| Título | Autor | Curso | Visualizar |
|---|---|---|---|
| Frequência de fenótipos eritrocitários ABO, Rh, Kell e Kidd em doadores de sangue no hemocentro regional de Iguatu - CE (B15) | Lucas Henrique Araújo Costa | BIOMEDICINA |
Frequência de fenótipos eritrocitários ABO, Rh, Kell e Kidd em doadores de sangue no hemocentro regional de Iguatu - CE (B15)
Resumo
Os grupos sanguíneos são caracterizados pela presença ou ausência de moléculas de superfície eritrocitária, que são na maioria das vezes de origem proteica, codificadas por genes ou produzidas pela quebra de substratos específicos. Dentro deste contexto, sabemos a importância da tipagem sanguínea para a realização de transfusões de hemocomponentes e hemoderivados, que visa à redução de reações adversas durante ou após o processo transfusional. Partindo deste pressuposto, este estudo teve como principal objetivo avaliar a frequência de fenótipos eritrocitários ABO, Rh, Kell e Kidd, por meio da análise dos dados das fichas dos doadores de sangue no Hemocentro Regional de Iguatu (CE). Foram estudadas as frequências gênicas dos grupos sanguíneos ABO, Rh, Kell e Kidd em uma população constituída por 733 doadores de sangue durante o período compreendido entre 2009 a 2011. Foram incluídos no estudo apenas os doadores que tiveram o sangue fenotipado. Para o grupo sanguíneo ABO, o fenótipo O (49,53%) foi o mais predominante, seguido dos grupos A (39,26%), B (8,34%) e AB (2,87%). Foi encontrado apenas 6,41% de positividade para a molécula Rh(D), pois o Hemocentro de Iguatu realiza fenotipagem de bolsas cujo Rh é negativo, e apenas 10% Rh positivo. A frequência encontrada para os grupos Kell e Kidd foi de 5% e 2%, respectivamente. Estes resultados mostram que é de extrema importância a realização de técnicas para detecção destes grupos sanguíneos, para que seja reduzida a incidência de reações transfusionais e de problemas em futuras gestações.
Autor(s) Lucas Henrique Araújo Costa Orientador(s) Helenicy Nogueira Holanda Veras Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Grupos sanguíneos. Fenótipos eritrocitários. Doadores de sangue. Curso BIOMEDICINA |
| Frequência de grupos sanguíneos e fator RH em pacientes de uma clínica escola de Juazeiro do Norte - Ceará (B268) | Amanda Priscila da Silva Leite | BIOMEDICINA |
Frequência de grupos sanguíneos e fator RH em pacientes de uma clínica escola de Juazeiro do Norte - Ceará (B268)
Resumo
O sistema ABO foi descoberto em 1900 por um cientista de nome Karl Landesteiner que ao realizar diversas transfusões de sangue, pode observar que em algumas havia a aglutinação sanguínea e em outras isto não ocorria. Os grupos sanguíneos são compostos por antígenos presentes na superfície das hemácias, alguns possuem proteínas, outros carboidratos ligados a estas proteínas ou lipídeos. A determinação do tipo sanguíneo é de grande importância, visto que reduz riscos de uma reação imunológica para o indivíduo. O objetivo deste trabalho foi descrever a frequência de grupos sanguíneos e fator Rh em pacientes de uma clínica escola de Juazeiro do Norte-CE. Trata-se de uma pesquisa descritiva, retrospectiva com abordagem quantitativa. Os dados foram coletados em uma clínica escola de Juazeiro do Norte-CE, tabulados no programa Microsoft Excel® e apresentados em tabelas. Dos 296 pacientes, 205 eram do sexo feminino e 91 do sexo masculino, ambos os sexos apresentaram o grupo sanguíneo O positivo como o de maior prevalência, seguido do A, B e AB positivo. Desta forma, pode-se concluir que o grupo sanguíneo O positivo apresentou-se como o de maior prevalência, em seguida o A positivo. Já o grupo sanguíneo AB, encontra-se como o mais escasso na população avaliada. E quanto ao fator Rh, o Rh positivo encontra-se em maior número. Mais estudos devem ser desenvolvidos que abordem uma maior população a fim de contribuir para um melhor planejamento do fornecimento e utilização de derivados sanguíneos necessários à população, além de prevenir problemas no ato transfusional. Autor(s) Amanda Priscila da Silva Leite Orientador(s) Ana Ruth Sampaio Grangeiro Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Rh. Sistema ABO. Tipagem sanguínea. Curso BIOMEDICINA |
| Frequência de hipolactasia em pacientes atendidos em um laboratório na cidade de Crato - CE (B567) | Alercia Fernandes Lopes | BIOMEDICINA |
Frequência de hipolactasia em pacientes atendidos em um laboratório na cidade de Crato - CE (B567)
Resumo
O presente estudo destinou-se a avaliação da frequência do número de casos de hipolactasia
através dos resultados de testes bioquímicos e coprológicos, obtidos de um laboratório
particular da cidade de Crato-CE, identificando a faixa etária e o sexo com maior prevalência
dessa patologia. Tratou-se de uma pesquisa documental, descritiva, com abordagem
quantitativa, na qual foram selecionados laudos de pacientes que realizaram teste oral de
tolerância à lactose (TOTL) e coprologia funcional, entre julho de 2017 e julho de 2018;
obtendo os respectivos laudos pelo sistema informatizado do laboratório, com submissão ao
comitê de ética pelo protocolo 02179018.4.0000.5048. As análises dos 58 laudos do TOTL
demonstraram um percentual de 67,6% de intolerantes, com faixa etária predominante entre
6-10 anos. Ao analisar os dados, em função do sexo, observou-se que mesmo com percentuais
semelhantes, o número de mulheres intolerantes sobressai-se em relação ao número de
homens com o mesmo diagnóstico. O estudo avaliou também o percentual de solicitações de
TOTL em conjunto com a coprologia funcional, observando-se um percentual de apenas 10%,
em relação ao total de laudos de TOTL. Dos seis laudos com metodologias associadas, cinco
deles apresentaram resultados positivos para hipolactasia. Na análise da coprologia funcional
isolada, sem sobrecarga de lactose, os resultados positivos representaram apenas 8% dos
laudos obtidos dessa técnica, no entanto essa metodologia pode apresentar alterações levando
a falso-positivos, ou falso-negativos. A partir das análises realizadas, o presente estudo
demonstrou elevado índice de hipolactasia, principalmente na primeira infância, reafirmando
a consolidação do déficit enzimático, e refletindo a provável base alimentar dos primeiros
meses de vida. A presente pesquisa demonstrou também a deficiência de análises conjuntas,
bioquímica e coprológica, para um diagnóstico conclusivo de hipolactasia. Autor(s) Alercia Fernandes Lopes Orientador(s) Amanda Karine de Sousa Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Diagnóstico. Intolerância à lactose. Teste de tolerância à lactose. Curso BIOMEDICINA Baixar |
| Frequência de isolamento de cepas de pseudomonas aeruginosa resistentes ao meropenem isoladas em culturas do trato respiratório de pacientes internos da região do Cariri (DG- B32) | Ana Livia Galvão Lopes | BIOMEDICINA |
Frequência de isolamento de cepas de pseudomonas aeruginosa resistentes ao meropenem isoladas em culturas do trato respiratório de pacientes internos da região do Cariri (DG- B32)
Resumo
Esta pesquisa teve como objetivo
analisar a frequência de isolamento de cepas de Pseudomonas aeruginosa
resistentes ao meropenem isoladas em culturas do trato respiratório de
pacientes internos de Unidade de Terapia Intensiva da região do Cariri.
Tratou-se de um estudo observacional, transversal, descritivo, de carácter
quantitativo que foi utilizado como base o banco de dados de um laboratório da
região do Cariri, através de um sistema interno, SHIFT. Foram analisadas
amostras de cultura traqueal, onde foi possível observar que cerca de 65
(37,57%) amostras apresentaram resistência ao meropenem, enquanto 108 (62,43%)
demonstraram sensibilidade ao mesmo. Foram analisadas amostras de pacientes com
crescimento positivo para Pseudomonas aeruginosa com idades entre 1 a 90 anos.
Entre as idades de 1 a 20, cerca de 16 (9,36%) amostras sensíveis ao meropenem,
enquanto 8 (4,68%) mostraram resistência ao mesmo antibiótico. Já entre as
idades de 21 a 42, cerca de 17 (9,94%) apresentaram resistência ao mesmo,
enquanto 20 (11,70%) mostraram-se sensíveis. Entre de 42 a 62, cerca de 14
(8,19%) amostras apresentaram resistência ao meropenem, enquanto 31 (18,13%)
mostraram-se sensíveis ao mesmo. Entre os pacientes com idade de 62 a 90 anos,
cerca de 40 (23,39%) apresentaram-se sensíveis ao antibiótico, em contrapartida,
25 (14,62%) apresentaram resistência. De acordo com os resultados obtidos
percebe-se que há uma grande quantidade de infecções hospitalares que acometem
principalmente pacientes submetidos à ventilação mecânica, provavelmente em
virtude das condições ambientais. Autor(s) Ana Livia Galvão Lopes Orientador(s) Tássia Thaís Al Yafawi Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Unidade de terapia intensiva. Cultura traqueal. Infecções adquiridas. Curso BIOMEDICINA Baixar |
| Frequência de isolamento de klebsiella pneumoniae e escherichia coli produtoras de blse em culturas realizadas em laboratório privado na cidade de Crato - Ceará (B709) | Taylana Bezerra Amorim | BIOMEDICINA |
Frequência de isolamento de klebsiella pneumoniae e escherichia coli produtoras de blse em culturas realizadas em laboratório privado na cidade de Crato - Ceará (B709)
Resumo
O presente trabalho objetivou realizar um levantamento de dados avaliando a frequência de isolados bacterianos de Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae produtores de Betalactamase de Espectro Estendido (BLSE) em culturas realizadas em laboratório privado da cidade de Crato, Ceará, no período de julho a dezembro de 2019. A coleta de dados ocorreu no mês de junho de 2020. Os critérios de inclusão utilizados foram relatórios de pacientes de UTI, de todas as faixas etárias e sem distinção de sexo; e foram excluídos relatórios de pacientes de ambulatório, com culturas positivas para outras bactérias e culturas negativas. Na análise dos dados foram utilizados relatórios de 129 isolados 65,10% isolou Klebsiella pneumoniae, onde 57,14% foram produtor de enzima, na faixa etária até 64 anos isolou 27,90% e acima de 65 anos 37,20% no sexo feminino isolou 37,20% e no sexo masculino 27,90%, 37,27% produtor de BLSE; 34,90% isolou Escherichia coli, onde 35,60% produtor de enzima, na faixa etária até 64 anos isolou 18,60% e acima de 65 anos isolou 16,30% no sexo feminino isolou 20,90% e no masculino 14,00%, se isolou 12,43% produtor de BLSE. Nesse contexto se observou um percentual significante de bactérias produtoras de BLSE em amostras biológicas de forma geral, sendo necessário uma identificação e diagnóstico rápido desses isolados produtores para melhor manejo clínico do paciente. Autor(s) Taylana Bezerra Amorim Orientador(s) Tassia Thais Al Yafawi Ano de Publicação 2020 Palavra Chave BLSE. Escherichia coli. Klebsiella pneumoniae. Resistencia bacteriana. Curso BIOMEDICINA Baixar |
| Frequência de isolamento de pseudomonas sp. e acinetobacter sp. em amostras do trato respiratório de pacientes com uso de ventilação mecânica antes e durante a pandemia Covid-19 (B776) | Cicera Simone Pereira Domingos Moreira | BIOMEDICINA |
Frequência de isolamento de pseudomonas sp. e acinetobacter sp. em amostras do trato respiratório de pacientes com uso de ventilação mecânica antes e durante a pandemia Covid-19 (B776)
Resumo
O presente estudo teve como objetivo verificar a incidência de Acinetobacter sp. e
Pseudomonas sp., isolados de secreção traqueal de pacientes que desenvolveram pneumonia
associada a ventilação mecânica, bem como a avaliação do perfil de resistência desses
microrganismos aos carbapenêmicos, no período de março de 2019 a fevereiro de 2021, antes
e durante a pandemia de COVID-19, respectivamente. A coleta de dados foi realizada em um
laboratório particular da cidade do Crato-Ce. Os critérios de inclusão foram: culturas positivas
de aspirado traqueal de pacientes de UTI, de todas as faixas etárias. Foram excluídos os
pacientes ambulatoriais e de UTI com culturas negativas. No primeiro momento observou-se
um crescimento de 18,51% para Pseudomonas sp. e 22,22% para Acinetobacter sp., dentre os
demais microrganismos isolados, em um total de 162 amostras. No segundo período, em 363
amostras, 27,35% foram isolados de Pseudomonas sp. e 17,35% de Acinetobacter sp. A
resistência aos carbapenêmicos foi de 46,6% para Pseudomonas sp. e 97,2% para Acinetobacter
sp. no primeiro período, e de 63% para Pseudomonas sp. e 90,47% para Acinetobacter sp., no
segundo momento. Destacou-se o gênero masculino como o mais atingido nos dois períodos do
estudo. Houve um aumento dos isolados no segundo período, com destaque para Pseudomonas
sp. Acinetobacter sp. apresentou maior resistência aos carbapenêmicos nos dois períodos
avaliados. A produção de biofilme bem como de carbapenemases são características que
justificam a permanência nosocomial e a resistência aos carbapenêmicos. Autor(s) Cicera Simone Pereira Domingos Moreira Orientador(s) Tassia Thaís Al Yafawi Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Acinetobacter sp. COVID-19. Pneumonia associada a ventilação mecânica. Pseudomonas sp. Resistência bacteriana. Curso BIOMEDICINA Baixar |
| Frequência de isolamento dtreptococcus agalactiae em culturas de swab anal e vaginal de pacientes gestantes no ano de 2024 em um laboratório privado da cidade de Crato-CE (DG- B31) | Ana Kélvia Juca de Moraes | BIOMEDICINA |
Frequência de isolamento dtreptococcus agalactiae em culturas de swab anal e vaginal de pacientes gestantes no ano de 2024 em um laboratório privado da cidade de Crato-CE (DG- B31)
Resumo
O presente estudo teve como
objetivo analisar a frequência de isolamento de Streptococcus agalactiae em
culturas de swab anal e vaginal de gestantes atendidas em um laboratório
privado da cidade de CRATO-CE, no ano de 2024. Trata-se de uma pesquisa
observacional, transversal, descritiva e quantitativa, realizada a partir de
dados laboratoriais coletados entre janeiro e dezembro de 2024. Foram incluídas
53 gestantes com culturas positivas para S. agalactiae. Os resultados
demonstraram que 34 amostras apresentaram crescimento desta espécie no swab
anal e 37 na secreção vaginal, indicando uma maior frequência de colonização
vaginal. Quanto ao perfil de sensibilidade antimicrobiana, observou-se elevada
taxa de resistência à eritromicina (secreção vaginal 71,40% e no swab anal
43,75%) e boa sensibilidade à clindamicina (secreção vaginal 78,40% e no swab
anal 83,80%), enquanto a penicilina e a vancomicina mantiveram 100% e mais de
90% de eficácia, respectivamente. Esses achados reforçam a importância da
triagem microbiológica durante o pré-natal, especialmente entre as 35ª e 37ª
semanas de gestação, para prevenir a transmissão vertical e as complicações
neonatais graves associadas ao microrganismo. Após a aprovação ética,
iniciou-se a coleta das informações. Conclui-se que o monitoramento contínuo da
resistência antimicrobiana e a adoção de protocolos de rastreamento são
estratégias fundamentais para reduzir riscos perinatais e garantir um
acompanhamento gestacional mais seguro. Autor(s) Ana Kélvia Juca de Moraes Orientador(s) Tassia Thais Al Yafawi Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Colonização. Sensibilidade. Resistência. Rastreamento. Pré-natal. Curso BIOMEDICINA Baixar |
| Frequência de segundo canal na raiz mesiovestibular de primeiros e segundos molares superiores humanos (O1218) | Antônio Rodrigo Pereira Leite; Ruan Roosevelt Bernado Moura | ODONTOLOGIA |
Frequência de segundo canal na raiz mesiovestibular de primeiros e segundos molares superiores humanos (O1218)
Resumo
Os dentes primeiros e segundos molares superiores humanos são elementos que apresentam
uma anatomia complexa desde sua câmara pulpar até o sistema de canais radiculares, podendo
apresentar calcificações, atresias e canais radiculares adicionais. Essa pesquisa tem como
objetivo investigar a incidência do segundo canal na raiz mesiovestibular em primeiros e
segundos molares superiores humanos. Para tal procedimento foram selecionados 75 molares
superiores humanos de forma aleatória e suas raízes mesiovestibulares seccionadas em três
partes para visualização e classificação do canal mesiopalatino (MV2), segundo configuração
proposta por Weine. A prevalência de dois canais na raiz mesiovestibulares da amostra foi
observada em 62 dentes (82,7%), enquanto apenas um canal foi visualizado em 17,3% dos
dentes examinados. Quanto a classificação da morfologia interna, 46,4% dos primeiros molares
e 27,8% dos segundos molares apresentaram-se como tipo II de Weine; a configuração tipo IV
foi a menos observada nos primeiros molares superiores (3,5%), e a configuração tipo I a menos
observada nos segundos molares (16,7%). De acordo com os resultados, pôde-se concluir que
há uma alta incidência de canal MV2 nos dentes analisados, sendo o tipo II o mais frequente; a
frequência de istmos foi igual a incidência de MV2, para os dois grupamentos dentários e que
a maior prevalência de canal MV2 ocorreu em primeiros molares superiores do lado esquerdo. Autor(s) Antônio Rodrigo Pereira Leite; Ruan Roosevelt Bernado Moura Orientador(s) Francisco Wellery Gomes Bezerra Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Anatomia. Endodontia. Dente molar. Raiz dentária. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Frequência de sinais e sintomas de disfunção cervical em mulheres com fibromialgia (DG- F85) | Ariany Soares Fernandes | FISIOTERAPIA |
Frequência de sinais e sintomas de disfunção cervical em mulheres com fibromialgia (DG- F85)
Resumo
A fibromialgia é uma síndrome de dor crônica caracterizada por dor musculoesquelética difusa, fadiga e distúrbios do sono, sendo mais prevalente em mulheres. Disfunções cervicais podem coexistir com a fibromialgia, intensificando os sintomas e comprometendo a qualidade de vida. Este estudo teve como objetivo caracterizar a frequência de sinais e sintomas de disfunção cervical em mulheres com fibromialgia. Trata-se de um estudo transversal, descritivo e de abordagem quantitativa, realizado com mulheres assistidas por uma instituição de apoio em Juazeiro do Norte-CE, entre agosto de 2024 e junho de 2025. A amostra incluiu 21 mulheres com diagnóstico clínico de fibromialgia há pelo menos seis meses. Foram utilizados o Índice de Disfunção Clínica Craniocervical (IDCC) e o questionário SF-36 para avaliar a qualidade de vida. Os dados foram analisados por estatísticas descritivas. Os resultados evidenciaram alta frequência de disfunção cervical associada à piora nos escores de qualidade de vida, especialmente nos domínios de dor, capacidade funcional e aspectos emocionais. Conclui-se que há relação entre disfunção cervical e impacto negativo na qualidade de vida dessas mulheres. Autor(s) Ariany Soares Fernandes Orientador(s) Tatianny Alves de França Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Fibromialgia. Cervical. Qualidade de vida. Mulheres. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Frequência de sintomas de ansiedade e bruxismo em vigília em estudantes de odontologia (O1413) | Ana Beatriz Eufrásio Cunha; Ângela Pereira Correia | ODONTOLOGIA |
Frequência de sintomas de ansiedade e bruxismo em vigília em estudantes de odontologia (O1413)
Resumo
O entendimento da relação entre ansiedade e bruxismo em vigília é importante tanto para o controle como para a prevenção. Tem como objetivo verificar a frequência de sintomas de ansiedade e bruxismo em vigília em estudantes de odontologia. A análise dos sintomas dessas condições foi feita através de uma pesquisa em um centro universitário no interior do Ceará, com estudantes de odontologia. Os sintomas de BV foram avaliados através de um questionário que foi pontuado em uma escala de 5 pontos (1 = 'nenhuma vez' a 5 = 'sempre'). Apenas nos estudantes que relataram hábitos orais a maior parte do tempo ou o tempo todo, o bruxismo foi considerado presente. Para avaliar o quadro de ansiedade foi aplicado o questionário GAD-7 relacionado as últimas duas semanas que antecederam a entrevista. A partir dos dados coletados foi confeccionado um banco de dados do qual foi realizada estatística descritiva, apresentando os resultados na forma de tabela e levando em consideração um nível de significância de 5% (> 0,05). Foram entrevistados 121 estudantes de odontologia, 85 do sexo feminino e 26 do sexo masculino, 70,25% dessa população mostrou-se o bruxismo em vigília presente, 98,4% desses estudantes apresentaram sintomas de ansiedade leve, moderado e grave. Foi observado que os estudantes que apresentaram o grau de sintomas de ansiedade grave, apresentaram maior prevalência do bruxismo em vigília, e os que apresentaram ansiedade leve e moderada, responderam com menor número de hábitos orais. Quanto ao sexo, não houve diferença significativa de hábitos e sintomas. Autor(s) Ana Beatriz Eufrásio Cunha; Ângela Pereira Correia Orientador(s) Thiago Bezerra Leite Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Ansiedade. Bruxismo. Estudantes de odontologia. Curso ODONTOLOGIA Baixar |