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| Participação do parceiro no planejamento familiar (E1507) | Rafaela Kelly Alves de Sá | ENFERMAGEM |
Participação do parceiro no planejamento familiar (E1507)
Resumo
O planejamento Familiar é uma ação de saúde pública que tem como objetivo universalizar o
acesso da população às informações, meios e instrumentos para um planejamento reprodutivo
efetivo e consciente por parte das famílias. A grande lacuna é que, mesmo com todas essas
ações disponíveis, a presença do homem ainda é inabitual, e a não abordagem desse público,
como coparticipantes, constitui um obstáculo. Este trabalho se torna relevante por permitir um
levantamento das dificuldades encontradas pelo casal na escolha dos métodos contraceptivos,
contribuindo para melhor entendimento da participação do homem na saúde sexual e reprodutiva da sua família. Quanto ao objetivo geral desse estudo, buscou-se analisar a participação
do parceiro na decisão da escolha dos métodos contraceptivos de sua esposa ou companheira
e, enquanto objetivos específicos visou identificar as dificuldades do uso dos anticoncepcionais; Verificar qual o conhecimento do casal sobre os métodos ofertados pelo Sistema Único
de saúde (SUS) e Investigar a influência do anticoncepcional na vida sexual do casal. Trata-se
de uma pesquisa de natureza descritiva, exploratória, e de abordagem qualitativa, o instrumento de coleta foi um formulário, onde vinte e sete casais que fazem parte da consulta de puericultura em uma Unidade Básica de Saúde no bairro Pirajá da cidade de Juazeiro do Norte-CE,
no período Agosto a Setembro de 2019. Todos estes processos foram realizados dentro dos
aspectos éticos e legais da pesquisa, segundo a resolução 466/12 do Conselho Nacional de
Saúde, que dispõe a respeito da pesquisa envolvendo seres humanos. Da análise de dados
emergiram as categorias: Participação do parceiro na escolha do método contraceptivo utilizado pelo casal; Importância da participação do parceiro na escolha do anticoncepcional; Dificuldades do casal no uso de anticoncepcionais; Conhecimento sobre os métodos contraceptivos ofertados pelo SUS; Importância do anticoncepcional na vida sexual do casal. Observa-se diversificação nos dados sociodemográficos, e uma défice na atuação dos homens no que
diz respeito à participação na escolha dos métodos contraceptivos e que a maior parte foi às
mulheres que decidiram sobre o planejamento e qual método contraceptivo usar, a maioria das
mulheres acha importante à participação do parceiro na escolha do anticoncepcional, e entendem que a responsabilidade é de ambos, porém, é visto ainda que existem mulheres com um
pensamento ainda conservador de que a participação do homem não tem importância alguma
e não interfere em nada. Por fim, percebe-se que há necessidade do profissional de enfermagem atuar de modo a orientar, informar e esclarecer dúvidas sobre a importância da atuação
do casal e dos métodos contraceptivo, buscando a eficiência do planejamento familiar. Autor(s) Rafaela Kelly Alves de Sá Orientador(s) Maria do Socorro Nascimento de Andrade Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Planejamento Familiar. Anticoncepcionais. Conhecimento do casal. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Participação dos empregados nos lucros ou resultados das empresas (C111) | Ketllen Brito de Oliveira | CIÊNCIAS CONTÁBEIS |
Participação dos empregados nos lucros ou resultados das empresas (C111)
Resumo
O presente trabalho tem como objeto a Participação dos Empregados nos Lucros e Resultados das Empresas. No primeiro momento é possível averiguar que a participação nos lucros surgiu desde quando Albert Gallatin resolveu distribuir parte do seu resultado positivo a seus empregados, assim, difundindo sua politica de aplicação para países como a Inglaterra, Estados Unidos, México e consequentemente o Brasil. No Brasil as participações nos lucros teve sua primeira regulamentação, na Constituição de 1946, sendo modificada com a promulgação das constituições posteriores. Já nessa época as empresas visavam as participações nos lucros como uma integração maior por parte dos seus empregados na produtividade. Alguns anos depois as participações nos lucros ganhou legislação própria com a chegada da lei 10.101 no ano de 2000. As participações nos lucros e resultados é um programa que permite uma maior participação e empenho dos funcionários nas metas, por meio de incentivos financeiros aos colaboradores. Tendo como objetivo motivar os empregados para os resultados da empresa, recompensando-os de forma justa a partir do desempenho de cada um. Quando planejado e empregado de forma correta, acarreta muitos benefícios para as organizações. Autor(s) Ketllen Brito de Oliveira Orientador(s) Francisco Bacurau Bento Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Participação dos empregados nos lucros ou resultados. Ferramenta estratégica de desempenho e motivação. Curso CIÊNCIAS CONTÁBEIS |
| Participação nos lucros e resultados em uma empresa do setor automobilístico no município de Juazeiro do Norte- CE: Case (C309) | Flávia Lemos Leite | CIÊNCIAS CONTÁBEIS |
Participação nos lucros e resultados em uma empresa do setor automobilístico no município de Juazeiro do Norte- CE: Case (C309)
Resumo
Em um mercado competitivo, as empresas devem ser criativas e buscar diferenciar-se em relação à concorrência. Dentre diversas opções a remuneração também tem sua importância em um contexto estratégico. O comprometimento de uma equipe qualificada pode ser estimulado com o objetivo de se transformar em um diferencial competitivo. A partir desta premissa, questiona-se: Como uma empresa pode implantar uma participação nos lucros e resultados? O objetivo deste trabalho foi o de demonstrar os aspectos de um programa de participação nos lucros e resultados. Como metodologia utilizou-se uma entrevista com uma gestora de uma empresa do ramo automobilístico situada em Juazeiro do Norte -CE. A pesquisa possui abordagem qualitativa, tipo de estudo descritivo por
meio de um roteiro de pesquisa. Como resultado obteve-se que a PLR possui características determinadas por lei e além de ser uma forma estratégica de remuneração é capaz de gerar comprometimento em seus colaboradores. Autor(s) Flávia Lemos Leite Orientador(s) Marcos Artur de Oliveira Ano de Publicação 2016.2 Palavra Chave Participação nos lucros e resultados. Remuneração estratégica. Curso CIÊNCIAS CONTÁBEIS |
| Participação paterna nas consultas de pré-natal: desafio do vínculo familiar (E1106) | Maria Aylla Régis Oliveira | ENFERMAGEM |
Participação paterna nas consultas de pré-natal: desafio do vínculo familiar (E1106)
Resumo
A participação paterna durante as consultas de pré-natal é essencial para compreensão
das alterações que ocorrem nesse período. A gestante passa a sentir-se mais segura
diante das mudanças impostas pelo seu novo estilo de vida, minimizando as possíveis
intercorrências nesse período, assim como fortalece o vinculo pai-filho com a inserção
da parentalidade nas consultas. Objetivou-se analisar a participação do homem na
consulta de pré-natal sob a ótica da gestante. O estudo teve uma proposta metodológica
de natureza exploratória, com abordagem qualitativa. O local da pesquisa foi um
Hospital e Maternidade municipal de referência do município de Juazeiro do Norte-Ce.
A amostra foi composta por 14 puérperas atendidas no hospital citado anteriormente,
atendendo aos critérios de inclusão. O instrumento de coleta de dados utilizado foi o
formulário e a entrevista semi-estruturada. Os dados foram analisados e distribuídos em
categorias temáticas. A pesquisa obedeceu aos preceitos éticos sobre pesquisas
envolvendo seres humanos, segundo a resolução nº 466 de 12 de dezembro de 2012, do
Conselho Nacional de Saúde. Foi possível observar que o número de pais que
participam do acompanhamento das consultas de pré-natal tem sido crescente, porém
ainda é necessário maior incentivo e investimento. As puérperas relataram a não
participação paterna nas consultas em decorrência do trabalho, associada a falta de
tempo, e a falta de conhecimento sobre a inserção do pai nas consultas. Dessa forma as
mesmas não incentivam seus companheiros a participarem desse momento. Parte das
puérperas aceitam a ausência dos maridos com tranquilidade, pela necessidade do
trabalho, e parte demonstra sentir a necessidade deles nas consultas, sentem falta do
apoio e da segurança que deveriam transmitir. Assim, fica evidente a necessidade do
acolhimento dos profissionais que estiverem realizando o pré-natal, investir em ações
educativas e permanentes voltadas para o incentivo a participação paterna nas consultas
e os benefícios que ela oferece, buscando apoio nos gestores de políticas de saúde, para
orientação e capacitação dos profissionais das ESFs, para realizarem estratégias eficazes
para inserir o homem nas consultas, orientando a gestante sobre o direito ao
acompanhante durante toda a gestação. A pesquisa alcançou todos os objetivos
propostos, porém ainda há o que muito a ser estudado sobre o despertar das reflexões
dos benefícios dos acompanhamentos do pai durante a gestação. Autor(s) Maria Aylla Régis Oliveira Orientador(s) Ariadne Gomes Patricio Sampaio Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Pré-natal. Vínculo pai-filho. Enfermagem. Curso ENFERMAGEM |
| Participação paterna no pré-natal: uma revisão de literatura (E1831) | Lidia Maria Sousa Nunes | ENFERMAGEM |
Participação paterna no pré-natal: uma revisão de literatura (E1831)
Resumo
Na nossa sociedade sempre se observou uma cultura de gêneros, uma
divisão de tarefas, onde pais e mães tinham tarefas distintas. A mãe cuidadora
do lar e pai provedor da família. Atualmente isso tem mudado, ambos são
provedores do lar e ambos são responsáveis pelo lar e cuidados com filhos. O
homem passa a assumir um papel igualitário frente a família. Quando se fala em
pré-natal observa-se campanhas e políticas de inclusão paterna nessa assistência,
visto que o cuidado durante o pré-natal não deve ser centrado somente na
gestante mas sim na família. A figura paterna se faz importante desde o início
do ciclo gravídico, o seu apoio é essencial para essa futura mãe. Nesta
pesquisa o objetivo principal foi conhecer a participação paterna no pré-natal
por meio de uma revisão integrativa. Trata-se de uma revisão integrativa de
literatura qualitativa, sendo realizada por meios de fontes secundárias, nas
bases de dados da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e no Scientific Eletronic
Library Online (SCIELO) e no Google Acadêmico. Os descritores utilizados na
busca dos artigos foram: Gestação, Pré-natal e Paterno. Foram selecionados 493
artigos, dos quais, apenas 07 responderam aos critérios estabelecidos na pesquisa,
no idioma português, pesquisas originais ou relato de experiências,
disponibilizados on-line, gratuitamente, publicados entre os anos de 2018 e
2022. Neste estudo foi possível encontrar os seguintes resultados: Com relação
ao envolvimento da figura paterna durante o pré-natal evidenciou-se que existe
uma cobrança ou um incentivo para que o pai participe das consultas e que se
tem observado mais a sua presença nessa assistência. Frente aos benefícios
sobre a presença do pai nas consultas foram identificados vários desde
cumplicidade, proteção, melhor entendimento sobre a situação enfrentada, apoio
emocional, entre outros. No entanto ressalta-se que essa presença do
companheiro pode ocasionar medo e intimidação fazendo com que a gestante deixe
de relatar sobre o momento vivenciado. Observou-se ainda que os profissionais
são os principais atores para influenciar e incentivar a participação do homem
durante as consultas de pré-natal, podendo ser mencionados como facilitadores.
Deve-se ressaltar o quanto é necessário que haja uma compreensão que o pai
participe desse momento de cuidar, não somente após o nascimento e sim durante
a gestação, esclarecendo assim suas dúvidas, anseios, apoiar essa mulher que
vivencia um momento tão sublime que envolve sentimentos ambíguos. Os
profissionais de saúde têm um papel importante nessa inserção fazendo com o que
o homem se sinta acolhido, que seja um momento de trocas, favorecendo assim uma
gestação, onde a mulher se sente protegida, amada e segura. Autor(s) Lidia Maria Sousa Nunes Orientador(s) Mônica Maria Viana da Silva Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Gestação. Pré-natal. Paterno. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Participação social e juventude no cariri: uma leitura a partir da cartografia afetiva (P1629) | Giovanna Rodrigues Martins | PSICOLOGIA |
Participação social e juventude no cariri: uma leitura a partir da cartografia afetiva (P1629)
Resumo
Esta pesquisa tem como objetivo identificar como se configura a participação social de
adolescentes em escolas públicas em Juazeiro do Norte/CE. A partir da compreensão de como
esses jovens se sentem pertencentes ao território e responsáveis pelo contexto social que vivem.
Foram conduzidos dois grupos focais com gremistas, um com 8 alunos de uma escola de Ensino
Médio regular, e outro com 6 alunos de uma escola profissionalizante. Os dados foram
analisados mediante análise de conteúdo, após a gravação de voz e transcrição do áudio. Os
resultados indicaram a impossibilidade de separação entre vida privada e vida social, bem como
o atravessamento da forma que os jovens se sentem capazes de ocupar os espaços e a qualidade
dos laços sociais formados, influi em como percebem sua participação social, e suas visões
perante as dificuldades cotidianas apontadas. Portanto, demonstra-se a necessidade de que os
espaços voltados para a juventude, tenham como cerne ouvir suas reais necessidades, bem como
possibilitar a expressão das subjetividades presentes nos coletivos. Autor(s) Giovanna Rodrigues Martins Orientador(s) Alex Figueirêdo da Nóbrega Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Participação social. Psicologia sócio-histórica. Pertencimento. Juventude. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Parto cesáreo: fatores associados à sua realização (E1158) | Maria Williane Firmino de Araújo | ENFERMAGEM |
Parto cesáreo: fatores associados à sua realização (E1158)
Resumo
O parto cesáreo, em condições ideais, é um procedimento cirúrgico seguro e com baixa
frequência de complicações graves, todavia, tem ocorrido frequentemente de forma
desnecessária e sem razões médicas que o justifiquem. O objetivo deste estudo foi analisar os
fatores associados à realização de cesariana entre as puérperas de uma maternidade caririense.
Foi uma pesquisa de natureza descritiva, exploratória com abordagem quantitativa, realizada
com puérperas internadas no alojamento conjunto de uma maternidade caririense, no período
de fevereiro à março de 2016. A mostra constituiu-se de 107 puérperas submetidas ao parto
cesáreo, as quais estavam em conformidade com os critérios de inclusão da pesquisa. Todas
as participantes responderam a um formulário contendo perguntas inerentes aos objetivos
propostos do estudo. Os dados foram organizados e tabulados no programa Microsoft Office
Excel 2010, e logo após foram reproduzidos em tabelas e gráficos. De acordo com os
resultados obtidos, foi traçado o perfil sócio-demográfico das participantes, com predomínio
de puérperas na faixa etária de 20-35 anos (67,28%), solteiras (48,59%), católicas (81,30%),
com nível de escolaridade equivalente ao ensino médio (48,59%), a maioria não trabalha fora
(76,63%), sendo as mesmas do lar (62,61%). Em relação aos antecedentes obstétricos,
detectou-se que 64,48% das puérperas eram multigesta, 60,74% multípara, e 77, 57% nunca
sofreram aborto durante a vida. Dentre as puérperas multíparas, 68% tiveram seu último filho
através da cesariana. O parto normal é o parto preferido por 66,66% das puérperas primíparas
e 52,30% das multíparas. Das mulheres que escolheram o parto normal como sendo o seu
preferido, 82,25% relataram como motivo a recuperação melhor e mais rápida. Apenas 45%
das participantes relataram ter recebido alguma orientação sobre as vantagens e desvantagens
de cada tipo de parto durante o pré-natal. Dentre os motivos que levaram as puérperas a serem
submetidas ao parto cesáreo, 84% foram por indicação médica, enquanto 16% foram à
pedido, tendo a realização da laqueadura (76,47%) e a desproporção céfalo pélvica (18,88%)
como justificativas mais prevalentes, respectivamente. Concluiu-se que a cesariana, no âmbito
do Sistema Único de Saúde (SUS), é realizada apenas mediante diagnóstico de intercorrências
durante a gestação ou trabalho de parto, e que quando realizada a pedido da mulher é de
forma limitada, além de reforçar a importância da educação em saúde durante o pré-natal,
principalmente orientações completas e efetivas sobre as vantagens e desvantagens de cada
tipo de parto. Autor(s) Maria Williane Firmino de Araújo Orientador(s) Elainy Fabrícia Galdino Dantas Malta Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Enfermagem. Saúde da mulher. Parto cesáreo. Curso ENFERMAGEM |
| Parto gemelar de muar: relato de caso (DG- MV53) | Matheus de Sá Barreto Torres | MEDICINA VETERINÁRIA |
Parto gemelar de muar: relato de caso (DG- MV53)
Resumo
A gestação gemelar em
éguas é um evento raro e de prognóstico reservado, em virtude das limitações
anatômicas e fisiológicas do útero equino para o desenvolvimento simultâneo de
dois fetos. Este trabalho tem como objetivo relatar um caso de gestação gemelar
em égua acasalada com jumento, resultando no nascimento espontâneo e saudável
de dois muares, um macho e uma fêmea, sem a necessidade de intervenção
obstétrica. A metodologia consistiu na observação direta do caso, coleta de
informações junto ao proprietário e registro dos aspectos clínicos e
comportamentais da fêmea durante a gestação, parto e pós-parto. O parto ocorreu
de forma eutócica, sem distocia ou complicações, com boa vitalidade neonatal e
comportamento materno adequado. O sucesso reprodutivo pode estar relacionado à
boa condição corporal da égua, ao manejo nutricional adequado e à provável
implantação dos embriões em cornos uterinos distintos, o que possibilitou um
desenvolvimento placentário equilibrado. O caso relatado contribui para a
literatura científica sobre reprodução equina, ressaltando a importância do
manejo e acompanhamento clínico durante a gestação em éguas expostas a
jumentos, além de ampliar o conhecimento sobre a fisiologia reprodutiva
envolvida em gestações gemelares de muares. Autor(s) Matheus de Sá Barreto Torres Orientador(s) Lucas Santiago Gomes Brasileiro Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Equinos. Dupla prenhez. Equinos híbridos. Reprodução. Parto eutócico. Curso MEDICINA VETERINÁRIA Baixar |
| Parto humanizado: assistência de enfermagem (E705) | Maria de Fátima Soares de Lima | ENFERMAGEM |
Parto humanizado: assistência de enfermagem (E705)
Resumo
A humanização na assistência ao parto, refere-se ao ato de tratar bem e atender as necessidades das
parturientes por meio de técnicas que viabilizam as dores e a comunicação interativa. O presente
estudo tem como objetivo geral analisar se a enfermagem do Hospital Geral de Brejo Santo tem ações
humanizadas para com as parturientes. Busca explanação sobre o conceito de parto e a importância da
humanização durante o trabalho de parto e parto. O estudo o do tipo descritivo, exploratório com
abordagem quantitativa. O instrumento de coletas de dados adotado foi um formulário com perguntas
objetiva, a amostra foi composta por trinta puerperas, onde os dados foram analisados e coletados nos
meses de julho e agosto de 2011, a analise foi quantitativa, Os dados foram organizados em gráficos
para possibilitar o agrupamento das informações , tornando como base a literatura do referido direito.
Os principais resultados evidenciam que as mulheres a maioria 13(65%) estavam entre 19 a 29 anos,
15 (50%) eram casadas e 15 (50%) concluíram o 2º grau. Com relação a acolhida da enfermagem 15
(50%) informaram ter considerado ótima, seguido de 9 (30%) e 6 (20%) classificar como boa e
excelente respectivamente. Com relação ao direito do acompanhante 100% das mulheres possuíram
este direito. Quanto a serem orientadas quanto a técnicas par ao alívio da dor, 30 (100%) afirmaram
terem sido orientadas, onde 40% foram estimuladas a deambulação. Mas quando interrogadas quanto
ao estimulo ao aleitamento materno 90% informaram não terem sido orientadas quanto a
amamentação na primeira meia hora de vida do RN. Quando questionadas qual profissional melhor a
atendeu, a amostra apontou em sua maioria 50% ter sido o auxiliar de enfermagem e relacionado ao
ambiente hospitalar 55% sentiram-se tranqüilas porém 10% relatou insegurança. Desta forma concluise que a assistência de enfermagem estabelece condutas humanizadas no âmbito hospitalar porém há
necessidade de um melhor estímulo quanto ao aleitamento materno e envolver outros profissionais do
nie]vel superior a estar mais próximo da parturiente. Autor(s) Maria de Fátima Soares de Lima Orientador(s) Maria Jeanne de Alencar Tavares Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Parto humanizado. Assistência de enfermagem. Parturientes. Curso ENFERMAGEM |
| Parto humanizado: assistência esperada e desejada (E698) | Sidineia Teles de Carvalho | ENFERMAGEM |
Parto humanizado: assistência esperada e desejada (E698)
Resumo
A humanização na assistência ao parto
refere-se ao ato de tratar bem e atender as necessidades da parturiente, por
meio de técnicas que suavizam as dores e da comunicação interativa. Esse estudo
objetiva conhecer se as enfermeiras obstetras que prestam assistência às
parturientes no Hospital Geral de Brejo Santo têm ações humanizadas para com
essas mulheres. Ainda, busca explanar sobre o conceito do parto e a importância
da humanização no parto. Trata-se de um estudo exploratório descritivo com uma
abordagem quantitativa. Os sujeitos do estudo são 30 mulheres puérperas que
pariram no Hospital Geral de Brejo Santo nos meses de setembro e outubro de
2009. Para realização da pesquisa utiliza-se como instrumento de coleta de
dados um questionário com perguntas objetivas. Tais dados foram coletados nos
meses de setembro e outubro de 2009. A análise foi realizada de forma
quantitativa. Os dados foram organizados em tabelas e gráficos, possibilitando
o agrupamento das informações, tomando como base a literatura referente ao
assunto. Os resultados evidenciaram que as mulheres idealizam um parto sem
muito sofrimento, sem dor, que não lhes cause sofrimento. A assistência
prestada pelos enfermeiros obstetras e por toda equipe de saúde no trabalho de
parto e parto na referida unidade de saúde promove a participação da mulher no
seu trabalho de parto, reduzindo essas sensações comuns nas parturientes. Pode
ser visto que quando indagadas sobre acolhida hospitalar 44% respondeu ótimo,
contra 35% como bom; o tipo de parto foram 93,4% normais e 6,6% partos fórceps;
quanto ao profissional que mais assistiram com 50% estão as auxiliares de
enfermagem, seguidas pelas enfermeiras com 16%; profissional que melhor atendeu
novamente auxiliar de enfermagem com 53,4%, 33% enfermeiro e 13,3 % médico.
Quanto à orientação sobre aleitamento materno, 86,7%foi exclusivo até 6 meses,
e 13,3% não receberam orientação. O enfermeiro é um profissional que está em
todos os programas do Ministério da Saúde e tem conhecimento científico,
podendo assim desenvolver educação em saúde, fornecer esclarecimento a essas
mulheres, visando dar uma melhor assistência a clientela referente ao parto. Autor(s) Sidineia Teles de Carvalho Orientador(s) Maria Jeanne de Alencar Tavares Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Parto humanizado. Enfermeiro obstetra. Assistência. Puérpera. Curso ENFERMAGEM |