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| Efeitos da percepção visual e sensibilidade cromática em indivíduos com TEA (Transtorno do Espectro Autista) (DG- F76) | Thalia Felipe Barbosa | FISIOTERAPIA |
Efeitos da percepção visual e sensibilidade cromática em indivíduos com TEA (Transtorno do Espectro Autista) (DG- F76)
Resumo
Crianças com Transtorno
do Espectro Autista (TEA) possuem uma percepção sensorial diferenciada,
enquanto os neurotípicos integram os sentidos de forma coesa para perceber o
ambiente, as crianças autistas tendem a apresentar uma percepção mais
fragmentada. A sensibilidade visual, característica desse público, exige
atenção especial, pois estímulos visuais intensos podem causar sobrecarga
sensorial, gerando desconfortos. Essa pesquisa objetiva analisar os efeitos da
percepção visual e da sensibilidade cromática no desenvolvimento
neurocomportamental de crianças com TEA (Transtorno do Espectro Autista).
Trata-se de uma pesquisa de campo de natureza transversal, analítica,
quantitativa e qualitativa. A metodologia utilizou um questionário com 8
questões (6 objetivas e 2 subjetivas), focando na investigação da relação entre
sensibilidade cromática e percepção visual, correlacionando esses aspectos com
o comportamento, realizada especialmente no setor de neuropediatria de uma
instituição de ensino superior em Juazeiro do Norte-CE, entre fevereiro e
dezembro de 2024. A pesquisa com mães de crianças autistas evidenciou a
relevância de considerar as particularidades sensoriais. Entre os achados,
destaca-se a maior incidência de TEA em meninos, a faixa etária predominante de
6 anos, e o nível de suporte 3 como o mais frequente. Além disso, reações de
forma variada às cores, com algumas demonstrando interesse e preferência,
enquanto outras apresentam desconforto ou sobrecarga sensorial. Ambientes
vibrantes despertam curiosidade em alguns casos, mas podem gerar agitação,
enquanto espaços monocromáticos estão associados a tédio ou inquietação. O
estudo mostra a importância de considerar as particularidades sensoriais das
crianças autistas ao planejar ambientes de aprendizagem, o uso moderado e
adaptado de cores pode promover inclusão e experiências sensoriais positivas,
evitando sobrecarga. Autor(s) Thalia Felipe Barbosa Orientador(s) Maria Zildanê Cândido Feitosa Pimentel Ano de Publicação 2024 Palavra Chave TEA. Percepção Cromática. Sensibilidade Visual. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Efeitos da pompage cervical em pacientes acometidos com mialgia tensional do pescoço e sua correlação com a força muscular respiratória e mobilidade torácica (F16) | Tarcísio Benício de Almeida Filho | FISIOTERAPIA |
Efeitos da pompage cervical em pacientes acometidos com mialgia tensional do pescoço e sua correlação com a força muscular respiratória e mobilidade torácica (F16)
Resumo
As disfunções musculoesqueléticas normalmente têm sido associadas com fatores de risco individuais e biomecânicos que são presentes no ambiente de trabalho. O número de pessoas acometidas por distúrbios osteomusculares é cada vez maior. As dores em regiões como a do pescoço são, em grande parte, advindas de tensões musculares de forma generalizada dessa região. A fisioterapia compreende uma imensa área de condutas terapêuticas que atuam na promoção da reabilitação, sendo que ela atua dentre outros sistemas, no sistema músculo-esquelético. A pompage constitui uma técnica manual onde com a aplicação da técnica irá proporcionar o alongamento das estruturas envolvidas, estimulando a circulação de líquidos e, consequentemente, promovendo um alívio da tensão na musculatura atingida. OBJETIVO: Analisar a influência da pompage cervical em pacientes acometidos por mialgia tensional cervical e sua correlação com a força muscular respiratória e a mobilidade torácica. MÉTODOS: Esta pesquisa é caracterizada como um estudo experimental do tipo transversal. A amostra deste estudo foi formada pela quantidade de 30 pacientes do sexo masculino, adultos com idade de 18 a 50 anos com média de idade de 29 ±7 anos, trabalhadores da Cerâmica Brito Trizzi em Crato-CE, que tivesse uma jornada de trabalho mínima de 4h, no período de Março à Abril do ano de 2012, que apresentem quadro de Mialgia Tensional Cervical. RESULTADOS: Após aplicação da técnica pode-se ressaltar a significativa diminuição da dor pela Escala Visual Analógica, onde na avaliação realizada ao final da intervenção, por sua vez, observa-se que 96,7% (n=29) dos indivíduos apresentaram grau 0, e apenas 3,3%(n=1) apresentou grau 1, o relaxamento muscular promovido pela técnica demonstra uma influência direta sobre a PImáx e PEmáx e mobilidade torácica, promovendo um aumento da força muscular respiratória e aumento da expansibilidade torácica. CONCLUSÃO: Pode se concluir que a fisioterapia tem um papel muito importante para o tratamento destes indivíduos visto que as técnicas empregadas promovem diminuição das dores em todos os seus aspectos, como intensidade, duração e frequência destas. Ocorrendo assim uma melhora significativa na qualidade de vida dos pacientes portadores de mialgia tensional do pescoço. Autor(s) Tarcísio Benício de Almeida Filho Orientador(s) João Paulo Duarte Sabiá Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Pompage. Mialgia tensional do pescoço. Fisioterapia. Curso FISIOTERAPIA |
| Efeitos da prática regular de exercícios físicos na capacidade motora e funcional de idosos com doença de alzheimer: uma revisão sistemática (E.F697) | Alexsandra Gomes de Lima | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Efeitos da prática regular de exercícios físicos na capacidade motora e funcional de idosos com doença de alzheimer: uma revisão sistemática (E.F697)
Resumo
O envelhecimento é um processo natural e irreversível que traz mudanças
funcionais e fisiológicas para o ser humano. Com o crescimento populacional e
o aumento da expectativa de vida, aumenta também os casos de doenças
crônicas e degenerativas, sendo uma das mais frequentes o alzheimer. O
alzheimer é uma doença de causa desconhecida, mas que apresenta alguns
fatores de risco, como a idade, histórico familiar e baixa escolaridade, já que a
inatividade cerebral é um dos agravantes da doença. O alzheimer é um processo
gradativo, que apresenta 4 estágios, que se evolui de forma lenta e gradativa, e
se inicia com a perda de memória recente e das funções motoras e cognitivas,
que apesar de não ter cura, estudos recentes apresentam que a prática regular
de exercício físico tráz melhoras significativas no campo emocional e social,
melhorando a qualidade de vida, o convívio familiar, a auto estima; motora,
diminuindo o risco de quedas. O objetivo dessa revisão sistemática foi identificar,
descrever e analisar o efeito do exercício físico na capacidade motora e funcional
de idosos com Alzheimer. A busca foi realizada na base de dados da Scielo e
Lilacs, entre os meses de agosto de outubro de 2020, baseada em artigos
científicos que abordam o tema em questão, com a finalidade de trazer
informações sobre o que já tem na literatura, sobre os benefícios que a prática
regular de exercício físico; que além de retardar a progressão da doença; traz
aos pacientes de alzheimer, que se trata de uma patologia progressiva
degenerativa e irreversível que ocorre durante o envelhecimento, ocasionado
distúrbios na memória e outras funções cognitivas. Foram encontrados 116
artigos e, após aplicação os critérios de inclusão e exclusão, selecionaram-se 5
artigos que fizeram parte da análise final. Os estudos concluem que a prática
regular de exercícios físicos pode amenizar os efeitos do Alzheimer, e
consequentemente melhorar a qualidade de vida de idosos acometidos por essa
demência. Autor(s) Alexsandra Gomes de Lima Orientador(s) Loumaíra Carvalho da Cruz Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Envelhecimento. Alzheimer. Exercício físico. Qualidade de vida. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA Baixar |
| Efeitos da pronação espontânea em pacientes com insuficiência respiratória aguda hipoxêmica secundária à COVID-19: uma revisão integrativa (PÓS98) | Amábile Evangelista Teixeira Araújo | PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
Efeitos da pronação espontânea em pacientes com insuficiência respiratória aguda hipoxêmica secundária à COVID-19: uma revisão integrativa (PÓS98)
Resumo
Introdução: A doença causada pelo novo coronavírus, posteriormente designada de
COVID-19, constitui uma emergência de saúde pública de importância internacional,
sendo que em março de 2020 foi caracterizada como uma pandemia que vigora até
os dias atuais. Cerca de 14% dos pacientes evoluem para um estágio grave,
desencadeando muitas vezes sepse, insuficiência renal aguda, disfunção cardíaca e
até mesmo a síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) que requer
hospitalização. Objetivo: Descrever os efeitos da pronação espontânea em
pacientes com insuficiência respiratória aguda hipoxêmica secundária à covid-19.
Método: O presente estudo classifica-se como exploratório, descritivo, do tipo
revisão de literatura integrativa, de natureza bibliográfica, em que os artigos foram
pesquisados na base de dados Pub Med, utilizando o cruzamento dos descritores:
infecções por coronavírus, pronação, insuficiência respiratória e fisioterapia com
seus respectivos termos em inglês, incluindo àqueles publicados entre os anos de
2020 e 2021. Resultados: Foram selecionados 07 estudos, em todos eles o
posicionamento em prono foi realizado em associação com alguma outra estratégia de ventilação, sendo 28,6% utilização da PP (Posicionamento em Prono) mais CN
(Cânula Nasal), 42,8% PP mais VNI (Ventilação Não-Invasiva) e 28,6% PP mais
CNAF (Cânula Nasal de Alto Fluxo). Em 100% dos estudos houveram melhora nos
quesitos avaliados. Além disso, mediante a discussão dos artigos verificou-se que a
duração do PP variou de cinco minutos até oito horas, a depender do conforto dos
participantes. Considerações Finais: os estudos apresentaram um resultado
positivo quanto aos seus objetivos, observando melhora na oxigenação arterial,
melhora do desconforto respiratório, aumento da relação P/F e redução das taxas de
intubação. Sendo portanto, uma intervenção utilizada no manejo de pacientes
COVID-19, diante da sua fácil aplicação e de seus benefícios, bem como segurança
e custo efetividade. Autor(s) Amábile Evangelista Teixeira Araújo Orientador(s) Ivo Saturno Bomfim Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Infecções por coronavírus. Pronação. Insuficiência respiratória. Fisioterapia. Curso PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Baixar |
| Efeitos da reabilitação Home Care em pacientes DPOC após alta hospitalar: revisão integrativa (F1237) | Jéssica Miranda de Oliveira | FISIOTERAPIA |
Efeitos da reabilitação Home Care em pacientes DPOC após alta hospitalar: revisão integrativa (F1237)
Resumo
A DPOC é caracterizada pela obstrução crônica e progressiva do fluxo
expiratório, associada a uma resposta inflamatória das vias aéreas e do parênquima
pulmonar a partículas e gases tóxicos, e está entre as principias pneumopatias
relacionadas a esses fatores, se destacando entre as principais Doenças Crônicas
Não Transmissíveis (DCNT). A intolerância aos exercícios é uma característica
marcante e preocupante da doença. O objetivo deste estudo foi identificar os
benefícios da reabilitação home care após alta hospitalar em pacientes DPOC. Estudo de revisão integrativa cuja abordagem é descritiva, com artigos
obtidos nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da
Saúde (LILACS), National Library of Medicine National Center for Biotechnology
Information (PUBMED) e no banco de dados da Physiotherapy Evidence Database
(PEDro). Foram utilizadas nas plataformas digitais supracitadas os descritores e os
termos a seguir: na PUBMED foi utilizado os descritores “physiotherapy”, “ home care”,
“chronic obstrutive pulmonar disease”, utilizando o operador boleano “AND”; na
LILACS e PEDro foram utilizados os descritores “home care”, “COPD” utilizando o
operador boleano “AND”. Em todas as plataformas digitais foram selecionados os
anos de 2016 a 2022 e posteriormente foi realizada leitura dos títulos e resumos
resultantes da busca para selecionar os artigos integrantes desta revisão. Os programas de reabilitação home care englobam além dos ganhos na
capacidade cardiorrespiratória dos pacientes, trabalhando também com treinos de
força e Endurance de membros superiores e inferiores, visto que os mesmos auxiliam
na melhora da mecânica ventilatória dessa população, porém sua efetividade depende
tanto da competência do profissional que trabalha com a mesma como da aceitação
e comprometimento por parte dos pacientes. Pode-se perceber através
do estudo que pacientes com DPOC apresentam exacerbações que afetam
diretamente sua qualidade de vida e estado emocional, em decorrência das limitações
e disfunções apresentadas pelos mesmos, que podem requerer frequentes
hospitalização. Os programas de reabilitação home care entram como uma
ferramenta essencial no processo de recuperação desses pacientes, objetivando
melhoras funcionais e prevenindo exacerbações bem como reinternações. Autor(s) Jéssica Miranda de Oliveira Orientador(s) Yáskara Amorim Filgueira Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Fisioterapia. Home Care. DPOC. Reabilitação. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Efeitos da reabilitação pulmonar em pacientes com DPOC: revisão de literatura (F882) | Natália Ferreira de Sousa | FISIOTERAPIA |
Efeitos da reabilitação pulmonar em pacientes com DPOC: revisão de literatura (F882)
Resumo
Introdução: A Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), é uma desordem respiratória
causada pela obstrução ao fluxo de ar das vias aéreas, é uma das doenças que mais mata, levando
a óbito, por ano, aproximadamente 4 milhões de pessoas no mundo. A reabilitação pulmonar
pode ser inserida na rotina de tratamento desses pacientes desde os primeiros estágios, até os
estágios mais avançados da patologia, com o intuito de controlar sua progressão. O objetivo do
estudo foi de aprofundar a investigação sobre os efeitos da reabilitação pulmonar em pacientes
portadores de DPOC, destacando técnicas e recursos disponíveis no tratamento desses pacientes
através da análise da literatura. Método: Revisão integrativa da literatura descritiva e
exploratória. A busca foi efetuada nas bases de dados: SciELO, PEDro e BVS, diante das bases
de dados LILACS e PubMed, no período de agosto de 2019 a outubro de 2019. Resultados:
Após a busca, foi encontrado um total de 8823 artigos. Com aplicação de filtros obteve-se o
resultado de 667 artigos no total. Após a leitura dos títulos, restaram 40 artigos, sendo incluídos
ou excluídos de acordo com seu resumo, onde a amostra final foi composta por 15 artigos.
Conclusão: A DPOC é uma condição respiratória previnível e tratável, mas que atualmente
está apresentando forte crescimento epidemiológico. O programa de tratamento para esses
pacientes é essencial para uma melhora dos sintomas e da qualidade de vida. Atualmente há
muitos estudos a respeito, porém, o programa de reabilitação pulmonar é pouco difundido,
sugerindo-se uma maior divulgação a seu respeito. Autor(s) Natália Ferreira de Sousa Orientador(s) Anny Karolliny Pinheiro de Sousa Luz Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Fisioterapia. DPOC. Reabilitação pulmonar. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Efeitos da realidade virtual na reabilitação motora de pacientes com doença de Parkinson: revisão integrativa (DG- F150) | Maria Valéria Coelho Garcia | FISIOTERAPIA |
Efeitos da realidade virtual na reabilitação motora de pacientes com doença de Parkinson: revisão integrativa (DG- F150)
Resumo
A Doença de Parkinson
(DP) é uma condição neurodegenerativa que compromete marcha, equilíbrio,
coordenação e mobilidade, impactando a autonomia e a qualidade de vida. Nesse
contexto, a realidade virtual (RV) surge como recurso complementar à
fisioterapia, oferecendo ambientes interativos que estimulam movimento e
engajamento. Este estudo teve como objetivo analisar, por meio de revisão
integrativa, as evidências científicas sobre o uso da RV na reabilitação motora
de pacientes com DP. A revisão foi conduzida nas bases SciELO, PubMed, LILACS,
PEDro e Google Acadêmico, incluindo estudos publicados entre 2020 e 2025, nos
idiomas português e inglês, utilizando os descritores “Doença de Parkinson”,
“Realidade Virtual”, “Reabilitação Motora” e “Fisioterapia”, combinados pelo
operador booleano AND. Após triagem e aplicação dos critérios de elegibilidade,
oito estudos compuseram a amostra final. Os resultados demonstraram que
intervenções como jogos virtuais, simulações de tarefas funcionais, programas
de treino postural e associações com equipamentos complementares, como esteira
antigravidade e ciclismo estacionário, promovem melhorias significativas na
marcha, no equilíbrio, na coordenação e na mobilidade dos membros superiores,
além de repercussões positivas sobre motivação, adesão terapêutica e qualidade
de vida. A discussão evidenciou convergência entre os estudos quanto à eficácia
da RV como ferramenta de apoio à fisioterapia e ao seu papel central no manejo
multimodal da DP. Conclui-se que a realidade virtual apresenta impacto
clinicamente relevante na reabilitação motora de pacientes com Parkinson,
embora persistam lacunas metodológicas que justificam a realização de pesquisas
mais robustas, com amostras ampliadas e protocolos padronizados. Autor(s) Maria Valéria Coelho Garcia Orientador(s) Antônio José dos Santos Camurça Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Especialidade de Fisioterapia. Doença de Parkinson. Realidade virtual. Reabilitação motora. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Efeitos da realidade virtual no desempenho funcional de pacientes com Acidente Vascular Encefálico: uma revisão integrativa (F959) | Ana Márcia Ventura da Silva | FISIOTERAPIA |
Efeitos da realidade virtual no desempenho funcional de pacientes com Acidente Vascular Encefálico: uma revisão integrativa (F959)
Resumo
Introdução: O Acidente Vascular Encefálico (AVE), é a doença cerebrovascular mais
comum no mundo é caracterizada pelo seu nível de comprometimento como a
patologia mais incapacitante, trazendo grandes impactos nas atividades funcionais
gerando grandes impactos psicológicos. Dentro deste conceito a interação
multidisciplinar é importante para facilitar o enfrentamento desses fatores
psicossociais a fim de estimular a adesão ao tratamento fisioterapêutico. Desse modo
a fisioterapia pode se utilizar de jogos de realidade virtual que vêm se apresentando
como uma ótima ferramenta para aceitação ao tratamento, já que os mesmos
proporcionam maior dinamicidade a terapêutica. Objetivo: Descrever os efeitos da
utilização do uso da realidade virtual em pacientes com AVE. Métodos: Trata-se de
uma revisão integrativa de caráter descritivo com abordagem quantitativa, em que a
seleção da amostra se deu por meio de levantamento de textos acadêmicos
publicados em bibliotecas eletrônicas como BVS (Biblioteca Virtual da Saúde),
Science Direct e Scielo, incluindo os artigos publicados na língua inglesa entre os anos
de 2017 e 2019, somente ensaios clínicos randomizados que contemplassem pelo
menos dois dos descritores propostos, e excluídos os trabalhos com outras
abordagens, duplicados, incompletos e inconclusivos, bem como àqueles que
mencionam a realidade virtual, mas não detalhe o protocolo. Resultados: Foram
selecionados 08 (oito) artigos, onde 62,5% dos estudos analisaram a utilização da RV
no desempenho funcional de extremidades superiores, 25% apontaram o uso desta
modalidade no equilíbrio e marcha e apenas 12,5% trabalhou de forma generalizada,
ou seja, o indivíduo de forma integral, tanto membros superiores, quanto inferiores
Considerações finais: Conclui-se, portanto, que os programas que utilizam a RV
apresentam efetividade nas condições que os trabalhos avaliaram, e se utilizada de
forma adequada e planejada irá contribuir como uma alternativa para melhorar o
desempenho funcional de idosos com AVE, e acelerar o alcance de resultados
satisfatórios. Autor(s) Ana Márcia Ventura da Silva Orientador(s) Antônio José dos Santos Camurça Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Realidade virtual. Acidente Vascular Encefálico. Fisioterapia. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Efeitos da realidade virtual no equilíbrio de idosos: revisão sistemática da literatura (F772) | Allana Lopes Aragão | FISIOTERAPIA |
Efeitos da realidade virtual no equilíbrio de idosos: revisão sistemática da literatura (F772)
Resumo
O envelhecimento é considerado um processo comum a todos os seres vivos, que
se dá devido inúmeras alterações fisiológicas ocorridas com o tempo. Em
decorrência desse fator, há possibilidade da instalação de diversas patologias, pois
as suas funções de modo geral encontram-se em declínio. A propensão ao
aparecimento de quedas torna-se algo comum a acontecer. Com isso, observa-se a
necessidade de realizar uma avaliação da funcionalidade desses indivíduos e
capacidade de realizar suas atividades de forma individual. Trata-se de uma revisão
sistemática da literatura com a utilização dos descritores e operadores booleanos
“Realidade Virtual” AND “Reabilitação” AND “Idosos” e seus respectivos termos em
inglês nas bases de dados Physiotherapy Evidence Database, Scientific Electronic
bases de dados Library Online e Literatura Latino-Americana em Ciências da Saúde
estudos publicados nos últimos cinco anos, em língua portuguesa e inglesa. Foram
incluídos na pesquisa estudos que fizeram utilização da realidade virtual, com
resultados referentes ao equilíbrio e/ou balanço postural na população idosa. Na
base de dados SciELO, foram encontrados 3 artigos através da estratégia de busca
supracitada, onde 1 desses artigos foi incluído para a síntese desta revisão. Na base
de dados LILACS, 13 artigos foram encontrados inicialmente, porém apenas 2
artigos corresponderam aos critérios de elegibilidade. Na base de dados PEDro,
foram encontrados 15 artigos através da estratégia de busca definida, porém apenas
9 artigos responderam aos critérios de inclusão, correspondendo ao número de
artigos da base de dados em questão incluídos. Portanto, 12 artigos foram incluídos
para esta pesquisa. Foi possível observar que os artigos demonstraram forte
evidência na utilização da Realidade Virtual como forma de tratamento em déficits
de equilíbrio. Autor(s) Allana Lopes Aragão Orientador(s) Daiane Pontes Leal Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Realidade virtual. Envelhecimento. Fisioterapia. Equilíbrio. Controle postural. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Efeitos da sobrecarga de trabalho sobre a saúde mental do professor universitário (P922) | Júlia Fernanda Alves da Silva | PSICOLOGIA |
Efeitos da sobrecarga de trabalho sobre a saúde mental do professor universitário (P922)
Resumo
O presente estudo propõe-se a explorar os efeitos da sobrecarga de trabalho sobre a saúde
mental do professor universitário, com base no pressuposto de que estes profissionais são
diretamente afetados com as rígidas exigências organizacionais, onde as diversas funções
exigidas geram sobrecarga de trabalho, a mesma é percebida como sendo fator determinante
do bem-estar e/ou sofrimento psicológico. A pesquisa utilizou a entrevista semiestruturada
como método de analise, a amostra teve a participação de quatro docentes de instituições de
ensino superior pública e privada, com o intuito de explorar a percepção destes profissionais a
respeito de vivencias na instituição de ensino superior na qual atuam, analisando quais as
dificuldades encontradas na atuação do cargo e os efeitos destas na saúde mental do professor
universitário. A análise de dados ocorreu a partir da exploração de três categorias: sobrecarga
de trabalho docente, os desafios da atuação docente e efeitos da sobrecarga de trabalho na
saúde mental. A presente pesquisa possibilita a reflexão acerca da atuação do docente
universitário e sua relação com a sobrecarga de trabalho, e oferece a estes profissionais
subsídios para a implementação de estratégias no espaço docente para que estes efeitos sejam
cessados e/ou minimizados. Autor(s) Júlia Fernanda Alves da Silva Orientador(s) Larissa Vasconcelos Rodrigue Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Sobrecarga. Saúde. Professor. Curso PSICOLOGIA |