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Prevalência de Hanseníase nos anos de 2006 a 2010, no município de Barro - Ceará (B158) | Marcus Jordan Costa | BIOMEDICINA |
Prevalência de Hanseníase nos anos de 2006 a 2010, no município de Barro - Ceará (B158)
Resumo
O presente trabalho mostra um estudo epidemiológico no Município do Barro – CE., em pacientes inscritos no Programa de Controle e Eliminação da Hanseníase entre 2006 e 2010. Durante este período foram inscritos 47 pacientes residentes em Barro – CE. O estudo foi realizado com objetivo de verificar a prevalência da hanseníase. Os dados foram coletados no Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN) e os dados foram construídos no aplicativo TABWIN, e transferidos para o programa com-putacional Word, onde foram elaboradas as tabelas. Constatou-se que a taxa de prevalência foi acima do normal em todos os anos, mas não chegou a um nível hiperendêmico.O sexo masculino e os maiores de 60 nos são os mais afetados pela hanseníase. As campanhas realizadas tem surtido efeito na diminuição dos índices de prevalência, mas não são suficientes a ponto de reduzi-los a níveis razoáveis da endemia. Autor(s) Marcus Jordan Costa Orientador(s) Ana Ruth Sampaio Grangeiro Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Hanseníase. Hiperendêmico. Endemia. Curso BIOMEDICINA |
Prevalência de hanseníase nos municípios cearenses: Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha entre os anos de 2016 a 2018 (B633) | Josefa Francilene Felix de Araujo | BIOMEDICINA |
Prevalência de hanseníase nos municípios cearenses: Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha entre os anos de 2016 a 2018 (B633)
Resumo
O objetivo do presente estudo é descrever o perfil epidemiológico da hanseníase nos municípios
Cearenses: Barbalha, Crato e Juazeiro do Norte, entre os anos 2016 a 2018. Trata-se de um
estudo descritivo, transversal, retrospectivo e quantitativo. Os dados foram provenientes do
Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN), que fornece informações
pessoais, sócio-demográficas e dados clínicos dos casos notificados. No período de estudo
notificou-se 409 casos de hanseníase nos municípios, a maioria dos indivíduos tinha 50-64 anos
(29,83%), houve predomínio do sexo masculino (59,17%), prevalência da forma multibacilar
(56,97%), as formas clinicas predominantes nas regiões de estudo foram tuberculóide (34,72%),
dimorfa (31,54%) e virchowiana, (19,32%). Verificou-se que (53,55%) apresentaram grau 0 de
incapacidade física no momento do diagnóstico. A hanseníase é uma doença que precisa de
muitos cuidados e conhecimentos da população para que ela seja eliminada, principalmente por
propiciar ao portador uma incapacidade funcional, podendo ser vítimas de preconceito e
exclusão social. Pode-se concluir que a prevalência de hanseníase nos municípios estudado foi
considerada de endemicidade média. Autor(s) Josefa Francilene Felix de Araujo Orientador(s) Ana Ruth Sampaio Grangeiro Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Cariri. Epidemiologia. Hanseníase. Juazeiro do Norte. Crato. Barbalha. Curso BIOMEDICINA Baixar tcc |
Prevalência de hemoglobina s em clientes de um laboratório particular localizado no município de Ouricuri - PE a partir do teste de falcização (B606) | Jéssica Tavares Rodrigues | BIOMEDICINA |
Prevalência de hemoglobina s em clientes de um laboratório particular localizado no município de Ouricuri - PE a partir do teste de falcização (B606)
Resumo
O presente artigo tem como objetivo averiguar a prevalência de hemoglobina S em
clientes de um laboratório particular localizado no município de Ouricuri-PE a partir do
teste de falcização. O estudo foi desenvolvido no município de Ouricuri-PE e
participaram do presente estudo os indivíduos maiores de idade que realizarem
hemograma no laboratório em outubro de 2018. Primeiramente, foi aplicado um
questionário a respeito de hemácias falcêmicas, distribuição de panfleto sobre as
principais complicações da anemia falciforme e por ultimo foi realizado o teste de
falcização com metabissulfito de sódio a 2%. Realizou-se a aplicação de 100
questionários, dos quais apenas 76 foram validados para categorização no presente
trabalho. Foram excluídos aqueles que mais de uma opção foi assinalada, ou algum
questionamento que deixou de ser respondido. De 76 clientes do laboratório 77,60%
eram do sexo feminino, 22,40% do sexo masculino e apenas 39,50% afirmou ser
branco. Após os clientes do laboratório responderem ao questionário foi constatado que
88,80% da população não sabia o que era hemoglobina, 96% não sabia o que era anemia
falciforme nem traço falciforme, 1,3% afirmou que sabia como se originava a
hemoglobina S e acertou a posição em que a mesma se origina. Conclui-se que no
presente trabalho, não foi possível detectar a presença de hemoglobina S no sexo
feminino e masculino, pois em ambos os teste foram negativos. Além disso, as pessoas
submetidas ao trabalho receberam um panfleto após preenchimento do questionário,
também tiveram suas dúvidas esclarecidas, então ao realizar o presente trabalho foi
desenvolvida uma campanha de saúde. Autor(s) Jéssica Tavares Rodrigues Orientador(s) Samia Macêdo Queiroz Mota Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Anemia falciforme. Hemoglobina S. Traço falciforme. Curso BIOMEDICINA Baixar tcc |
Prevalência de hemoglobinopatias e avaliação da glicose-6- fosfato desidrogenase pelo teste do pezinho no período de 2015 e 2016 de pacientes atendidos em um laboratório de análises clínicas (B429) | Talita Moreira da Silva | BIOMEDICINA |
Prevalência de hemoglobinopatias e avaliação da glicose-6- fosfato desidrogenase pelo teste do pezinho no período de 2015 e 2016 de pacientes atendidos em um laboratório de análises clínicas (B429)
Resumo
O presente estudo teve como objetivo avaliar a prevalência de hemoglobinopatias e G-6-PD
detectadas pelo teste do pezinho no período de 2015 e 2016 de pacientes atendidos em um
laboratório de análises clínicas. Foi coletado um total de 1049 testes do pezinho, os quais se
verificou a prevalência de hemoglobina HbS e HbC nos testes do pezinho analisados. Já na
análise da G-6-PD,1035 indivíduos apresentaram hemoglobina normal, sendo que 1,64%
destes pacientes apresentaram valores abaixo do valor de referência utilizados pelo
laboratório. As crianças que apresentaram o valor de G-6-PD abaixo do normal não eram
portadoras de hemoglobinopatias. Conclui-se que houve uma baixa prevalência de
hemoglobinas anormais e não existiu relação entre as mesmas e a deficiência de G-6-PD,
também, a pesquisa ressalta a importância de realizar o exame em todos os recém-nascidos,
uma vez que as doenças identificadas neste teste, como a deficiência de G-6-PD, podem não
manifestar sintomas ao nascimento, e se forem diagnosticadas tardiamente podem causar
sérios prejuízos para a qualidade de vida da criança. Autor(s) Talita Moreira da Silva Orientador(s) Sâmia Macedo Queiroz Mota Castellão Tavares Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Hemoglobinopatias. Teste do pezinho. G-6-PD. Curso BIOMEDICINA |
Prevalência de hepatites b e c e alterações nos marcadores hepáticos em pacientes internados em uma clínica de reabilitação no município de Mauriti - Ceará (B433) | Francisco Abel Cardoso de Sousa | BIOMEDICINA |
Prevalência de hepatites b e c e alterações nos marcadores hepáticos em pacientes internados em uma clínica de reabilitação no município de Mauriti - Ceará (B433)
Resumo
A pesquisa em questão buscou determinar a prevalência de hepatite B e C em
dependentes químicos internados em uma clínica de reabilitação no município de
Mauriti, Ceará, além de avaliar as alterações nos marcadores bioquímicos Aspartato
aminotransferase (AST), Alanina aminotransferase (ALT) e bilirrubina direta e total.
Este se trata de um estudo experimental de caráter quantitativo, no qual foi aplicado um
questionário semi-estruturado para esses referidos pacientes e realizado exames de
triagem para a pesquisa sorológica das hepatites B e C, bem como alterações nos
marcadores hepáticos AST, ALT e bilirrubina. Os testes foram realizados através da
coleta de sangue nesses pacientes e em seguida as dosagens de HBsAg e Anti-HCV,
utilizando os kits Vikia HBsAg e Alere HCV, respectivamente e as dosagens de AST,
ALT e bilirrubina com o kit Labtest. Os resultados obtidos mostraram que as dosagens
de bilirrubina, AST e ALT todos estão dentro dos valores de referência.Os resultados
negativos para as sorologias de HBsAg e Anti-HCV indicaram que os pacientes não
foram diagnosticados com hepatites dos tipos B ou C. Essas análises servirão para
diminuir a incidência de patologias hepáticas nos pacientes em estudo, através da
demonstração dos resultados, conscientizando-os sobre os riscos aos quais estavam
expostos e melhorando a qualidade de vida desses indivíduos. Autor(s) Francisco Abel Cardoso de Sousa Orientador(s) Mariana Gomes Vidal Sampaio Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Dependentes. Hepatites. Marcadores hepáticos. Curso BIOMEDICINA |
Prevalência de HIV na região do Araripe pernambucano, entre os anos de 2008 e 2012 (B205) | Wyrla Moreira Nogueira | BIOMEDICINA |
Prevalência de HIV na região do Araripe pernambucano, entre os anos de 2008 e 2012 (B205)
Resumo
A Síndrome da Imunodeficiência adquirida foi descoberta em 1981 e o HIV foi identificado em 1983 e desde então já matou mais de 30 milhões de pessoas.Este trabalho tem como objetivo descrever a prevalência de HIV da Região Araripe do estado de Pernambuco, entre os anos de 2008 e 2012.Trata-se de uma pesquisa documental, retrospectiva, descritiva com abordagem quantitativa e delineamento transversal. A coleta foi realizada através da análise do banco de dados do serviço de epidemiologia da IX GERES do município de Ouricuri – PE. Os dados foram tabulados e analisados para verificação de medidas de ocorrência através do Microsoft Excel 2010 e apresentados em tabelas.Foram notificados três casos de gestantes infectadas pelo HIV, dois em 2009 em Trindade e um caso em Parnamirim, em 2012. Duas crianças do sexo feminino foram notificadas em 2011, em Ouricuri e outra em Araripina. Com base nos dados obtidos, pode-se concluir que o número de casos de HIV/AIDS na região do Araripe está abaixo da média nacional. Além disso, torna-se importante o compromisso e atenção à vigilância epidemiológica da região no registro das notificações para que se tenha real noção dos avanços das políticas públicas de Saúde implantadas nos municípios estudados. Autor(s) Wyrla Moreira Nogueira Orientador(s) Ana Ruth Sampaio Grangeiro Ano de Publicação 2013 Palavra Chave AIDS. HIV. Araripe. Pernambuco. Curso BIOMEDICINA |
Prevalência de hospitalizações por hipertensão arterial sistêmica no estado do ceará no período de 2018-2022 (F1294) | Rauanda Ferreira dos Santos | FISIOTERAPIA |
Prevalência de hospitalizações por hipertensão arterial sistêmica no estado do ceará no período de 2018-2022 (F1294)
Resumo
Introdução: A Hipertensão Arterial Sistêmica(HAS) é uma doença crônica não transmissível
que tem crescido muito no Brasil e com isso, aumentando os agravos e sequelas à saúde do
indivíduo, além de gerar sobrecarga aos sistemas de saúde e altos custos socioeconômicos.
Objetivo: analisar a prevalência de hospitalizações por Hipertensão Arterial Sistêmica no
estado do Ceará, entre os anos de 2018 e 2022. Metodologia: Trata-se de um estudo
ecológico, transversal, de abordagem quantitativa . A pesquisa abrangeu indivíduos adultos e
idosos, seguindo os valores da faixa etária da população brasileira disposta pelo IBGE (20 a
80 anos ou mais), estando estes delimitados ao quadro de pacientes que fossem internados por
HAS que tivessem dado entrada em alguma Unidade Hospitalar, sendo estas compreendidas
em todo o estado do Ceará nos últimos 5 anos (2018-2022). Resultados: A taxa de
hospitalização por Hipertensão Arterial Primária, de acordo com o sexo, evidencia que
independente do ano estudado, houve maior número de internações por mulheres, apesar
destes apresentarem-se decrescentes e com pequenas oscilações (2-4 internações) observadas
entre 60 e 69 anos e 80 anos ou mais, comparando ao sexo masculino que, apesar da queda
em todas as faixas etárias, apresentou tendência ao crescimento entre 40 a 49 anos. E por fim,
quanto aos custos das hospitalizações aos cofres públicos, estes chegaram a 68,5% do total
destinados a este fim. Conclusão: A redução dos números de hospitalizações enfatiza os bons
resultados da atenção primária à saúde, e a necessidade da importância de ampliar o acesso
aos serviços favorecendo a redução dos gastos com internações e tratamento para HAS. Autor(s) Rauanda Ferreira dos Santos Orientador(s) Francisca Alana de Lima Santos Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Hipertensão essencial. Hospitalização. Hipertensão arterial sistêmica. Doenças não transmissíveis. Curso FISIOTERAPIA Baixar tcc |
Prevalência de hospitalizações por pneumonia no interior cearense no período de 2015 a 2020 (PÓS261) | Maria Idelvânia Gomes | PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
Prevalência de hospitalizações por pneumonia no interior cearense no período de 2015 a 2020 (PÓS261)
Resumo
Introdução: A pneumonia é uma doença caracterizada pela infecção de patógenos no
trato respiratório inferior, podendo este ser vírus ou bactéria, atingindo pulmão através
das vias respiratórias superiores, quando ocorre a aspiração destes, desenvolvendo
hospitalizações frequentes. Objetivo: Este estudo objetivou verificar a prevalência das
hospitalizações por pneumonia no estado do Ceará de 2015 a 2020. Metodologia: Tratouse de um estudo ecológico realizado através do levantamento de casos de pneumonia em
pessoas independentes de sexo e faixa etária, no estado do Ceará no período de 2015 a
2020. As informações das internações foram obtidas no cadastro das autorizações de
internação hospitalar (AIH) do tipo 1 que corresponde ao internamento inicial do
SIH/SUS. Resultados: Presente estudo foi possível observar que a pneumonia é uma das
mais frequentes patologias do trato respiratório, a mesma possui uma fácil contaminação,
e estar presente em todas as faixas etária, apresentando uma maior contaminação em
idosos e crianças na primeira infância, em relação a internações foi possível observa que
no sexo masculino estar mais prevalente, isso associado a costumes adotados por essa
população, e quando levado em consideração a etnia, decorrente do processo de
miscigenação presente no nosso país, a pneumonia estar mais frequentes em pessoas
pardas. Conclusão: Por fim existe a necessidade de mais estudo sobre o problema, para
determinar melhores estratégias de prevenção e tratamento da mesma. Autor(s) Maria Idelvânia Gomes Orientador(s) Francisca Alana de Lima Santos Ano de Publicação 2022 Palavra Chave Fisiopatologia da pneumonia. Incidência. Prevalência e hospitalização. Curso PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Baixar tcc |
Prevalência de inatividade física na adolescência: revisão sistemática (E.F638) | José Suesley Ribeiro Sousa | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Prevalência de inatividade física na adolescência: revisão sistemática (E.F638)
Resumo
Introdução: A adolescência é uma fase importante no que se diz respeito a pratica de atividade física, que por sua vez está relacionada à proteção de futuras patologias, promoção e manutenção da saúde. Objetivo: A presente pesquisa buscou descrever as características metodológicas dos estudos selecionados e identificar a prevalência de inatividade física de adolescentes escolares. Método: O estudo em questão tratase de uma revisão sistemática, formulada através de manuscritos científicos em formato de artigo. Buscaram-se artigos pertinentes a temática em duas bases de dados eletrônicos: Lilacs e SciELO, usando-se os descritores: comportamento sedentário, exercício e adolescente, combinados com o operador booleano “and”. Foram utilizados 13 artigos após critérios de inclusão e exclusão. Resultados: Os dados gerais de prevalência de inatividade física variaram entre 19,7% a 81,6%. Quando compilados de acordo com o sexo, os estudos revelam elevada prevalência de inatividade em ambos os sexos, atingidos picos de 86% em mulheres e 81,6% em homens. Conclusão: Conclui-se que os adolescentes têm elevada prevalência de inatividade física, fato esse evidenciado em ambos os sexos. Autor(s) José Suesley Ribeiro Sousa Orientador(s) Marcos Antonio Araújo Bezerra Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Comportamento sedentário. Exercício. Adolescente. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA Baixar tcc |
Prevalência de incontinência urinária em pacientes atendidos nos quatro programas de saúde da família no munícipio em Missão Velha - CE (F421) | Fernanda Maria Neves Saraiva | FISIOTERAPIA |
Prevalência de incontinência urinária em pacientes atendidos nos quatro programas de saúde da família no munícipio em Missão Velha - CE (F421)
Resumo
A Incontinência Urinária (IU), não é considerada uma enfermidade e sim um
conjunto de sinais e sintomas que atinge a população, trazendo consequências nas relações
pessoais e psicológica dos portadores da patologia, pode ser causada por uma disfunção no
mecanismo de enchimento e ou esvaziamento vesical. Dados do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) a incontinência é a perda de urina involuntária que acomete
cerca de 85% a população brasileira, homens e mulheres de todas as idades, ou seja é um
problema frequente no enchimento e esvaziamento da urina. E são muitos fatores que levam
ao aparecimento dessa afecção urinária. Objetivos: Verificar a incidência da incontinência
urinária no município de Missão Velha, no interior do Ceará. Assim como, traçar o perfil
clínico e social dos portadores de incontinência urinária do mesmo município e comparar qual
dos sexos é mais acometido dessa afecção, correlacionando a presença de incontinência
urinária com o sexo, idade e escolaridade. Metodologia: Este estudo caracteriza-se como uma
pesquisa de campo, sendo ainda observacional, transversal do tipo descritiva. Foi utilizado um
questionário semi-estruturado, contendo perguntas relacionadas a todos os problemas de perda
urinária, onde foi aplicado em 50 indivíduos e a partir dele foi realizado uma estatística no
Statistical Package for Social Science- SPSS-versão 20.0, em que foram feitas análises
descritivas das variáveis quantitativas por meio de medidas de tendência central e teste quiquadradro. Resultados: Com esse estudo pode-se observar que a prevalência de incontinência
é maior em mulheres que homens, e que a baixa escolaridade está relacionada com a presença
dela, assim como outros fatores sociodemográficos. Conclusão: Com o estudo pode-se
observar que as mulheres apresentam mais incontinência que os homens e que dentre todas os
tipos, a incontinência de esforço é a mais frequente. Acometendo mais mulheres que não
possuem muita informação educacional, que não concluíram o ensino fundamental. Autor(s) Fernanda Maria Neves Saraiva Orientador(s) Rosângela Frota Ribeiro Vasconcelos Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Fisioterapia. Incontinência urinária e incidência. Curso FISIOTERAPIA |