| Título | Autor | Curso | Visualizar |
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| Histórico da urbanização e regularização fundiária da vila Três Marias no município de Juazeiro do Norte- CE (S287) | Mônica Cristina Gomes Figueiredo | SERVIÇO SOCIAL |
Histórico da urbanização e regularização fundiária da vila Três Marias no município de Juazeiro do Norte- CE (S287)
Descrição
O presente trabalho vem explanar sobre o Histórico da Urbanização e Regularização Fundiária da Vila Três Marias, destacando a efetividade das políticas voltadas para a urbanização no que tange a ocupação da área e/ou a regularização fundiária em diferentes momentos da história do Brasil. Visa ainda, averiguar o grau de conhecimento das famílias residentes na referida Vila no que se refere a condição de moradia digna. Explanar a emergência da questão social gerada em cima do solo, partido desde o período colonial até os dias atuais. Autor(s) Mônica Cristina Gomes Figueiredo Orientador(s) Sheyla Alves Dias Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Política Nacional de Habitação. Urbanização. Regularização Fundiária. Curso SERVIÇO SOCIAL |
| HIV/AIDS: uma visão psicanalítica sobre a morte e o preconceito (P287) | Maria Braga Leite | PSICOLOGIA |
HIV/AIDS: uma visão psicanalítica sobre a morte e o preconceito (P287)
Descrição
A pesquisa objetivou uma análise bibliográfico acerca do enfrentamento do sujeito soro positivo diante da sua percepção com relação à morte e o preconceito com base na abordagem psicanalítica. A metodologia consistiu em uma pesquisa qualitativa que utilizou uma revisão bibliográfica sobre os seguintes assuntos: HIV/AIDS, morte e preconceito. A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - AIDS é uma doença causada por infecção com destruição progressiva das células do sistema imune, pelo Vírus da Imunodeficiência Humana -HIV, que compromete o funcionamento do sistema imunológico humano, tornando o sujeito suscetível a determinadas infecções e tumores que acabam por leva-lo à morte. Considerada um dos maiores enigmas da existência humana, a morte vem sendo tema de discussões ao longo da história da humanidade. Mesmo sendo a morte inevitável, tende-se a eliminá-la dos pensamentos, uma vez que no inconsciente, cada um está convencido de sua própria imortalidade. Entretanto, o sujeito com HIV/AIDS não pode ignorá-la. Independente da forma de contaminação, o sujeito acometido pela enfermidade é visto como aquele que transgrediu as normas sociais impostas, despertando o medo e o preconceito. Dessa forma, concluiu-se que o resultado do HIV/AIDS não é recebido só como diagnóstico de uma doença sem cura, mas como a sentença de uma culpa. Traz consigo o peso do estigma social e as marcas contemporâneas da morte e preconceito. Enfrentar a AIDS é enfrentar toda uma sociedade carregada de preconceitos e colocar-se sob julgamento da mesma. Autor(s) Maria Braga Leite Orientador(s) Nadya Ravella Siebra de Brito Saraiva Ano de Publicação 2012 Palavra Chave HIV/ AIDS. Preconceito. Morte. Psicanálise. Curso PSICOLOGIA |
| Homem na terceira idade: vivenciando a sexualidade (E1396) | Heliane Maria do Nascimento Félix | ENFERMAGEM |
Homem na terceira idade: vivenciando a sexualidade (E1396)
Descrição
A maturidade pode trazer consigo a plenitude da vida e assim fazer com que os relacionamentos
afetivos, além de viáveis, sejam necessários para quem os deseja, e podem vir cheios de paixão, amor,
sexo, companheirismo, cumplicidade, sabedoria e discernimento para serem vividos de acordo com
cada fase da vida, incluindo a fase idosa. O estudo tem como objetivo geral identificar o conhecimento
do homem da terceira idade sobre sexualidade e como objetivos específicos; traçar o perfil
socioeconômico dos idosos pesquisados; analisar seu conhecimento sobre sexualidade; descrever quais
atividades realizam para vivenciar a sua sexualidade e relatar as medidas de prevenção adotadas em
relação as IST/HIV/AIDS. Trata-se de uma pesquisa exploratória, descritiva com abordagem
quantitativa. O lócus do estudo foi a Casa de Show Milla Mix na cidade de Milagre-CE, onde ocorre
um evento quinzenalmente, aos domingos a tarde, conhecido popularmente “Forró Dos Véi”. Os
resultados apresentados revelam que 50% dos entrevistados estão na faixa etária entre 60 à 64 anos;
71% são casados e 14% viúvos. O grau de escolaridade nos mostra que 75% têm ensino fundamental
Incompleto e quanto a profissão 68% são aposentados e 11% são agricultores. Quanto à renda salarial
da família 78% recebem de 1 a 2 salários mínimos sendo que 14% não quiseram revelar. Quando
questionados sobre o que é sexualidade 67 % a relacionaram com o hábito de vestir-se bem e a ter
boa aparência e 11 % ao ato de paquerar. Quanto a compreensão sobre o que é sexo e sexualidade, 44
% responderam ser a mesma coisa. 57% dos idosos acreditam que a sexualidade é de fundamental
importância para a vida e 43% referem como um ato natural que faz parte do cotidiano. Demonstram
sua sexualidade através da aparência pessoal (55%) e 10 % através da dança. Em relação às
dificuldades atuais para demonstrar a sexualidade 54 % revelaram que não há nenhuma dificuldade e
acreditam que a sexualidade deve ser vivenciada de forma natural na terceira idade. Percebeu-se que
46 % dos entrevistados tem um conhecimento equivocado sobre a prevenção das IST´s por acharem
que não precisam usar preservativo por serem casados e 36% não se preocupam em praticar sexo
seguro. Para os idosos se manterem ativos e saudáveis 36 % realizam atividades físicas; 25 % se
mantêm perto de quem ama; 18% mantêm pensamentos positivos e 14 % dançam regularmente. Pelas
entrevistas realizadas, notamos que os idosos possuem um conhecimento limitado sobre o tema. É
necessário levar mais informações sobre as alterações que estão ocorrendo em relação ao corpo, o que
são IST/HIV/AIDS, quais os métodos preventivos e como é possível ter uma vida sexual saudável,
com qualidade, nessa faixa etária. Tornam-se necessárias estratégias educativas, realizadas por
profissionais habilitados, para promover uma mudança no comportamento dos idosos, principalmente
quanto às formas de prevenção e sua qualidade de vida. Autor(s) Heliane Maria do Nascimento Félix Orientador(s) Geni Oliveira Lopes Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Terceira Idade. Sexualidade. Homem. Curso ENFERMAGEM |
| Homoafetividade e relacionamento familiar (P670) | Nancy de Lima Cardoso | PSICOLOGIA |
Homoafetividade e relacionamento familiar (P670)
Descrição
A homoafetividade, relacionamento existente entre pessoas do mesmo sexo, considerando sobre esse termo a afetividade e sexualidade humana. O presente estudo objetivou inquirir a percepção que os homoafetivos universitários elaboram acerca do seu relacionamento familiar frente à sua orientação sexual. Trata-se de uma pesquisa de campo, de cunho qualitativo, sendo utilizado para a coleta de dados uma entrevista semiestruturada com estudantes do sexo masculino e feminino do curso de Psicologia da Unileão- Centro Universitário localizado na cidade de Juazeiro do Norte, Ceará. O trabalho discutirá sobre a Homoafetividade e relacionamento familiar perpassando três tópicos que abordam sobre o histórico acerca do comportamento homoafetivo, homoafetividade, família e Psicologia. Os resultados apontam que a homoafetividade é relativamente compreendida pelos estudantes do curso de Psicologia, bem como o conceito de família trazido por eles considera como característica fundamental o afeto entre os membros familiares independentemente dos laços de consanguinidade mas considerando a singularidade que cada sujeito tem acerca desse conceito. Os impactos vivenciados com a descoberta da orientação afetivo sexual dos filhos apontam uma reação de negação e posteriormente aceitação; assim como as mudanças advindas da descoberta foram de acolhimento e medo que o filho sofra com o preconceito que ainda mostra-se atuante tendo em vista a influência exercida pelas religiões, já no tocante a discussão acadêmica é perceptível a carência de informação e estudo devido ao medo e esquivas existentes em se abordar a temática. Autor(s) Nancy de Lima Cardoso Orientador(s) Joel Lima Júnior Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Homoafetividade. Relacionamento familiar. Psicologia. Curso PSICOLOGIA |
| Homofobia na escola: problematizando gênero e sexualidade entre estudantes do ensino médio (P559) | Luan Layzon Souza | PSICOLOGIA |
Homofobia na escola: problematizando gênero e sexualidade entre estudantes do ensino médio (P559)
Descrição
Para além do ensino e aprendizagem a escola deve ser cultivadora de socialização, proporcionando espaços seguros para que aconteçam encontros, desencontros, contatos, comunicações e diversidades. Longe dessa realidade a escola compõe uma rede de mecanismos sociais de formação de sujeitos ideais e como instituição apresenta-se como lugar restritivo que na maioria das vezes não cumpre com seu papel de ser cultivador da diversidade pelo cumprimento de suas normas e regras socialmente construídas, colocando á margem todos aqueles que não se enquadram em seus ideais. O presente trabalho objetivou problematizar gênero e sexualidade dentro do contexto escolar com foco nas questões de homofobia, apresentando-se como pesquisa de abordagem qualitativa e natureza exploratória, se configurando em uma pesquisa-intervenção. Oficinas foram realizadas em uma escola de ensino médio da cidade de Juazeiro do Norte-Ceará, com estudantes da devida instituição, sendo tematizado os conceitos fundamentais da pesquisa e os dados obtidos no devido trabalho foram organizados em categorias onde se trabalhou esses devidos conceitos, as experiências de gênero e sexualidade dentro da escola e a homofobia, construindo-se análise de conteúdo. Como resultados conclui-se que as vivências de gênero e sexualidade na escola estão pautadas em medo, sofrimento e violação de direitos, onde não existe espaço para se discutir temas como esses e vivenciá-los. Autor(s) Luan Layzon Souza Orientador(s) Francisco Francinete Leite Júnior Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Homofobia. Gênero. Sexualidade. Escola. Curso PSICOLOGIA |
| Homofobia no contexto escolar: problematizações e possíveis intervenções (P816) | Bruno Figueiredo de Sousa | PSICOLOGIA |
Homofobia no contexto escolar: problematizações e possíveis intervenções (P816)
Descrição
Este artigo tem como objetivo refletir sobre a homofobia institucionalizada no ambiente escolar, apresentando as principais problemáticas existentes sobre o tema. O texto privilegia uma abordagem macrossocial acerca da homofobia, o papel cabível ao psicólogo frente às questões elencadas e as possíveis alternativas de intervenção, atreladas às políticas educacionais de valorização da diversidade efetivadas. São apresentados conceitos relevantes para o entendimento das questões centrais abordadas, sendo eles homofobia, heteronormatividade e gênero. No que se refere à heteronormatividade são mensurados alguns impactos sociais na concepção de uma sexualidade hegemônica e de qual forma essa concepção interfere na aceitação de que a sexualidade é diversa e ao mesmo tempo singular. A metodologia utilizada é a revisão bibliográfica de cunho sistemático contemplando as temáticas homofobia e escola. Com a finalidade de organizar e direcionar melhor o estudo foi construída uma tabela contendo a temática do artigo, o livro abordado, o(s) autor(es), ano e local de publicação. A análise desenvolvida indica omissão do tema diversidade sexual e de gênero no currículo escolar como mecanismo para ocultar a homofobia e os obstáculos atravessados para implementação das políticas públicas que atendam as demandas da população LGBTT. Também foi constatada a dificuldade de se encontrar artigos sobre a atuação do psicólogo nesse enfrentamento. Autor(s) Bruno Figueiredo de Sousa Orientador(s) Lorrana Caliope Castelo Branco Mourão Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Homofobia. Escola. Diversidade sexual. Políticas públicas. Atuação do psicólogo. Curso PSICOLOGIA |
| Homoparentalidade: uma nova forma de ser família (P600) | Francisca de Morais Macêdo | PSICOLOGIA |
Homoparentalidade: uma nova forma de ser família (P600)
Descrição
A homoparentalidade se apresenta na contemporaneidade enquanto arranjo familiar emergente, ainda percebido pela sociedade como forma desviante de configuração familiar, onde o mesmo rompe com os padrões normativos pautados na cultura heterossexual dominante de base moral e religiosa. Diante disso objetivou-se por tanto desenvolver um estudo sobre união entre pessoas do mesmo sexo e a representação dessas diante da sociedade. Para tanto faz-se uso de estudo de caso baseado na trajetória de vida de sujeitos homoafetivos femininos que convivem em união estável, submetendo ao método de análise de discurso para um entendimento do contexto no qual estão imersos tais sujeitos. Percebendo-se que o termo família tem auferido uma nova significância tanto no contexto social, jurídico, cultural e psicológico, apesar da diversidade das bases bibliográficas advindas em sua maioria do campo jurídico a pesquisa em questão dedica-se a bibliografia de cunho psicológico buscando argumentação no campo jurídico dada sua produção atual proporcionando a psicologia uma ampliação de atuação principalmente nesse novo campo que emerge do contexto social. Conclui-se ao termino da pesquisa que as relações homoparentais não se apresentam de forma desviante em caracterização e manifestação, desviando apenas no tocante a norma imposta que se configura com hétero. Norma essa que é imposta e internalizada pelos sujeitos e praticada de forma quase que inconsciente pelos indivíduos que fazem uso de dispositivos sociais para a manutenção, coerção e aplicação a tal norma. Autor(s) Francisca de Morais Macêdo Orientador(s) Marcus Cézar de Borba Belmino Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Homoparentalidade. Família. Psicologia. Curso PSICOLOGIA |
| Hospitalização de crianças e a técnica da arteterapia (P797) | Ana Carolina Xavier Leite | PSICOLOGIA |
Hospitalização de crianças e a técnica da arteterapia (P797)
Descrição
O interesse pelo presente estudo surgiu a partir da busca de discutir a hospitalização de
crianças e a possibilidade da inclusão da arteterapia nesse contexto. Para a elaboração
utilizou-se instrumentos de fontes bibliográficas, sem pretensão de responder todas as
questões que surgem em torno do tema, mas contribuir com respaldo para intervenções. A
construção deste trabalho teve como objetivo analisar se a arteterapia consegue fazer as
crianças ressignificarem esse momento tão difícil no qual afeta diretamente seu
desenvolvimento, trazendo teorizações referentes ao tema em questão almejando esclarecer: O
que é a Arteterapia, conceituações e reflexões sobre essa prática, Prejuízos decorrentes a
hospitalizações na infância, se a arteterapia seria eficaz no contexto hospitalar intervindo com
crianças. Deste modo, é possível dizer que através da arte a criança pode manifestar seus
medos, angústias, sentimentos e sensações, enfim todos seus conflitos existentes do
inconsciente, possibilitando um suporte para as novas situações desafiadoras. Com base nisso
pretende-se multiplicar conhecimentos na comunidade cientifica e, formar novas práticas
nesse campo a partir dos dados colhidos. Autor(s) Ana Carolina Xavier Leite Orientador(s) Nadya Ravela Siebra de Brito Saraiva Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Arteterapia. Hospitalização de Crianças. Curso PSICOLOGIA |
| Hospitalizações por infarto agudo do miocárdio em adultos e idosos em nível estadual, regional e nacional (F571) | Cibele Ferreira da Silva | FISIOTERAPIA |
Hospitalizações por infarto agudo do miocárdio em adultos e idosos em nível estadual, regional e nacional (F571)
Descrição
As doenças do aparelho circulatório, segundo o Ministério da Saúde, estão entre as principais causas de mortalidade, com valores maiores que de 37%, sendo as mais comuns o derrame, as enfermidades decorrentes de hipertensão arterial e o infarto agudo do miocárdio - IAM. Sendo este uma condição sensível a atenção primária, a análise por internações hospitalares por esta condição, consiste em monitorar a efetividade das ações Atenção Primária à Saúde (APS), visto que está relativamente ligada aos fatores de risco modificáveis. Portanto, este estudo objetivou verificar a tendência das hospitalizações por Infarto Agudo do Miocárdio em adultos e idosos residentes no estado do Ceará, Nordeste e Brasil de 2012 a 2016. Tratou-se de um estudo ecológico contendo a série histórica das internações hospitalares por Infarto Agudo do Miocárdio em pessoas de ambos os sexos, na faixa etária a partir de 20 a 80 anos ou mais, nos níveis Estadual, Regional e Nacional no período de 2012 a 2016, com base no banco de dados do DATASUS. Verificou-se considerável aumento no número de casos no decorrer dos anos estudados, com ênfase para o último ano de 2016, onde se percebe, de forma geral, uma elevação ainda mais acentuada, principalmente no sexo masculino. Também podemos observar que quanto maior a faixa etária, maiores são os valores encontrados, ressaltando que a mais acometida é de 60 a 69 anos de idade. Tendo em vista os resultados obtidos nesse estudo, estes serão capazes de auxiliar gestores da saúde do estado do Ceará, Região do Nordeste e Brasil, com seus dados e, a partir destes, estimular a implantação de ações e políticas de atenção e prevenção das doenças cardiovasculares, dentre elas, o IAM. Autor(s) Cibele Ferreira da Silva Orientador(s) Francisca Alana de Lima Santos Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Infarto agudo do miocárdio. Hospitalizações. Internações. Curso FISIOTERAPIA |
| Hospitalizações provocadas por hepatite B aguda no Ceará de 2008 à 2012 (B274) | Samuel Guedes Geraldo | BIOMEDICINA |
Hospitalizações provocadas por hepatite B aguda no Ceará de 2008 à 2012 (B274)
Descrição
A Hepatite B aparece como um dos mais graves problemas de saúde pública, sendo considerada uma das principais causas de doença hepática. No Brasil, a Hepatite B aparece em segundo lugar em casos de hepatites virais mais prevalentes, ficando atrás apenas da Hepatite A. A sua transmissão ocorre principalmente no ato sexual ou através do compartilhamento de agulhas e seringas. O diagnóstico é feito através da pesquisa dos marcadores sorológicos da Hepatite B no soro do paciente. Foi realizada uma coleta de dados por meio do sistema Data SUS com o objetivo de se detectar o número de hospitalizações provocadas por Hepatite B aguda entre janeiro de 2008 e dezembro de 2012 no estado do Ceará. Neste período foram contabilizados 284 casos, sendo em sua maioria pacientes do sexo masculino (68%) e acometendo principalmente a faixa etária entre 50 e 59 anos (22,53%). O número de hospitalizações caiu significativamente durante este período mostrando que as políticas públicas de promoção e prevenção de saúde têm sido eficientes na região. Autor(s) Samuel Guedes Geraldo Orientador(s) Wenderson Pinheiro de Lima Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Hepatite B. Data SUS. Hospitalizações. Curso BIOMEDICINA |