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Políticas públicas de saúde as pessoas com HIV/AIDS: a importância do cuidado psicológico (P289) | Maria Vanuzia de Sales | PSICOLOGIA |
Políticas públicas de saúde as pessoas com HIV/AIDS: a importância do cuidado psicológico (P289)
Resumo
O atual estudo tem como finalidade relacionar as estratégias do cuidado psicológico às pessoas com HIV/AIDS nas políticas públicas de saúde no Brasil. O levantamento da produção cientifica foi realizado a partir de uma abordagem qualitativa, tendo por base estudos bibliográficos. As pesquisas foram realizadas objetivando: Conhecer as políticas públicas direcionadas às pessoas com HIV/AIDS em nível nacional; analisar de que modo o trabalho do psicólogo colabora para melhoria da condição de vida das pessoas com HIV/AIDS e relacionar o papel do psicólogo no tratamento multidisciplinar das pessoas que vivem com HIV/AIDS. Tendo em vista que, atualmente, a AIDS necessita ser combatida e tratada, relacionamos as políticas públicas direcionadas á prevenção de novos casos, tratamento e reabilitação dos indivíduos acometidos por esta enfermidade. Será abordada a maneira como é desenvolvido o trabalho do psicólogo na equipe multiprofissional da saúde pública em relação ao tratamento das pessoas que vivem com HIV/AIDS e o atendimento direcionado a estes pacientes nos níveis de atenção da saúde pública. Através de novos processos terapêuticos tanto medicamentosos, quanto de apoio psicológico e de inclusão social, consegue-se oferecer uma melhor qualidade de vida aos cidadãos acometidos por esta doença. Autor(s) Maria Vanuzia de Sales Orientador(s) Moema Alves Macêdo Ano de Publicação 2013 Palavra Chave Políticas públicas. Psicologia. HIV/AIDS. Curso PSICOLOGIA |
Políticas públicas de saúde com ênfase na oncologia e a atuação do assistente social: uma revisão de literatura (S796) | Raiane Roberto Pereira | SERVIÇO SOCIAL |
Políticas públicas de saúde com ênfase na oncologia e a atuação do assistente social: uma revisão de literatura (S796)
Resumo
O presente estudo tem como discussão sobre a atuação do Assistente Social junto à saúde na perspectiva dos pacientes oncológicos. Neste sentido, reflete sobre o papel deste profissional direcionada a uma prática junto ao usuário e seus familiares, orientando sobre seus direitos, em direção as decisões que queiram tomar. Para atingir o objetivo a que se propôs, primeiramente foi feita uma análise sobre a perspectiva histórica de saúde no Brasil e, logo em seguida, foi feita uma análise sobre os direitos sociais da pessoa com câncer; o papel do Assistente social junto à saúde e, finalmente, a influência do serviço social no trabalho em saúde, dos Usuários com câncer. A pesquisa se caracteriza como um estudo bibliográfico, Para tanto, foram consultados os autores, Iamamoto (1998), Vasconcelos (2006), Bravo (2013, 1996),Nogueira(2000).entre outros. O estudo se justifica o interesse em identificar a importância da atuação do Assistente social para mediar à garantia dos direitos sociais ao usuário. No entanto, o trabalho é importante, pois, é motivo de leitura e aprofundamento para outros temas. Contudo, conclui-se que o reconhecimento de que o Assistente Social, dentro deste espaço sócio ocupacional, vai atuar no sentido de criar estratégias de enfrentamento às desigualdades sociais, na tentativa de garantir direitos àqueles que mais necessitam do acesso aos serviços de saúde. Autor(s) Raiane Roberto Pereira Orientador(s) Rúbia Aurinívea Ribeiro Lóssio Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Assistência social. Oncológico. Direitos sociais. Curso SERVIÇO SOCIAL |
Políticas públicas de saúde: o processo transexualizador e o direito de ser (P1041) | Aparecida Myllene Teodósio da Silva | PSICOLOGIA |
Políticas públicas de saúde: o processo transexualizador e o direito de ser (P1041)
Resumo
As políticas públicas de saúde voltadas para o processo transexualizador tem como foco
principal a qualidade de vida da população trans que se inseriu dentro desse contexto. O
objetivo principal desse estudo é analisar as políticas públicas no que concerne o processo
Transexualizador no Brasil. A metodologia utilizada nesse processo é de pesquisa
documental, baseada na cartilha da Política Nacional de Saúde de Lésbicas, Gays, Bissexuais,
Travestis e Transexuais do Ministério da Saúde, e a nota técnica do Conselho Federal de
Psicologia com base em estudos qualitativos, fazendo uma análise dos documentos
escolhidos, em seguida um estudo mais aprofundado desses documentos Os resultados
obtidos explicita que o sistema de saúde agrega a população transexual no que cerne o
processo de redesignação sexual, mas o preconceito ainda existe nos membros da equipe que
compõe esse sistema, além disso, o processo tem sua lentidão devido ao alto índice de procura
pelos serviços de referência, como também poucos lugares ofertam esses serviços, na qual
acaba que por influenciar o sujeito a procurar o modo clandestino para acelerar os processos.
Na nota técnica do CFP (Conselho Federal de Psicologia), os dados obtidos a partir dela
trazem a ideia de que a Psicologia também é peça fundamental na constituição desse novo
sujeito dentro do processo, e que contribui de forma a compreender o adoecimento desse
sujeito acolhendo e apoiando em sua demanda, reinserindo-o de volta na sociedade. Autor(s) Aparecida Myllene Teodósio da Silva Orientador(s) Francisco Francinete Leite Júnior Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Transexualidade. Processo transexualizador. Saúde. Psicologia. Curso PSICOLOGIA Baixar tcc |
Políticas públicas e microcefalia: uma análise das ações do Estado após um ano dos casos identificados na região do cariri cearense (S1157) | Antônia Dias de Oliveira | SERVIÇO SOCIAL |
Políticas públicas e microcefalia: uma análise das ações do Estado após um ano dos casos identificados na região do cariri cearense (S1157)
Resumo
A microcefalia congênita, causada pelo Zika Vírus, tornou-se caso de saúde pública no Brasil devido um considerável aumento de casos na região Nordeste. Se trata de um problema de saúde, que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a decretar emergência na saúde pública em 2016, considerando a elevação do número de casos de recém-nascidos com perímetro cefálico (PC) inferior a 32cm. O objetivo desse trabalho é compreender o desenvolvimento das políticas públicas para atender essas crianças na região do Cariri cearense, bem como os desafios enfrentados diariamente pelas famílias de bebês com microcefalia, os quais foram observados durante o estágio supervisionado e as consequências geradas pela doença. Para que se realizasse a busca de informações e a compreensão do problema, houve a necessidade de estudo e pesquisas em sites governamentais (Ministério da Saúde e FIOCRUZ), sites como o da World Health Organization e artigos científicos. Além disso, estudos como o de PAIM, AROUCA E BRAVO fundamentaram a pesquisa e permitiram analisar a política de saúde de modo mais abrangente. Um questionário, com 16 perguntas, foi aplicado, a fim de analisar por meio de um estudo de casos, as dificuldades de cada família, a deficiência nas políticas públicas e a vulnerabilidade social na qual estas pessoas estão inseridas. Após a pesquisa, ficou nítida a deficiência na qualidade do atendimento público na região do Cariri cearense. Em geral, as famílias apresentam problemas financeiros e encontram dificuldade para transporte e garantia de direitos, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que se mostrou necessário perante a realidade das entrevistadas. Entretanto, apesar de tantas adversidades, as mães ouvidas mostraram-se esperançosas quanto às melhorias que venham a surgir. Autor(s) Antônia Dias de Oliveira Orientador(s) Jamille de Lima Vieira Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Microcefalia. Zika Vírus. Políticas públicas. Curso SERVIÇO SOCIAL |
Políticas públicas e o agravamento da violência doméstica em tempos de pandemia do novo corona vírus (S1536) | Beatriz Souza Amélio | SERVIÇO SOCIAL |
Políticas públicas e o agravamento da violência doméstica em tempos de pandemia do novo corona vírus (S1536)
Resumo
A violência contra a mulher é considerada um fator socialmente histórico e
cultural de base patriarcal, o seu contexto é cercado de vivências a partir de
experiências negativas para as vítimas, tendo em vista a submissão da figura
feminina diante a figura masculina. Diante disso, os movimentos sociais se
opuseram diante a luta pelos direitos das mulheres, surgindo assim a Política
Nacional de enfrentamento à violência contra as mulheres, sendo efetivada em
outros diversos âmbitos e leis como a Lei Maria da Penha, a Lei do Minuto
Seguinte, Lei Carolina Dieckman dentre outras. O objetivo geral do presente
trabalho foi desvelar sobre o crescente índice de violência doméstica durante a
pandemia da COVID-19. Para complementar o embasamento teórico, foi-se
traçado três objetivos específicos, sendo eles: 1) Compreender os aspectos
sociais que levam ao crescente número de violência doméstica durante a
pandemia; 2) Articular um debate com autores que permitam-nos compreender
a historicidade da violência doméstica no país; 3) Propor uma conscientização
social acerca da gravidade da violência doméstica contra as mulheres, gerando
um debate acerca da importância de se ter leis de proteção eficazes. Visando a
análise acerca do agravamento da violência doméstica em tempos de pandemia
e as políticas públicas de enfrentamento, realizou-se a pesquisa de caráter
exploratória descritiva construída a partir do delineamento de base bibliográfica
e documental. Mediante a aplicação das ferramentas metodológicas utilizadas,
constatamos que os fatores de risco que agravam os índices de violência
doméstica, além das leis existentes para essa proteção são: o uso abusivo de
drogas, álcool, desemprego, alterações psicológicas e educação precária. Autor(s) Beatriz Souza Amélio Orientador(s) Maria Clara de Oliveira Figueiredo Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Violência contra a mulher. Movimentos sociais. Política nacional. Lei Maria da Penha. Curso SERVIÇO SOCIAL Baixar tcc |
Políticas públicas em saúde e clínica gestáltica: tecendo saberes e prática (P357) | Jucimara Gonçalves Bernardo | PSICOLOGIA |
Políticas públicas em saúde e clínica gestáltica: tecendo saberes e prática (P357)
Resumo
Este estudo objetiva apresentar uma articulação entre o modelo teórico da clínica do sofrimento ético-político antropológico da Gestalt-terapia e a prática do psicólogo nas políticas públicas em saúde. Tal pesquisa faz-se relevante por tentar enunciar um modelo teórico e clínico aplicável e condizente com a realidade social brasileira, a saber a clínica do sofrimento ético-político antropológico formulada por Muller-Granzotto e Muller-Granzotto (2010). Para isso, utilizou-se o delineamento qualitativo e a pesquisa bibiográfica que teve como intenção analisar à luz da teoria do self proposta por Perls, Hefferline e Goodman (1997), as possíveis articulações entre a Gestalt-terapia e as políticas públicas em saúde, além de investigar como a noção de clínica do sofrimento ético-político antropológico pode orientar a prática do psicólogo nos serviços públicos de saúde. Os resultados evidenciaram que o papel ético do clínico consiste em: acolher o sujeito e escutar o seu apelo por suporte e inclusão; provocar o desvio e estimular o sistema self a produzir ajustamentos criativos frente as suas necessidades; atuar diretamente na função de ego e agenciar com o sofredor modos distintos de reconquistar sua autonomia; e inserir-se nas políticas públicas, gerir e estimular ações fomentadas nos princípios da universalidade, integralidade e equidade do Sistema Único de Saúde. À guisa de conclusão, constatou-se que o modelo teórico da clínica do sofrimento ético-político, constitui-se como um valioso víeis para a compreensão do sujeito e identificação de suas reais necessidades. Bem como, possibilita ao psicólogo intervir nos mais diversos espaços de construção, aprendizagem e produção da saúde. Autor(s) Jucimara Gonçalves Bernardo Orientador(s) Marcus Cézar de Borba Belmino Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Gestalt-terapia. Políticas públicas. Sistema Único de Saúde. Sofrimento ético-político. Curso PSICOLOGIA |
Políticas públicas na rede de atenção psicossocial: desafios no cuidado em saúde mental com foco na atenção primária em saúde (P1563) | Isabel Pereira Fernandes | PSICOLOGIA |
Políticas públicas na rede de atenção psicossocial: desafios no cuidado em saúde mental com foco na atenção primária em saúde (P1563)
Resumo
O modelo psicossocial em saúde mental proporcionou avanços no movimento da luta
antimanicomial. Contudo no atual contexto político, há a operacionalização do desmonte do
SUS implicando dificuldade a oferta de cuidado em saúde mental na Atenção primária. Nesse
trabalho teve como objetivos: discutir sobre os modelos de atenção à saúde mental no Brasil,
também sobre as redes de atenção à saúde e a rede de atenção psicossocial e problematizar o
programa Previne Brasil enquanto política pública que promove o desmonte da atenção
básica, foi realizado uma pesquisa bibliográfica através de análises documentais sobre
documentos oficiais da União e do Estado, também como a investigação de referências já
analisadas e publicadas. Após a sistematização das informações obtidas pôde-se perceber que
as mudanças nas políticas públicas sobre saúde mental impactaram no lugar da psicologia na
atenção básica, através do desfinanciamento das equipes do NASF nesse âmbito. Autor(s) Isabel Pereira Fernandes Orientador(s) Moema Alves Macêdo Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Saúde mental. Atenção Primária. Previne Brasil. Curso PSICOLOGIA Baixar tcc |
Políticas públicas para a população transexual: limites e potencialidades do trabalho do Assistente Social no âmbito do Centro de Referência de Assistência Social - CRAS (S1007) | Júlio Vieira da Silva Menezes | SERVIÇO SOCIAL |
Políticas públicas para a população transexual: limites e potencialidades do trabalho do Assistente Social no âmbito do Centro de Referência de Assistência Social - CRAS (S1007)
Resumo
A Assistência Social é uma política pública de caráter não contributivo e direito de todos os cidadãos, com o objetivo de possibilitar a autonomia da demanda a quem se destina, contribuindo para o bem-estar da sociedade e famílias. Tem como objetivo geral analisar quais os limites e potencialidades do/da Assistente Social no atendimento a população transexual no âmbito do Centro de Referência da Assistência Social - CRAS. Por tanto, faz-se necessário refletir sobre como essa população é vista pela sociedade através do aporte midiático. Analisar quais os limites e potencialidades da política no que tange sua efetivação das políticas públicas para a população LGBT. Bem como, apresentar os desafios contemporâneos posto aos Assistentes Sociais e as possíveis respostas para a referida população e as contribuições do Serviço Social. Tratando-se de direitos sociais e políticas públicas, deve-se fazer uma contextualização, ainda que breve, sobre sua construção histórica. Como o foco desse trabalho está voltada para a Política da Assistência Social, se faz presente seus objetivos, diretrizes e princípios, um link com o Projeto Ético Político da profissão e o Código de Ética Profissional. Utilizou-se de uma pesquisa descritiva, de caráter qualitativo, explicativa e exploratória, de cunho bibliográfico. A relevância desse trabalho, para profissionais, estudantes e a sociedade civil, é indispensável para o debate, acerca da Política de Assistência Social e o fazer profissional no que tange a população LGBT, principalmente os/as transexuais os/as quais quebram regras na sociedade heteronormativa, para outros profissionais e estudantes. Autor(s) Júlio Vieira da Silva Menezes Orientador(s) Maria Clara de Oliveira Figueiredo Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Serviço social. Políticas públicas. LGBT. Diversidade. Sexualidade. Curso SERVIÇO SOCIAL |
Políticas públicas para a saúde mental no Brasil: um caminho de lutas e conquistas (P206) | Fábio Miguel Andrade | PSICOLOGIA |
Políticas públicas para a saúde mental no Brasil: um caminho de lutas e conquistas (P206)
Resumo
A Reforma Psiquiátrica brasileira, iniciada na década de 1970 a partir de movimentos populares em prol da saúde pública, desencadeou uma verdadeira revolução nas formas de cuidado em saúde mental, possibilitando redesenhar o modelo de assistência a partir de novas práticas onde a reinserção do sujeito em seu território torna-se fundamental. Essa nova configuração se dá em face das atuais políticas, que visam romper com estigmas e preconceitos que persistem por anos e devolver autonomia a essas pessoas. O presente trabalho se propõe a compreender o processo de formação das políticas públicas para a saúde mental no Brasil, analisando a contextualização atual destas políticas a partir do movimento de Reforma Psiquiátrica. Utilizou-se de pesquisa bibliográfica do tipo exploratória e de abordagem qualitativa, realizada em livros, capítulos de livros, legislação referente ao assunto e artigos científicos disponíveis em meio eletrônico nas principais bases de dados. Depreende-se da análise dos documentos que a política de saúde mental se encontra bem definida e legalmente instituída. Contudo, carece de ações mais efetivas capazes de concretizar o atendimento integral em rede, assim como possibilitar a destinação de recursos para a área com a finalidade de mudar a realidade observada, de acordo com as premissas do Sistema Único de Saúde e do movimento de Reforma Psiquiátrica. Autor(s) Fábio Miguel Andrade Orientador(s) Leda Mendes Pinheiro Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Políticas públicas. Saúde mental. Reforma psiquiátrica. Curso PSICOLOGIA |
Politicas públicas para concretização da valorização do papel social do idoso: no Centro de Referencia de Assistência Social- CRAS do município de Brejo Santo- CE: um estudo de caso (S978) | Yara Monique dos Santos Madeiro | SERVIÇO SOCIAL |
Politicas públicas para concretização da valorização do papel social do idoso: no Centro de Referencia de Assistência Social- CRAS do município de Brejo Santo- CE: um estudo de caso (S978)
Resumo
A velhice é vista como categoria construída socialmente, sendo a pessoa idosa tratada de maneira diferenciada, de acordo com períodos históricos e com a estrutura social, cultural, econômica e política de cada povo, ou seja, de acordo com o meio que a pessoa está inserida. Este estudo tem como objetivo geral Identificar os limites e potencialidades no atendimento do serviço social aos idosos nos CRAS do município de Brejo Santo e mais especificamente analisar a organização do processo de trabalho dos profissionais dos CRAS, identificar as atividades do Serviço Social para a população idosa, identificando as ações que busca aproximar esse grupo na participação social do município e refletir se o atendimento aos idosos nos CRAS está em conformidade com a Política Nacional do Idoso e Política da Assistência. Foi desenvolvido um estudo a partir de uma pesquisa de campo do tipo descritiva com abordagem qualitativa. Diante das informações obtidas, foi possível extrair cinco categorias, as quais abordam: Planejamento do processo de trabalho do assistente social no CRAS; população que o CRAS prioriza; atividades realizadas no CRAS pelo assistente social; principais desafios encontrados pelo assistente social no CRAS e estrutura do CRAS. Diante da análise dos dados, percebe-se que discutir sobre a fragmentação na oferta dos serviços ofertados aos idosos atendidos no CRAS é o melhor caminho para sensibilizar e conscientizar os profissionais e os futuros profissionais envolvidos neste cenário, a fim de descobrir os benefícios que podem ser conseguidos a todos os envolvidos. A assistência aos idosos, neste tipo de instituição, perpassa por um atendimento que vai além do fazer técnico, pois envolve um sentimento de dedicação ao outro, permeado por características do cuidar, conversar e principalmente ouvir. Autor(s) Yara Monique dos Santos Madeiro Orientador(s) Rúbia Aurinívea Ribeiro Lóssio Ano de Publicação 2015 Palavra Chave CRAS. Idosos. Seviços sociais Curso SERVIÇO SOCIAL |