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| Correção de sorriso gengival com frenectomia relato de experiência (O1402) | Laiza Marilac Carvalho Carmo; Camila Raquel Marques Gomes | ODONTOLOGIA |
Correção de sorriso gengival com frenectomia relato de experiência (O1402)
Descrição
O sorriso gengival é uma queixa estética de alguns pacientes, que procuram atendimento relatando sorriso infantil, dentes pequenos e grande exposição gengival. Embora seja uma condição que apresenta etiologia diversa, sendo várias as possibilidades de tratamento, a erupção ativa alterada é a condição em que a cirurgia de aumento de coroa clínico estética com osteotomia pode ser realizada. Além do sorriso gengival o paciente ainda pode ter a necessidade de frenectomia, para um resultado mais satisfatório em relação à estética e função. Tendo como principal objetivo relatar o caso clínico do paciente submetido a correção de sorriso gengival com a técnica de aumento de coroa com osteotomia atrelado a técnica de frenectomia somado ao pós-operatório do paciente. Indivíduo J. F. O. S, 19 anos de idade, sexo masculino, normossistêmico, procurou atendimento odontológico com a queixa de sensibilidade nos dentes posteriores. Durante o exame clínico intra-oral, foi observado que o paciente apresentava excesso de exposição gengival e inserção inadequada do freio labial, na qual foi proposto o plano de tratamento para correção de sorriso gengival e frenectomia. A metodologia do trabalho foi realizada a partir da seleção do caso clínico; descrição do paciente; realização de exames e avaliação inicial; realização do planejamento de tratamento e procedimento clínico; acompanhamento pós cirúrgico e conclusão dos principais pontos do caso e sua relevância, enfatizando com base na literatura científica, como a correção do sorriso gengival e a frenectomia impactaram positivamente a qualidade de vida do paciente e sua contribuição para a formação acadêmica. Autor(s) Laiza Marilac Carvalho Carmo; Camila Raquel Marques Gomes Orientador(s) Karine Figueredo Costa Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Sorriso. Estética. Aumento de coroa clínica. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Correção de sorriso gengival: relato de caso (O1308) | Érika Fernanda Vidal; Sandy Hillary Lucas Batista | ODONTOLOGIA |
Correção de sorriso gengival: relato de caso (O1308)
Descrição
O sorriso tem um papel relevante na expressão facial de cada indivíduo e quando se tem uma
exposição de tecido na gengiva maior que 3mm denomina-se como sorriso gengival. Existem
diversas causas e fatores que podem provocar essa alteração, como por exemplo a erupção
passiva alterada que se caracteriza pelo excesso gengival que recobre os limites do esmalte,
resultando em aparência de coroa clínica curta. Essa alteração pode ser tratada com
gengivoplastia / gengivectomia associada ou não à osteotomia. Dessa forma neste trabalho será
relatado um caso clínico de tratamento de sorriso gengival, que tem como objetivo compreender
a indicação e o passo a passo da técnica cirúrgica, e consequentemente a correção desse sorriso
por meio da gengivectomia associada à osteotomia. Sabe-se que um sorriso desarmônico é sem
dúvidas uma das causas mais frequentes de insatisfação dos pacientes, já que muitas vezes pode
afetar sua vida social e profissional, em virtude disso um bom tratamento vai sempre depender
de um correto diagnóstico e planejamento adequado. Diante disso conclui-se que, o tratamento
escolhido foi uma opção segura e adequada para o caso relatado, dando um resultado
satisfatório e harmônico para o paciente. Autor(s) Érika Fernanda Vidal; Sandy Hillary Lucas Batista Orientador(s) Luciana Mara Peixoto Araújo Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Gengivoplastia. Gengiva. Osteotomia. Sorriso. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Correção do sorriso gengival: relato de experiência (O1401) | Águeda Maria de Oliveira Morais; Tereza Cristina de Holanda Delmondes | ODONTOLOGIA |
Correção do sorriso gengival: relato de experiência (O1401)
Descrição
A desarmonia do sorriso tem sido uma grande procura dos pacientes para melhorar a sua
estética. Neste caso, algo que vem chamando muita atenção é a quantidade de exposição
gengival no sorriso, por essa razão a uma grande procura dos pacientes para uma melhor
harmonia do sorriso. O objetivo do presente trabalho é apresentar um relato de experiência de
um caso clínico de aumento de coroa clínica anterior, visando solucionar o comprometimento
estético do sorriso em função da larga exposição gengival causada pela erupção passiva
alterada. O estudo do relato de caso foi realizado no paciente, 25 anos de idade, sexo
masculino, o mesmo apresentou excesso de tecido gengival, e procurou atendimento na
clínica escola da Unileão. Foi realizado fotografias prévias para melhor planejamento do caso
clínico. Foi executado a técnica convencional de aumento de coroa clínica, iniciou marcados
os pontos sangrantes na margem gengival com a sonda milimetrada de Williams, em seguida
realizou-se a osteotomia pela técnica convencional, utilizando o Cinzel Mini-Ochsenbein N°2
na qual a ponta ativa desse instrumento foi introduzida no sulco gengival vestibular dos
elementos dentais. Durante e após a osteotomia, ocorreu a avaliação da distância entre a crista
óssea alveolar e a margem gengival, que deve ser de 3mm para que não haja recidiva no
encurtamento da coroa clínica dos elementos corrigidos. A escolha da técnica para correção
do sorriso gengival deve ser feita considerando não apenas o efeito imediato, mas também a
durabilidade e a irreversibilidade do procedimento. Portanto, conclui-se que a correta escolha
da técnica irá suceder em um bom resultado, e em uma estética periodontal satisfatória e sem
complicações. Autor(s) Águeda Maria de Oliveira Morais; Tereza Cristina de Holanda Delmondes Orientador(s) João Lucas de Sena Cavalcante Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Sorriso gengival. Correção gengival. Exposição gengival. Erupção passiva alterada Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Correção estética e funcional do terço inferior da face por meio de mentoplastia e implantes de metilmetacrilato: relato de experiência clínica (DG- O22) | Maíza Lucena Cruz de Morais; Raquel Couto Bem Mendonça | ODONTOLOGIA |
Correção estética e funcional do terço inferior da face por meio de mentoplastia e implantes de metilmetacrilato: relato de experiência clínica (DG- O22)
Descrição
Este trabalho tem como objetivo relatar um caso clínico de
mentoplastia associado à implantação definitiva de metilmetacrilato, técnica
empregada na correção de alterações no contorno do mento, com ênfase nos
resultados estéticos e funcionais. A mentoplastia é amplamente utilizada em
contextos estéticos e reconstrutivos, e o metilmetacrilato se destaca como
alternativa viável devido à sua biocompatibilidade, durabilidade e custo
acessível. Apesar de seu uso crescente, ainda são escassos na literatura
científica relatos clínicos detalhados que abordem essa abordagem
terapêutica.Trata-se de um estudo qualitativo e descritivo, baseado na análise
de documentação clínica, exames de imagem, registros fotográficos e
acompanhamento pós-operatório. O objetivo é contribuir para o aprimoramento
técnico dos profissionais da área, favorecendo uma prática mais segura e
eficaz.O caso apresentado demonstrou que o metilmetacrilato, quando
adequadamente manipulado e associado ao planejamento virtual tridimensional,
pode proporcionar estabilidade, previsibilidade e resultados estéticos
satisfatórios na correção do terço inferior da face. A seleção criteriosa dos
pacientes e o acompanhamento pós-operatório rigoroso continuam sendo etapas
fundamentais para minimizar riscos e otimizar os resultados.Embora os achados sejam
favoráveis, este é um relato isolado e, portanto, suas conclusões devem ser
interpretadas com cautela. Estudos clínicos mais amplos, com metodologias
robustas, são necessários para consolidar a evidência disponível e avaliar de
forma mais precisa a eficácia e segurança dessa técnica. Autor(s) Maíza Lucena Cruz de Morais; Raquel Couto Bem Mendonça Orientador(s) Jéferson Martins Lucena Pereira Franco Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Estética facial. Cirurgia reconstrutiva. Implantes faciais. Mentoplastia. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Correlação Covid-19 e hiperglicemia: uma revisão de literatura (B778) | Elienay Leandro Lima | BIOMEDICINA |
Correlação Covid-19 e hiperglicemia: uma revisão de literatura (B778)
Descrição
O presente artigo teve como objetivo discutir a correlação COVID-19 e hiperglicemia por meio
de uma revisão de literatura. Tratou-se de uma revisão bibliográfica, qualitativa, com
abordagem descritiva, onde a coleta dos dados foi realizada através da pesquisa de artigos
científicos na plataforma National Library of Medicine (PubMed), publicados nos anos de 2019
à 2021 e utilizando os descritores: diabetes, hiperglicemia e COVID-19 com o uso do operador
booleano and entre eles. De 337 artigos encontrados, 17 foram selecionados após a aplicação
dos critérios de inclusão e exclusão. Para a ligação do vírus com o receptor e consequente
entrada na célula, é necessário a adição de glicose ao receptor por meio da glicosilação. O
SARS-CoV-2 pode lesar as células beta, impedir as vias de sinalização da insulina ou gerar
uma ativação do sistema renina-angiotensina. Através da combinação desses mecanismos, pode
contribuir para o surgimento de diabetes nos pacientes não diabéticos. Por meio dessa revisão
de literatura, constatou-se que a hiperglicemia tem sido considerada um fator de risco para o
aumento da gravidade e possível mortalidade nos pacientes infectados durante a admissão
hospitalar. Além disso, pôde-se observar uma existente relação bidirecional entre o nível sérico
de glicose e a ação do coronavírus SARS-CoV-2 e perceber que o tratamento realizado a base
de corticosteroides pode predispor a hiperglicemia através da resistência a insulina e
consequente gliconeogênese hepática. Dessa maneira, recomenda-se a busca por novas
alternativas de medicamentos para tratamentos e estudos mais avançados que abordem a
correlação da hiperglicemia com a COVID-19. Autor(s) Elienay Leandro Lima Orientador(s) Amanda Karine de Sousa Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Corticosteróides. COVID-19. Hiperglicemia. Curso BIOMEDICINA Baixar |
| Correlação da sororeatividade do fator reumatóide com a velocidade de hemossedimentação em idosos residentes em uma casa de apoio no município de Juazeiro do Norte - Ceará (B598) | Myzzaella de Brito Silva | BIOMEDICINA |
Correlação da sororeatividade do fator reumatóide com a velocidade de hemossedimentação em idosos residentes em uma casa de apoio no município de Juazeiro do Norte - Ceará (B598)
Descrição
O presente estudo teve por finalidade avaliar a correlação do Fator Reumatoide (FR) reagente
com a Velocidade de Hemossedimentação (VHS)em idosos residentes em uma casa de apoio
do município de Juazeiro do Norte, CE. Foram realizadas uma entrevista estruturada e analise
de amostra biológica, usando o reagente de FR com partículas de látex e a metodologia de
Westergreen para o VHS. As amostras foram analisadas no Laboratório de Microscopia da
UNILEÃO (Centro Universitário Doutor Leão Sampaio). Os resultados obtidos com a
presente pesquisa mostraram que não há correlação entre o FR e o VHS, uma vez que o FR
pode ser reagente e o VHS não se alterar.Ainda o VHS foi aumentado nos idosos que
relataram dores. Porém se faz necessário um estudo com um número maior de amostra para o
resultado ser mais significativo. Autor(s) Myzzaella de Brito Silva Orientador(s) Wenderson Pinheiro de Lima Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Fator reumatoide. Idosos. Velocidade de hemossedimentação. Curso BIOMEDICINA Baixar |
| Correlação do isolamento de staphylococcus epidermidis em amostras de culturas de ponta de cateter e hemoculturas de um laboratório privado da cidade de Crato - CE (B868) | Maria Victória Oliveira da Silva | BIOMEDICINA |
Correlação do isolamento de staphylococcus epidermidis em amostras de culturas de ponta de cateter e hemoculturas de um laboratório privado da cidade de Crato - CE (B868)
Descrição
Staphylococcus epidermidis é uma bactéria que possui um grande potencial de acarretar uma
infecção de corrente sanguínea, principalmente, em pacientes imunocomprometidos, motivo
oqual pode colaborar para uma sepse. O artigo realizou a correlaçãodo isolamento de
Saphylococcus epidermidis em amostra de ponta de cateter e hemoculturas do mesmo
paciente. A coleta de dados foi realizada no mês de fevereiro de 2023, onde foi coletado os
dados gerados do período de janeiro de 2018 a dezembro de 2021 eorganizados através de
gráficos e tabelas obtidos por meio do software Excel. Os resultados obtidos demonstram
que dentre 15.883 amostras analisadas, 19,16% positivaram para o crescimento bacteriano,
onde 26,80% tiveram o crescimento de Staphylococcus coagulase negativa. Com 1.373
hemoculturas realizadas teve um percentual de 89,26% de pacientes com apenas uma
amostra positiva para crescimento bacteriano e 10,74% com duas positivas para
S. epidermidis, e ao verificar os dados, no geral teve 925 culturas de ponta de cateter com
aum crescimento microbiano de 17,28% para Staphylococcus coagulase negativa. Portanto,
é importante manter uma observância rígida nestas unidades de saúde quanto ao controle da
disseminação destes microrganismos por práticas médicas, pois as más condutas na coleta
do material analisado gera contaminações. Ademais, é imprescindível a solicitação sempre
da cultura de ponta de cateter após duas amostras de hemoculturas positivas para
confirmação da sepse, porém não é uma prática evidenciada, resultando em dificuldade para
interpretações de resultados. Autor(s) Maria Victória Oliveira da Silva Orientador(s) Tassia Thais Al Yafawi Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Pontas de cateter. Infecções nosocomiais. Sepse. Infecções de corrente sanguínea. Curso BIOMEDICINA Baixar |
| Correlação dos parâmetros bioquímicos de avaliação da função renal com resultados da glicemia de jejum de pacientes atendidos em um laboratório da cidade de Brejo Santo - Ceará (B514) | Maria Sarah Gomes de Araújo | BIOMEDICINA |
Correlação dos parâmetros bioquímicos de avaliação da função renal com resultados da glicemia de jejum de pacientes atendidos em um laboratório da cidade de Brejo Santo - Ceará (B514)
Descrição
O presente estudo tem como objetivo principal correlacionar os parâmetros bioquímicos de
avaliação da função renal com resultados da glicemia de jejum. Trata-se de um estudo
descritivo, do tipo retrospectivo, documental e de caráter quantitativo. Os dados foram
provenientes do laboratório de um Centro de Saúde, através dos laudos dos exames, como
também o sexo e a idade dos pacientes. A população foi composta por 117 pessoas,
participaram todos os pacientes que foram atendidos no período de janeiro a dezembro de
2016, que tiveram resultado de glicemia de jejum igual ou acima de 100 mg/dl, e que tenham
realizado também os exames de ureia e creatinina. Os resultados demonstraram que há uma
grande variação entre os valores da glicemia e dos marcadores renais, pois os valores da ureia
e creatinina não acompanharam o aumento da glicemia. Mostrando que a pesar desses
marcadores renais serem muito solicitados por fornecerem triagem e baixo custo, são
inconclusivos e mesmo a diabetes mellitus estando relacionada com a nefropatia diabética,
não há a obrigatoriedade de pacientes diabéticos possuírem tal disfunção renal, justificando
assim a não relação entre os parâmetros. Conclui-se que há a necessidade da realização de
estudos que busquem ampliar o conhecimento a respeito do assunto proposto, colaborando
assim com a relação da diabetes mellitus e os problemas trazidos por ela, como a nefropatia
diabética Autor(s) Maria Sarah Gomes de Araújo Orientador(s) Maria Karollyna do Nascimento Silva Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Creatinina. Diabetes mellitus. Nefropatia diabética. Ureia. Curso BIOMEDICINA Baixar |
| Correlação entre ampliação foraminal e sintomatologia dolorosa no pós-tratamento endodôntico: revisão de literatura (O848) | Lamartha Janinny Alencar Piancó | ODONTOLOGIA |
Correlação entre ampliação foraminal e sintomatologia dolorosa no pós-tratamento endodôntico: revisão de literatura (O848)
Descrição
A ampliação foraminal é conceituada como o aumento intencional e mecânico do forame
apical, sendo bastante questionada a sua relação com o aparecimento e ou intensificação da
dor pós-operatória. Nesse contexto, este trabalho teve como propósito, através de uma revisão
da literatura, apontar a correlação entre a execução de procedimentos de ampliação foraminal
e sintomatologia dolorosa pós-tratamento endodôntico. Para tanto, foi realizado um
levantamento bibliográfico nas bases de dados PubMed, SciELO e Google Acadêmico,
utilizando as palavras-chave “tratamento endodôntico”, “ampliação foraminal” e “dor”, em
português e inglês, selecionando, assim, 11 artigos para compor a pesquisa. Não houve
diferenças estatisticamente significantes entre os grupos analisados em relação à dor em sete
estudos, independente da substância auxiliar utilizada e dos períodos avaliados. Houve
predomínio de dor pós-operatória em três estudos em que a ampliação foraminal foi realizada,
com diferença estatística nos períodos de 24 e 48 horas. Além disso, um artigo em que a
instrumentação manual foi realizada também apresentou dor nos primeiros 4 dias e no dia 6,
em relação ao grupo controle. Um estudo correlacionou a presença de dor pré-operatória a dor
pós-tratamento em casos tratados com ampliação foraminal. De acordo com a literatura
revisada, não existem dados estatísticos significativos para apontar, a existência de correlação
positiva entre a execução dos procedimentos de ampliação foraminal e sintomatologia
dolorosa no pós-tratamento endodôntico, porém é válido ressaltar que a presença de dor pré-operatória foi citada como um fator que influencia na dor pós-tratamento. Autor(s) Lamartha Janinny Alencar Piancó Orientador(s) Isaac de Sousa Araújo Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Endodontia. Ápice dentário. Dor. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Correlação entre estresse crônico e acidente vascular cerebral: uma revisão bibliográfica sobre fatores de risco psicofisiológicos (DG- F127) | Cícero Everaldo Barros Souza | FISIOTERAPIA |
Correlação entre estresse crônico e acidente vascular cerebral: uma revisão bibliográfica sobre fatores de risco psicofisiológicos (DG- F127)
Descrição
Este artigo buscou sintetizar evidências recentes sobre a correlação entre estresse crônico e acidente vascular cerebral (AVC), descrevendo mecanismos psicofisiológicos, fatores comportamentais e implicações para prevenção, cuidado e reabilitação. Conduziu-se uma revisão narrativa com busca estruturada nas bases SciELO, LILACS/BVS e PubMed/MEDLINE, contemplando publicações de 2020 a 2025, nos idiomas português, inglês e espanhol. Incluíram-se estudos observacionais, e ensaios clínicos, estudos de coorte e epidemiológicos. Excluíram-se cartas, editoriais, comentários e registros sem texto completo.O delineamento do estudo ocorreu com seleção da amostra, procura sobre mensuração do estresse, busca por desfechos cerebrovasculares e pós-AVC, limitações e outras implicações. Os achados convergiram para quatro eixos. Primeiro, associação entre estresse psicossocial e risco de AVC. Segundo, mecanismos biológicos e comportamentais. Terceiro, recuperação e qualidade de vida. Quarto e último, intervenções e apoio a cuidadores .Conclui-se que o estresse psicossocial constitui componente relevante do risco e do curso do AVC, sustentado por plausibilidade biológica e por evidências aplicáveis aos serviços de saúde. Recomenda-se incorporar triagem psicossocial aos protocolos de avaliação, integrar aconselhamento breve e educação em saúde às metas clínicas , além de estruturar linhas de cuidado que contemplem sobreviventes e cuidadores. Persistem lacunas quanto à padronização de instrumentos, avaliação de custoefetividade e mensuração longitudinal de impacto, que devem orientar futuras pesquisas e políticas. Autor(s) Cícero Everaldo Barros Souza Orientador(s) Ivo Saturno Bomfim Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Estresse psicológico. Acidente vascular cerebral. Fatores de risco. Saúde mental. Curso FISIOTERAPIA Baixar |