| Título | Autor | Curso | Visualizar |
|---|---|---|---|
| Educação em saúde: o trabalho do educador na sexualidade de jovens com deficiência intelectual (E51) | Lidiany Dalicy de Lima e Silva | ENFERMAGEM |
Educação em saúde: o trabalho do educador na sexualidade de jovens com deficiência intelectual (E51)
Resumo
Sendo a sexualidade comum a todos, por meio da educação podem-se evitar doenças
sexualmente transmissíveis assim como gravidez não planejada. Sabendo da dificuldade ainda
encontrada pelos professores em administrar aulas sobre sexualidade imaginam-se que estas
sejam ainda maiores nas aulas ministradas a pessoas com deficiência intelectual, não só pelo
preconceito, mas como os anseios em se tratar de tais assuntos. O estudo em questão é
descritivo de abordagem qualitativa, realizado na Associação de Pais e Amigos dos
Excepcionais (APAE) da cidade de Juazeiro do Norte - CE. A coleta de dados foi realizada no
mês de abril do ano de 2013, onde fizeram parte da pesquisa os professores que ensinam nesta
instituição. O sujeito foi constituído por 10 educadores. Utilizou-se um questionário semiestruturado para a coleta de dados. A análise dos dados foi realizada mediante análise de
conteúdo. A pesquisa seguiu os aspectos éticos e legais da Resolução 196/96. Teve como
objetivo geral conhecer o trabalho do educador na educação em saúde sobre sexualidade a
jovens com deficiência intelectual. As atividades pedagógicas propostas através da leitura de
textos, rodas de conversa, recortes, colagens, e outros, incentivam a socialização e interação
dos alunos facilitando o aprendizado. A observação é o critério mais utilizado para avaliação
do aprendizado através das mudanças de comportamento dos alunos e a maior dificuldade
encontrada em se aplicar as atividades pedagógicas é a diversidade do nível cognitivo e
capacidade de assimilação de cada aluno juntos numa mesma sala de aula. A captação dos
alunos é tida através da exposição de suas opiniões, interesse pela temática, por suas atitudes e
comportamento. Os educadores pensam positivamente sobre o aprendizado dos alunos
deixando-os à vontade para debater e esclarecer dúvidas. Imbuídos nesse pensamento os
entrevistados encontram-se satisfeitos com as atividades metodológicas aplicadas ressaltando
que necessitam ampliar seus conhecimentos e que a instituição necessita da aquisição de
novos recursos pedagógicos para a melhoria desse trabalho. Constatou-se que o objetivo de se
buscar satisfatoriedade das atividades aplicadas é parcialmente atingido pela diversidade do
nível cognitivo e pelas limitações e capacidades de cada aluno o que torna o aprendizado um
processo contínuo. Nota-se, portanto, através desta pesquisa, que é importante diversificar os
recursos e tornar dinâmicas as atividades em sala de aula para que se facilite o trabalho do
educador e consequentemente o aprendizado dos alunos sobre sexualidade. Autor(s) Lidiany Dalicy de Lima e Silva Orientador(s) Ana Karla Cruz de Lima Sales Ano de Publicação 2013 Palavra Chave Deficiência intelectual. Sexualidade. Educação em saúde. Curso ENFERMAGEM |
| EDUCAÇÃO EM SAÚDE: percepção dos enfermeiros da Estratégia de Saúde da Família (E946) | Henrique dos Santos Saraiva | ENFERMAGEM |
EDUCAÇÃO EM SAÚDE: percepção dos enfermeiros da Estratégia de Saúde da Família (E946)
Resumo
A educação em saúde objetiva capacitar os indivíduos e/ou grupos buscando o progresso nas
condições de saúde da população. O presente estudo teve como objetivo geral: Verificar a
percepção dos enfermeiros da estratégia de saúde da família do município de Exu-PE em
relação à prática da educação em saúde na atenção básica. E como objetivos específicos:
Traçar o perfil profissional dos enfermeiros atuantes na ESF; Identificar o conceito de
educação em saúde na concepção dos enfermeiros; Elencar as principais dificuldades no
processo de educação em saúde na atenção básica pelos enfermeiros; Descrever como os
enfermeiros vivenciam a educação em saúde em suas estratégias de saúde da família. Trata-se
de um estudo exploratório, descritivo de abordagem qualitativa. A pesquisa foi realizada nas
Estratégias de Saúde da Família da Cidade de Exu – PE. A pesquisa foi desenvolvida no
período de Janeiro a Novembro 2013, sendo de Janeiro a Junho 2013 elaboração do projeto de
pesquisa e Agosto a Novembro foi coletados dados para conclusão da pesquisa. A amostra foi
composta por oito enfermeiros que atuam nas unidades de Estratégia Saúde da Família
vinculadas ao município em estudo, sendo coletados os dados através de uma entrevista
através de um roteiro previamente estruturado, a qual foi gravada em um aparelho de
gravação digital, mediante autorização prévia do participante. Os dados coletados foram
analisados e apresentados através de categorias temáticas, seguindo-se etapas que
organizaram a ideia do conteúdo, como leitura compreensiva do conjunto do material
selecionado. A pesquisa foi envida ao Comitê de Ética e Pesquisa – CEP, através da
Plataforma Brasil. Os resultados mostram que os pesquisados referiam conhecer a Educação
em Saúde, apontado sua definição: Ações voltadas para orientação da população/comunidade
abrangida por determinada ESF, entre outras; todos os enfermeiros promovem a educação em
saúde na respectiva ESF onde atua, sendo que em sua maioria os mesmo desenvolvem apenas
palestras, pois a falta de recurso dificulta a promoção da educação em saúde. Como fatores
que dificultam a promoção da Educação em Saúde obteve-se a adesão dos usuários de forma
espontânea, espaço físico limitado o que impossibilita este processo com grupos maiores.
Após expor suas dificuldades os entrevistados apontaram a importância da educação em saúde
nas ESF, a qual referiram ser de suma importância, visto que o usuário que tem acesso a
informação e faz uso dela irá se cuidar mais, e consequentemente adoecerá menos. Todos os
profissionais entrevistados queixaram-se da falta de investimento dos gestores na promoção
da educação em saúde, dificultando assim o trabalho dos enfermeiros, sendo a ESF utilizada
apenas como forma de busca terapêutica e não preventiva. Autor(s) Henrique dos Santos Saraiva Orientador(s) Woneska Rodrigues Pinheiro Ano de Publicação 2013 Palavra Chave Educação em saúde. Estratégia de Saúde da Família. Enfermeiro. Curso ENFERMAGEM |
| Educação em saúde: um olhar da equipe multidisciplinar na atenção primária (E1388) | Tallys Iury de Araújo | ENFERMAGEM |
Educação em saúde: um olhar da equipe multidisciplinar na atenção primária (E1388)
Resumo
As práticas educativas em saúde são fundamentais no processo de trabalho das equipes da
Atenção Primária à Saúde (APS), sendo desenvolvidas, sobretudo, com base no
compartilhamento de informações e na persuasão, com ênfase em adoecimentos. O estudo
tem como objetivo geral conhecer a ótica da equipe multiprofissional sobre educação em
saúde na atenção primária, e como objetivos específicos, caracterizar o perfil
sociodemográfico dos participantes do estudo, descrever os momentos que realizam educação
em saúde, verificar as dificuldades e facilidades encontradas para adoção de práticas de
educação em saúde e identificar as estratégias utilizadas pelos profissionais de saúde frente ao
desenvolvimento da educação em saúde. Trata-se de um estudo exploratório, descritivo com
abordagem qualitativa. O estudo foi desenvolvido em Unidades Básicas de Saúde da Família
(UBASF), no município de Juazeiro do Norte – Ceará. A pesquisa foi realizada entre os meses
de fevereiro a novembro de 2018. A pesquisa foi constituída por 11 (onze) profissionais da
área de saúde da família, sendo 7 (sete) enfermeiros, 1 (um) médico e 3 (três) odontólogos,
após adotados os critérios de inclusão e exclusão. O instrumento utilizado foi um roteiro de
entrevista semiestruturada. Como método de apresentação de resultados qualitativos, a
categorização das falas. A pesquisa respeitou a Resolução Nº 466/12. De acordo com os
resultados obtidos, em relação à caracterização sociodemográfica dos participantes da
pesquisa, observou-se que 73.2 % (n=8) possuíam idade na faixa etária compreendida entre
31 a 50 anos, 81.8 % (n=9) dos participantes eram do sexo feminino, 64% (n=7) casados, 64%
(n=7) eram enfermeiros, 46% (n=5) tinham acima de 12 anos de tempo de formação e 64%
(n= 7) entre 1 a 4 anos de tempo de serviço na unidade. Quanto aos momentos que realizam
educação em saúde, as falas dos entrevistados apontaram ser no consultório, em atendimentos
aos pacientes, nas salas de esperas, em rodas de conversas, palestras e reunião. No que tange
as dificuldades e facilidades encontradas para adoção de práticas de educação em saúde, foi
citado a falta de recursos materiais como maior obstáculo, e como facilidades a parceria com
a gestão e adesão da população, demonstrando sempre interesse e disponibilidade em
participar, diante da temática abordada. Segundo as estratégias utilizadas pelos profissionais
de saúde frente ao desenvolvimento da educação em saúde. Dessa forma, conclui-se que a
educação em saúde é uma das principais portas de entrada para o desenvolvimento da
promoção em saúde de forma equânime e integral. Autor(s) Tallys Iury de Araújo Orientador(s) Andréa Couto Feitosa Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Educação em saúde. Equipe multidisciplinar. Sistema Único de Saúde. Curso ENFERMAGEM |
| Educação especial e inclusiva em foco: formação continuada sob uma perspectiva transformadora (PTT43) | José Márcio Severino de Sousa | PRODUTO TÉCNICO TECNOLÓGICO |
Educação especial e inclusiva em foco: formação continuada sob uma perspectiva transformadora (PTT43)
Resumo
A construção deste material parte do conhecimento de que a inclusão escolar não se sustenta apenas em dispositivos legais ou em discursos bem-intencionados, mas exige formação consistente, intencionalidade pedagógica e compromisso coletivo. Em um cenário educacional marcado por desafios concretos como a necessidade de flexibilização curricular, adequação de estratégias didáticas e fortalecimento do trabalho colaborativo, torna-se imprescindível oferecer subsídios teóricos e práticos que dialoguem com a realidade das escolas. A proposta fundamenta-se nos princípios da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva e busca fortalecer práticas pedagógicas inclusivas que atendam às necessidades educacionais de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A Sequência Didática está organizada em quatro módulos, que abordam fundamentos teóricos e legais da educação inclusiva, como também atividades. A metodologia adotada prioriza a reflexão crítica, a articulação entre teoria e prática e a análise de situações do cotidiano escolar. Espera-se que o material contribua para a qualificação da prática docente, promovendo uma práxis pedagógica humanizada, reflexiva e emancipadora, orientada pela equidade, pela formação integral do estudante e pelo fortalecimento da aprendizagem no contexto da escola inclusiva. Autor(s) José Márcio Severino de Sousa Orientador(s) Francisco Francinete Leite Júnior Ano de Publicação 2026 Palavra Chave Educação inclusiva. Transtorno do Espectro Autista. Formação continuada de professores. Sequência didática. Curso PRODUTO TÉCNICO TECNOLÓGICO Baixar |
| Educação farmacoterapêutica para gestantes: conhecimento popular, automedicação e sistematização de riscos (MS11) | Rejane Cristina Fiorelli de Mendonça | PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU |
Educação farmacoterapêutica para gestantes: conhecimento popular, automedicação e sistematização de riscos (MS11)
Resumo
A gravidez é uma condição que envolve adaptações importantes em vários sistemas
fisiológicos, o que possibilita o desenvolvimento fetal. O uso inadequado de medicamentos e
plantas medicinais na gestação pode acarretar riscos de toxicidade para a mãe e o feto. Destacase que, no Nordeste brasileiro, o uso popular de plantas para tratamento de enfermidades e
sintomas indesejados, é um hábito comum, transmitido por saberes populares de forma
empírica. Portando, a atenção básica, torna-se propicia para uma proposta baseada em aprender
e ensinar que envolva a transformação de práticas profissionais e que impacte o atendimento às
gestantes, considerando o seu saber popular. O objetivo deste estudo foi avaliar o conhecimento
sobre o uso de plantas medicinais em um grupo de gestantes, a fim de construir uma
farmacopeia direcionada à educação farmacoterapêutica para gestantes. Trata-se de uma
pesquisa ação, exploratória com abordagem quali-quantitativa da qual participaram 83
gestantes atendidas em uma estratégia de saúde de Juazeiro do Norte-CE. Elas foram
submetidas a aplicação de um questionário semiestruturado avaliando o perfil
sociodemográfico, histórico gestacional e conhecimentos sobre o uso de plantas medicinais na
gestação associado a um diário de bordo. Após a coleta foi feita a análise de risco em confronto
as evidências. As gestantes apresentaram idade média de 24,6 anos e idade gestacional média
de 26.4 semanas. Dentre as participantes, 39,6% estavam na segunda gestação, 75,9% não
relataram aborto, 62,65% moravam com até 3 pessoas na mesma residência, 57,83% possuíam
renda familiar de até 1 salário-mínimo. Com relação ao conhecimento e uso de plantas de
medicinais, 97,59% afirmam que já utilizaram e continuam usando plantas na gestação atual,
54,21% acreditam que seu uso não faz mal na gestação, 73,49% tomam para amenizar os
sintomas indesejados. Quanto ao modo preparo, destaca-se o uso de chás (67,47%) preparados
por infusão (71,15%) das folhas (43,79%). As plantas mais citadas foram: camomila, ervacidreira, capim santo, boldo, cebola branca e hortelã. Na análise dos riscos, todas apresentavam
toxicidade fetal, com exceção da cebola branca. Embora as gestantes apresentem conhecimento
satisfatório com relação aos efeitos terapêuticos das plantas, elas não se atentaram para os riscos
de uso destes produtos na gestação. Nota-se que para 83,13% das gestantes, o uso de plantas é
influenciado pela cultura familiar, sendo que 55,42% as adquirem de cultivo próprio. No
entanto, a maioria das gestantes não entendem o uso de plantas sem indicação médica como
prática de automedicação. Além disso, 65,06% das gestantes relataram o uso de medicamentos
como antianêmicos e analgésicos/antipiréticos, geralmente obtidos por prescrição médica.
Conclui-se que as gestantes acreditam que as plantas medicinais ingeridas na gestação não
causam efeitos nocivos por serem de origem natural, o que contribui para a automedicação.
Destaca-se a importância do diálogo entre o saber popular e o conhecimento científico na
construção de uma educação terapêutica que previna problemas relacionados ao uso de produtos
terapêuticos na gestação. Nesta perspectiva, os dados desta pesquisa resultaram na construção
de um produto educacional denominado farmacopeia educativa on-line (endereço:
www.farmacopeiaeducativa.com.br) de acesso livre e gratuito abordando um material didático
visando minimizar o uso de problemas relacionados ao consumo de plantas medicinais para fins
terapêuticos na gravidez. Espera-se que os dados sobre o uso de plantas medicinais por
gestantes obtidos neste estudo contribuam para uma melhor compreensão da cultura popular no
cariri cearense, bem como para o desenvolvimento de práticas educativas que melhorem a
atenção em saúde para gestantes. Autor(s) Rejane Cristina Fiorelli de Mendonça Orientador(s) Jaime Ribeiro Filho Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Automedicação. Educação terapêutica. Farmacopeia. Gestantes. Plantas medicinais. Curso PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU Baixar |
| Educação farmacoterapêutica para gestantes: conhecimento popular, automedicação e sistematização de riscos (PTT11) | Rejane Cristina Fiorelli de Mendonça | PRODUTO TÉCNICO TECNOLÓGICO |
Educação farmacoterapêutica para gestantes: conhecimento popular, automedicação e sistematização de riscos (PTT11)
Resumo
O construto desse produto educacional foi a criação de um site público elaborado a partir da
pesquisa exploratória intitulada “Educação farmacoterapêutica para gestantes: conhecimento
popular, automedicação e sistematização de riscos”, realizada como resultado da Dissertação
de Mestrado Profissional em Ensino em Saúde vinculado ao Programa de Pós-graduação em
Ensino em Saúde do Centro Universitário Dr. Leão Sampaio. A construção do site desenvolveu-se nos meses de maio a julho de 2021, sendo embasada no conhecimento das gestantes sobre o
uso de plantas medicinais na comunidade em que viviam, assim como buscou levantar o
conhecimento sobre o uso das plantas medicinais, o que elas consomem e para que elas
consomem. O site foi nomeado com Farmacopeia Educativa e encontra-se disponível em:
www.farmacopeiaeducativa.com.br. o site foi organizado para uma exploração de forma
acessível na busca das informações, na página inicial apresenta-se um panorama geral sobre o
site para os visitantes e além de links relacionados para fortalecer as informações disponíveis
no site relacionados a temática do estudo. Uma aba relacionada aborda sobre a farmacopeia
educativa justificando sua criação e apresentando os pesquisadores. Na aba gestação encontra-se informações sobre o processo gestacional, circulação placentária e a relação com o uso de
produtos com ação medicamentosa, educação em saúde para as gestantes. Uma aba que
demonstra as plantas medicinais evidenciadas nessa presente pesquisa expondo a foto da planta,
nome popular e científico, indicações, efeitos terapêuticos por via oral e o risco na gestação.
Um espaço para iniciar um chat para que os visitantes possam interagir com mensagens e
dúvidas. Portanto, este site buscou demonstrar os resultados encontrados nesse estudo e assim
poder disseminar essas informações para visitantes interessados na temática. Autor(s) Rejane Cristina Fiorelli de Mendonça Orientador(s) Jaime Ribeiro Filho Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Automedicação. Educação terapêutica. Gestantes. Plantas medicinais. Site educacional. Curso PRODUTO TÉCNICO TECNOLÓGICO Baixar |
| Educação financeira e o comportamento do consumidor no ato da compra (A684) | Cleidiana Vasconcelos Duarte | ADMINISTRAÇÃO |
Educação financeira e o comportamento do consumidor no ato da compra (A684)
Resumo
O Entendimento da educação financeira passa a ser uma necessidade para milhares de pessoas mundialmente independente de classe social, cultura ou religião. O Brasil vivencia tempos de oferta, são variados meios de pagamento do consumo como: cheque especial, cartão de crédito, financiamentos, credito direto ao consumidor, fundos de investimentos entre outros.Essa facilidade de credito acaba deixando milhares de consumidores endividados. Dessa forma procurou-se, entender como a educação financeira influencia o comportamento do consumidor. Este trabalho tem como finalidade abordar a educação financeira como fator determinante em experiência de compra. Trata-se de uma pesquisa descritiva, com abordagem qualitativa. Tratou-se de compreender finanças e seus contextos, como também razões determinantes de conscientização sobre formação da educação financeira e comportamentos presentes no dia-a-dia em decisão de compra, fazendo alerta em usufruir de necessidades e desejos de bens com formação/orientação financeira menos arriscada. Autor(s) Cleidiana Vasconcelos Duarte Orientador(s) Maria Erilúcia Cruz Macêdo Ano de Publicação 2015.2 Palavra Chave Educação financeira. Experiência de compra. Comportamento do consumidor. Curso ADMINISTRAÇÃO |
| Educação financeira em escolas de ensino profissionalizante de Juazeiro do Norte e a influência dos alunos no orçamento familiar (A945) | Aline da Silva Homem | ADMINISTRAÇÃO |
Educação financeira em escolas de ensino profissionalizante de Juazeiro do Norte e a influência dos alunos no orçamento familiar (A945)
Resumo
O período de recessão é um momento que afeta diretamente as famílias brasileiras, e neste caso
os cuidados com as finanças é essencial. O objetivo geral do estudo visa investigar se os alunos
das escolas públicas de ensino profissionalizante de Juazeiro do Norte conseguem aplicar seus
conhecimentos das disciplinas que pertencem eixo de educação profissional no orçamento
familiar. Os conceitos utilizados abordam à definição de educação financeira e relação com a
inadimplência, orçamento familiar e fatores internos e externos, como também a educação
financeira nas escolas. A pesquisa foi realizada em escolas públicas de ensino médio
profissionalizante de Juazeiro do Norte com a aplicação de questionários. Nela foi possível
verificar o posicionamento dos alunos sobre as finanças domésticas e o dos pais em relação aos
filhos colocarem em práticas suas habilidades na gestão do orçamento doméstico. Autor(s) Aline da Silva Homem Orientador(s) José Eduardo de Carvalho Lima Ano de Publicação 2017.2 Palavra Chave Educação financeira. Orçamento familiar. Finanças pessoais. Escolas profissionalizantes. Curso ADMINISTRAÇÃO |
| Educação financeira pessoal como fator de melhoria da qualidade de vida dos integrantes da polícia militar do Ceará (PÓS117) | Clauber Barbosa Melo | PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
Educação financeira pessoal como fator de melhoria da qualidade de vida dos integrantes da polícia militar do Ceará (PÓS117)
Resumo
O presente trabalho tem por objetivo discorrer sobre a importância da educação
financeira pessoal, identificando os benefícios para a melhoria da qualidade de vida.
Tendo como objetivos específicos discorrer sobre planejamento financeiro pessoal,
identificar qual o impacto do endividamento pessoal causa na qualidade de vida e
mostrar quais melhorias terão os servidores que realizar o planejamento financeiro
pessoal em suas vidas. O objeto da investigação são os integrantes da Polícia Militar
do Ceará, (PMCE). A pesquisa foi realizada com os integrantes da PMCE. As fontes
de pesquisas utilizadas foram bem diversificadas, constituindo-se de pesquisas
bibliográficas e documentais, realizadas em “sites” oficiais, tais como o Banco Central
do Brasil (BCB) e Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), entre outros, além da
pesquisa de campo, a qual foi materializada por meio de um questionário destinado
aos profissionais daquela instituição. O referencial teórico se fundamenta em autores
que tratam do planejamento financeiro pessoal como meio de obter uma melhor
qualidade de vida. Os resultados apontam que muitos profissionais estão endividados
e a implementação do planejamento financeiro pessoal corroborará para uma melhor
qualidade de vida. Autor(s) Clauber Barbosa Melo Orientador(s) Frank Junio Mendonça Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Finanças pessoais. Endividamento. Qualidade de vida Curso PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Baixar |
| Educação física adaptada: reflexões a respeito do esporte adaptado, uma revisão narrativa (E.F873) | Gisely Gomes Feitosa Ventura | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Educação física adaptada: reflexões a respeito do esporte adaptado, uma revisão narrativa (E.F873)
Resumo
O esporte
adaptado é um termo muito utilizado na área esportiva e consiste em uma
possibilidade de prática esportiva para pessoas com deficiência. O esporte para
pessoas com algum tipo de deficiência iniciou-se como uma tentativa de
colaborar no processo terapêutico delas e vem ao longo do tempo crescendo e
ganhando adeptos. Nesse sentido, objetivou-se com esse estudo verificar as
possibilidades que os esportes podem ter em processos de adaptação. O estudo
tem como proposta metodológica, uma revisão narrativa da literatura, de
natureza qualitativa. Como critérios de inclusão: ter sido publicado em
português ou traduzido para o português; ser publicado no período entre 2013 a
2023; atender a temática relacionada Educação Física, Inclusão, Esporte. Foram
excluídos da pesquisa os artigos que apresentaram duplicação de publicação e
artigos não incluídos nas bases de dados: Scientific Electronic Library Online
(SciELO), portal de periódicos da Capes e Google Acadêmico. O objetivo é
fornecer uma síntese abrangente e crítica da literatura existente sobre o tema.
Estudos dentro do contexto requisitado apresentam atributos sobre a carga
horária à Educação Física Adaptada, contribuindo positivamente para a formação
de profissionais capacitados para trabalhar, mas que necessita de recursos que
possibilitem o ensinamento prático. Ainda há desafios a serem enfrentados em
relação à falta de espaços adequados, a capacitação de professores, bem como a
falta de investimento e acessibilidade. Embora tenha avançado em relação ao
final dos anos de 1980, a Educação Física Adaptada necessita de melhorias
relacionados aos fatos acima citados. As pesquisas futuras na área de Educação
Física Adaptada podem contribuir significativamente para a melhoria do
conhecimento científico a partir da integração e inclusão social e aspectos
motivacionais levando em consideração o impacto psicológico no desenvolvimento
da resiliência das pessoas com deficiência. Autor(s) Gisely Gomes Feitosa Ventura Orientador(s) Renan Costa Vanali Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Educação física inclusiva. Esporte adaptado. Acessibilidade e participação. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA Baixar |