência urinária seja de fato efetiva, torna-se necessário um estudo detalhado das estruturas anatômicas, renais e genitais femininas, bem como a neurofisiologia da micção e como se comportam os reflexos, a partir dos estímulos recebidos. A saúde hoje está sempre procurando meios que auxiliem no tratamento de diversas patologias, antes a perca involuntária de urina era tratada com medicamentos ou cirurgias, hoje a fisioterapia ocupa importante papel com métodos de reeducação perineal que trazem benefícios de maneira menos invasiva. Os métodos mais utilizados na fisioterapia para o tratamento desta afecção são a eletroestimulação e a cinesioterapia. A partir de estudos para a escolha de um tratamento mais rápido e eficaz percebeu-se que a cinesioterapia é mais efetiva que a eletroterapia, isto quando isoladas, quando são utilizadas em conjunto o resultado é mais rápido e fiel. Autor(s) Cicera Romana de Luna Nunes Orientador(s) Carolina Assunção Macêdo Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Incontinência urinária. Micção. Eletroestimulação. Cinesioterapia. Curso FISIOTERAPIA |
| Fisioterapia na prevenção de quedas em idosos com síndrome da fragilidade: uma revisão integrativa (F1205) | Lo-Ruama Alves Bezerra Lima | FISIOTERAPIA |
Fisioterapia na prevenção de quedas em idosos com síndrome da fragilidade: uma revisão integrativa (F1205)
Resumo
O envelhecimento da população é visto como um grande triunfo da humanidade
e ao mesmo tempo como um desafio quanto à qualidade de vida e ao bem-estar. A fisioterapia
pode atuar na prevenção da ocorrência de quedas e de outras complicações advindas da
síndrome da fragilidade, assim melhorar a performance física e as habilidades funcionais do
idoso. Descrever a atuação da fisioterapia na prevenção de quedas em idosos com
síndrome da fragilidade, com base na literatura. Este trabalho consiste em uma
revisão de literatura integrativa, constituída a partir de artigos, na base de dados da Scielo
(Scientific eletronic library online), BVS (Biblioteca virtual em saúde), Pubmed e PEDro.
Utilizando-se os seguintes Descritores de Ciência da saúde (DeCS) no idioma português e seus
respectivos termos em inglês: “Idoso”, “Síndrome da fragilidade”, “Quedas” e “Fisioterapia”;
“Elder abuse”, “Frailty”, “Falls” and “Physical Therapy Specialty”. Foi inclusos estudos
publicados nos últimos cinco anos, em inglês e português e excluídos os duplicados e
incompletos. A amostra final desta revisão foi constituida por 10 artigos
científicos, selecionados pelos critérios de inclusão previamente estabelecidos. Destes, 5
foram encontrados na base de dados PUMED, 2 na BVS e 3 na PEDro. Conclusão: Com esse
estudo foi possível perceber que a fisioterapia tem um impacto positivo sobre os aspectos que
atuam na prevenção de quedas. Autor(s) Lo-Ruama Alves Bezerra Lima Orientador(s) Tatianny Alves de França Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Idoso. Síndrome da fragilidade. Queda. Fisioterapia. Curso FISIOTERAPIA Baixar |