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| Parto humanizado: autonomia da mulher na escolha da posição de parto (E1791) | Maria Cicera Pereira Alves | ENFERMAGEM |
Parto humanizado: autonomia da mulher na escolha da posição de parto (E1791)
Resumo
Introdução: O parto é um momento muito importante na vida da mulher o qual antes
acontecia na sua casa de forma natural e acompanhado por parteiras, porém isso foi
modificado passando a ser em hospitais através de um modelo biomédico fazendo
com que a mulher perdesse sua autonomia e capacidade de parir seu filho
naturalmente. Objetivo: Analisar o conhecimento da mulher sobre o parto
humanizado e sua autonomia pessoal durante o trabalho de parto. Metodologia:
Trata-se de um estudo de revisão de literatura, de caráter qualitativo, o qual foi
desenvolvido através das bases de dados da BVS (biblioteca virtual de saúde)
através dos descritores: parto humanizado, trabalho de parto, autonomia, parto e
posição do paciente no período de 2022. critérios de inclusão: artigos publicados nos
últimos dez anos, publicados dentro das bases de dados de escolha, que esteja na
língua portuguesa de forma gratuita, eletrônica e que aborde o tema. Critérios de
exclusão: artigos repetidos, que não contempla o assunto abordado, artigos que
foram publicados a mais de dez anos e que não são disponíveis de forma gratuita.
Resultados: As mulheres não tiveram autonomia para escolher a posição de parto.
Estudos revelam que ainda a maternidades que orienta a mulher na sala de parto a
deitar numa cama ginecológica tornando a mulher submissa aos profissionais.
Diante disso percebe-se que as gestantes ainda têm seu conhecimento sobre as
posições do parto, bem fragilizado mesmo tendo realizado o pré-natal. Um dos
principais benefícios do parto humanizado é o empoderamento e participação de
forma ativa da mulher, para o bebe o contato pele a pele e a amamentação nas
primeiras horas de vida também traz benefícios como: o controle de temperatura e o
vínculo imediato entre a mãe e o filho, porém estudos mostram que ainda há
dificuldades na implementação do parto humanizado. Conclusão: As mulheres não
têm autonomia para escolher a posição que quer assumir durante seu parto, e nem
conhecimento sobre as posições que pode adotar, onde a posição, mas utilizada
pelas parturientes é a horizontal. Diante disso percebe-se a importância da
humanização no parto a qual traz vários benefícios para a mãe e o seu filho, além
participação ativa da mulher no seu parto e o alívio de dor, proporciona ao bebe um
melhor vínculo afetivo com sua mãe através da amamentação e do contato pele a
pele. Autor(s) Maria Cicera Pereira Alves Orientador(s) Maria Jeanne de Alencar Tavares Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Parto humanizado. Saúde da mulher. Autonomia. Parto e posição do paciente. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Parto normal ou cesáreo: motivos que influenciam na escolha (E1729) | Maiany Jaciara Gabriel Nergino | ENFERMAGEM |
Parto normal ou cesáreo: motivos que influenciam na escolha (E1729)
Resumo
A escolha do parto é um dos métodos mais importante na vida de uma mulher que sonha em
ter aquele dia o mais especial para ela e seu bebê. A abertura dessa evolução surgiu com o
avanço dos procedimentos na medicina. A programação de humanização do parto se deu
através do pré-natal, nas orientações, acompanhamentos e conversas entre os profissionais da
área da saúde e as gestantes. O papel do Enfermeiro é fundamental na promoção do parto
humanizado, envolvendo atitudes, práticas, condutas e conhecimentos no desenvolvimento no
processo de escolha e valorização das mulheres. Este trabalho teve como objetivo: identificar
os motivos que influenciam na escolha do parto, por mulheres em puerpério imediato, em
uma maternidade do interior do Ceará. O procedimento metodológico delineou-se como
sendo descritivo exploratório, com abordagem quantitativa. Pôde-se observar que das
puérperas participantes: 64% estão incluídas na faixa de 16 a 29 anos, 36% são casadas, 36%
solteiras e 28% com união estável; 35% afirmaram ter ensino médio completo, 35% ensino
fundamental incompleto e 14% ensino médio incompleto; 42% são domésticas. Quanto às
questões relacionadas ao parto, 100% realizaram consultas de Pré-natal e receberam várias
orientações. Quanto ao tipo de parto, 66% se submeteram ao parto cesáreo, e 34% ao parto
normal. Referente à participação durante a escolha do parto, 64% afirmaram que fizeram a
escolha, e 36% falaram que foram submetidas ao parto sem sua decisão. Dentre as que
fizeram a escolha, 6% falaram que escolheram o parto cesáreo por conta da laqueadura, 18%
foi por medo do parto normal, 8% não queriam sentir muitas dores. Em relação ao parto
normal, elas falaram que 8% escolheram essa via porque tiveram conselhos de outas mães
sobre o parto, 10% queriam recuperação rápida, 10% queriam um parto humanizado, e 4%
escolheram devido à facilidade do parto. Existiram também puérperas que não tiveram como
fazer a escolha (36%), por motivos de saúde (pressão arterial elevada) e falta de dilatação para
a passagem do bebê. Conclui-se que um acompanhamento profissional e repasse de
orientações específicas para cada fase da gestação, sobre parto e pós parto, são de
fundamental importância para a escolha do tipo de parto que a mulher irá se submeter, desde
que não seja acometida por alguma intercorrência na gravidez e pré-parto. Autor(s) Maiany Jaciara Gabriel Nergino Orientador(s) Elainy Fabrícia Galdino Dantas Malta Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Pré-natal. Parto. Puérpera. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Parto pré-termo: implicações para a vida gestacional (E1420) | Ana Flávia Félix Malheiro | ENFERMAGEM |
Parto pré-termo: implicações para a vida gestacional (E1420)
Resumo
Introdução: O parto pré-termo vem sendo considerado um problema de saúde pública
perinatal mais importante nos últimos tempos, é determinado pelo parto ocorrido entre a 22ª e
37ª semanas de gestação e é observado em pouco mais de 10% de todas as parturições. Dessa
forma percebe-se a importância de levantar métodos que possam minimizar ao máximo os
danos e/ou complicações, materno-fetal, que podem ocasionar a prematuridade. Essa pesquisa
Objetivo: identificar e descrever os sentimentos vivenciados no parto pré-termo pelas
puérperas nas Unidades básicas de saúde (UBS) na cidade de Milagres-CE, no ano 2018.
Metodologia: trata-se de um estudo descritivo com abordagem qualitativa, os dados foram
coletados por meio de uma entrevista semiestruturada, o processo de avaliação e análise de
dados da entrevista foi realizado utilizando o Discurso do sujeito coletivo (DSC). Resultados
e discussão: Após a análise das informações obtidas através das entrevistas com as puérperas
que vivenciaram partos pré-termo e que aceitaram espontaneamente participar do estudo, os
achados foram dispostos na integra meio de depoimentos das mesmas através de categorias
construídas pelo conjunto das falas, e posteriormente as discussões que foram abordadas. No
total de 06 mulheres participantes da pesquisa, na faixa etária de 21 e 39 anos, 90% dessas
mulheres eram casadas, os 10% eram solteiras, no geral de 100% eram católicas, e possuíam
renda familiar mensal de pelo menos um salário mínimo. Na maioria as puérperas
desconheciam os problemas que ocasionaram o parto prematuro. Podem ser vistos nas falas
que os sentimentos mais comumente diante de uma situação de parto pré-termo são:
ansiedade, dor, medos, angustias, tristeza e apreensões acerca desse momento. Considerações
finais: Conclui-se que a presente pesquisa possibilitou avaliar o conhecimento existente das
puérperas diante parto prematuro, e os sentimentos vivenciados pelas mesmas. Com isso
reunir fundamentos para que possamos afirmar que as puérperas não dispõem de
conhecimento satisfatório diante do caso. Pretende-se com o presente estudo elaborar uma
ferramenta que norteia a gestante sobre sinais e sintomas do parto pré-termo objetivando com
isso segurança para a mulher. Autor(s) Ana Flávia Félix Malheiro Orientador(s) Marlene Menezes de Souza Teixeira Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Sentimentos vivenciados. Parto pré-termo. Unidade Básica de Saúde. Saúde. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Pastas obturadoras utilizadas na terapia endodôntica de dentes decíduos (O891) | Raimundo Juliano Costa Correia | ODONTOLOGIA |
Pastas obturadoras utilizadas na terapia endodôntica de dentes decíduos (O891)
Resumo
Os dentes decíduos têm muita relevância durante o desenvolvimento cranio-facial do
indivíduo; rotineiramente a odontopediatria encara o desafio de remediar e alertar sobre os
cuidados com a dentição, visto que existe uma alta incidência de cárie e muitas vezes ocorre a
perda precoce desses elementos desnecessariamente. O tratamento endodôntico radical, tem
como objetivo eliminar a infecção e com isso aumentar o tempo de permanência dos
elementos dentário na boca, sem prejudicar o desenvolvimento. O sucesso do tratamento
endodôntico depende de uma série de fatores, dentre eles o tipo de material obturador que será
utilizado para a elucidação do caso. Analisando esse contexto, o presente trabalho teve como
objetivo específico avaliar de acordo com a literatura quais são as pastas obturadoras que
apresentam uma maior biocompatibilidade nos dentes decíduos. O presente estudo consiste
em uma revisão de literatura narrativa, constituída por produções científicas de estudos
teóricos, foram selecionados artigos nas bases de dados Scielo, BVS, LILACS, PUBMED e
Google Acadêmico, tendo como base artigos publicados durante o período de 2004 a 2019. A
odontopediatria tem utilizado pastas iodoformadas com altos índices de sucessos tanto em
casos de pulpotomia como em obturação de dentes com polpa mortificada com ou sem lesão
periapical. No entanto, estudos referentes às propriedades físicas, químicas e biológicas
destes materiais, além de suas indicações e contra-indicações são pontos questionáveis
encontrados na literatura. Vários protocolos de tratamento endodôntico em dentes decíduos
têm sido apresentados, logo, baseado em evidência científica não existe a superioridade de
nenhum deles. Autor(s) Raimundo Juliano Costa Correia Orientador(s) Isabela Barbosa de Matos Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Endodontia. Obturação do canal radicular. Odontopediatria. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Patente de instrumental odontológico (O185) | Marcos George de Oliveira Brito | ODONTOLOGIA |
Patente de instrumental odontológico (O185)
Resumo
Atualmente, devido o advento da era da adesão dentária e da valorização da estética, a maior parte das restaurações odontológicas é realizada com resina composta. Muitas dessas restaurações se estendem na face proximal dos dentes, necessitando de artefatos adicionais para serem confeccionadas adequadamente. Para atender aos requisitos da reprodução proximal e da relação de contato interdental, o cirurgião-dentista dispõe de sistemas matrizes metálicas ou de poliéster, em caráter universal ou seccional. Sistemas seccionais são pré-fabricados e disponíveis no mercado em tamanhos para dentes molares e pré-molares. Embora de grande utilização e demanda, estes dispositivos ainda são de alto custo, tornando os procedimentos restauradores demasiadamente onerosos. O objetivo deste estudo é apresentar um modelo de dispositivo matrizador com a finalidade de se produzir matrizes seccionais metálicas de alta qualidade, a partir da fita metálica de 7 mm, já amplamente utilizados em dentes posteriores. Utilizou-se de softwares para desenhos industriais tridimensionais, de modo a permitir a correção, ajustes e prototipagem. O dispositivo oferece a possibilidade de corte da fita e a estampa da mesma em módulos intercambiáveis para que sejam confeccionadas matrizes de diferentes tamanhos e versatilidade. Este dispositivo se encontra em fase de aperfeiçoamento técnico e sob pedido de depósito de patente. Autor(s) Marcos George de Oliveira Brito Orientador(s) João Paulo Martins de Lima Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Instrumentos odontológicos. Dentística operatória. Patente. Curso ODONTOLOGIA |
| Paternidade na adolescência: um estudo vivencial (P192) | Adyele Brilhante Batista | PSICOLOGIA |
Paternidade na adolescência: um estudo vivencial (P192)
Resumo
A adolescência é um período caracterizado por transformações sociais, culturais e psicológicas, sendo assim, um momento de transições e acontecimentos inesperados como é o fato da paternidade. O tema paternidade na adolescência ainda é um assunto pouco estudado na academia devido a grande interesse dos pesquisadores se direcionarem a maternidade, pois as transformações são mais aparentes na mãe, afinal, as mães na maioria das vezes são responsáveis na criação e educação dos filhos. Contudo, é importante que busque uma compreensão acerca dos sentimentos envolvidos no fenômeno da paternidade. Este trabalho objetiva compreender a experiência da paternidade na adolescência, entender limitações e sentimentos gerados na época da descoberta da paternidade e investigar a forma como os pais avaliam a experiência da paternidade vivida na adolescência. Para efetivação deste trabalho, realizou-se uma pesquisa de campo, com dez participantes que vivenciaram a paternidade quando adolescentes. A pesquisa oportunizou um entendimento concreto acerca do tema investigado. Sendo assim, entende-se que a pesquisa contribuiu para a literatura acerca do tema proposto e para a formação acadêmica da idealizadora deste trabalho. Autor(s) Adyele Brilhante Batista Orientador(s) Filipe Vasconcelos Araújo Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Adolescência. Paternidade. Sentimentos. Curso PSICOLOGIA |
| Patologização e o impacto do diagnóstico de psicopatologias na subjetividade das crianças: uma revisão de literatura (P785) | Nayane Fernandes de Alencar Silva | PSICOLOGIA |
Patologização e o impacto do diagnóstico de psicopatologias na subjetividade das crianças: uma revisão de literatura (P785)
Resumo
A presente pesquisa pretende discutir as consequências do fenômeno da
patologização e do impacto do diagnóstico de psicopatologia na subjetividade das
crianças, por meio de uma revisão de literatura. A base de dados consultada foram o
Scielo, BVS, Pubmed e o Google acadêmico. As palavras chaves procuradas foram:
patologização; subjetividade da criança; impacto do diagnóstico; representação da
patologia. A partir da problematização percebeu-se que os estudos se concentram
na relação da patologização com a medicalização na escola. A subjetividade é um
ponto central da vida das crianças. E o psicólogo tem um papel de importância e
relevância no lidar com as crianças, famílias e escolas diante deste fenômeno
sociocultural. Autor(s) Nayane Fernandes de Alencar Silva Orientador(s) Thércia Lucena Grangeiro Maranhão Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Patologização. Subjetividade da criança. Impacto do diagnóstico. Representação da patologia. Curso PSICOLOGIA |
| Pátria amada, para quem? Um estudo sobre o contexto social de exclusão e violência sofrida por pessoas de identidade de gênero não-informativo (P1299) | Laéria Fabiene Lacerda Botelho Marques | PSICOLOGIA |
Pátria amada, para quem? Um estudo sobre o contexto social de exclusão e violência sofrida por pessoas de identidade de gênero não-informativo (P1299)
Resumo
As conceituações de gênero são estruturadas de formas plurais, pois não são
dialogadas exclusivamente pelas diferenças físicas e biológicas, mas levam-se em
consideração as condições psicológicas e culturais. Diante dessa afirmação, esse
trabalho teve como finalidade oriunda das perspectivas adquiridas durante a
graduação de Psicologia, que buscou muitas vezes compreender os males que
atravessam o corpo e recaí sobre a mente. Estabelecendo meios para compreender
os processos de exclusão, violência e vulnerabilidade social que atingem pessoas
de identidade de gênero não-normativo. Pesquisa essa, consolidada pelos
procedimentos metodológicos de revisão bibliográfica, descritiva, narrativa, com
método de pesquisa qualitativa. A discussão para compreender gênero é atual e
necessária, a sua demarcação histórica e diferenciação dentre outros conceitos
permite um embasamento pertinente para o alcance do devido reparo social aos
não-normativos. A problematização de ideologias de exclusão, permite o
esclarecimento de como esse processo e de seus descendentes: violências e
vulnerabilidades acontecem, dando devida visibilidade a quem são seus algozes, e
do por que e como essa estruturação social desequilibrada acontece. Autor(s) Laéria Fabiene Lacerda Botelho Marques Orientador(s) Tiago Deividy Bento Serafim Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Identidade de gênero. Não-normativos. Exclusão. Violência. Vulnerabilidade. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Patriarcado e violência contra a mulher na sociedade contemporânea (P1820) | Maria Gabriella Araujo Souza | PSICOLOGIA |
Patriarcado e violência contra a mulher na sociedade contemporânea (P1820)
Resumo
O presente artigo aborda o
patriarcado e violência contra a mulher na sociedade contemporânea. O objetivo
geral desta pesquisa é investigar a forma que o machismo e a misoginia
descritos por um modelo de sociedade patriarcal, possuem influência no contexto
da violência doméstica contra as mulheres contemporâneas .O presente artigo
traz um rebuscado da histórico sobre a ocupação do papel da mulher na sociedade
levando em consideração de como é a atuação social da mulher na
contemporaneidade ,e como mesmo com uma ocupação social maior as mulheres ainda
sofrem opressões sociais e prejuízos sociais apenas pelo fato de estarem
inseridas, dentro de uma sociedade patriarcal ,machista e misógina .Este
trabalho faz um rebuscado histórico sobre o discurso da misógina atrelado ao
machismo e quanto esses discursos naturalizados influenciam em prejuízos
sociais, sofrimentos psicológicos e naturalizam as violências sofridas pelas
mulheres. A metodologia utilizada para a realização deste presente trabalho se
trata de uma pesquisa bibliográfica com uma abordagem qualitativa. A pesquisa
teve como conclusão que o modelo de sociedade patriarcal presente dentro da
contemporaneidade reforça as masculinidades dos homens e esse fator faz com que
aumente os níveis de violências contra as mulheres contemporâneas. Autor(s) Maria Gabriella Araujo Souza Orientador(s) Tiago Deividy Bento Serafim Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Mulher. Machismo. Misoginia. Contemporaneidade. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| PAYBACK, VPL e TIR como ferramentas avaliativas de Investimento (A314) | Emily do Nascimento Vieira | ADMINISTRAÇÃO |
PAYBACK, VPL e TIR como ferramentas avaliativas de Investimento (A314)
Resumo
As organizações estão em constantes mudanças, sempre buscando novas
oportunidades, e para isso muitas vezes é preciso investir. Para facilitar nas
tomadas de decisões, são utilizadas técnicas avaliativas, que dão uma visão de
tempo de retorno, risco, entre outros fatores. Este artigo tem por objetivo
evidenciar técnicas de análise de investimento como base de apoio na tomada de
decisões. Na pesquisa foi utilizado o levantamento de dados, onde foi realizada
em uma empresa de setor de serviços. A análise dos dados é descritiva, pois
objetiva verificar um investimento realizado pela empresa de acordo com a
utilização dos métodos de avaliação. Os resultados apontam que através da
análise do payback, (VPL) valor presente líquido e (TIR) taxa interna de
retorno, tem-se a visualização de um negócio economicamente viável. Autor(s) Emily do Nascimento Vieira Orientador(s) José Eduardo de Carvalho Lima Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Tomada de decisões. Técnicas avaliativas. Curso ADMINISTRAÇÃO |