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Prevalência de sinais e sintomas de DTM e sua relação com hábitos parafuncionais em estudantes de fisioterapia (O858) | Beatriz Rodrigues de Lima | ODONTOLOGIA |
Prevalência de sinais e sintomas de DTM e sua relação com hábitos parafuncionais em estudantes de fisioterapia (O858)
Resumo
Introdução: As disfunções temporomandibulares são distúrbios que envolvem aos músculos
da mastigação, às articulações temporomandibulares e estruturas associadas, de etiologia
multifatorial e frequentemente relacionada com hábitos parafuncionais. Objetivo: Identificar
a prevalência de sinais e sintomas de DTM's e sua associação com hábitos parafuncionais em
estudantes de fisioterapia. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal realizado com 250
estudantes de fisioterapia em uma faculdade do Juazeiro do Norte/CE, em 2019. Foi aplicado
um questionário para avaliar sinais e sintomas de DTM's e presença de hábitos parafuncionais,
o Índice Anamnésico de Fonseca (IAF). Resultados: A maioria dos voluntários era do sexo
feminino (76,8%), cursava o último ano (34,4%) e apenas estudava (76%). A prevalência de
sinais e sintomas de DTM foi alta (93,2%), sendo a DTM leve a mais comum (43,2%). Os
hábitos parafuncionais estavam presentes em 92,4% dos estudantes e a maioria não lembrava
há quanto tempo havia desenvolvido os hábitos (52,8%). O hábito mais prevalente foi dormir
de um lado (50,4%). O número de hábitos parafuncionais foi estatisticamente maior em
estudantes de fisioterapia que se auto declararam tensos, e naqueles com sinais e sintomas de
DTM. Não houve diferenças estatisticamente significativas do diagnóstico de DTM em
relação ao sexo e ocupação dos estudantes. Porém, houve relação estatisticamente
significativa do diagnóstico de DTM com a presença de hábitos parafuncionais (p<0,001).
Conclusão: Foi alta a prevalência de DTM e hábitos parafuncionais entre os estudantes,
havendo relação estatisticamente significativa entre essas variáveis na amostra avaliada. Autor(s) Beatriz Rodrigues de Lima Orientador(s) Marcília Ribeiro Paulino Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Disfunção. Diagnóstico. Dor muscular. Má oclusão. Prevalência. Curso ODONTOLOGIA Baixar tcc |
Prevalência de sinais e sintomas osteomioarticulares em funcionários da linha de produção de uma indústria químico-farmacêutica da cidade de Barbalha- CE (F124) | Lilian Alencar Sampaio Rolim | FISIOTERAPIA |
Prevalência de sinais e sintomas osteomioarticulares em funcionários da linha de produção de uma indústria químico-farmacêutica da cidade de Barbalha- CE (F124)
Resumo
A indústria farmacêutica é considerada um segmento da indústria química ligada à saúde. Por conseguinte, empregam-se alta tecnologia, mão de obra qualificada e altos investimentos financeiros. No entanto, são detectados inúmeros fatores de risco para o surgimento de distúrbios osteomusculares como os movimentos repetitivos, posturas e mobílias inadequadas, levantamento e transporte de cargas, ritmo de trabalho intenso, pausas insuficientes, monotonia, temperaturas inadequadas, estresse psicológico, entre outros. Estes são responsáveis por grande parte dos afastamentos no trabalho e incapacidade funcional em todo mundo. O objetivo desse estudo foi analisar a prevalência dos sintomas osteomioarticulares em funcionários da linha de produção de uma indústria químico-farmacêutica da cidade de Barbalha, Ceará. Este estudo foi do tipo transversal, de campo, descritivo baseado em estratégias de análise quantitativa. A coleta de dados foi realizada no mês de outubro de 2010 com 57 funcionários da linha de produção (n=57) de uma indústria químico-farmacêutica Ltda. Utilizou-se uma versão adaptada do questionário nórdico músculo-esquelético, que pretende obter informações sobre a sintomatologia músculo-esquelética ligada ao trabalho. A aplicação foi realizada durante a jornada de trabalho. Todos os participantes da pesquisa assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido. Os dados foram analisados utilizando-se o software Excel. Os mesmos foram apresentados em forma de tabela e gráficos. Os resultados obtidos nessa pesquisa mostram que 75,8% foram do sexo feminino e 48% dos funcionários trabalham na linha de produção. Na função de auxiliar de produção 38,7% queixam-se mais na coluna cervical e lombar, a média de intensidade maior foi de (2) coluna dorsal e lombar e o maior percentual de afastamento foi 11,3% coluna lombar. Os operadores de máquina 11,3% queixam-se mais em ombros e punhos/mãos, a média de intensidade maior foi de (2,4) pernas/joelhos e o maior percentual de afastamento foi em punhos/mãos e coluna cervical. Na função auxiliar de produção responsável por inspecionar ampolas a maior queixa 17,7% foi na coluna lombar, a média de intensidade maior foi de (2) coluna lombar e o maior percentual de afastamento foi 3,2% coluna lombar e tornozelos/pés. Os auxiliares de produção responsáveis pela embalagem de ampolas 6,5% queixam-se mais em punhos/mãos e coluna dorsal, a média de intensidade maior foi (2,8) coluna dorsal e o maior percentual de afastamento foi 4,8% punhos/mãos. Os auxiliares de produção responsáveis pela documentação 6,5% queixam-se mais de ombros, coluna dorsal, lombar e pernas/joelhos. A média de intensidade maior foi (3,3) coluna dorsal e o maior percentual de afastamento foi 6,5% coluna lombar. Os segmentos mais afetados nos últimos sete dias foram coluna lombar, ombros e pernas/joelhos. Diante disso observa-se a necessidade de medidas preventivas, evitando maiores transtornos tanto para os funcionários quanto para a empresa. Autor(s) Lilian Alencar Sampaio Rolim Orientador(s) Cristiane Marinho Uchôa Lopes Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Dores. Indústria farmacêutica. Saúde do trabalhador. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência de sinais e sintomas osteomusculares em docentes fisioterapeutas da Faculdade Leão Sampaio (F51) | Oneide Barros Farias | FISIOTERAPIA |
Prevalência de sinais e sintomas osteomusculares em docentes fisioterapeutas da Faculdade Leão Sampaio (F51)
Resumo
O trabalho é uma das fontes de sobrevivência, auto-realização e manutenção de relações interpessoais. A saúde, sendo um estado de equilíbrio dinâmico necessário ao bom funcionamento do organismo, pode ser promovida ou prejudicada pelo trabalho. Os profissionais da área da saúde, incluindo o fisioterapeuta, estão sujeitos ao aparecimento de DORTs (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho). Os DORTs são considerados a segunda causa de afastamento do trabalho no Brasil. Esta pesquisa teve como objetivo identificar os fatores de risco envolvidos no DORT entre docentes fisioterapeutas do curso de Fisioterapia pertencentes à Faculdade Leão Sampaio (FALS), descrever os fatores de risco a que estão submetidos os profissionais e Identificar os sinais e sintomas osteomusculares relacionados ao trabalho. Trata-se de um estudo quantitativo, com metodologia exploratória, transversal e descritiva com aplicação de um questionário em dezessete fisioterapeutas (12 mulheres e 5 homens). A análise de dados foi realizada no programa Epi Info 6.0. Resultados: 100% atuam como fisioterapeutas e a maioria dos profissionais entrevistados exerce mais de uma especialidade em Fisioterapia; 47,1% trabalham mais de 10 a 12 horas por dia; 82,4 % realizam esforço físico; 52,9% indicam que a região anatômica mais acometida foi a cervical; 40% referem intensidade acentuada de desconforto e/ou dor; 33% afirmam cansaço à noite e 66,7% afirmam que os sintomas se iniciaram há mais de um ano. Conclusão: De acordo com os resultados, os fisioterapeutas de FALS estão expostos a fatores de riscos para o aparecimento de DORT e já apresentam sinais e sintomas osteomioarticulares bem evidentes. Autor(s) Oneide Barros Farias Orientador(s) Cristiane Marinho Uchôa Lopes Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Fisioterapeutas. Desordens musculoesqueléticas. Saúde ocupacional Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência de sinais e sintomas osteomusculares em funcionários do serviço de limpeza dos hospitais da rede pública de Juazeiro do Norte- CE (F34) | André Luis Coelho Bringel | FISIOTERAPIA |
Prevalência de sinais e sintomas osteomusculares em funcionários do serviço de limpeza dos hospitais da rede pública de Juazeiro do Norte- CE (F34)
Resumo
Os trabalhadores do serviço de limpeza compõem um segmento de vital importância ao funcionamento dos hospitais. Por serem submetidos a elevadas jornadas de trabalho, posturas inadequadas e por se tratar de um serviço pesado, estão inseridos em um meio com fatores de risco que mais acometem as Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT´s). As DORT´s são danos osteomioarticulares ocasionados por uma utilização excessiva das articulações, sem qualquer descanso e que estão intimamente associadas ao trabalho. Este estudo objetiva analisar a prevalência de sinais e sintomas osteomioarticulares em funcionários do serviço de limpeza dos hospitais da rede pública de Juazeiro do Norte, Ceará. Utilizou-se questionário do perfil sócio-profissional e um instrumento adaptado do questionário Nórdico em 64 funcionários do serviço de limpeza. Os dados obtidos foram interpretados e transformados em tabelas e gráficos no programa Microsoft Office Excel, versão 2003. Dos 64 indivíduos, todos eram do sexo feminino, 40% tinham idade de 35 a 40 anos, 67% trabalhavam durante o dia, somente 45% tinham algum conhecimento a cerca de DORT, 50% trabalhavam mais de 10 horas diárias, a grande maioria 87% não possuía nenhuma outra atividade laboral, 91% não realizavam horas extras e 38 dos profissionais consideraram sua condição física “Boa”. As regiões mais acometidas são o quadril/membros inferiores (MMII) com 29%, região lombar com 27% e ombro 13%, apresentando quadro álgico freqüente. Assim como nas regiões relatadas como sempre dolorosas: lombar 28%, quadril/MMII 26% e ombro 21%. Diante do trabalho realizado e conforme literatura observou-se o comprometimento físico destes profissionais, resultando na não realização de suas Atividades de Vida Diária (AVD´s), chegando ao término de uma jornada de trabalho cansados. Portanto, os trabalhadores do serviço de limpeza precisam ter conhecimento de seus fatores de risco, supervisão de um profissional de saúde e diminuição de suas jornadas de trabalho. É interessante a aplicação de trabalhos preventivos para com estes servidores visando uma diminuição dos quadros álgicos e proporcionando maior satisfação no trabalho, maior eficácia e menor custo aos hospitais públicos. Autor(s) André Luis Coelho Bringel Orientador(s) Cristiane Marinho Uchôa Lopes Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Funcionário. Limpeza. Sinais. Sintomas. Osteomusculares. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência de sinais e sintomas osteomusculares relacionados ao trabalho em cirurgiões-dentistas no município de Juazeiro do Norte- CE (F66) | Edneide Soares de Freitas | FISIOTERAPIA |
Prevalência de sinais e sintomas osteomusculares relacionados ao trabalho em cirurgiões-dentistas no município de Juazeiro do Norte- CE (F66)
Resumo
As Lesões por Esforços Repetitivos - LER e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho – DORT, são siglas usadas pela norma técnica do INSS, como uma síndrome clínica com as características de uma doença do trabalho que gera desconforto e um desequilíbrio na saúde do individuo, Os cirurgiões dentistas são constantemente submetidos a fatores de riscos para o aparecimento dessas lesões, por isso se viu uma necessidade em realizar tal pesquisa levando em consideração em ser um estudo nunca realizado em nossa cidade. O objetivo deste trabalho é verificar a Prevalência de Sinais e Sintomas Osteomusculares Relacionados ao Trabalho em Cirurgiões-Dentistas no Município de Juazeiro do Norte, CE. A metodologia emprega para a realização deste trabalho foi um estudo quantitativo de caráter observacional, a população analisada foi composta com 54 cirurgiões-dentistas domiciliados na cidade de Juazeiro do Norte, sendo 22 do sexo masculino e 32 do sexo feminino, para a coleta de dados foram aplicados questionários auto-aplicáveis. A coleta foi realizada após o parecer favorável do Comitê de Ética da Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte. A pesquisa foi respaldada na Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. A analise de dados foi realizada no programa SPSS 16.0. Os achados indicaram a prevalência de LER/DORT no sexo feminino 62,% em relação às regiões anatômica a coluna lombar teve maior prevalência 48,1%. No que diz respeito à percepção da dor 38,9% referem intensidade moderada, em relação às síndromes associadas o com as LER/DORT as tendinites tiveram prevalência de 20,4%, o cansaço muscular apresentado 68,5%, e aos fatores ergonômicos pré-determinantes a postura inadequada 18,5% dos participantes. Pode-se concluir que os Cirurgiões-dentistas é uma classe que está sujeita a desenvolver algum tipo de Distúrbio osteomuscular, devido conviver constantemente com fatores de risco em seu ambiente de trabalho. Autor(s) Edneide Soares de Freitas Orientador(s) Roberta Lice de Queiroz Araújo Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Doenças ocupacionais. Cirurgiões dentistas. LER/DORT. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência de síndrome da dor femoropatelar em atletas amadores praticantes de corrida de rua: revisão de literatura (F610) | Kessia Amaral Pereira | FISIOTERAPIA |
Prevalência de síndrome da dor femoropatelar em atletas amadores praticantes de corrida de rua: revisão de literatura (F610)
Resumo
A busca por qualidade de vida, saúde e bem-estartem contribuído para o número de pessoas praticantes de esportes. Por ser uma atividade esportiva de fácil acesso e baixo custo, a corrida é uma boa alternativa disponível para alcançar esses objetivos. Apesar de todos os resultados positivos alcançados pelos corredores, esta é uma modalidade que requer uma atenção especial. Em um ano, o número de casos de lesões de membro inferior em praticantes de corrida durante a atividade é de 79%, sendo que, em ambos os sexos, o maior número de lesão ocorre nos joelhos, principalmente na região anterior. Apesar de todas as técnicas e meios no intuito de diminuir as lesões em praticantes de corrida, tem-se ainda o risco de desenvolvimento de diversas lesões, dentre elas a síndrome da dor femoropatelar (SDFP). A SDFP ocorre por atrito da patela com a região anterior do fêmur decorrentedo desgaste ou “amolecimento†da cartilagemde revestimento das facetas articulares da articulação patelofemoral. O objetivo desse trabalho de revisão foi revisar a literatura a respeito da prevalência de síndrome da dor femoropatelar em atletas amadores praticantes de corrida de rua. Para isso, foi elaborada uma estratégia de busca nas bases de dados SCIELO, MEDLINE, PEDRO e BVS. Foram selecionados 8 artigos científicos para serem discutidos nesta revisão. Pode-se concluir que a CP é mais frequente no sexo feminino, conforme mostrado em 62,5% dos estudos analisados. Falta de acompanhamento profissional pode contribuir para o aparecimento de algumas lesões musculoesqueléticas nos praticantes destas atividades. A fisioterapia pode proporcionar por meios de condutas especificas a melhora da estabilização e fortalecimento muscular e alivio de dor. É de extrema importância a realização de estudos sobre essa temática, visto que há uma grande escassez de artigos sobre o tema, sendo necessária uma atenção maior quanto a saúde dos praticantes de corrida. Portanto, são muitos relevantes os estudos que abordam a prevenção e reabilitação desta patologia, a fim de melhorar a saúde e qualidade de vida destes pacientes. Autor(s) Kessia Amaral Pereira Orientador(s) Rebeka Boaventura Guimarães Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Corrida. Fisioterapia. Síndrome da dor femoropatelar. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência de sintomas de incontinência unirária em mulheres idosas praticantes de atividade física (F876) | Ana Cleide Montes Ferreira | FISIOTERAPIA |
Prevalência de sintomas de incontinência unirária em mulheres idosas praticantes de atividade física (F876)
Resumo
Introdução: A Incontinência Urinária (IU) trata-se de uma disfunção que acomete o trato
urinário inferior, causando a perda de urina de maneira involuntária. Afeta diretamente nas
atividades de vida diária dos indivíduos acometidos. Sua prevalência eleva-se no sexo
feminino e aumenta com a idade, sendo a prática do exercício físico um fator predisponente
para o aparecimento da IU, podendo levar os indivíduos ao afastamento e até mesmo ao
abandono da prática. Objetivo: Investigar a prevalência de IU em mulheres idosas
praticantes de exercícios físicos. Método: Tratou-se de um estudo do tipo transversal,
descritivo e quantitativo. Participaram desta pesquisa 26 mulheres idosas que praticavam
exercícios físicos cotidianamente. Para a coleta foram utilizados dois questionários: um com
questões socioeconômicos, e em seguida o International Consultation on Incontinence
Questionnaire - Short Form (ICIQ – SF). Foi utilizado o pacote estatístico SPSS versão 24.0
para a organização e a análise descritiva dos dados. Resultados: A média de idade foi de 72
anos, prevalência de sintomas de IU na amostra foi de 53,8%, quanto a tipologia, 30,6%
apresentaram sintomas de IUE. Dos principais resultados encontrados, é possível citar que
23,1% das voluntárias perdiam urina diversas vezes ao dia, 34,6% perdem uma pequena
quantidade de urina e com relação a interferência nas atividades de vida diária, 26,9%
relataram uma interferência moderada. Conclusão: A prevalência de sintomas de IU na
população estudada foi elevada, indicando a necessidade de criar medidas de ações de
prevenção na comunidade feminina idosa, principalmente naquelas que praticam exercícios
físicos. Autor(s) Ana Cleide Montes Ferreira Orientador(s) Carolina Assunção Macedo Tostes Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Incontinência urinária. Exercício físico. Envelhecimento. Curso FISIOTERAPIA Baixar tcc |
Prevalência de sintomas de rinite alérgica em acadêmicos de fisioterapia de uma instituição de ensino superior (F627) | Glêubia Araújo Silva | FISIOTERAPIA |
Prevalência de sintomas de rinite alérgica em acadêmicos de fisioterapia de uma instituição de ensino superior (F627)
Resumo
A Rinite Alérgica caracteriza-se por uma inflamação da mucosa nasal que é mediada por imunoglobulina g E (IgE) desencadeada pela exposição a alérgenos ambientais. Como resposta a essa inflamação, ocorre desenvolvimento dos sintomas típicos da rinite, como: coriza, prurido, obstrução nasal, espirros entre outros. No Brasil, a prevalência de rinite alérgica foi de 29,6% entre adolescentes e 25,7% entre escolares. Na Europa, a prevalência da rinite é de 21% em adultos. A prevalência de
rinite vem aumentando nas últimas décadas. Diante da influência de tal patologia na qualidade de vida e desempenho nas atividades diárias de seus pacientes, este trabalho teve como principal objetivo caracterizar a prevalência de sintomas de rinite alérgica em acadêmicos do curso de Fisioterapia de uma instituição de ensino superior na cidade de Juazeiro do Norte-CE. A amostra foi composta por 256 acadêmicos do curso de Fisioterapia, os participantes responderam ao questionário ISAAC módulo Rinite e módulo asma, este último a fim de excluir os asmáticos do
estudo, e ainda um questionário semiestruturado pela pesquisadora sobre a busca da fisioterapia como tratamento para a rinite. Os resultados foram processados no programa SPSS versão 20.0, mostrando uma alta prevalência de sintomas nessa população. Dentre aqueles, os mais prevalentes foram: espirros, coriza e obstrução nasal representando 87,60%, seguido de espirros e coriza com 78,90%, e lacrimejamento e coceira nos olhos, com 48,80%. Os meses mais prevalentes foram
entre maio a julho, fato este que pode ser atribuído a fatores como: maior
precipitação de chuvas, principalmente, no mês de maio; ventos, que ocorrem com maior frequência nos meses de maio e junho na região Metropolitana do Cariri, localizada no sul do estado do Ceará; safra de frutas, pólen ou ainda uma maior incidência de vírus como adenovírus, influenza e vírus sincicial respiratório. Foi evidenciado que os acadêmicos, na sua grande maioria (80,5%), não buscam a
Fisioterapia como tratamento para rinite. Diante dos resultados apresentados observamos a necessidade de estudos que mostrem a importância do tratamento fisioterapêutico para a rinite, bem como o desenvolvimento de estudos que avaliem a prevalência de sintomatologia de rinite na população adulta jovem. Autor(s) Glêubia Araújo Silva Orientador(s) Yáskara Amorim Filgueira Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Rinite alérgica. Sintomas de rinite. Acadêmicos de fisioterapia. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência de sintomas osteomiarticulares em trabalhadores da construção civil (F450) | Sabrina ribeiro Barbosa Siebra | FISIOTERAPIA |
Prevalência de sintomas osteomiarticulares em trabalhadores da construção civil (F450)
Resumo
Os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho constituem um dos maiores
problemas enfrentados nos serviços de referência de saúde do trabalhador, devido à sua alta
incidência e grande limitação física, ocasionando peso econômico e social aos trabalhadores.
No ano de 2005 foi registrado um total de 30.334 doenças do trabalho e 129.151 acidentes
típicos. Esses distúrbios afetam o sistema musculoesquelético com variado quadro clínico,
incluindo queixas de dor, formigamento, dormência, peso e fadiga precoce. É persistente o
número de óbitos no segmento da construção civil, em torno de 11,2% em relação ao total de
número de mortes, tendo como principais causas quedas, soterramentos e choques elétricos,
mostrando que este setor ainda é carente de condições adequadas ao exercício dos seus
trabalhadores. Este trabalho teve como objetivo verificar a prevalência de sintomas
osteomioarticulares em trabalhadores da construção civil. O estudo foi do tipo descritivo
transversal de caráter quantitativo. A amostra foi composta por 30 trabalhadores de uma
construção civil, no município de Juazeiro do Norte–CE. Os critérios de inclusão foram idade
igual ou superior a dezoito anos e inferior a sessenta anos, indivíduos do sexo masculino e
que exerciam a função há no mínimo seis meses. A pesquisa de campo foi realizada no mês
de maio de 2015. Para a coleta de dados foi aplicado o Questionário Nórdico de Sintomas
Osteoarticulares – QSNO. Para a análise dos resultados foi utilizado o programa estatístico
SPSS 21.0. Os resultados foram apresentados por meio de gráficos e tabelas. Os resultados da
pesquisa mostraram que a população estudada possui sintomas osteomusculares em regiões e
com frequências variados, com prevalência na região dorsal, afetando 11 indivíduos. Conclui-se que os profissionais da saúde devem ter uma atitude ativa para a prevenção dos
trabalhadores da Construção Civil. Autor(s) Sabrina ribeiro Barbosa Siebra Orientador(s) Cristiane Marinho Uchôa Lopes Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Distúrbios osteomioarticulares. Trabalhadores. Construção civil. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência de sintomas osteomusculares em cobradores de ônibus coletivo em uma empresa na cidade de Juazeiro do Norte- CE (F172) | Anny Caroline Costa Vieira | FISIOTERAPIA |
Prevalência de sintomas osteomusculares em cobradores de ônibus coletivo em uma empresa na cidade de Juazeiro do Norte- CE (F172)
Resumo
Os cobradores de ônibus são profissionais que realizam tarefas no dia-a-dia que requerem a utilização de movimentos e ações que são propícias a desencadear alterações e desconforto postural. Sintomas de distúrbios osteomusculares (SDO) torna-se um terrível problema de saúde no trabalho, podendo ser observada em indivíduos com diversas ocupações, até mesmo do setor de transporte. Dentro desse contexto houve o interesse em investigar acerca da saúde do trabalhador. O objetivo foi verificar a prevalência de sintomas osteomusculares relacionados ao trabalho em cobradores de uma empresa de ônibus coletivo na cidade de Juazeiro do Norte-CE. Trata-se de uma pesquisa de caráter observacional e de abordagem quantitativo-descritivo. A amostra foi composta por 30 cobradores de ônibus coletivos que tinham idade entre 21 e 58 anos, e que trabalhavam nessa função há mais de um ano. A pesquisa foi realizada dos dias 17 a 29 de setembro de 2012 no horário de 12:00h às 13:00h, os entrevistados assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) e em seguida responderam ao questionário Nórdico dos Sintomas Osteomusculares versão adaptada por Serranheira et al. (2003). Os resultados encontrados mostraram em todos os segmentos avaliados pelo questionário houve relatos de sintomas osteomusculares, no entanto, a coluna como um todo, foi mais relevante em relação aos outros segmentos. Sendo que a coluna lombar 100,0% dos profissionais apresentou desconforto e dorsal 86,7%, porém o que mostrou mais interferência no trabalho foi a região dorsal com 16,7% comparando-se com a lombar 13,3%. Todos esses segmentos da coluna são acometidos, estando em terceiro lugar a cervical, segundo lugar a torácica e em primeiro lugar a lombar que por ventura essa é a região que mais sofre agressão por conta da postura sentada durante a jornada de trabalho desses profissionais. Pode-se concluir que há uma grande frequência de dores osteomusculares relacionada ao trabalho nos cobradores de ônibus. Sendo que a mais frequente dentre estas, a lombar, justifica pelo fato dessa estrutura ser a mais acometida mediante a postura sentada. Autor(s) Anny Caroline Costa Vieira Orientador(s) Cristiane Marinho Uchôa Lopes Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Cobradores de ônibus. Sintomas. Jornada de trabalho. Curso FISIOTERAPIA |