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| Violência sexual e estupro de vulnerável no direito: o homem como vítima no crime de estupro? (D1389) | Camila Alcantara Gregório | DIREITO |
Violência sexual e estupro de vulnerável no direito: o homem como vítima no crime de estupro? (D1389)
Resumo
Este estudo aborda a violência sexual contra homens, perpetrada por mulheres, e emprega uma
metodologia qualitativa fundamentada em revisão de literatura. A pesquisa ressalta a relevância
do tema, considerando a carência de legislação específica e a urgência em promover a
conscientização pública. A análise se concentra na contextualização e nos aspectos legislativos,
destacando a Lei nº 12.015/2009, que tipifica a violência sexual independentemente do gênero
do agressor ou da vítima, porém, mostra-se deficitária quanto à especificidade para homens
vítimas. A questão central é a invisibilidade masculina nas políticas de proteção contra a
violência sexual e a insuficiência de suporte apropriado. O estudo justifica-se pela necessidade
de equidade de gênero na aplicação da lei e na proteção de vítimas, sem distinção de gênero.
Adicionalmente, examina-se a possibilidade de dispensa das obrigações paternais para homens
que tenham descendência resultante de agressão sexual, sublinhando a necessidade de reformas
legais para assegurar justiça e dignidade às vítimas. Autor(s) Camila Alcantara Gregório Orientador(s) Franciso José Martins Bernardo de Carvalho Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Violência sexual. Vítimas. Gênero. Curso DIREITO Baixar |
| Violência sexual e família: uma leitura do abuso sexual parental a partir das relações de poder (P507) | Jorge Diego Tavares de Viveiros | PSICOLOGIA |
Violência sexual e família: uma leitura do abuso sexual parental a partir das relações de poder (P507)
Resumo
O presente trabalho pretende realizar uma leitura da violência sexual a partir do entendimento dos fatores de empoderamento e desemperramento no âmbito das relações parentais. Com o intuito de compreender através do método de pesquisa bibliográfica de cunho exploratório a relação de dominação a qual está inserida a criança e o adolescente que é abusada sexualmente. Portanto, desvelar a natureza de tal relação pela lógica do poder emanado do afeto a partir de uma leitura psicológica que procura ressaltar o quanto a prática do profissional de psicologia pode intervir positivamente para o enfrentamento de tal problema se torna essencial à medida que também acaba por enfatizar o quanto os tabus sociais e os segredos familiares precisam ser superados para que a sociedade possa ser aliada na luta contra o abuso sexual parental e as práticas psicológicas possam ser mais que terapêuticas, mas sim preventivas ao tornar público as verdades e destruir os mitos que estão no entorno de tal tipo de violência. Autor(s) Jorge Diego Tavares de Viveiros Orientador(s) Joaquim Iarley Brito Roque Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Poder. Desejo. Abuso sexual parental. Curso PSICOLOGIA |
| Violência sexual na infância e na adolescência: uma violação aos direitos humanos (D1243) | Maria Talita de Lucena | DIREITO |
Violência sexual na infância e na adolescência: uma violação aos direitos humanos (D1243)
Resumo
Esse estudo teve como objetivo principal analisar a problemática social: violência sexual
contra crianças e adolescentes. Neste estudo, foram abordadas as principais nuances
socioculturais e socioeconômicas, intrínsecas ao crime e aos seus desdobramentos. Também,
foi desempenhado estudos sobre as diretrizes nacionais de proteção e amparo das crianças e
adolescentes em situação de violência sexual no contexto intra e extra-familiar. Essa temática
evidencia uma questão de extrema relevância devido ao objeto de estudo sobre essa perene
mazela social, que ainda apresenta uma característica marcante na sociedade contemporânea,
ainda mais, quando avaliada a ascensão desta modalidade delitiva e dos números de vítimas
em constante elevação, revelando um grande desafio a ser enfrentado. Obviamente, este tema
de grande valor social não pode deixar de ser reiteradamente discutido nos diversos meios
disponíveis, a fim de fortalecer a conscientização social que ainda opera marcada pelos
rústicos e ancestrais fundamentos sociológicos de uma civilização negligente quanto a direitos
e preconceitos sobre os tabus que orbitam a violação sexual de crianças e adolescentes, em
muitos casos. Portanto, este estudo adotou para sua construção coesa, a metodologia
bibliográfica e documental. Como fontes primárias da epigrafada pesquisa, concluindo um
estudo profundo na literatura jurídica e nas leis congêneres ao tema estudado e, conclui-se o
estudo alcançando os resultados que motivaram essa pesquisa, como elemento colaborativo
para esclarecimentos à sociedade, de modo objetivo e não exauriente do conteúdo. Autor(s) Maria Talita de Lucena Orientador(s) Otto Rodrigo Melo Cruz Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Direitos fundamentais. Violência sexual. Criança e adolescente. Curso DIREITO Baixar |
| Violência simbólica contra mulheres e o estado patriarcal: um estudo realizado com base em aspectos conjunturais da sociedade patriarcalista/machista (S1414) | Maria Jaciane Martins de Araujo | SERVIÇO SOCIAL |
Violência simbólica contra mulheres e o estado patriarcal: um estudo realizado com base em aspectos conjunturais da sociedade patriarcalista/machista (S1414)
Resumo
Considerando que a violência simbólica atinge todas as mulheres independentemente
da posição social que esta ocupa, o presente estudo teve como objetivo compreender
os efeitos da violência simbólica na vida das mulheres, tendo em vista a cultura
machista e patriarcal que permeia essa realidade, a partir de uma visão dentro do
Serviço social, ultrapassando uma visão fenomênica, de uma forma crítica e reflexiva.
Ademais necessitou-se analisar como as mulheres se percebem e se posicionam
dentro de um relacionamento abusivo, tendo em vista, o conhecimento da violência
simbólica; Identificar se ao saber da existência da violência simbólica é possível essa
mulher se empoderar e ter uma visão crítica de forma a externalizar esse
conhecimento e descrever, através de pesquisas bibliográficas, até que ponto essa
violência prejudica a mulher, de forma moral e psicológica, e até mesmo física. No
decorrer do presente trabalho, abordou-se teoricamente a violência simbólica contra
a mulher, levando-se em consideração os aspectos conjunturais da sociedade
patriarcalista, bem como o papel do Serviço social frente a essa questão
contemporânea. Para efeito, como metodologia temos a pesquisa de natureza
bibliográfica e caráter exploratório, utilizando-se do método qualitativo. Como
resultado sugere-se que, o assistente social entenda a violência simbólica contra a
mulher de uma forma crítica e reflexiva, de modo a, não naturalizar tal fenômeno, uma
vez que este tipo de violência, é a base para as violências que já conhecemos,
fazendo assim com que o profissional rompa com os muros mantendo sua
legitimidade profissional frente a esse tema despercebido na sociedade, ressaltando-se a posição que o Assistente social deve ter em relação a esse tema. Autor(s) Maria Jaciane Martins de Araujo Orientador(s) Maridiana Figueiredo Dantas Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Serviço social. Violência simbólica. Cultura patriarcal. Curso SERVIÇO SOCIAL Baixar |
| Violência simbólica: a análise da violência psicológica frente à (in)eficácia da lei Maria da Penha (D872) | Giana Laleska Viane Rangel | DIREITO |
Violência simbólica: a análise da violência psicológica frente à (in)eficácia da lei Maria da Penha (D872)
Resumo
O trabalho tem por objetivo fazer breves considerações sobre o conceito de violência presente
na Lei 11.340/06, a Lei Maria da Penha (LMP). Para a consecução do objetivo foi feita uma
investigação, bibliográfica e documental, a fim de compreender a violência familiar em sua
relação com o conceito de violência simbólica e a partir disso compreender a sua
criminalização no Código Penal Brasileiro. O trabalho se inicia com o contexto da violência
familiar anterior à LMP, e faz menção à legislação brasileira e às normas internacionais sobre
o tema. Em seguida, avalia a própria Lei Maria da Penha e suas alterações legislativas mais
recentes para então, estabelecer uma correlação com o conceito de violência simbólica, que se
refere às formas de violência que só podem ser exercidas com a cumplicidade das pessoas em
quem elas são exercidas; a fim de verificar se tais efeitos simbólicos podem ser um obstáculo
para a LMP para o enfrentamento da violência doméstica. Autor(s) Giana Laleska Viane Rangel Orientador(s) Francysco Pablo Feitosa Gonçalves Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Lei Maria da Penha. Paradigma. Violência simbólica. Curso DIREITO Baixar |
| Violência virtual dentro dos jogos online: comunidades do League of Legends (D999) | Francisco Alyson Macêdo Oliveira | DIREITO |
Violência virtual dentro dos jogos online: comunidades do League of Legends (D999)
Resumo
A internet é quase que um direito fundamental, principalmente nos tempos de pandemia, ela
demonstrou bastante sua utilidade, e com ela veio o surgimento dos ambientes virtuais, seja por
redes sociais, ou qualquer meio de comunicação em tempo real com qualquer pessoa no mundo.
Como no mundo real, o virtual também fica sujeito a má-fé das pessoas que a integram, podendo
surgir, então, os atos ilícitos. Nesse contexto um dos locais menos discutidos em relação as
infrações cometidas na rede mundial de computadores são as infrações dentro das áreas de batepapo dos jogos online competitivos, e esse trabalho se baseará nessa pauta. Este tem como
objetivos investigar os casos de agressão nesses ambientes sociais, notadamente o do League
of Legends, averiguar se a lei brasileira tem previsão quanto a esses atos e como ela agirá dentro
dessas violações neste contexto especifico, assim como também a própria empresa age quanto
esses casos. O artigo tem cunho exploratório, por meio de fontes bibliográficas, documentais e
estudo de casos, utilizando-se do método qualitativo. O cenário é o ambiente virtual dentro do
jogo League of Legends e das comunidades baseadas neste, sendo o público alvo os jogadores
e a empresa prestadora do serviço. Autor(s) Francisco Alyson Macêdo Oliveira Orientador(s) Francisco Gledison Lima Arújo Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Crime virtual. Responsabilidade. Jogos online. League of Legends. Curso DIREITO Baixar |
| Violência: traços de uma realidade vivenciada por crianças e adolescentes atendidos no CREAS de Barbalha- CE (S534) | José Rilton de Brito | SERVIÇO SOCIAL |
Violência: traços de uma realidade vivenciada por crianças e adolescentes atendidos no CREAS de Barbalha- CE (S534)
Resumo
O trabalho em questão é o resultado da experiência vivenciada durante os estágios supervisionados I e II no Centro de Referência Especializado da Assistência Social- CREAS da cidade de Barbalha- CE. Este trabalho tem por objetivo retratar a realidade do município em relação às crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica. A violência é um fenômeno que por vários anos faz parte da vida humana, ela se traduz de diversas maneiras. A violência doméstica, bastante comum nos dias atuais, aponta suas principais vítimas, as crianças e adolescentes. As questões que norteiam os principais motivos para a disseminação da violência doméstica, muitas vezes repercutem na maneira e nas características postas a realidade de vulnerabilidade de muitas famílias que se encontram em estado de extrema pobreza e fragilidade social. Como metodologia foi utilizada a técnica da pesquisa documental, que proporcionou o enriquecimento de dados pertinentes a pesquisa. A violência contra crianças e adolescentes é um problema antigo, mas que atualmente é o assunto para o desenvolvimento de políticas que visam o combate a ações que trazem conseqüências as suas vítimas. A questão da violência doméstica também se remete a vários elementos, desde fatores como drogas e bebidas, até as más condições financeiras em que se encontram as famílias que vivenciam tal situação. É de suma importância ressaltar, ainda, que a relevância da temática trabalhada reafirma a preocupação da categoria com as crianças e adolescentes em seu convívio familiar, propondo mediar informações sólidas a esse respeito tanto para as instituições quanto para a sociedade civil de modo geral. Sendo assim, buscar intervir com mais rigor e fundamentação sobre essas questões na tentativa de superação. Autor(s) José Rilton de Brito Orientador(s) Patrícya Karla Ferreira e Silva Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Violência doméstica. Criança. Adolescente. Curso SERVIÇO SOCIAL |
| Virgínia Moreira e a diferença ontológica: os modos de ser neurótico e psicótico a partir da antropologia fenomenológica de Merleau-Ponty (P666) | Maria Paloma Moraes Alencar | PSICOLOGIA |
Virgínia Moreira e a diferença ontológica: os modos de ser neurótico e psicótico a partir da antropologia fenomenológica de Merleau-Ponty (P666)
Resumo
Este artigo tem por objetivo apresentar o modo de ser doente através de um viés antropológico aprimorado por Maurice Merleau-Ponty acerca da Psicopatologia. Para tanto, a Ciência Fenomenológica utilizada e analisada para compreender o modo de ser patológico será alvo de uma necessária exposição, desde seu surgimento e, consequente, amadurecimento, colocando o homem não mais em situação de objeto, mas de natural compreensão por seu estudo como essência. Descreve, ainda, os pensamentos e ensinamentos merleau-pontyanos, dando enfoque à sua leitura a respeito das neuroses e psicoses, bem como às consequências da visão e determinação por Maurice Merleau-Ponty. Perpassa, também, o trabalho em exibição por conceitos inerentes à intervenção com uso do método de Merleau-Ponty, a descrição e a redução. Importante se torna mencionar que este escrito foi construído a partir de literaturas sobre a temática pretendida. O objetivo maior, pois, é propor averiguar as principais características do acompanhamento psicológico com base em uma abordagem fenomenológica. Autor(s) Maria Paloma Moraes Alencar Orientador(s) Joaquim Iarley Brito Roque Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Merleau-Ponty. Psicopatologia. Psicoses. Neuroses. Fenomenologia. Curso PSICOLOGIA |
| Visão das genitoras sobre a realização da consulta de puericultura na Estratégia de Saúde da Família na cidade de Missão Velha-CE (E1017) | Izadora Xavier Almeida de Ornelas | ENFERMAGEM |
Visão das genitoras sobre a realização da consulta de puericultura na Estratégia de Saúde da Família na cidade de Missão Velha-CE (E1017)
Resumo
A chegada de um filho consiste em um momento de grande importância na vida de uma
mulher e para auxiliá-la existe a consulta de puericultura que é apontada como uma iniciativa
para redução da morbimortalidade dessas crianças. Por meio dessas consultas, a mãe e o
enfermeiro podem verificar o padrão de crescimento e desenvolvimento, reconhecer doenças
e também verificar o calendário vacinal. O estudo tem como objetivo geral: Analisar a visão
das genitoras sobre a realização da consulta puericultura na Estratégia de Saúde da Família –
E.S.F na cidade de Missão Velha- CE. Trata-se de um estudo de natureza descritiva,
exploratória, com abordagem qualitativa, o cenário para a pesquisa foi a E.S.F centro da
cidade de Missão Velha- CE. Participaram deste estudo 17 genitoras que possuem filhos
menores de dois anos que realizam as consultas de puericultura na E.S.F em questão. A coleta
de dados ocorreu nos meses de agosto e setembro de 2014, sendo utilizada a entrevista semiestruturada, onde as respostas foram registradas em um gravador e depois transcritas para
possível análise, atendendo aos princípios da Resolução 466/12. Os resultados foram expostos
em cinco categorias, sendo: Categorização das participantes; O significado da puericultura;
Motivos que impulsionam a participação na puericultura/periodicidade das consultas;
Resultados alcançados para o binômio mãe/filho a partir da puericultura e Responsável pela
captação para puericultura. Como principais resultados constatamos que a faixa etária
predominante das participantes é de 18 a 22 anos (35,3%), o grau de escolaridade mais
prevalente é o do ensino médio incompleto (35,3%), ao verificar o histórico obstétrico
percebemos ainda que há uma maior porcentagem (64,7%) de genitoras que iniciam a
assistência ao pré-natal no primeiro trimestre de gestação e com relação ao número de
consultas, 9 (53%) realizaram 7 a 8 consultas. Os principais motivos que impulsionam as
mães a participarem da consulta de puericultura e na periodicidade das mesmas foram:
avaliação do crescimento, desenvolvimento e prevenção de doenças com os menores. A visão
das mães sobre a puericultura consta em adquirir, um melhor convívio entre mãe/filho,
maneiras de se prevenir certas doenças e tratá-las caso se contraia, melhores condições
nutricionais e a importância em manter o calendário vacinal em dia. Percebemos ainda a
importância do comparecimento do enfermeiro e do A.C.S nas residências das genitoras, para
que ocorra a captação para puericultura, pois com isso, cria-se um vinculo maior entre as
mães e os profissionais.O enfermeiro se destaca como um dos profissionais mais citados pelas
genitoras, junto com os A.C.S. sendo o primeiro, capacitado e habilitado para intervir na
melhoria organizacional das consultas na atenção básica. Quanto às opiniões em relação à
puericultura, podemos concluir que os objetivos foram alcançados, pois a maioria das mães
compreende a consulta e possuem uma visão favorável quanto a esse atendimento e a
importância do elo mãe/enfermeiro para obtenção de resultados positivos. Porem ainda é
necessário investir em ações de práticas educativas, objetivando instruir as mães sobre a
verdadeira finalidade da puericultura, tendo como resultado dessas ações a adesão adequada
ao programa. Autor(s) Izadora Xavier Almeida de Ornelas Orientador(s) Juliana Fechine Braz de Oliveira Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Consulta de puericultura. Genitoras. Mães. Curso ENFERMAGEM |
| Visão das gestantes acerca do acompanhamento pré-natal em uma Unidade Básica de Saúde na cidade de Farias Brito-CE (E721) | Laizolange Soares Belém | ENFERMAGEM |
Visão das gestantes acerca do acompanhamento pré-natal em uma Unidade Básica de Saúde na cidade de Farias Brito-CE (E721)
Resumo
O período gestacional constitui-se por um momento único na vida de uma
mulher, por ocorrer mudanças fisiológicas e emocionais, requer um
acompanhamento de pré-natal efetivo, que é fundamental para a saúde
materna e neonatal, o qual promoverá um desfecho gestacional seguro e
tranqüilo. O presente estudo teve como objetivo geral, analisar a visão das
gestantes quanto à importância em realizar um acompanhamento de pré-natal
adequado. Assim na adequação apropriada do problema que foi analisado,
tratou-se de um estudo com abordagem quanti-qualitativa com natureza
exploratória. Participaram do estudo, 20 gestantes que realizavam
acompanhamento pré-natal na Unidade Básica de Saúde da Sede-I da cidade
de Farias Brito-CE e que aceitaram participar do estudo. Para a coleta de
dados foi utilizada uma entrevista através de um questionário. Os dados foram
coletados em abril de 2010, em uma Unidade Básica de Saúde da cidade de
Farias Brito-CE, sendo analisados através de tabelas, gráficos e análise de
discurso por categoria de discurso. Através dessa pesquisa evidenciamos que
as gestantes possuíam conhecimento acerca dos benefícios da assistência
pré-natal para o binômio mãe e filho, mas precisam de orientações que
esclareçam seus medos, dúvidas e anseios. Onde os profissionais
encarregados pela prestação dos serviços de saúde, devem ter como foco
principal a escuta ativa, para que possam promover a assistência adequada a
sua comunidade. Autor(s) Laizolange Soares Belém Orientador(s) Soraya Lopes de Souza Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Gestante. Acolhimento. Acompanhamento pré-natal. Curso ENFERMAGEM |