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| O brincar como recurso terapêutico para o psicólogo em hospitais infantis (P121) | Emylle Damasceno Martins | PSICOLOGIA |
O brincar como recurso terapêutico para o psicólogo em hospitais infantis (P121)
Resumo
O brincar proporciona prazer ao ser que brinca, onde este irá explorar suas fantasias e entrar em contato com seus conflitos existenciais buscando enfrentá-los. Durante o processo de hospitalização, a criança necessita adaptar-se a uma nova rotina diária, lidando com as limitações do hospital e da doença que a aflige. Com isso, este artigo visa avaliar a importância do brincar como um recurso terapêutico para atuação do psicólogo em hospitais infantis, identificando os benefícios de tais atividades lúdicas para a criança hospitalizada, avaliando a atuação deste profissional que, deverá ser pautada em práticas humanizadas com foco na produção do cuidado. Para esse estudo, utilizou-se uma análise descritiva com abordagem qualitativa, onde fora realizada uma revisão bibliográfica através de livros e artigos científicos publicados acerca da temática abordada. A prática do brincar com crianças hospitalizadas demonstra ser útil à psicologia, pois quando se utiliza tal recurso terapêutico, a criança entra em contato com suas fantasias, se desligando de seus problemas, suas angústias, seus medos e das incertezas, contribuindo assim, para o bem-estar físico e emocional da criança hospitalizada. Autor(s) Emylle Damasceno Martins Orientador(s) Indira Feitosa Siebra de Holanda Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Brincar. Criança hospitalizada. Psicólogo. Curso PSICOLOGIA |
| O brincar como relevante instrumento terapêutico para o desenvolvimento de crianças com autismo (P853) | Jéssica Nunes Magalhães | PSICOLOGIA |
O brincar como relevante instrumento terapêutico para o desenvolvimento de crianças com autismo (P853)
Resumo
O brincar não deve ser compreendido como uma ação limitada, mas em seu sentido integral, sendo considerando as suas características e influências referentes ao crescimento e desenvolvimento da criança, sobretudo, enquanto ser humano e como significativa ferramenta de expressão dos sentimentos, das emoções, das angústias, dentre outros. A partir disso, o estudo possui como objetivo central fazer explanações no tocante ao brincar como processo terapêutico com criança acometidas pelo autismo, considerando esta em sua dimensão global, bem como destacando a contribuição do papel do psicólogo no que diz respeito ao desenvolvimento de práticas embasadas no brincar e também avaliando a importância deste no desenvolvimento infantil. Quanto à metodologia, para melhor investigação na construção da pesquisa foram utilizados os métodos de pesquisa qualitativa, exploratória e bibliográfica. Neste intuito, as intervenções destacadas nesse estudo privilegiam não somente este instrumento no sentido terapêutico, mas igualmente detém-se a rigor a importância do papel do psicólogo ou/e analista na clínica frente a análise das resistências e resgate da criança para o contato com o mundo externo, ressaltando também a relevância do trabalho do psicólogo na construção do processo de tratamento da criança autista, trazendo o brincar como instrumento facilitador no processo terapêutico. Autor(s) Jéssica Nunes Magalhães Orientador(s) Cícera Jaqueline Sobreira Andriola Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Autismo. Brincar. O brincar terapêutico. Psicologia. Psicanálise. Curso PSICOLOGIA |
| O brincar como um recurso terapêutico na clínica psicanalítica (P132) | Romário Barreto de Sousa | PSICOLOGIA |
O brincar como um recurso terapêutico na clínica psicanalítica (P132)
Resumo
A brincadeira na infância possibilita uma forma de expressão simbólica, sendo uma maneira de demonstrar seus sentimentos, comportamentos e dificuldades através do ato de brincar. A partir da análise ajustada percebe-se que tanto Freud, Klein e Winnicott determinam alguns critérios do brincar, que possibilita no desenvolvimento humano. Propõe-se neste artigo científico uma investigação desta perspectiva teórico-metodológica a fim de focar contextos sociais específicos e as relações entre os sujeitos. Estudos recentes, analisados ao longo deste estudo, apresentam o brincar como atividade em que tanto os significados sociais e historicamente produzidos são veiculados quanto os novos podem ali emergir. Procurou-se demonstrar que o “brincar” e o “jogo de faz-de-conta” consistem em espaços de construção de conhecimentos pelas crianças, na medida em que os significados que ali transitam são particularmente apropriado social e culturalmente. Pretende-se, portanto, esclarecer e estruturar a Psicanálise de crianças sob esse ponto de partida, cuidando também de desmistificar o senso comum de que as crianças não são dotadas de uma estrutura psíquica inconsciente. O foco principal será demonstrar a importância do brincar como instrumento da clínica psicanalítica e como recurso terapêutico importante para o processo de análise e entendimento da construção da personalidade humana. Autor(s) Romário Barreto de Sousa Orientador(s) Juliana Linhares Cavalcanti de Alencar Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Sociedade. Brincar. Personalidade. Psicanálise. Curso PSICOLOGIA |
| O brincar na clínica com crianças: uma perspectiva winnicottiana (P697) | Erileuza Gomes Jerônimo Rodrigues | PSICOLOGIA |
O brincar na clínica com crianças: uma perspectiva winnicottiana (P697)
Resumo
O brincar constitui-se numa atividade repleta de significados. É uma pratica cultural, universal, saudável, facilita o crescimento e leva o indivíduo as interações grupais. Sendo assim, o presente estudo teve por objetivo realizar uma revisão bibliográfica sobre o brincar na clínica dentro da perspectiva winnicottiana. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica, descritiva e com abordagem qualitativa. As informações foram colhidas em livros, e nas bases de dados SciELO, LILACS, BVS psicologia Brasil e Abeci-psi e em sites relacionados ao tema. Foram utilizadas como palavras chave brincar e ou, brincadeira e ou, psicoterapia, e ou clínica. Os artigos foram pesquisados no idioma Português, publicados entre os anos de 2003 a 2016. Brincando na clínica, a criança articula fenômenos da realidade externa e assim utiliza em função da realidade interna. A criança, diferentemente do adulto, não costuma externar seus sentimentos e comportamentos verbalmente, necessitando, portanto, de outras formas, que não seja a verbal, para expressar-se. Essas outras formas incluem desenhar, contar história, utilizar bonecos e jogos, pinturas, entre outros meios. Neste sentido, o brincar é fundamental na análise, e é considerado por si só uma terapia. Se o paciente encontra-se impossibilitado de brincar, o analista deve atentar-se a isto, antes de desempenhar intervenções fragmentadas. O brincar na clínica é de total importância para a criança, e tem aspectos relevantes e que precisa ser estudado e pesquisado cada vez mais. Autor(s) Erileuza Gomes Jerônimo Rodrigues Orientador(s) Raul Max Lucas da Costa Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Brincar. Clínica com crianças. Psicanálise. Winnicott. Curso PSICOLOGIA |
| O brincar no processo terapêutico com crianças na clínica gestáltica (P130) | Julianne Barros Sousa Silva | PSICOLOGIA |
O brincar no processo terapêutico com crianças na clínica gestáltica (P130)
Resumo
Considerando o brincar como uma atividade própria e natural da criança, na qual facilita seu desenvolvimento, os processos de aprendizagem e a integração social, o presente trabalho procurou abordar o brincar no processo terapêutico com crianças na clínica gestáltica. Esta é uma abordagem psicológica que percebe a criança como um ser ativo, singular e que está em constante desenvolvimento, e em contínuos processos de ajustamentos criativos. Diante de tal visão, este trabalho visou compreender como o brincar pode ser terapêutico na clínica gestáltica com crianças. Este estudo se caracteriza como uma pesquisa qualitativa, baseado em uma revisão bibliográfica de livros e artigos científicos que versem sobre o tema em questão. Para o maior entendimento deste tema, fez-se necessário abordar como a Gestalt-Terapia compreende a criança e como se dá o trabalho dessa abordagem na clínica infantil, procurando identificar a importância do brincar no processo psicoterapêutico. Percebeu-se essa atividade como a principal ferramenta de comunicação entre o gestalt-terapeuta e a criança, a qual facilita a ressignificação das experiências vividas e os processos de awareness. A linguagem lúdica permite que a criança se identifique e se integre no processo psicoterápico, assim como possibilita que o terapeuta entenda a forma como esta interage com outros, com ela mesma e com o mundo. Autor(s) Julianne Barros Sousa Silva Orientador(s) Marcus Cézar de Borba Belmino Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Brincar. Gestalt-Terapia. Atendimento infantil. Curso PSICOLOGIA |
| O brincar numa perspectiva Winnicottiana (P119) | Kelly Clarissa Alves Feitosa | PSICOLOGIA |
O brincar numa perspectiva Winnicottiana (P119)
Resumo
Este trabalho tem por intuito apresentar o brincar como meio de interlocução na Psicoterapia infantil, através da perspectiva winnicottiana, fazendo um resgate histórico do brincar e de seu uso pela criança, bem como mostrar a relação do psicólogo com a criança na Psicoterapia. O mesmo tem por objetivo mostrar aos pais, educadores e sociedade a importância deste brincar, além de contribuir para as produções científicas em torno da discussão sobre a criança e o brincar. Considera-se que o brincar, pensado e visto com um olhar de responsabilidade, de acolhimento, se faz importante diante do atendimento psicoterapêutico, pois existe uma interação paciente e analista, sendo este o responsável por acolhê-la no processo, devendo interagir e identificar os fatores que atrapalham no desenvolvimento infantil, percebendo que é um cuidado físico e emocional. A linguagem lúdica permite que a criança se identifique e se integre no processo psicoterápico, assim como possibilita que o terapeuta entenda a forma como esta interage com outros, com ela mesma e com o mundo. Autor(s) Kelly Clarissa Alves Feitosa Orientador(s) Nayanny Sampaio Moreira Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Brincadeira. Criança. Winnicott. Curso PSICOLOGIA |
| O bullying no ambiente escolar e as possibilidades de atuação do psicólogo diante dessa problemática (P271) | Karysia de Sousa Macedo | PSICOLOGIA |
O bullying no ambiente escolar e as possibilidades de atuação do psicólogo diante dessa problemática (P271)
Resumo
Muitas vezes nos deparamos com ações violentas no meio social em que vivemos. Na escola, a violência também se faz presente, prejudicando o desenvolvimento social dos alunos, bem como o processo de ensino e aprendizagem, o que acarreta sofrimento à vítima. Esse comportamento agressivo entre jovens merece atenção. O psicólogo deve estar preparado para lidar com esse tipo de violência nas escolas, termo este que a literatura denomina de bullying e pode se apresentar em vários comportamentos dos alunos, causando sérios prejuízos. O presente estudo objetiva apresentar as características do bullying e as possibilidades de intervenção do psicólogo diante dessa problemática. Essa pesquisa é bibliográfica e de cunho qualitativo. O fenômeno bullying representa ações praticadas por estudantes contra outros, de forma repetitiva e intencional. Essas ações causam dor ou sofrimento e ocorrem dentro de uma situação de poder, na qual o agressor é mais forte. O psicólogo pode intervir não apenas para a prevenção desse tipo de comportamento, como também para o tratamento das vítimas do bullying e dos opressores, realizando ações que contemplem alunos, família, comunidade e todos os profissionais da instituição escolar, baseado no modelo integrado e/ou ecológico e humanista. Autor(s) Karysia de Sousa Macedo Orientador(s) Alex Figueiredo da Nóbrega Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Bullying. Psicólogo. Prevenção. Curso PSICOLOGIA |
| O cálculo atuarial e o regime próprio de previdência: como o rpps (previjuno) se encontra frente à constituição federal de 1988 (cf/88) (D345) | Miguel Angelo Pereira dos Santos | DIREITO |
O cálculo atuarial e o regime próprio de previdência: como o rpps (previjuno) se encontra frente à constituição federal de 1988 (cf/88) (D345)
Resumo
O estudo científico jurídico aqui desenvolvido é o corolário do levantamento dos cálculos
atuariais do Regime Próprio de Previdência Social – RPPS do Município de Juazeiro do
Norte/CE, PREVIJUNO no que tange a Constituição Federal de 1988 e a lei 9.717/98, que
dispõe sobre a criação e manutenção desse tipo de regime, voltado para o equilíbrio financeiro
e atuarial do mesmo, como forma de garantir sua solvência enquanto regime previdenciário. O
referido estudo buscou demonstrar essa relação e quais ações poderiam ser tomadas para a
obtenção desse equilíbrio. Utilizou-se a metodologia da revisão bibliográfica e documental
alicerçado na Constituição Federal de 1988, nas leis que compõem o ordenamento jurídico
atual, nos materiais doutrinários e jurisprudenciais, além de artigos científicos de pessoas e/ou
instituições que trazem além da historicidade da implementação da previdência no Brasil,
também as diferentes correntes quanto à real sobrevivência da mesma com um cunho
exploratório para que houvesse uma desmistificação e familiaridade com o problema
apresentado. Verificou-se que a cada exercício (ano) os cálculos atuariais realizados pelo
regime apontaram para um aumento do déficit atuarial, embora houvesse reserva matemática,
culminando num valor acima dos 375 milhões obrigando o regime previdenciário a realizar
várias alterações nas taxas de contribuição do ente federativo, bem como buscar de maneira
conjunta (ente e regime previdenciário) a aplicação de outras ações para obtenção desse
equilíbrio financeiro e atuarial. Autor(s) Miguel Angelo Pereira dos Santos Orientador(s) Rawlyson Maciel Mendes Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Cálculo. Atuarial. RPPS. Constituição. Curso DIREITO Baixar |
| O caldeirão: uma opção de turismo religioso em Crato-CE (A04) | Paula Cristina Lopes Custódio | ADMINISTRAÇÃO |
O caldeirão: uma opção de turismo religioso em Crato-CE (A04)
Resumo
O Caldeirão da Santa Cruz foi uma sociedade alternativa
criada no Sítio Baixa Dantas, a cerca de 35 Km da cidade do Crato-CE, sob o
comando do beato José Lourenço, que abrigou milhares de sertanejos,
principalmente os que foram vítimas da seca de 1932. Eram aproximadamente 400
casas, igreja, a casa de farinha, o engenho, a oficina de marcenaria, de
sapateiros, seleiros, de artesanato diversificado, além do cemitério, o
cruzeiro e vários caldeirões de pedra que serviam para armazenar água, cultivar
cereais e frutas e criar animais. A comunidade vivia do trabalho
agrícola, artesanato e das orações. O sistema cooperativista imperava na forma
de gestão: as tarefas eram divididas de forma que todos o direitos e ganhos
fossem iguais de tal maneira a assegurar a vida digna e o amor ao próximo. Esse sistema atraia cada vez mais trabalhadores para o Caldeirão na medida
em que causava inquietação aos latifundiários da circunvizinhança, repletos de
bolsões de miséria e pobreza entre os seus agregados. Estimulados, os trabalhadores do Caldeirão levavam a produção à
auto-suficiência; havia uma professora para alfabetizar crianças e adultos, bem
como manifestações artísticas-culturais e os lucros decorrentes da venda do
excedente eram usados para a aquisição daquilo que a comunidade não produzia, a
exemplo de remédio, querosene etc. Causando tanta inveja e
repulsa na elite dominante, o Caldeirão foi invadido e posteriormente
bombardeado pelas tropas do governo em maio de 1937, quando a população já
atingia cerca de 3000 habitantes permanentes e 6000 habitantes flutuante. Diante de tão apaixonante experiência vivida no interior do Nordeste,
surgem diversos questionamentos, reflexões, obras publicadas. Mas, qual o aproveitamento que o fato histórico representa para a
comunidade regional em termo dos ensinos fundamental e médio? Como os
estudantes podem valorizar os heróis da nossa comunidade? Até que ponto o
Caldeirão é ponto do nosso turismo histórico e cultural? São questões tratadas no presente trabalho com o objetivo de
retro-alimentar o fato-histórico, criando o fato educacional e o fato
turístico, que podem contribui com a concretização do grande sonho do beato Zé
Lourenço: a sustentabilidade das pessoas e das famílias em consonância ao meio
ambiente e à cidadania. Autor(s) Paula Cristina Lopes Custódio Orientador(s) Antônia Valdelúcia Costa Ano de Publicação 2007 Palavra Chave Caldeirão. Turismo. Turismo religioso. Curso ADMINISTRAÇÃO |
| O câncer infantil e a atuação da psicologia neste contexto (P384) | Fabiene Araújo Amorim | PSICOLOGIA |
O câncer infantil e a atuação da psicologia neste contexto (P384)
Resumo
O câncer ainda é uma das doenças mais temidas no mundo moderno. Apesar das possibilidades de cura mediante o diagnóstico precoce e tratamentos adequados traz consigo uma representação estigmatizante revestida de dor e sofrimento para a criança e sua família. É nessa perspectiva que o presente trabalho abordará a importância de compreender a experiência da criança no processo de adoecimento e hospitalização oncológica infantil, a partir da complexidade das relações subjetivas e objetivas. Constituindo a investigação qualitativa como principal base desta pesquisa, por meio de revisão bibliográfica busca-se verificar a importância de se estudar o assunto, identificando os fatores que afligem essa criança, para que seja possível apoiá-la psicologicamente. A doença e a hospitalização são situações que acarretam sofrimento físico e psíquico. A discussão aqui empreendida abordará a criança doente e sua família que sofre ao receber o diagnóstico de uma enfermidade que as coloca frente à condição da finitude humana e, consequentemente, à ideia de uma morte precoce. Ressalta-se, portanto, a importância de uma assistência psicológica para facilitar a adaptação a esses eventos através de uma atuação exercida pelo profissional psicólogo na busca pela minimização do sofrimento aos envolvidos nesse processo. A proposta deste trabalho tem como principal motivação o esclarecimento da atuação do psicólogo neste contexto. Autor(s) Fabiene Araújo Amorim Orientador(s) Patricia Lemos Agostinho Brandão Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Câncer infantil. Adoecimento. Hospitalização. Atuação do psicólogo. Curso PSICOLOGIA |