| Título | Autor | Curso | Visualizar |
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| Educação digital para crianças e adolescentes: o combate aos crimes cibernéticos (D1434) | Maria Wedja Renny de Sousa Soares | DIREITO |
Educação digital para crianças e adolescentes: o combate aos crimes cibernéticos (D1434)
Descrição
No mundo contemporâneo, altamente conectado e digital, as crianças estão cada vez mais expostas a riscos relacionados a crimes cibernéticos. A importância de abordar esse tema em um contexto científico é evidente, dada a crescente dependência da sociedade em relação à tecnologia e à internet. A presente pesquisa teve como objetivo geral desenvolver e implementar estratégias de educação digital abrangentes e eficazes para capacitar crianças e adolescentes a protegê-los contra crimes cibernéticos e ameaças à sua privacidade, promovendo um ambiente digital seguro e responsável para a nova geração e, além disso, buscou de forma especifica discutir sobre o avanço tecnológico na contemporaneidade e o desenvolvimento do direito digital, além de propor treinamento e recursos para educadores e pais ou responsáveis, a fim de capacitá-los para orientar crianças e adolescentes sobre segurança cibernética. Trata-se de uma pesquisa básica, descritiva, que utilizou o método de abordagem qualitativa, por meio de levantamento bibliográfico. Com a presente pesquisa, concluiu-se que, embora já exista uma regularização para os crimes cibernéticos contra crianças e adolescentes infantil, poderiam se tornar mais rígida, atuando de forma preventiva e não só repressiva, reforçando as implicações legais frente à proteção integral dos direitos das crianças e adolescentes na era digital. Autor(s) Maria Wedja Renny de Sousa Soares Orientador(s) Francisco Gledison Lima Araujo Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Crimes cibernéticos. Direitos da criança e do adolescente. Educação digital. Segurança digital. Curso DIREITO Baixar |
| Educação do ensino superior em tempos de pandemia do Covid-19 (PÓS332) | Francisco Ermesson Pereira Santos | PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU |
Educação do ensino superior em tempos de pandemia do Covid-19 (PÓS332)
Descrição
O presente estudo versa como as instituições de Ensino Superior no Brasil conseguiram
se adaptar ao ensino remoto durante a Pandemia do Covid-19. Nesta percepção serão
apresentadas as dificuldades enfrentadas e estratégias que foram utilizadas, o artigo foi
realizado através de uma revisão de literatura, a temática é o foco na área educacional
devido à permanência do ensino remoto nos dias atuais os quais proporcionaram
inicialmente um forte impacto no processo ensino aprendizagem visto que muitos
docentes não estavam preparados para a situação, mas logo mostraram que podem ser
fortes aliados dentro da área da educação. Autor(s) Francisco Ermesson Pereira Santos Orientador(s) Cecilia Bezerra Leite Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Covid-19. Educação. Ensino superior. Ensino remoto. Curso PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Baixar |
| Educação e cidadania para o fortalecimento de direitos fundamentais (D510) | Judivan Hallysson Barbosa de Andrade | DIREITO |
Educação e cidadania para o fortalecimento de direitos fundamentais (D510)
Descrição
O trabalho analisa o histórico dos direitos e garantias no Brasil e no mundo,
ainda, a cidadania e a insuficiência educacional para a formação dos cidadãos
e finaliza destacando os direitos e garantias fundamentais imprescindíveis ao
exercício da cidadania apresenta sua importância. O trabalho tem como
objetivo geral propor a introdução do ensino da legislação brasileira aos
cidadãos, para que o cidadão não seja, necessariamente, o polo
hipossuficiente em suas relações jurídicas. De forma específica, busca analisar
quais as possibilidades de inclusão de matérias jurídicas na educação escolar.
A pesquisa mostra a importância do conhecimento sobre a ordem social, esse
é tido como elemento crucial de esclarecimento de crianças, adolescentes e
jovens para que se tornem cidadãos inseridos positivamente nas estruturas
sociais de que fazem parte. Demonstra-se que o ideal é que cada um seja
tratado com dignidade como cidadão pleno, e que seja devidamente instruído
quanto aos seus direitos e garantias. Autor(s) Judivan Hallysson Barbosa de Andrade Orientador(s) Alyne Andrelyna Lima Rocha Calou Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Educação. Constituição federal. Comunidade. Direitos e garantias. Curso DIREITO Baixar |
| Educação e militarismo: aspectos subjetivos do discurso disciplinar em estudantes (P1285) | Powllianna Mota de Lira Bezerra | PSICOLOGIA |
Educação e militarismo: aspectos subjetivos do discurso disciplinar em estudantes (P1285)
Descrição
O presente artigo baseia-se na temática da Educação e Militarismo, trazendo reflexão
nas relações de poder das instituições educacionais a partir da literatura científica. A
problematização objetiva-se a entender como os estudantes internalizam o processo
disciplinar, apresentando contornos mais definidos, perpassando as relações de poder
e disciplina num contexto moral, social e educacional. O conceito de disciplina emerge
a todo um conjunto de imperativos e regras de conduta particulares, onde a “ordem”
é mais notória e há uma “obediência” criteriosa no espaço educacional. Portanto, a
interpretação dos processos está sustentada pelo eixo das teorias críticas da relação
de poder. Alguns teóricos serviram de base para a fundamentação teórica, apoiando-se em Michel Foucault, Émile Durkheim, Erving Goffman, Paulo Freire, entre outros
autores, considerando em seu tempo, história e espaço. A importância dos efeitos
decorrentes da relação dos estudantes com o contexto da educação militar enfatiza
discursões pertinentes que o referido artigo apresenta. É possível admitir os efeitos
desse processo nas relações e comportamentos da escola, pesquisando os aspectos
subjetivos aos aceites e valores, regras, ordens e disciplina. Desse modo, acredita-se
que há representação dada aos estudantes e que a disciplina militar não apenas
reflete, como também pode influenciar nas ações de quem as realiza. Autor(s) Powllianna Mota de Lira Bezerra Orientador(s) Francisco Francinete Leite Júnior Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Disciplina. Controle. Regras. Militarismo. Docilidade dos corpos. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Educação em direitos humanos e enfrentamento à violência escolar (D1245) | Andreilson do Nascimento Carvalho | DIREITO |
Educação em direitos humanos e enfrentamento à violência escolar (D1245)
Descrição
Este artigo científico aborda com profundidade a relevância da promoção de uma educação
fundamentada nos princípios dos direitos humanos como uma estratégia fundamental para
prevenir e enfrentar a violência nas escolas. A abordagem da Educação em Direitos Humanos
(EDH) tem como objetivo primordial capacitar os alunos a compreender não apenas seus
direitos, mas também seus deveres, ao mesmo tempo que promove a criação de ambientes
escolares seguros e acolhedores para todos os envolvidos. A violência escolar, manifestada
em práticas como bullying, discriminação e agressão física, não somente prejudica o bemestar dos estudantes, mas também tem efeitos adversos sobre seu processo de aprendizagem e
desenvolvimento socioemocional. A EDH emerge como uma ferramenta essencial para
combater tais problemas, garantindo a construção de um ambiente escolar saudável e
favorável ao desenvolvimento integral dos alunos. Ao integrar os princípios, valores e práticas
dos direitos humanos na educação, a EDH visa ensinar e fomentar o entendimento de questões
relacionadas a direitos individuais, deveres cívicos, respeito mútuo, igualdade e justiça.
Quando essa abordagem é combinada com esforços para combater a violência escolar, cria-se
uma estratégia eficaz para minimizar incidentes de violência e promover a justiça e a inclusão
nas escolas. A interseção entre a EDH e a prevenção da violência escolar é crucial para
construir um ambiente educacional mais seguro, respeitoso e propício ao crescimento e ao
bem-estar dos alunos. Portanto, promover a Educação em Direitos Humanos é uma medida
proativa e eficiente para abordar essa questão complexa e delicada. Autor(s) Andreilson do Nascimento Carvalho Orientador(s) Francilda Alcântara Mendes Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Educação. Direitos humanos. Violência escolar Curso DIREITO Baixar |
| Educação em saúde para pais e cuidadores acerca de desobstrução de vias aéreas por corpo estranho: uma revisão bibliográfica (E1912) | Ana Beatriz Coêlho | ENFERMAGEM |
Educação em saúde para pais e cuidadores acerca de desobstrução de vias aéreas por corpo estranho: uma revisão bibliográfica (E1912)
Descrição
O engasgo recebe um termo técnico denominado OVACE (Obstrução de Vias Aéreas por Corpo
Estranho) no qual ocorre o bloqueio das vias aéreas superiores causado por alimentos ou até
mesmo objetos de pequeno porte, resultando em uma respiração interrupta e podendo ser
apontado como parcial ou severo. O estudo objetivou descrever segundo a literatura pesquisada
qual a conduta que os pais/cuidadores estão realizando frente a crianças que sofreram OVACE.
Desse modo, optou-se por realizar uma revisão bibliográfica com abordagem qualitativa, visto
que requer uma visão de como os pais e cuidadores lidam mediante obstrução de vias aéreas
em crianças, buscando assim identificar como e quais os cuidados são dirigidos à essas crianças.
Para selecionar a amostra, usou-se critérios de inclusão e exclusão, sendo os de inclusão: texto
completo, de livre acesso, na língua português, espanhol e inglês e dos últimos dez anos. Os
critérios de exclusão foram: artigos de revisão de qualquer natureza, duplicados e que não se
relacionem com a temática e objeto de estudo. A busca foi realizada entre os meses de agosto
à setembro de 2023, com levantamento na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), com os seguintes
Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): obstrução, vias aéreas, lactente e primeiros socorros,
associados com o operador booleano “AND”. Quanto aos resultados, evidenciou-se o relato dos
pais e cuidadores no enfrentamento ao engasgo em crianças, percebeu-se as fragilidades e
potencialidades dos mesmos acerca desta problemática, bem como identificou-se as ações
realizadas frente à compressão abdominal. Infere-se que é preciso expandir a assistência e
abordagem ofertada para o desenvolvimento de ações diante à criança engasgada, tanto no
domicílio ou em escolas e, de modo geral externo ao ambiente da saúde, como nas redes de
saúde propriamente ditas também. Pois, é importante que a sociedade civil, juntamente com a
equipe multiprofissional sejam capazes de realizar a desobstrução de vias aéreas em tempo
oportuno, isso se faz por meio de treinamento ou informações repassadas no momento que a
mãe inicia o pré-natal para diminuição de mortalidade por engasgo, bem como por meio de
cursos básicos de primeiros socorros, os quais deveriam ser ofertados no ensino básico. Autor(s) Ana Beatriz Coêlho Orientador(s) Katia Monaisa Figueiredo Medeiros Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Obstrução. Vias aéreas. Lactente. Primeiros socorros. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Educação em saúde: desafios e dificuldades enfrentados por acadêmicos de enfermagem (E1848) | Bianca Maria de Jesus Brito | ENFERMAGEM |
Educação em saúde: desafios e dificuldades enfrentados por acadêmicos de enfermagem (E1848)
Descrição
A educação em saúde tem como foco principal que o indivíduo seja capaz de se tornar
protagonista na melhoria da sua saúde, mas é necessário que esse método busque complementar
com os saberes populares para que possa atingir seu êxito. E o enfermeiro tem um grande papel
na execução desse método como educador, por isso é necessário que desde a graduação os
acadêmicos se apropriem e realizem essas atividades. Nesse entendimento, torna-se
imprescindível pesquisar a respeito das dificuldades enfrentadas pelos acadêmicos antes e
durante a educação em saúde e como conseguiriam solucionar, visto que precisam estar aptos
para realizar tal atividade ao final da formação. O estudo objetivou identificar os desafios
enfrentados pelos acadêmicos de enfermagem na implementação de práticas relacionadas à
educação em saúde. Trata-se de um estudo de abordagem quantitativa, do tipo descritivo e de
levantamento. A amostra foi composta por 60 acadêmicos de uma Instituição de Ensino
Superior privada no interior do Ceará. Entretanto, usou como critérios de inclusão: acadêmicos
de enfermagem devidamente matriculados na instituição e que já realizaram educação em
saúde. Foram excluídos os acadêmicos que não estavam matriculados na instituição, bem como
os que ainda não implementaram educação em saúde. Ao final, 39 acadêmicos de enfermagem
contemplaram os requisitos. A coleta de dados ocorreu no mês de abril de 2023. Para coleta
foi utilizado um questionário disponibilizado no Google Forms e enviado pelo WhatsApp,
usando como intermédio representantes de salas e atuais presidentes das ligas acadêmicas. Os
dados foram analisados e organizados no programa Word por meio de gráficos e tabelas. De
acordo com os dados obtidos, em relação ao perfil dos acadêmicos nota-se que 36% são do 10°
semestre, 51,3% estavam na faixa etária de 18 a 23 anos, 28% não moravam na região que a
Instituição de Ensino está localizada, 51,3% não trabalhavam, 74,4% não participavam de ligas
acadêmicas e 82,1% não faziam parte de projetos de extensão voltados a educação em saúde.
Quanto às adversidades enfrentadas durante a implementação das ações, 51% negaram sentir
dificuldades e 49% afirmaram sentir. Dos discentes que afirmaram ter dificuldades, 42%
elencaram a falta de adesão do público-alvo durante o processo educativo. Em relação a atitude
dos acadêmicos frente às dificuldades a maioria, cerca de 15,8%, afirmaram que treinar e
estudar acerca da temática é uma medida eficaz para superar as dificuldades. Conclui-se que
analisar as dificuldades diante da perspectiva dos discentes contribui na melhoria ou elaboração
de novas metodologias para a redução das adversidades. Ademais, sugere-se que os professores
influenciem os acadêmicos desde o início no envolvimento em ligas e projetos de extensão, já
que são umas das principais portas de entrada para realizar ações educativas, bem como essas
duas atividades extracurriculares promovam ações visíveis que incentivem as inscrições dos
discentes e que não fiquem retidas somente ao meio digital, bem como novos estudos sejam
feitos acerca da temática. Autor(s) Bianca Maria de Jesus Brito Orientador(s) Elainy Fabrícia Galdino Dantas Malta Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Educação em saúde. Enfermagem. Acadêmico. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Educação especial e inclusiva em foco: formação continuada sob uma perspectiva transformadora (PTT43) | José Márcio Severino de Sousa | PRODUTO TÉCNICO TECNOLÓGICO |
Educação especial e inclusiva em foco: formação continuada sob uma perspectiva transformadora (PTT43)
Descrição
A construção deste material parte do conhecimento de que a inclusão escolar não se sustenta apenas em dispositivos legais ou em discursos bem-intencionados, mas exige formação consistente, intencionalidade pedagógica e compromisso coletivo. Em um cenário educacional marcado por desafios concretos como a necessidade de flexibilização curricular, adequação de estratégias didáticas e fortalecimento do trabalho colaborativo, torna-se imprescindível oferecer subsídios teóricos e práticos que dialoguem com a realidade das escolas. A proposta fundamenta-se nos princípios da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva e busca fortalecer práticas pedagógicas inclusivas que atendam às necessidades educacionais de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A Sequência Didática está organizada em quatro módulos, que abordam fundamentos teóricos e legais da educação inclusiva, como também atividades. A metodologia adotada prioriza a reflexão crítica, a articulação entre teoria e prática e a análise de situações do cotidiano escolar. Espera-se que o material contribua para a qualificação da prática docente, promovendo uma práxis pedagógica humanizada, reflexiva e emancipadora, orientada pela equidade, pela formação integral do estudante e pelo fortalecimento da aprendizagem no contexto da escola inclusiva. Autor(s) José Márcio Severino de Sousa Orientador(s) Francisco Francinete Leite Júnior Ano de Publicação 2026 Palavra Chave Educação inclusiva. Transtorno do Espectro Autista. Formação continuada de professores. Sequência didática. Curso PRODUTO TÉCNICO TECNOLÓGICO Baixar |
| Educação farmacoterapêutica para gestantes: conhecimento popular, automedicação e sistematização de riscos (MS11) | Rejane Cristina Fiorelli de Mendonça | PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU |
Educação farmacoterapêutica para gestantes: conhecimento popular, automedicação e sistematização de riscos (MS11)
Descrição
A gravidez é uma condição que envolve adaptações importantes em vários sistemas
fisiológicos, o que possibilita o desenvolvimento fetal. O uso inadequado de medicamentos e
plantas medicinais na gestação pode acarretar riscos de toxicidade para a mãe e o feto. Destacase que, no Nordeste brasileiro, o uso popular de plantas para tratamento de enfermidades e
sintomas indesejados, é um hábito comum, transmitido por saberes populares de forma
empírica. Portando, a atenção básica, torna-se propicia para uma proposta baseada em aprender
e ensinar que envolva a transformação de práticas profissionais e que impacte o atendimento às
gestantes, considerando o seu saber popular. O objetivo deste estudo foi avaliar o conhecimento
sobre o uso de plantas medicinais em um grupo de gestantes, a fim de construir uma
farmacopeia direcionada à educação farmacoterapêutica para gestantes. Trata-se de uma
pesquisa ação, exploratória com abordagem quali-quantitativa da qual participaram 83
gestantes atendidas em uma estratégia de saúde de Juazeiro do Norte-CE. Elas foram
submetidas a aplicação de um questionário semiestruturado avaliando o perfil
sociodemográfico, histórico gestacional e conhecimentos sobre o uso de plantas medicinais na
gestação associado a um diário de bordo. Após a coleta foi feita a análise de risco em confronto
as evidências. As gestantes apresentaram idade média de 24,6 anos e idade gestacional média
de 26.4 semanas. Dentre as participantes, 39,6% estavam na segunda gestação, 75,9% não
relataram aborto, 62,65% moravam com até 3 pessoas na mesma residência, 57,83% possuíam
renda familiar de até 1 salário-mínimo. Com relação ao conhecimento e uso de plantas de
medicinais, 97,59% afirmam que já utilizaram e continuam usando plantas na gestação atual,
54,21% acreditam que seu uso não faz mal na gestação, 73,49% tomam para amenizar os
sintomas indesejados. Quanto ao modo preparo, destaca-se o uso de chás (67,47%) preparados
por infusão (71,15%) das folhas (43,79%). As plantas mais citadas foram: camomila, ervacidreira, capim santo, boldo, cebola branca e hortelã. Na análise dos riscos, todas apresentavam
toxicidade fetal, com exceção da cebola branca. Embora as gestantes apresentem conhecimento
satisfatório com relação aos efeitos terapêuticos das plantas, elas não se atentaram para os riscos
de uso destes produtos na gestação. Nota-se que para 83,13% das gestantes, o uso de plantas é
influenciado pela cultura familiar, sendo que 55,42% as adquirem de cultivo próprio. No
entanto, a maioria das gestantes não entendem o uso de plantas sem indicação médica como
prática de automedicação. Além disso, 65,06% das gestantes relataram o uso de medicamentos
como antianêmicos e analgésicos/antipiréticos, geralmente obtidos por prescrição médica.
Conclui-se que as gestantes acreditam que as plantas medicinais ingeridas na gestação não
causam efeitos nocivos por serem de origem natural, o que contribui para a automedicação.
Destaca-se a importância do diálogo entre o saber popular e o conhecimento científico na
construção de uma educação terapêutica que previna problemas relacionados ao uso de produtos
terapêuticos na gestação. Nesta perspectiva, os dados desta pesquisa resultaram na construção
de um produto educacional denominado farmacopeia educativa on-line (endereço:
www.farmacopeiaeducativa.com.br) de acesso livre e gratuito abordando um material didático
visando minimizar o uso de problemas relacionados ao consumo de plantas medicinais para fins
terapêuticos na gravidez. Espera-se que os dados sobre o uso de plantas medicinais por
gestantes obtidos neste estudo contribuam para uma melhor compreensão da cultura popular no
cariri cearense, bem como para o desenvolvimento de práticas educativas que melhorem a
atenção em saúde para gestantes. Autor(s) Rejane Cristina Fiorelli de Mendonça Orientador(s) Jaime Ribeiro Filho Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Automedicação. Educação terapêutica. Farmacopeia. Gestantes. Plantas medicinais. Curso PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU Baixar |
| Educação farmacoterapêutica para gestantes: conhecimento popular, automedicação e sistematização de riscos (PTT11) | Rejane Cristina Fiorelli de Mendonça | PRODUTO TÉCNICO TECNOLÓGICO |
Educação farmacoterapêutica para gestantes: conhecimento popular, automedicação e sistematização de riscos (PTT11)
Descrição
O construto desse produto educacional foi a criação de um site público elaborado a partir da
pesquisa exploratória intitulada “Educação farmacoterapêutica para gestantes: conhecimento
popular, automedicação e sistematização de riscos”, realizada como resultado da Dissertação
de Mestrado Profissional em Ensino em Saúde vinculado ao Programa de Pós-graduação em
Ensino em Saúde do Centro Universitário Dr. Leão Sampaio. A construção do site desenvolveu-se nos meses de maio a julho de 2021, sendo embasada no conhecimento das gestantes sobre o
uso de plantas medicinais na comunidade em que viviam, assim como buscou levantar o
conhecimento sobre o uso das plantas medicinais, o que elas consomem e para que elas
consomem. O site foi nomeado com Farmacopeia Educativa e encontra-se disponível em:
www.farmacopeiaeducativa.com.br. o site foi organizado para uma exploração de forma
acessível na busca das informações, na página inicial apresenta-se um panorama geral sobre o
site para os visitantes e além de links relacionados para fortalecer as informações disponíveis
no site relacionados a temática do estudo. Uma aba relacionada aborda sobre a farmacopeia
educativa justificando sua criação e apresentando os pesquisadores. Na aba gestação encontra-se informações sobre o processo gestacional, circulação placentária e a relação com o uso de
produtos com ação medicamentosa, educação em saúde para as gestantes. Uma aba que
demonstra as plantas medicinais evidenciadas nessa presente pesquisa expondo a foto da planta,
nome popular e científico, indicações, efeitos terapêuticos por via oral e o risco na gestação.
Um espaço para iniciar um chat para que os visitantes possam interagir com mensagens e
dúvidas. Portanto, este site buscou demonstrar os resultados encontrados nesse estudo e assim
poder disseminar essas informações para visitantes interessados na temática. Autor(s) Rejane Cristina Fiorelli de Mendonça Orientador(s) Jaime Ribeiro Filho Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Automedicação. Educação terapêutica. Gestantes. Plantas medicinais. Site educacional. Curso PRODUTO TÉCNICO TECNOLÓGICO Baixar |