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| Redes de computadores - as dores causadas sobre IPV6 pelo IPV4 (PÓS501) | Cláudio Luan Freire Façanha | PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
Redes de computadores - as dores causadas sobre IPV6 pelo IPV4 (PÓS501)
Resumo
Este estudo analisa a transição do protocolo IPv4 para o IPv6, destacando sua relevância diante das
limitações estruturais do IPv4 e do crescimento exponencial da conectividade global. Com o
esgotamento do espaço de endereçamento do IPv4 e as demandas crescentes por segurança,
escalabilidade e eficiência, o IPv6 surge como solução ao oferecer um espaço de endereçamento
ampliado, suporte nativo a novas tecnologias e compatibilidade com aplicações emergentes, como a
Internet das Coisas (IoT). O objetivo principal é avaliar os desafios dessa transição e propor
estratégias viáveis, como a coexistência entre os protocolos e o uso de mecanismos de tunelamento.
Baseado em revisão bibliográfica de estudos acadêmicos e técnicos, o trabalho explora as vantagens
do IPv6, incluindo maior eficiência no roteamento e segurança aprimorada. Os resultados reforçam a
importância de uma abordagem estratégica para a implementação do IPv6, considerando aspectos
técnicos e organizacionais. Conclui-se que a transição para o IPv6 é essencial para garantir a
sustentabilidade da conectividade global e o avanço de tecnologias emergentes, exigindo
investimentos em infraestrutura, capacitação técnica e políticas públicas que incentivem sua adoção. Autor(s) Cláudio Luan Freire Façanha Orientador(s) Clécio Luênio Lima Freire de Souza Ano de Publicação 2024 Palavra Chave IPv6. Protocolo de internet. Internet das coisas. Transição IPv4-IPv6. Curso PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
| Redes sociais e intenção de consumo: uma análise do marketing boca-a-boca on-line como impusionador do consumo da marca UNILEÃO (A955) | Juliana da Silva Costa | ADMINISTRAÇÃO |
Redes sociais e intenção de consumo: uma análise do marketing boca-a-boca on-line como impusionador do consumo da marca UNILEÃO (A955)
Resumo
Tendo em vista o poder no qual as pessoas têm em influenciar outras através da troca de
experiências, este trabalho tem como objetivo analisar se o marketing boca a boca por meio
das redes sociais pode influenciar no consumo da marca Unilão. A metodologia utilizada para
o alcance dos resultados foi através de uma pesquisa de campo, com uma abordagem
quantitativa do tipo exploratória e descritiva. A pesquisa foi aplicada na sede da instituição de
ensino Unileão - Centro Universitário, na cidade de Juazeiro do Norte, com os alunos
usuários das redes sociais através de questionários. Os principais resultados expressam que o
marketing boca a boca nas redes sociais consegue influenciar sim outras pessoas a
consumirem da marca Unileão, por ser praticado tanto por estudantes como ex-estudantes. Autor(s) Juliana da Silva Costa Orientador(s) Antônio Wilson dos Santos Ano de Publicação 2017.2 Palavra Chave Marketing boca a boca. Marketing boca-a-boca on-line. Redes sociais. Influência. Curso ADMINISTRAÇÃO |
| Redes sociais e padrão de beleza: aspectos psicossociais das pessoas com deficiência física na contemporaneidade (DG- P64) | Maria Giselle Ferreira Marques | PSICOLOGIA |
Redes sociais e padrão de beleza: aspectos psicossociais das pessoas com deficiência física na contemporaneidade (DG- P64)
Resumo
O presente artigo tem como objetivo compreender de que forma
as redes sociais influenciam na construção dos padrões de beleza e como esses
padrões impactam a autoimagem e a saúde mental de pessoas com deficiência
física. A pesquisa caracteriza-se como exploratória, de abordagem qualitativa,
utilizando revisão bibliográfica e análise semiótica de imagens de
influenciadores digitais com deficiência, como Ivan Baron e Ana Clara Moniz,
cujas postagens refletem a valorização da diversidade e o enfrentamento ao
capacitismo. Os resultados evidenciam que, embora as redes sociais possam
reproduzir ideais estéticos excludentes e inatingíveis, também se configuram
como espaços de resistência e empoderamento, permitindo a ressignificação do
corpo com deficiência como símbolo de potência, autenticidade e beleza plural.
Conclui-se que a representatividade digital contribui para o fortalecimento da
autoestima e da inclusão social, promovendo uma nova percepção sobre a
deficiência física e desafiando padrões normativos de beleza. Dessa forma, o
estudo destaca a importância das redes sociais como ferramentas psicossociais
de transformação cultural e de promoção da equidade e da diversidade. Autor(s) Maria Giselle Ferreira Marques Orientador(s) Francisco Francinete Leite Junior Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Redes sociais. Padrão de beleza. Pessoas com deficiência física. Saúde mental. Psicologia. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Redes sociais e sociabilidade: as relações humanas na era virtual (P684) | Jamile Braga Fernandes | PSICOLOGIA |
Redes sociais e sociabilidade: as relações humanas na era virtual (P684)
Resumo
Este estudo teve como finalidade contribuir para o entendimento de uma nova modalidade de relacionamento virtual. Esta forma de viver nos exige um pensamento reflexivo para questionar a forma como as pessoas estão se relacionando. Neste sentido foi lançada a seguinte questão: o uso da internet favorece a mudança no comportamento social das pessoas? Até que ponto a internet pode ser positiva ou nociva aos usuários? Embasados nos questionamentos acima o objetivo geral do trabalho foi: Perceber se o uso da internet favorece a mudança no comportamento social das pessoas. E como objetivos específicos; Pesquisar se a internet pode ser positiva ou nociva aos usuários; averiguar os principais problemas de ordem emocional e social enfrentados pelos usuários contínuos da internet e sugerir formas de tratamento para o uso patológico da internet. A coleta de dados foi realizada através de questionário virtual, com cinco questões objetivas por meio da plataforma Google Forms, aplicativo do Google Docs que realiza coleta automática dos dados. A pesquisa foi realizada no período de 10 a 16 de maio de 2016 e o universo do estudo constituiu-se de 54 (cinquenta e quatro) usuários. Os resultados demonstram que 31,5% permanecem na internet mais tempo do que pretendiam; 25,9% dos usuários afirmam prejudicar o trabalho pelo uso excessivo da internet e 20,4%, ocasionalmente, sentem-se deprimidos ou nervosos quando não estão na rede. Enfim, é necessário pensar nos hábitos e comportamentos diante do mundo digital na intenção de que a vida real não seja afetada negativamente. Autor(s) Jamile Braga Fernandes Orientador(s) Maria do Carmo Pagan Forti Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Internet. Relações humanas. Dependência. Curso PSICOLOGIA |
| Redes sociais e sua influência no comportamento alimentar na adolescência (P1635) | Francisco Rony de Souza Lira | PSICOLOGIA |
Redes sociais e sua influência no comportamento alimentar na adolescência (P1635)
Resumo
Este estudo teve como propósito analisar quais as relações existentes entre as redes sociais e o
comportamento alimentar na adolescência. Para isso busca-se, definir o que é rede social e o que
mantém os adolescentes em grupos; especificar os fatores de risco para o desenvolvimento de
Transtornos Alimentares e relação com redes sociais e quais são os principais Transtornos Alimentares
que estão relacionados a essa fase da vida. Norteando-se por tal objetivo, através de uma revisão
bibliográfica que foi aprofundada em relação ao impacto que as redes sociais têm nesses
adolescentes, trazendo os aspectos que mantêm o adolescente nas redes sociais através do vinculo
estabelecido pelo meio. Assim, conclui-se o quanto as redes sociais afeta o comportamento alimentar
dos adolescentes, pois a cultura estabelecida nas redes sociais traz uma visão de corpo perfeito,
fazendo com que o indivíduo na buscando ser socialmente aceito se submete a alcançar esse padrão,
acarretando tanto problemas físicos quantos mentais, ficando mais propenso a desenvolver um
Transtorno Alimentar que tem como principais fatores de risco a influência e internalização do ideal
da magreza imposto socioculturalmente. Autor(s) Francisco Rony de Souza Lira Orientador(s) Flaviane Cristine Troglio da Silva Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Rede social. Grupos. Adolescentes. Transtornos alimentares. Psicologia. Psicopatologia. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Redes sociais na internet como ferramentas de marketing (A253) | José Edinaldo de Freitas Oliveira | ADMINISTRAÇÃO |
Redes sociais na internet como ferramentas de marketing (A253)
Resumo
A fim de alcançar uma maior fatia dentre os meios de comunicação devido
ao crescimento do fluxo de informações, a rede mundial de computadores torna-se
o gancho para estabelecer um constante diálogo com o público-alvo. Essas
ferramentas propuseram a mudança na relação empresa-cliente, desenvolvendo o
processo de comunicação. Assim, esta pesquisa tem por objetivo demonstrar como
as redes de relacionamentos estão atuando como ferramenta do marketing por meio
da publicidade empregada com o auxílio da internet. Através de pesquisa
bibliográfica exploratória, descritiva e quantitativa, procurou-se abordar o
tema identificando as suas vantagens para esse tipo de publicidade. Assim, por
meio deste estudo foi possível observar que a utilização deste instrumento,
apesar de ser recente, é de extrema importância para o alcance em massa das
campanhas publicitárias diante das novas tecnologias e das inovações. Autor(s) José Edinaldo de Freitas Oliveira Orientador(s) André Leite Fernandes Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Marketing. Comunicação social. Internet. Twitter. Orkut. Facebook. Youtube. Curso ADMINISTRAÇÃO |
| Redes sociais: o paradigma da proteção da vida animal e a opinião da população caririense quanto aos crimes de maus- tratos contra os animais e a (des)crença na punibilidade (D847) | Thamiris da Silva | DIREITO |
Redes sociais: o paradigma da proteção da vida animal e a opinião da população caririense quanto aos crimes de maus- tratos contra os animais e a (des)crença na punibilidade (D847)
Resumo
Este trabalho apresenta uma análise da situação dos crimes de maus-tratos aos animais,
ocorridos na Região Metropolitana do Cariri, Ceará. O objetivo geral proposto é analisar a
percepção popular quanto a esses meios de violência animal, a partir das reações em redes
sociais. Retratando o delito previsto no art. 32 da Lei 9.605/1998, na referida região,
utilizando-se dos meios necessários. Esta pesquisa possui uma abordagem qualitativa,
realizada por meio de um aparato histórico sobre o direito animal no Brasil, conceituando a
criminologia verde. Visa fomentar o debate sobre os mecanismos inerentes a proteção animal,
prospectando casos de maus tratos ocorridos na região supramencionada, que foram expostos
nas redes sociais, observando desta maneira a (des)aprovação contida nos comentários e
opiniões deixados nestes casos. Para tanto, utiliza-se de uma pesquisa de natureza básica, de
objetivo descritivo, abordagem qualitativa utilizando-se sobretudo da técnica de levantamento
bibliográfico e documental. Autor(s) Thamiris da Silva Orientador(s) Francisco Willian Brito Bezerra II Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Direito ambiental. Crimes ambientais. Maus-tratos. Redes sociais. Direito animal. Curso DIREITO Baixar |
| Redução da maioridade penal (D1659) | Felipe Silva Leite | DIREITO |
Redução da maioridade penal (D1659)
Resumo
A discussão sobre a redução da menoridade penal levanta diversas questões jurídicas, sociais e éticas, especialmente no contexto brasileiro, onde a violência juvenil é um tema de preocupação pública. O debate envolve avaliar se a diminuição da idade penal para menos de 18 anos implicaria redução da criminalidade juvenil ou se essa medida agravaria o problema. Por meio de uma revisão bibliográfica, este artigo explora argumentos favoráveis e contrários à redução da menoridade penal, analisando estudos e relatórios de organizações nacionais e internacionais, além de interpretações legais sobre o assunto. Argumentos a favor da redução geralmente partem da ideia de que os jovens infratores devem ser responsabilizados por seus atos em alinhamento com a gravidade de seus crimes, defendendo que a medida traria justiça para as vítimas e aumentaria o efeito dissuasório entre os jovens. Por outro lado, os que se opõem a essa política destacam que a simples punição não resolve as causas estruturais da violência juvenil, como pobreza, falta de acesso à educação e exclusão social. Em vez disso, argumentam que a mudança na legislação poderia colocar adolescentes em contato com criminosos adultos, tornando-os mais vulneráveis à reincidência e à radicalização. Ao final, o artigo sugere que, para lidar com a violência juvenil, é necessário um conjunto de políticas públicas integradas, incluindo educação, assistência social e programas de ressocialização específicos para adolescentes. A análise revela que a redução da idade penal, isoladamente, não apresenta evidências sólidas de que resolverá a questão da criminalidade juvenil, apontando para a necessidade de abordagens multifatoriais e preventivas. Autor(s) Felipe Silva Leite Orientador(s) José Boaventura Filho Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Maioridade penal. Redução. Legislação. Curso DIREITO Baixar |
| Redução da maioridade penal frente ao principio da adequação social (D301) | Pablo Wayne Gomes da Costa | DIREITO |
Redução da maioridade penal frente ao principio da adequação social (D301)
Resumo
Este trabalho tem por objetivo analisar a redução da maioridade penal tendo por
base o principio da adequação social do direito penal, se utilizando de uma
metodologia bibliográfica. Tal tema vira objeto de discussão sempre que ocorre um
fato delituoso envolvendo adolescentes menores de 18 (dezoito) anos de idade. Em
vista disso a população querendo diminuir a criminalidade clama por mudanças na
legislação que venha a punir esses jovens em conflito com a lei de forma mais
severa. Durante a história o tema foi alvo de várias propostas de emendas à
constituição com o objetivo de diminuir a idade penal para os 16 (dezesseis) anos,
algumas se utilizando de um critério puramente biológico, outras de um critério
psicológico, e ainda algumas enumerando as condutas que os jovens, caso as
cometessem, seriam julgados como adultos, outras ainda mesclavam os dois
critérios supra, formando um critério biopsicológico. É certo que a sociedade anseia
por mudança, principalmente no tocante aos crimes bárbaros envolvendo menores
de 18 (dezoito) anos, devendo tal mudança ocorrer pelo menos no tocante aos
crimes considerados mais graves, se utilizando de um critério biopsicológico
analisando no caso concreto o discernimento e a maturidade do menor de 18
(dezoito) anos e caso ficasse constatado que o mesmo era capaz de entender o
caráter ilícito do fato ao tempo da prática do delito e de se determinar conforme esse
entendimento poderia ser considerado imputável. Autor(s) Pablo Wayne Gomes da Costa Orientador(s) José Boaventura Filho Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Direito penal. Adequação social. Maioridade penal. Curso DIREITO Baixar |
| Redução da maioridade penal: a prevenção da criminalidade a partir dos serviços de convivência e fortalecimento de vínculos do CRAS I em Juazeiro do Norte - CE (S1038) | Maria Cirleide Martins da Silva | SERVIÇO SOCIAL |
Redução da maioridade penal: a prevenção da criminalidade a partir dos serviços de convivência e fortalecimento de vínculos do CRAS I em Juazeiro do Norte - CE (S1038)
Resumo
As recentes discussões da sociedade que pautam a Redução da Maioridade Penal no Brasil remetem a buscar explicações para tal regressão nas políticas de Atenção a Criança e ao Adolescente. O presente estudo monográfico objetiva destacar os serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos como um mecanismo de prevenção da criminalidade e de proteção da Criança e do Adolescente. Este trabalho tem por metodologia uma abordagem qualitativa. As estratégias realizadas foram descritiva, exploratória; explicativa. As técnicas utilizadas foram a entrevistasemi-estruturada, observação e de campo, e pesquisa do tipo bibliográfica. É decorrente da necessidade de propor uma análise diante de uma realidade na sociedade que possibilite a reflexão sobre a criminalização da pobreza e seus efeitos. O método adotado para a condução da pesquisa foi o Materialismo Histórico e Dialético. Para tanto, os autores Minayo (2001), Richardson (2014), Gil (2008) e Marconi e Lakatos (2003) foram importantes para o desenvolvimento da pesquisa. A população alvo foram as 32 famílias inscritas nos Serviços de Convivência e fortalecimento de Vínculos do CRAS I Triângulo em Juazeiro do Norte-CE. À vista disso, foram escolhidas 10 famílias para realização da entrevista. A entrevista foi aplicada nas residências dos pais mediante visita domiciliar. Para realização das visitas foram necessários três dias, de 25 a 27 de novembro de 2015. Este estudo evidenciou que a política da Assistência Social é uma importante porta de entrada para a efetivação das políticas voltadas para a criança e o adolescente e a partir dos Serviços de Convivência e Fortalecimentos de Vínculos – SCFVs abrange um público seletivo, considerado o mais vulnerável. Com isto sabemos que na maioria das vezes a crianças e adolescentes entram na criminalidade buscando meios de sobrevivência e muitos deles mesmo tendo o básico para sua sobrevivência são atraídos pelas armadilhas de consumo e pela vaidade de ser jovem. Ainda há muito a se fazer para que a inclusão de crianças e adolescentes segregadas seja realizada e que o Estatuto da Criança e do Adolescente seja dado pleno exercício. A realidade da população que se encontra em pobreza ou extrema pobreza, embora muitas estratégias tenham sido tomadas por meio das políticas públicas e setorialistas para combater essa realidade, a desigualdade social ainda é visível na sociedade brasileira. Autor(s) Maria Cirleide Martins da Silva Orientador(s) Jacsa Vieira de Caldas Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Maioridade penal. SCFV. Criança e adolescente. Política de assistência. Curso SERVIÇO SOCIAL |