Título | Autor | Curso | Visualizar |
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Plantas como alternativa no controle a aedes aegypti:uma revisão integrativa (B726) | Flávia Vieira Nunes | BIOMEDICINA |
Plantas como alternativa no controle a aedes aegypti:uma revisão integrativa (B726)
Resumo
O presente trabalho teve como objetivo realizar uma revisão integrativa da literatura e mostrar as plantas como uma alternativa no controle deAedes aegypti.A metodologia desse estudo foi baseada em uma revisão integrativa onde foram obtidos 50 artigos, a partir de publicações cientificas indexadas nas bases de dados: Google acadêmico, Pubmed, e Scielo, entre os anos de 2001 e 2020. As seleções dos artigos seguiram os critérios de inclusão como artigo não repetidos e que abrangesse a temática do estudo e como critério de exclusão os artigos repetidos. O mosquito Aedes aegyptié responsável pela transmissão das arboviroses, entre elas a dengue. Essa doença está disseminada em várias parte do mundo, o Brasil fornece um clima ideal para o mosquito, além de reservatórios de água e falta de saneamento básico, o que estimula ainda mais o crescimento vetorial. Como forma de controle esse vetor cresce a procura por novas medidas de combate. Os inseticidas químicos existentes no mercado agridem tanto o meio ambiente como os seres vivos, além de causar resistência, sendo assim é importante a busca de formas de controle como os inseticidas naturais. Esta revisão integrativa mostra diversas plantas com efeito inseticida comprovado e quais as partes mais utilizadas. Os artigos pesquisados neste presente trabalho mostram que a fase larvária foi a mais utilizada nos testes. Autor(s) Flávia Vieira Nunes Orientador(s) Raíra Justino Oliveira Costa Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Inseticida natural. Aedes aegypti. Plantas. Produtos naturais. Curso BIOMEDICINA Baixar tcc |
Plantas medicinais no tratamento de doenças autoimunes: revisão integrativa (B649) | Suzanny Sousa Silva | BIOMEDICINA |
Plantas medicinais no tratamento de doenças autoimunes: revisão integrativa (B649)
Resumo
O presente estudo tem por objetivo investigar a utilização das plantas medicinais no tratamento de doenças autoimunes. Trata-se de uma revisão bibliográfica integrativa com abordagem qualitativa. Foram realizadas duas buscas, a primeira no site BVS onde foram encontradas, após aplicação dos descritores “medical plants” and “autoimune diseases”,65 artigos, após foram aplicados os filtros: “texto completo disponível”, “assunto principal: doenças autoimunes e plantas medicinais”, “idioma: “inglês” e “ano de publicação: 2014 a 2019”, restando 18 artigos nos quais foi realizado uma leitura extenuante de cada e aplicados os critérios de exclusão, ficando apenas quatro artigos. A segunda pesquisa no site PubMed após a aplicação dos descritores, localizou 302 artigos, depois da aplicação do filtro “ano de publicação: 2014 a 2019”, ficaram 79 artigos que após leitura foi aplicado os critérios de exclusão restaram 13 artigos, ficando ao fim um total de 17 artigos. A partir do estudo realizado é possível afirmar que as plantas medicinais possuem inúmeras propriedades farmacológicas eficazes no tratamento de diversas patologias autoimunes. Vale ressaltar que o uso indiscriminado de tais ervas pode acarretar malefícios a saúde, isto porque algumas plantas possuem substancias tóxicas, por tanto é imprescindível que haja um acompanhamento especializado, para que se tenha exatidão da origem da planta em questão.
Autor(s) Suzanny Sousa Silva Orientador(s) Lindaiane Bezerra Rodrigues Dantas Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Ervas. Propriedades farmacológicas. Tratamento. Curso BIOMEDICINA Baixar tcc |
Plantas medicinais: passado e perspectivas como fonte de potencial anti-inflamatório (B35) | Eliane Leite Oliveira Dias; Regilânia Martins De Oliveira Lima | BIOMEDICINA |
Plantas medicinais: passado e perspectivas como fonte de potencial anti-inflamatório (B35)
Resumo
A utilização de plantas medicinais para a cura de doenças é relatada desde a antiguidade. Sua utilização está associada a diversos tipos de afecções desde inflamações simples até casos de crescimento tumoral. A busca por novos fármacos anti-inflamatórios esbarra constantemente no desenvolvimento de reações adversas graves (distúrbios metabólicos e gástricos). Neste contexto a avaliação do potencial de plantas medicinais na inflamação se faz necessária. O uso popular nem sempre está associado a conhecimentos científicos sobre as ações de produtos naturais, logo projetos na área de etnofarmacologia que visam levantar características botânicas e farmacológicas de plantas medicinais trazem um benefício marcante para a população brasileira carente de assistência farmacêutica abrangente e eficaz. O Brasil apresenta a maior biodiversidade botânica do mundo, logo o potencial terapêutico deve ser estudado com atenção, entre eles o potencial anti-inflamatório de produtos naturais. Iniciativas bem sucedidas como o Projeto Farmácias Vivas contribuem para o entendimento e bom uso das plantas medicinais. O objetivo do presente trabalho é revisar as principais plantas brasileiras com efeitos anti-inflamatórios conhecidos e relacionar seus usos gerais.
Autor(s) Eliane Leite Oliveira Dias; Regilânia Martins De Oliveira Lima Orientador(s) Iana Bantim Felício Calou Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Etnofarmacologia. Anti-inflamatório. Fitoterápicos. Curso BIOMEDICINA |
Plasma de argônio na odontologia: uma revisão de literatura (O422) | Maycon de Lima | ODONTOLOGIA |
Plasma de argônio na odontologia: uma revisão de literatura (O422)
Resumo
O plasma é definido como um gás parcialmente ionizado com íons, elétrons e partículas sem cargas, tais como átomos, moléculas e radicais. O plasma atmosférico frio é chamado de não térmico porque possui elétrons a uma temperatura mais quente, e tem sido extensivamente estudado como uma possível terapia em Odontologia e oncologia. Em Odontologia, os pesquisadores investigaram efeitos e ações do uso de plasma em desinfecções em geral, clareamento dentário, melhora das propriedades dos materiais odontológicos, adesão dentária, esterilização e biossegurança, além da remoção de biofilmes dentais e erradicar patógenos orais. Esta revisão de literatura foi baseada no uso do plasma de argônio na Odontologia, a partir da leitura e análise de artigos sobre estudos que avaliaram a utilização do plasma de argônio no tratamento de diferentes superfícies de materiais dentários; tratamento de substratos dentinários para adesão e, controle do biofilme. Foram utilizadas as principais bases de dados eletrônicas, com as seguintes palavras-chave "plasma de argônio" e
"odontologia". De acordo com os estudos encontrados, foi possível classificá-los em áreas distintas de interesse na odontologia (Adesão, Materiais e Biofilme.) e organizá-los de forma cronológica (2012 a 2017), de acordo com o desenvolvimento da técnica do uso do plasma de argônio e os novos resultados clínicos e laboratoriais. A partir da análise dos estudos dessa revisão, foi possível concluir que apesar de a tecnologia de uso do plasma de argônio ser recente, já se inicia a aplicabilidade na clínica odontólogica, apresentando resultados que levam a crer que a sua aplicação melhora a adesão entre tecidos dentais aos adesivos e compósitos, promove tratamento de superfícies de materiais (modificando sua estrutura e melhorando suas características) e ajudando no controle do biofilme em canais radiculares e implantes dentais. O tratamento com plasma de argônio se mostra promissor, pois além de sua facilidade de manuseio, promove resultados de grande valia em áreas consideradas críticas na prática clínica. Autor(s) Maycon de Lima Orientador(s) João Paulo Martins de Lima Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Plasma de argônio. Odontologia. Curso ODONTOLOGIA |
Plasma de argônio na odontologia: uma revisão de literatura (O423) | Gustavo Cabrinni Sampaio Mendes | ODONTOLOGIA |
Plasma de argônio na odontologia: uma revisão de literatura (O423)
Resumo
O plasma é definido como um gás parcialmente ionizado com íons, elétrons e partículas sem cargas, tais como átomos, moléculas e radicais. O plasma atmosférico frio é chamado de nãotérmico porque possui elétrons a uma temperatura mais quente, e tem sido extensivamente estudado como uma possível terapia em Odontologia e oncologia. Em Odontologia, os pesquisadores investigaram efeitos e ações do uso de plasma em desinfecções em geral, clareamento dentário, melhora das propriedades dos materiais odontológicos, adesão dentária, esterilização e biossegurança, além da remoção de biofilmes dentais e erradicar patógenos orais. Esta revisão de literatura foi baseada no uso do plasma de argônio na Odontologia, a partir da leitura e análise de artigos sobre estudos que avaliaram a utilização do plasma de argônio no tratamento de diferentes superfícies de materiais dentários; tratamento de substratos dentinários para adesão e, controle do biofilme. Foram utilizadas as principais bases de dados eletrônicas, com as seguintes palavras-chave"plasma de argônio" e "odontologia". De acordo com os estudos encontrados, foi possível classificá-los em áreas distintas de interesse na odontologia (Adesão, Materiais e Biofilme.) e organizá-los de forma cronológica (2012 a 2017), de acordo com o desenvolvimento da técnica do uso do plasma de argônio e os novos resultados clínicos e laboratoriais. A partir da análise dos estudos dessa revisão, foi possível concluir que apesar de a tecnologia de uso do plasma de argônio ser recente, já se inicia a aplicabilidade na clínica odontólogica, apresentando resultados que levam a crer que a sua aplicação melhora a adesão entre tecidos dentais aos adesivos e compósitos, promove tratamento de superfícies de materiais (modificando sua estrutura e melhorando suas características) e ajudando no controle do biofilme em canais radiculares e implantes dentais. O tratamento com plasma de argônio se mostra promissor, pois além de sua facilidade de manuseio, promove resultados de grande valia em áreas consideradas críticas na prática clínica. Autor(s) Gustavo Cabrinni Sampaio Mendes Orientador(s) João Paulo Martins de Lima Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Plasma de argônio. Odontologia. Curso ODONTOLOGIA |
Plataforma dos implantes dentários, suas vantagens e desvantagens: uma revisão de literatura (O1072) | Rogério Macêdo Araújo | ODONTOLOGIA |
Plataforma dos implantes dentários, suas vantagens e desvantagens: uma revisão de literatura (O1072)
Resumo
Após a descoberta da osseointegração por Branemark em 1965, utilizando implantes de
titânio com plataforma hexágono externo, vários estudos foram realizados no intuito de
aprimorar a qualidade da reabilitação, resultando na produção de diferentes formas de
plataformas de implante. Hoje existem diversas empresas que fabricam implantes de
diferentes plataformas, entre elas as mais comuns são Cone Morse, Hexagonal Interna e
Hexagonal Externa. A escolha correta do tipo de plataforma está diretamente ligada ao
sucesso reabilitador, tornando, desta forma, o critério de escolha um fator importante
para o êxito clínico, pois cada plataforma apresenta vantagens e desvantagens, assim
como características únicas que são decisivas no planejamento cirúrgico e protético.
Esse trabalho tem a importância de identificar na literatura quais as vantagens e
desvantagens das plataformas para implantes mais utilizadas pelos profissionais em
implantodontia. Para a revisão de literatura narrativa foi realizada uma pesquisa
bibliográfica através das bases de dados PUBMED e SCIELO, selecionando artigos no
período entre o ano de 2008 e 2020, sem desprezar os clássicos. Como critérios de
exclusão, eliminou-se títulos que não abordavam o tema propriamente dito. Concluiu-se
que a plataforma de implante Cone Morse apresenta mais vantagens em comparação
com as demais, devido a maior resistência a forças, mínima perda óssea, não formação
de micro espaços entre a plataforma e o abutment, e por manter a saúde gengival periimplantar, favorecendo sua utilização em áreas estéticas. Autor(s) Rogério Macêdo Araújo Orientador(s) Tiago Norões Gomes Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Implante dentários. Plataforma de implante. Conexão implante. Curso ODONTOLOGIA Baixar tcc |
Plataforma dos implantes dentários, suas vantagens e desvantagens: uma revisão de literatura (O1073) | Caio Sousa Braga | ODONTOLOGIA |
Plataforma dos implantes dentários, suas vantagens e desvantagens: uma revisão de literatura (O1073)
Resumo
Após a descoberta da osseointegração por Branemark em 1965, utilizando implantes de
titânio com plataforma hexágono externo, vários estudos foram realizados no intuito de
aprimorar a qualidade da reabilitação, resultando na produção de diferentes formas de
plataformas de implante. Hoje existem diversas empresas que fabricam implantes de
diferentes plataformas, entre elas as mais comuns são cone morse, hexagonal interna e
hexagonal externa. A escolha correta do tipo de plataforma está diretamente ligada ao
sucesso reabilitador, tornando, desta forma, o critério de escolha um fator importante para
o êxito clínico, pois cada plataforma apresenta vantagens e desvantagens, assim como
características únicas que são decisivas no planejamento cirúrgico e protético. Esse
trabalho tem a importância de identificar na literatura quais as vantagens e desvantagens
das plataformas para implantes mais utilizadas pelos profissionais em implantodontia.
Para a revisão de literatura narrativa foi realizada uma pesquisa bibliográfica através das
bases de dados PUBMED e SCIELO, selecionando artigos no período entre o ano de 2008
e 2020, sem desprezar os clássicos. Como critérios de exclusão, eliminou-se títulos que
não abordavam o tema propriamente dito. Concluiu-se que a plataforma de implante cone
morse apresenta mais vantagens em comparação com as demais, devido a maior
resistência a forças oclusais, mínima perda óssea, não formação de micro espaços entre a
plataforma e o abutment, e por manter a saúde gengival peri-implantar, favorecendo sua
utilização em áreas estéticas. Autor(s) Caio Sousa Braga Orientador(s) Tiago Norões Gomes Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Implante dentários. Plataforma de implante. Conexão implante. Curso ODONTOLOGIA Baixar tcc |
Plenitude de defesa no tribunal do júri: um estudo sistematizado (D1098) | Mateus de França Silveira | DIREITO |
Plenitude de defesa no tribunal do júri: um estudo sistematizado (D1098)
Resumo
O presente artigo traz um estudo sistematizado sobre o Tribunal do Júri e o princípio da
plenitude de defesa, com as suas perspectivas, limitações e impactos sociais, além da sua
fundamentação legal e os posicionamentos doutrinários relacionados ao tema, perfazendo sobre
o surgimento, fundamento constitucional e fundamento jurídico do referido instituto, assim
como o princípio da plenitude de defesa, que no ordenamento normativo brasileiro só é utilizado
no Tribunal do Júri. Visa também demonstrar a participação mais efetiva do advogado do
processo do Júri, sendo o mesmo protagonista e possuidor de maior liberdade para realizar a
defesa do acusado, embasado no argumento da ampla defesa, prevista em todo o restante do
ordenamento jurídico brasileiro. Apresenta, ainda, as críticas fundadas em teses jurídicas
relacionadas a esse órgão que compõe o Poder Judiciário. Autor(s) Mateus de França Silveira Orientador(s) Luís José Tenório Brito Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Tribunal do Júri. Plenitude de Defesa. Organização do Júri. Insegurança das decisões. Críticas ao Tribunal do Júri. Função do Advogado. Curso DIREITO |
Pleuropneumonia por trauma torácico perfurante em equino: relato de caso (MV126) | Kesya Mikaelly Neposeano Gonçalves | MEDICINA VETERINÁRIA |
Pleuropneumonia por trauma torácico perfurante em equino: relato de caso (MV126)
Resumo
As lesões em tórax de cavalos, embora pouco frequentes, variam de danos superficiais a
impactos mais profundos em áreas vitais para respiração e função cardíaca. A prontidão para
intervenções médico-veterinárias emergenciais é crucial, especialmente diante de lesões graves
ou abertura da cavidade torácica. É fundamental uma pronta intervenção para prevenir
complicações sérias, como pneumotórax, hemotórax, hérnia diafragmática,
pleurite/pleuropneumonia e danos aos órgãos vitais, incluindo pulmões, coração e vasos
sanguíneos. Relata-se um caso de pleuropneumonia decorrente de trauma perfurante em uma
égua Quarto de Milha, atendido no Hospital Veterinário da Unileão,Ceará.O diagnóstico foi
confirmado por meio de exame clínico e ultrassonografia torácica. Os sinais clínicos verificados
foram febre, taquicardia, dificuldade respiratória mista, prolongamento do tempo de
preenchimento capilar (TPC), mucosas cianóticas, presença de crepitação intensa e fricção
pleural em ambos os lados do tórax, juntamente com áreas de diminuição dos sons respiratórios
e ausência de ruídos em certas regiões dos pulmões. Houve agravamento da função pulmonar,
progressão dos sintomas e óbito do animal. Os achados post-mortem destacaram a presença de
efusão fibrinopurulenta na cavidade pleural, aderências entre as camadas pleurais, áreas de
infarto e colapso dos tecidos pulmonares, indicando consolidação. A etiologia foi associada à
presença de Streptococcus spp. e Escherichia coli, identificados nas amostras da efusão pleural. Autor(s) Kesya Mikaelly Neposeano Gonçalves Orientador(s) Alan Greison Costa Macêdo Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Trauma. Tórax. Pleuropneumonia. Equino. Curso MEDICINA VETERINÁRIA Baixar tcc |
Pneumonia associada à ventilação micânica: uma revisão integrativa (PÓS157) | Jean de Sousa Pereira | PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
Pneumonia associada à ventilação micânica: uma revisão integrativa (PÓS157)
Resumo
Introdução: A pneumonia associada à ventilação mecânica é causada pelo uso do ventilador
mecânico sendo sua incidência sete a 21 vezes maior nos pacientes intubados e com a
mortalidade variando de acordo com a virulência do micro-organismo infectante, podendo ser
de 50% nas pneumonias de início tardio, principalmente nas bacterianas. Dada à complexidade
dessa infecção o estudo objetivou conhecer as publicações nacionais da equipe
multiprofissional de saúde. Método: Trata-se de um estudo com coleta de dados realizada a
partir de fontes secundárias, por meio de levantamento bibliográfico, com intuito de realizar
uma revisão integrativa. A pesquisa foi realizada na base de dados LILACS e Scielo entre os
anos de 2005 a 2019. Foi realizado o levantamento de 53 artigos, 28 foram excluídos após a
aplicação da primeira etapa dos critérios de inclusão, resultando em 25 artigos que foram
analisados na íntegra. Destes, três foram excluídos por conterem dados repetidos e 5 por serem
artigos de revisão, resultando em 22 artigos para análise de revisão. Resultados: Os resultados
mostram métodos heterogêneos utilizados pelos autores, onde 70% trataram de estudar a
prevenção da PAVM. Dentre as medidas preventivas utilizadas como estratégias para produção
foram destaque a higiene oral, uso de clorexidina, uso de protocolos fisioterapêuticos, uso de
Bundlle dentre outros. Conclusão: Medidas preventivas para redução da incidência da PAV
tem se mostrado efetivas, sendo cada vez mais utilizadas e difundidas nas UTI’s, sendo,
portanto, necessário maior incorporação pelos profissionais da saúde envolvidos na prática
assistencial, pois se trata de medidas não farmacológica, simples e de baixo custo. Autor(s) Jean de Sousa Pereira Orientador(s) Sebastião Rene Souza Dias Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Pneumonia. Ventilação mecânica. Infecção. Curso PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Baixar tcc |