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Prevalência de alterações morfofuncionais da face relacionada a hábitos bucais nutritivos e não-nutritivos (O872) | Leticia Tayná Bezerra Freire | ODONTOLOGIA |
Prevalência de alterações morfofuncionais da face relacionada a hábitos bucais nutritivos e não-nutritivos (O872)
Resumo
Os hábitos orais podem surgir desde o nascimento, perpetuando-se durante o crescimento e o
desenvolvimento do indivíduo. A sucção é a primeira atividade neuromuscular da criança,
responsável pelo o desenvolvimento da musculatura da face e com frequências e intensidades
associados a outros tipos de hábitos podem ser prejudiciais e causar problemas na fala,
oclusão e estética. Diante do exposto, este estudo teve como objetivo identificar a prevalência
e associação das alterações morfofuncionais de face relacionada a hábitos de sucção nutritiva
e não nutritiva, na clínica escola do Centro Universitário Doutor Leão Sampaio, na cidade de
Juazeiro do Norte. Como metodologia, este estudo trata-se de um estudo observacional do
tipo transversal, no qual os dados foram coletados a partir de uma amostra de conveniência de
115 crianças 0 a 12 anos. Os pais/ responsáveis pelas crianças atendidas na clinica-escola
responderam um questionário sobre conhecimento dos mesmos sobre os hábitos nutritivos e
não nutritivos e sobre as alterações morfofuncionais das crianças na região da face. Foram
eliminados deste estudo pais/responsáveis portadores de necessidades especiais (quadros de
alterações psicológicas, psiquiátricas e neurológicas) que inviabilizem as respostas do
questionário. Os dados coletados foram computados e analisado com o uso do programa
estatístico SPSS. Foram feitas análises descritivas teste do qui-quadrado e exato de fisher com
α = 5%. Como resultados foram encontrados que em relação aos hábitos de sucção
nutrivitivos e não nutritivos, a maioria das crianças mama ou já mamou (88,7%). Além disso,
33,0% das crianças também pratica o habito não nutritivo da onicofagia. Quase 14% das
crianças faz uso da mamadeira e 2,6% chupa o dedo. Quanto as alterações morfofuncionais,
19,1% das crianças tem o hábito de sugar ou morder o lábio, 10,4% interposição lingual para
falar ou engolir; 16,5% apresentam alterações de fala, enquanto 43,5% apresentam alterações
dentárias e 15,7% das crianças rangem os dentes. Nos testes de associação, apenas a variável
mordida aberta relatada pelos pais/responsáveis mostrou associação significativa com o uso
da mamadeira (OR 1,26, IC 95%: 0,32 -4,92), p≤ 0,03 e o hábito de roer unhas (OR 0,98, IC
95%: 0,28-3,35) p≤ 0,04. Podemos confirmar com estes dados que as alterações
morfofuncionais podem estar associados a maus hábitos bucais, como por exemplo, uso de
mamadeira prolongado e sem bico ortodôntico e o habito da onicofagia. Diante disso, existe a
necessidade de orientar os pais/responsáveis para reduzir as alterações morfofuncionais e
evitar um tratamento ortodôntico no futuro. Autor(s) Leticia Tayná Bezerra Freire Orientador(s) Marayza Alves Clementino Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Sucção. Aleitamento. Odontopediatria. Onicofagia. Curso ODONTOLOGIA Baixar tcc |
Prevalência de alterações morfofuncionais da face relacionadas aos hábitos de sucção não nutritiva na primeira infância (E57) | José Diogo Barros | ENFERMAGEM |
Prevalência de alterações morfofuncionais da face relacionadas aos hábitos de sucção não nutritiva na primeira infância (E57)
Resumo
A primeira infância é o período que compreende desde o nascimento até os seis anos de idade.
Tendo em vista que os hábitos de sucção não nutritiva estão cada vez mais integrados na vida
das crianças, uma avaliação e futura intervenção são de fundamental importância na
prevenção de quadros de alterações estomatognáticas. Vários desvios da normalidade facial
dependem de uma tríade que consiste em freqüência, tipo e duração do hábito, sendo cada vez
mais frisado a importância da remoção precoce do vício. Percebe-se que a implementação de
estratégias para retirada dos hábitos deletérios visam o melhor desempenho das funções de
respiração, mastigação, deglutição e fala, sendo portanto imprescindível o papel de uma
equipe multiprofissional atuando juntamente com a família com o intuito de prevenir futuros
agravos no desenvolvimento da criança. O objetivo deste estudo foi identificar a prevalência
de alterações morfofuncionais de face relacionadas ao hábito de sucção não nutritiva na
primeira infância. Para isso utilizou-se como trajeto metodológico a pesquisa aplicada de
caráter quantitativo. A coleta de dados foi realizada no período de setembro, na Unidade
Básica de Saúde (UBS) de número 52, 5º distrito, da rua Carité, bairro Juvêncio Santana, na
cidade de Juazeiro do Norte-CE. Os principais dados evidenciados foram o uso
indiscriminado de chupeta e a sucção digital ofertada pelos cuidadores, sendo percebido que
aquelas crianças que eram sugadores digitais realizavam o hábito a qualquer tempo, enquanto
entre as usuárias de chupeta algumas só faziam sucção durante a noite. Foram percebidas
alterações de deglutição do tipo atípica e adaptada, além de alterações da atividade muscular
perioral como: projeção lingual durante a deglutição, maior atividade do músculo orbicular da
boca e hiper-atenuação dos músculos mentual e orbicular da boca. A partir deste estudo,
foram geradas informações para os educadores em saúde coletiva, para que dessa forma
possam utilizar o conhecimento em favor da prevenção no que diz respeito à instalação dos
hábitos nocivos. Autor(s) José Diogo Barros Orientador(s) Vanessa de Carvalho Nilo Bitú Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Primeira infância. Sucção não nutritiva. Alterações estomatognáticas. Curso ENFERMAGEM |
Prevalência de alterações posturais e sua relação com hábitos de vida em escolares (F334) | Cícera Erismar Alves de Sousa | FISIOTERAPIA |
Prevalência de alterações posturais e sua relação com hábitos de vida em escolares (F334)
Resumo
No âmbito dos problemas atuais que envolvem o ser humano está a questão da postura incorreta que ao longo do tempo interfere na sua qualidade de vida. O adolescente na fase do estirão está propício a adquirir vícios posturais, devido ao seu modo de agir e de se comportar no dia-a-dia. A população escolar requer uma atenção especial, principalmente quando se fala em educação postural. Assim este estudo visa relacionar os hábitos posturais com possíveis alterações posturais em escolares de uma instituição municipal na cidade de Abaiara-CE, conhecer alguns hábitos posturais desses estudantes, bem como identificar nestes, as possíveis alterações, como também Identificar possível quadro álgico e sua respectiva localização. Esta pesquisa trata-se de um estudo analítico, descritivo, de caráter transversal de natureza quantitativa. Fizeram parte desse estudo 40 alunos de 12 a 14 anos de idade de uma escola de ensino fundamental, que se submeteram a uma avaliação postural e uma aplicação de questionário contendo perguntas sobre seus hábitos diários. Os resultados mostraram que a cabeça anteriorizada é o desvio postural predominante apresentando 40%, que 77,5% dos alunos não utilizam mochila para transportar o material escolar, 62,5% não utiliza transporte para ir à escola, 25% realiza suas tarefas escolares no sofá e que 47,5% relata sentir dor na coluna. Conclui-se um alto índice de alterações posturais, possivelmente em decorrência da associação de maus hábitos posturais adotados no dia-a-dia. Autor(s) Cícera Erismar Alves de Sousa Orientador(s) Nathalia Matos de Santana Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Avaliação postural. Hábitos diários. Postura. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência de alterações posturais em estudantes de uma escola pública do município de Barbalha, Ceará (F122) | Maria Ivanência Pereira Rodrigues | FISIOTERAPIA |
Prevalência de alterações posturais em estudantes de uma escola pública do município de Barbalha, Ceará (F122)
Resumo
A maior parte das alterações posturais ocorre no período da infância para a adolescência sendo que nesta fase, por volta dos doze anos de idade, o indivíduo inicia um processo rápido e intenso de crescimento estando sujeito a grandes mudanças e adaptações corporais. Este trabalho teve como objetivo analisar as alterações posturais mais frequentes em adolescentes de 12 a 14 anos da Escola de Ensino Fundamental Josefa Alves de Sousa, no município de Barbalha, Ceará e correlacioná-las com o gênero. Para isto foram avaliados 21 meninos e 21 meninas, constituindo uma amostra total de 42 adolescentes, com uma média de idade de 13 anos e desvio padrão de ± 0,86 anos. Trata-se de um estudo analítico, observacional de caráter transversal. Os alunos foram avaliados nas vistas anterior, lateral e posterior, atrás e ao lado de um fio de prumo e foram submetidos ao teste de inclinação anterior do tronco, estando devidamente vestidos para a avaliação. Os dados foram tabulados no programa SPSS 16.0, obtendo-se os testes de frequência, desvio padrão e o teste t simples. Os resultados mostraram que as alterações posturais mais frequentes foram na cabeça, avaliada na vista lateral, com um total de 83,3% de alterações e a alteração menos frequente foi nos joelhos, quando avaliados na vista lateral, com um total de 4,8% de alterações. Tanto os escolares do gênero masculino quanto os do feminino apresentaram como alteração mais frequente a anteriorização da cabeça, analisada na vista lateral, onde 71,4% apresentaram esta alteração, sendo 16 meninos e 14 meninas. Este estudo tornou possível conhecer as alterações posturais mais frequentes mostrando a necessidade de investigá-las o mais precocemente possível, já que é tendência da fase adolescente o surgimento de tais alterações. Autor(s) Maria Ivanência Pereira Rodrigues Orientador(s) José Vitorino de Souza Júnior Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Alterações posturais. Escolares. Gênero. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência de alterações posturais em pacientes pós-mastectomia radical: avaliação fisioterápica (F75) | Adriana Pereira Jacó | FISIOTERAPIA |
Prevalência de alterações posturais em pacientes pós-mastectomia radical: avaliação fisioterápica (F75)
Resumo
O câncer de mama é um dos tumores mais comuns e causa de morte relevante entre as mulheres. As proteções álgicas, retrações da pele por causa da cicatrização fibrótica, o estado psicológico ou o fato de que as mamas agora estão com diferentes pesos e tamanhos, podem desencadear alterações posturais. Desse modo, essas pacientes vêem na fisioterapia a chance de restaurar a atividade funcional na sua vida diária. O objetivo geral desta pesquisa foi avaliar a frequência das alterações posturais em pacientes submetidas à mastectomia radical e sendo os específicos: diagnosticar as alterações posturais mais prevalentes em pacientes pós-mastectomia radical, quantificar a intensidade da dor nas pacientes pósmastectomia radical e elaborar um perfil epidemiológico das pacientes pósmastectomia radical. Esta pesquisa é de caráter descritivo, de natureza quantitativa e do tipo transversal. Este estudo foi realizado no centro de saúde da mulher na região do cariri, localizado no município de Barbalha – CE. Os critérios de inclusão foram obrigatoriamente pacientes pós-mastectomia radical e do sexo feminino. Sendo os de exclusão, pacientes que não realizou mastectomia radical, que não são do sexo feminino e que já colocaram prótese mamária. Foi realizada a avaliação postural de 10 pacientes do sexo feminino, submetidas à pós-mastectomia radical com idade entre quarenta e três e oitenta e três anos. Nesta avaliação utilizou-se um simetrógrafo, análise visual e fotografias retiradas em vista anterior, posterior e lateral das mesmas, bem como se analisou a intensidade da dor através da escala visual analógica da dor e elaborou-se um perfil epidemiológico das pacientes pósmastectomia radical. Os resultados foram aplicados e analisados no software SPSS 13.0 e apresentados em forma de tabelas. Na avaliação foi identificado alterações principalmente na cabeça, no ombro, na crista ilíaca, na coluna lombar e torácica. As alterações relativas ao alinhamento da cabeça, alterações da cintura escapular, parecem estar ligadas à condições físicas decorrentes de fraqueza muscular causada pela remoção de músculos, imobilização prolongada, entre outros. Já a protusão de ombro e conseqüente hipercifose torácica pode ser advinda de alterações psicológicas e comportamentais decorrentes da ausência da mama. Autor(s) Adriana Pereira Jacó Orientador(s) José Vitorino de Souza Júnior Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Mastectomia. Câncer da mama. Fisioterapia. Alteração postural. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência de anemia em idosos: estudo realizado no Laboratório Monera ltda (B102) | Christianne Maia Neri; Joana Márcia Gabriela Lopes Moreira | BIOMEDICINA |
Prevalência de anemia em idosos: estudo realizado no Laboratório Monera ltda (B102)
Resumo
O envelhecimento é um processo complexo que afeta uma variedade de funções, entre as quais inclui o compartimento hematopoiético medular. Assim, uma patologia muito comum no paciente senil é a anemia. A anemia pode ser definida como a redução na quantidade de hemoglobina circulante e/ ou hemácias. O objetivo deste trabalho é estimar a prevalência e características da anemia na população senil, atendidas no Laboratório Monera LDTA, da cidade de Juazeiro do Norte- CE. O delineamento foi transversal, com amostra aleatória sistemática de 142 idosos > 60 anos, de ambos os sexos, realizado de janeiro à abril de 2010. Foi analisada a concentração de hemoglobina (Hb), contagem de hemácias, concentração do hematócrito, concentração de hemoglobina corpuscular média (CHCM),hemoglobina corpuscular média(HCM), volume corpuscular médio (VCM) e amplitude de distribuição eritrocitária (RDW). Os resultados obtidos mostram que 18% dos pacientes em estudo apresentaram uma redução na quantidade de hemácias, e apenas 7% destes pacientes apresentaram redução na quantidade de hemoglobina. Embora, neste trabalho a maioria dos estudados não apresentaram anemia, a prevenção se faz necessário para que haja um tratamento precoce. Autor(s) Christianne Maia Neri; Joana Márcia Gabriela Lopes Moreira Orientador(s) Samia Macêdo Queiroz Mota Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Anemia. População idosa. Estudo transversal. Curso BIOMEDICINA |
Prevalência de anemia em pacientes com insuficiência renal crônica (B97) | Socorro Nayara Rodrigues Alves | BIOMEDICINA |
Prevalência de anemia em pacientes com insuficiência renal crônica (B97)
Resumo
Os rins são responsáveis pela retirada dos produtos de degradação metabólica e atua como um órgão regulador. Pacientes com comprometimento destes órgãos, como acontece na insuficiência renal, perdem suas funções fisiológicas levando a distúrbios endógenos. Uma complicação comum da insuficiência renal crônica é a anemia, causada principalmente pela produção deficiente de eritropoetina. Este estudo teve como objetivo identificar anemia em um grupo de 40 pacientes com insuficiência renal crônica. Para isso, foram realizados os exames de hemograma com interesse no eritrograma e a contagem de reticulócitos. Com a análise dos dados verificou-se presença de anemia do tipo normocítica e normocrômica com anisocitose, e os reticulócitos estavam dentro dos valores de referência, indicando assim, integridade funcional da medula óssea. Portanto, se faz necessário, tratar a anemia o mais cedo possível para que não haja futuramente, mais comprometimento na vida destes pacientes. Autor(s) Socorro Nayara Rodrigues Alves Orientador(s) Samia Macêdo Queiroz Mota Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Insuficiência renal. Anemia. Reticulócitos. Curso BIOMEDICINA |
Prevalência de anemia falciforme nos últimos dez anos no hemocentro do município de Iguatu - CE (B229) | Laís Antunes de Carvalho | BIOMEDICINA |
Prevalência de anemia falciforme nos últimos dez anos no hemocentro do município de Iguatu - CE (B229)
Resumo
A anemia falciforme foi considerada como a doença hereditária monogênica mais comum do Brasil. A distribuição do gene S no Brasil é bastante heterogênea, dependendo da composição negróide ou caucasóide da população. Assim, a prevalência de heterozigotos para a hemoglobina S é maior nas regiões Norte e Nordeste (6% a 10%). O presente trabalho tem como objetivo verificar a prevalência de pacientes com Anemia Falciforme no Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (HEMOCE) Regional do município de Iguatu- CE. O trabalho trata-se de uma pesquisa quantitativa de caráter exploratório, retrospectivo dos últimos dez anos e descritivo a partir de cadastros pertencentes ao Hemocentro Regional de Iguatu-CE., foram excluídos da pesquisa todos os pacientes não portadores da Anemia Falciforme, como também, os pacientes com traço falciforme. Foram pesquisados 23 prontuários de pacientes acompanhados pelo HEMOCE portadores da anemia falciforme. Foi analisado os últimos resultados dos hemogramas (eritrogramas) feitos na rotina de cada indivíduo. Neles, mostrando várias alterações, como os valores da hemoglobina, a diferença do tamanho das hemácias, a presença de hemácias hipocrômicas, corpúsculos de Howell-Jolly, drepanócitos e hemácias em alvo. Os resultados mostraram que os pacientes apresentavam uma anemia do tipo moderada, que corresponderam a uma prevalência muito pequena da população doadora. Autor(s) Laís Antunes de Carvalho Orientador(s) Samia Macêdo Queiroz Mota Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Anemia falciforme. Hemoglobina S. Prevalência. Curso BIOMEDICINA |
Prevalência de anemia ferropriva em pacientes atendidos no hemonúcleo de Crato - CE no período de janeiro de 2011 a julho de 2011 (B96) | Ialan Augusto Arnes dos Santos | BIOMEDICINA |
Prevalência de anemia ferropriva em pacientes atendidos no hemonúcleo de Crato - CE no período de janeiro de 2011 a julho de 2011 (B96)
Resumo
A anemia é definida pela condição na qual o conteúdo de hemoglobina no sangue está abaixo do normal devido à falta de alguns nutrientes importantes, destacando-se o ferro que com a sua deficiência causa a anemia ferropriva. A Organização Mundial da Saúde relata que a deficiência de ferro é a anemia mais comum no mundo. Este trabalho tem o objetivo de descrever a prevalência desta anemia em pacientes atendidos no Hemocentro Regional do Crato-CE no período de Janeiro a Julho de 2011. Trata-se de um estudo retrospectivo, transversal, descritivo e de caráter quantitativo. Os resultados obtidos demonstram uma baixa prevalência de anemia ferropriva, sendo encontrado em 3% dos pacientes atendidos. Foram analisados os dados de 1237 pacientes atendidos pelo Hemocentro Regional de Crato de janeiro a julho de 2011, com faixa etária de 2 meses a 90 anos. Foi possível concluir que apesar de o índice ter sido relativamente baixo é necessário um sistema de vigilância específico para combater a anemia ferropriva a fim de melhorar o sistema de saúde pública do país. Autor(s) Ialan Augusto Arnes dos Santos Orientador(s) Ana Ruth Sampaio Grangeiro Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Anemia. Ferropriva. Ferro. Hemocentro. Curso BIOMEDICINA |
Prevalência de anemias em gestantes de primeira consulta atendidas em duas unidades de saúde pública do município de Juazeiro do Norte - CE (B95) | Maria Albertina Deodato de Brito | BIOMEDICINA |
Prevalência de anemias em gestantes de primeira consulta atendidas em duas unidades de saúde pública do município de Juazeiro do Norte - CE (B95)
Resumo
O presente estudo é uma pesquisa retrospectiva, descritiva referente ao período 2009 a 2010, teve como objetivo identificar a prevalência de anemia em gestantes de primeira consulta cadastradas no programa de atendimento à gestante da Secretaria Municipal de Saúde de Juazeiro do Norte, atendidas nos PSFs 20 e 48. Foram avaliados parâmetros como: idade gestacional das parturientes, assiduidade à unidade de saúde durante o pré-natal e a prevalência de anemia durante a gestação correlacionando com o número de partos. A amostra constituiu-se de 154 gestantes na faixa etária de 16 a 43 anos. Pela normatização da Organização Mundial de Saúde a prevalência de anemia nas gestantes pesquisadas foi de 25,9% pois apresentavam níveis de hemoglobina igual ou inferiores a 11g/dl. Apesar das medidas preventivas estarem sendo totalmente atendidas nas unidades de saúde pesquisadas, observa-se que a anemia ainda é uma patologia de prevalência alta pelo abandono ao tratamento por parte de muitas gestantes. Autor(s) Maria Albertina Deodato de Brito Orientador(s) Ana Ruth Sampaio Grangeiro Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Anemia. Gestante. Prevalência. Curso BIOMEDICINA |