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Prevalência dos sinais e sintomas osteomusculares em cirurgiões-dentistas da cidade de Barbalha- CE (F78) | Lívia Maria dos Santos Landim | FISIOTERAPIA |
Prevalência dos sinais e sintomas osteomusculares em cirurgiões-dentistas da cidade de Barbalha- CE (F78)
Resumo
O DORT é definido pela Previdência Social (1998) como um conjunto de afecções relacionadas com as atividades laborativas na qual acometem músculos, tendões, fáscias musculares, ligamentos, articulações, nervos e vasos sanguíneos. O aparecimento dos sintomas osteomusculares vem aumentando mundialmente e, no Brasil, começou a adquirir expressão em número e relevência social, a partir da década de 80, tornando um grave problema de saúde pública e social em função da sua abrangência e magnitude. Os cirurgiões-dentistas são constantemente submetidos a fatores de riscos para o aparecimento de lesão relacionado ao trabalho, o que torna relevante a realização desta pesquisa. O objetivo deste trabalho é verificar a cidade de Barbalha, Ceará. A metodologia foi realizada pelo estudo quantitativo. A população analisada foi composta por cirurgiões dentistas (n=25), atuantes na cidade de Barbalha e para a coleta foi aplicado o questionário Nórdico para sintomas osteomusculares e outro para a verificação do grau de conhecimento do profissional em relação ao DORT, como também, verificar os principais procedimentos clínicos dos cirurgiões-dentistas que produzem algias. No resultado e na discussão, pode-se observar um dado preocupante encontrado na pesquisa que diz respeito que estes trabalham mais de um turno e que 40% dos entrevistados apresentavam sinais e sintomas osteomusculares, com frequência nos membros superiores e 36% em coluna dorsal, lombar e membros inferiores. O procedimento com maior índice de algia é a extração. Dentre as patologias, a tendinite foi a mais diagnosticada. Conclui-se de acordo com os resultados que os cirurgiões-dentistas atuantes na cidade de Barbalha estão expostos a fatores de riscos para o aparecimento de DORT. Autor(s) Lívia Maria dos Santos Landim Orientador(s) Cristiane Marinho Uchôa Lopes Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Cirurgiões-dentistas. DORT. Fisioterapia. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência dos sinais e sintomas osteomusculares relacionados ao trabalho em funcionários de uma construtora civil (F104) | Cícero Gardênio Ricarte Nogueira | FISIOTERAPIA |
Prevalência dos sinais e sintomas osteomusculares relacionados ao trabalho em funcionários de uma construtora civil (F104)
Resumo
Os trabalhadores da construção civil desenvolvem uma atividade pesada, que exige do profissional a ativação da força muscular, dificultando assim o modo de padrões posturais corretos, acarretando o uso excessivo da musculatura e desencadeando possíveis doenças ocupacionais. O objetivo do presente trabalho foi analisar a prevalência dos sinais e sintomas osteomusculares relacionados ao trabalho em funcionários da construção civil na cidade de Juazeiro do Norte-Ceará. O estudo é do tipo quantitativo-descritivo, de campo, transversal, com dados primários. A amostra foi de 30 funcionários do sexo masculino da construção civil da construtora SOLIC do município de Juazeiro do Norte – Ce, mas foram excluídos 2 funcionários que só trabalhavam há 2 meses, e 1 por não sentir dor. A pesquisa foi realizada em abril de 2011. O instrumento utilizado foi o questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares – QNSO, versão adaptada por Serranheira et al (2003). Foi utilizado o pacote estatístico SPSS versão 19.0 for Windows para tabulação e análise dos dados. Os resultados obtidos demonstram que a amostra constituída de 28 funcionários da Construtora Civil SOLIC teve o sexo masculino com predominância de 100% no estudo. A média de idade da amostra foi de 35,68±10,99 anos, esta variando entre 20 e 68 anos, mostrando-se heterogênea. Foi verificada uma média de massa corporal de 66,68±7,80 kg e estatura de 1,70±7,46 metros. A maioria dos funcionários assume a função de pedreiro (42,9%), e o principal instrumento utilizado é a colher. A jornada de trabalho dos funcionários dessa empresa varia de 40 a 48 horas por semana. As queixas mais comuns de dores foram a região lombar (37,03%), punhos (25,92%), região dorsal (14,81%), ombros (14,81%), pernas e cotovelos com 3,70% cada um. Foi verificado que (37%) dos entrevistados relataram ter sentido algum tipo de desconforto nos últimos sete dias. Enquanto (63%) não relataram nenhum tipo de algia. A maioria dos trabalhadores (77,8%) não necessitou se ausentar do trabalho. Conclui-se que o perfil dos trabalhadores da construtora SOLIC é composto de indivíduos do sexo masculino, com uma jornada de trabalho média de 45 horas semanais. Sugere-se que seja realizada uma pesquisa com amostra maior, de ambos os sexos e que seja observada a postura adotada que cada profissional desempenha na área da construção civil, realizando orientações a estes trabalhadores, evitando ou retardando assim o aparecimento de DORT´s. Autor(s) Cícero Gardênio Ricarte Nogueira Orientador(s) Cristiane Marinho Uchôa Lopes Ano de Publicação 2011 Palavra Chave DORT. Saúde do trabalhador. Construção civil. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência dos sinais e sintomas osteomusculares relacionados ao trabalho em professores da rede pública municipal (F110) | Monnalisa Lima Peixoto | FISIOTERAPIA |
Prevalência dos sinais e sintomas osteomusculares relacionados ao trabalho em professores da rede pública municipal (F110)
Resumo
O professor é o trabalhador que emite a força no trabalho de forma direta em uma Instituição de Ensino, sendo esta pública ou privada. Não apresenta como retorno bens produzidos e sim a garantia da organização em sua execução, contribuindo para modelos de contratação. Diante da situação em que se encontram perante os órgãos governamentais, restritos às leis e as ações do Estado, são obrigatoriamente expostos aos vários fatores de risco provocam dentre eles as possíveis doenças ocupacionais. O objetivo do trabalho consistiu em analisar a prevalência de sintomas osteomusculares relacionados ao trabalho em professores (n=69) do sexo feminino ou do sexo masculino das escolas públicas municipais da cidade de Crato-CE. A pesquisa foi realizada no período de abril a maio de 2012. Os instrumentos utilizados foram o questionário Nórdico de sintomas osteomusculares – QNSO, versão adaptada por Serranheira et al (2003), e o questionário Bipolar – QBP de alterações sistêmicas. Foi utilizado o pacote estatístico SPSS versão 16.0 for Windows para tabulação e análise dos dados. Os resultados obtidos demonstram que a amostra constituída de 69 professores da rede pública municipal de ensino teve como localidade predominante a zona urbana, com 65,22% dos professores. Quanto à lateralidade, houve uma predominância do hemicorpo direito, compreendendo de 92,75% dos professores. Foi verificada uma massa de peso corporal, onde 52,17% apresentam peso normal. O principal material utilizado para ministrar as aulas é o pincel, com 40,58% dos participantes. O período com maior execução de trabalho foi manhã, identificado por 46,38%dos professores. O valor máximo para quantidade de anos de atuação na profissão foi em uma média de 12,26 anos e a quantidade de horas semanais de 31,04%. Dentre distúrbios músculo-esqueléticos houve um maior acometimento na coluna cervical com 71,01%. Nos últimos sete dias, a região mais referida apresentando desconforto foi a coluna cervical, indicada por 49,28% dos professores. A região com maior desconforto, impedindo o trabalho foi a coluna lombar, em 21,74% dos professores. A parte mais referida pela presença de dor pela maioria dos docentes foi a coluna dorsal. A maioria, antes do período de trabalho, estão descansados, com uma boa concentração e a produtividade normal e tranquilos, havendo mudanças após algum período de trabalho. Conclui-se que dentre os sujeitos entrevistados, o índice de prevalência de Distúrbios Osteomusculares foi alto e ainda apresentaram uma em grande escala alterações de cansaço, concentração, nervosismo e produtividade. Achados que resultam da intensa jornada de trabalho do professor, incluindo todos os fatores: biomecânicos, psicoemocionais, ambientais, organizacionais e individuais. Autor(s) Monnalisa Lima Peixoto Orientador(s) Cristiane Marinho Uchôa Lopes Ano de Publicação 2012 Palavra Chave DORT. Saúde do trabalhador. Professor. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência dos sintomas das disfunções sexuais em mulheres de uma instituição de ensino superior (F656) | Josefa Cristina Dias | FISIOTERAPIA |
Prevalência dos sintomas das disfunções sexuais em mulheres de uma instituição de ensino superior (F656)
Resumo
Introdução: As disfunções sexuais exteriorizam a capacidade do individuo seja homem ou mulher em envolver-se ao ato sexual de forma satisfatório para si mesmo, nesse caso as disfunções sexuais apresentam-se como um distúrbio da resposta sexual que envolvem os distúrbios do desejo, excitação e orgasmo. Objetivo: Esta pesquisa teve por objetivo caracterizar a prevalência dos sintomas de disfunções sexuais em alunas de uma instituição de ensino superior. Metodologia: Este estudo caracterizou-se como observacional, transversal de abordagem quantitativa. Onde foi realizado na unidades Lagoa Seca do Centro Universitário Dr. Leão Sampaio (UNILEÃO) do munícipio de Juazeiro do Norte – CE, no qual foram aplicados o Formulário de Caracterização Sócio-demográfica e o Índice de Função Sexual Feminina “IFSF†utilizou-se com amostra 132 alunas (100%). Resultados: Como resultado foi obtido uma prevalência geral de disfunção sexual de 20,51%. E mesmo com 85 (64,89%) das voluntárias respondendo que sim sei o que é disfunção sexual, enquanto apenas 46 (35,11%) responderam que não sabiam a prevalência dos sintomas da disfunção sexual foi considerada alta. Conclusão: Desta forma Novas pesquisas precisam ser realizadas para apurar a compreensão sobre as taxas de incidência das disfunções sexuais femininas e dos seus sintomas, usando amostras populacionais estratificadas e representativas e critérios diagnósticos claros, acurados e de consenso. Autor(s) Josefa Cristina Dias Orientador(s) Carolina Assunção Macêdo Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Disfunção sexual feminina. Fisioterapia. Mulher. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência dos sintomas de incontinência urinária nas mulheres da equipe de faxina de uma instituição de ensino superior (F1035) | Laísa Gomes de Lima | FISIOTERAPIA |
Prevalência dos sintomas de incontinência urinária nas mulheres da equipe de faxina de uma instituição de ensino superior (F1035)
Resumo
Introdução: De acordo com a International Continence Society (ICS), a incontinência
urinária (IU) é compreendida como qualquer perda involuntária de urina pela uretra. Trata-se
de um problema de saúde pública de origem multifatorial, que acomete a população mundial,
de toda a idade independente da situação socioeconômica e cultural. A IU afeta ambos os
sexos, porém apresenta maior prevalência no sexo feminino, podendo incidir em até 50%
desta população em qualquer fase da vida, gerando impactos na qualidade de vida. Este
estudo objetiva analisar a prevalência de sintomas associados à incontinência urinária nas
mulheres da equipe de faxina do Centro Universitário Dr. Leão Sampaio. Método: Estudo do
tipo observacional de corte transversal, com análise descritiva. Os dados foram obtidos
através da versão brasileira do International Consultation on Incontinence Questionnaire –
Short Form (ICIQ-SF) e do International Consultation on Incontinence Questionnaire
Overactive Bladder (ICIQ-OAB), tabulados no programa estatístico EXCEL e analisados com
recursos da estatística descritiva: frequência absoluta, frequência relativa, valores mínimos e
máximos, média e desvio padrão. Resultados: Participaram do estudo 12 mulheres com idade
média de 39,5 anos. Observou-se uma prevalência de sintomas de IU de 16,6% nas mulheres
participantes do estudo, sendo que a prevalência de incontinência urinária de esforço foi de
16,6% nessas mulheres, que referiram perda urinária de uma vez por semana ou menos,
ocorrendo geralmente aos esforços de tosse e/ou espirro. Das voluntárias participantes da
pesquisa 91,6% apresentaram algum sintoma relacionado à bexiga hiperativa. Conclusão: Foi
possível observar a presença de sintomas de perda involuntária de urina, com sintomas
característicos de incontinência urinária por esforço dentre as mulheres participantes da
pesquisa. Foi encontrado que parte dessas mulheres apresentaram também sintomas
relacionados à bexiga hiperativa, e que os sintomas relacionados à IU e BH, impactam
negativamente na qualidade de vida dessas mulheres.
Autor(s) Laísa Gomes de Lima Orientador(s) Carolina Assunção Macedo Tostes Ano de Publicação 2020 Palavra Chave Incontinência urinária. Bexiga hiperativa. Qualidade de vida. Saúde da mulher. Curso FISIOTERAPIA |
Prevalência dos terceiros molares em radiografias panorâmicas de pacientes com necessidades ortodônticas na cidade de Exu-PE, Brasil (O274) | Ginabel Pedrosa Pereira | ODONTOLOGIA |
Prevalência dos terceiros molares em radiografias panorâmicas de pacientes com necessidades ortodônticas na cidade de Exu-PE, Brasil (O274)
Resumo
Os terceiros molares geralmente são os últimos dentes a erupcionar na cavidade bucal, sendo por isso os elementos dentários encontrados em inclusão com maior frequência. São considerados dentes inclusos todos os elementos dentários que, com a chegada da época normal de seu irrompimento, ainda permanecem imersos no interior dos tecidos por razões mecânicas ou patológicas. Este trabalho objetivou analisar a prevalência de terceiros molares, e classificá-los, em 300 radiografias panorâmicas de pacientes com necessidades ortodônticas presentes em prontuários contidos em uma clínica odontológica, na cidade de Exu, Pernanbuco, durante o mês de outubro do ano de 2016. Com a utilização das radiografias, formulário, régua milimetrada e material de anotação, foram investigadas características relacionadas aos terceiros molares como as classificações de inclusão, semi-inclusão e não inclusão óssea, segundo a classificação de Winter, de Pell e Gregory e avaliação radiográfica de sinais sugestivos de complicações pela presença de terceiros molares. A posição vertical, posição A e a Casse I foram as mais frequentes. Das complicações radiográficas a lesão radiolúcida sugestiva de cárie em terceiros molares foi a mais comum. Visto que 81,75% dos terceiros molares estavam presentes e 36,60% destes estavam em inclusão ou semi-inclusão óssea, fica explícita a importância da realização de buscativa da presença desses dentes, que seria viável com a radiografia panorâmica, e classificação dos mesmos segundo Winter e Pell e Gregory para a padronização da comunicação entre os profíssionais e planejamento de possíveis procedimentos cirúrgicos. Autor(s) Ginabel Pedrosa Pereira Orientador(s) Ivo Cavalcante Pita Neto Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Classificação. Dente não erupcionado. Dente serotino. Radiografia panorâmica. Curso ODONTOLOGIA |
Prevalência dos terceiros molares em radiografias panorâmicas de pacientes com necessidades ortodônticas na cidade de Exu-PE, Brasil (O284) | Daniele Lino Pereira | ODONTOLOGIA |
Prevalência dos terceiros molares em radiografias panorâmicas de pacientes com necessidades ortodônticas na cidade de Exu-PE, Brasil (O284)
Resumo
Os terceiros molares geralmente são os últimos dentes a erupcionar na cavidade bucal, sendo por isso os elementos dentários encontrados em inclusão com maior frequência. São considerados dentes inclusos todos os elementos dentários que, com a chegada da época normal de seu irrompimento, ainda permanecem imersos no interior dos tecidos por razões mecânicas ou patológicas. Este trabalho objetivou analisar a prevalência de terceiros molares, e classificá-los, em 300 radiografias panorâmicas de pacientes com necessidades ortodônticas presentes em prontuários contidos em uma clínica odontológica, na cidade de Exu, Pernanbuco, durante o mês de outubro do ano de 2016. Com a utilização das radiografias, formulário, régua milimetrada e material de anotação, foram investigadas características relacionadas aos terceiros molares como as classificações de inclusão, semi-inclusão e não inclusão óssea, segundo a classificação de Winter, de Pell e Gregory e avaliação radiográfica de sinais sugestivos de complicações pela presença de terceiros molares. A posição vertical, posição A e a Casse I foram as mais frequentes. Das complicações radiográficas a lesão radiolúcida sugestiva de cárie em terceiros molares foi a mais comum. Visto que 81,75% dos terceiros molares estavam presentes e 36,60% destes estavam em inclusão ou semi-inclusão óssea, fica explícita a importância da realização de buscativa da presença desses dentes, que seria viável com a radiografia panorâmica, e classificação dos mesmos segundo Winter e Pell e Gregory para a padronização da comunicação entre os profíssionais e planejamento de possíveis procedimentos cirúrgicos. Autor(s) Daniele Lino Pereira Orientador(s) Ivo Cavalcante Pita Neto Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Classificação. Dente não erupcionado. Dente serotino. Radiografia panorâmicas Curso ODONTOLOGIA |
Prevalência e classificação de terceiros molares em radiografias panorâmicas do Centro de Especialidades Odontológicas de Juazeiro do Norte (O1118) | Maria Alice Aguiar Coelho | ODONTOLOGIA |
Prevalência e classificação de terceiros molares em radiografias panorâmicas do Centro de Especialidades Odontológicas de Juazeiro do Norte (O1118)
Resumo
A prevalência de terceiros molares inclusos na cavidade oral é um tema que vem sendo
amplamente discutido, levando a um aumento de estudos sobre essa condição, cuja etiologia
ainda é pouco conhecida e afeta principalmente, terceiros molares inferiores. Quanto à sua
classificação, temos a de Winter, que relaciona a angulação do terceiro molar em relação ao
longo eixo do segundo molar e as de Pell & Gregory, que propuseram duas classificações,
cuja primeira categoriza o terceiro molar de acordo com a posição do elemento e a margem
anterior do ramo mandibular, já a segunda o classifica de acordo com sua profundidade em
relação ao plano oclusal do segundo molar. A radiografia panorâmica é o exame radiográfico
de primeira escolha para avaliar amplamente a região que envolve o elemento incluso, assim
como a proximidade com estruturas nobres e quantidade do osso adjacente, sendo
imprescindível no planejamento pré-operatório. O presente trabalho tem como objetivo
estimar a prevalência de terceiros molares, de acordo com as classificações de Winter e Pell
& Gregory, nas radiografias panorâmicas. Foi realizado um estudo documental e
retrospectivo com base na avaliação das radiografias panorâmicas realizadas, no período de
2019 e 2020, e contidas no banco de dados do Centro de Especialidades Odontológicas
Regional de Juazeiro do Norte. Foram avaliados 404 dentes, em 200 radiografias digitais, das
quais 91% pertenciam ao sexo feminino e 9%, ao sexo masculino, sendo os terceiros molares
superiores como os achados em maior número. Os resultados evidenciaram que a posição
mais prevalente foi vertical de Winter e, em relação a classificação de Pell & Gregory, as
categorias mais prevalentes foram a Classe I e tipo A. Concluiu-se, então, que as posições
mais comuns de terceiro molar na arcada são a vertical, Classe I (em inferiores) e
pronfudidade A. Autor(s) Maria Alice Aguiar Coelho Orientador(s) Francisco Aurelio Lucchesi Sandrini Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Prevalência. Terceiro molar. Inclusão dentária. Classificação de Winter. Classificação de Pell & Gregory. Curso ODONTOLOGIA Baixar tcc |
Prevalência e classificação de terceiros molares em radiografias panorâmicas do Centro de Especialidades Odontológicas de Juazeiro do Norte (O1119) | Nathalia Luana Pereira Leite | ODONTOLOGIA |
Prevalência e classificação de terceiros molares em radiografias panorâmicas do Centro de Especialidades Odontológicas de Juazeiro do Norte (O1119)
Resumo
A prevalência de terceiros molares inclusos na cavidade oral é um tema que vem sendo
amplamente discutido, levando a um aumento de estudos sobre essa condição, cuja etiologia
ainda é pouco conhecida e afeta principalmente, terceiros molares inferiores. Quanto à sua
classificação, temos a de Winter, que relaciona a angulação do terceiro molar em relação ao
longo eixo do segundo molar e as de Pell & Gregory, que propuseram duas classificações,
cuja primeira categoriza o terceiro molar de acordo com a posição do elemento e a margem
anterior do ramo mandibular, já a segunda o classifica de acordo com sua profundidade em
relação ao plano oclusal do segundo molar. A radiografia panorâmica é o exame radiográfico
de primeira escolha para avaliar amplamente a região que envolve o elemento incluso, assim
como a proximidade com estruturas nobres e quantidade do osso adjacente, sendo
imprescindível no planejamento pré-operatório. O presente trabalho tem como objetivo
estimar a prevalência de terceiros molares, de acordo com as classificações de Winter e Pell
& Gregory, nas radiografias panorâmicas. Foi realizado um estudo documental e
retrospectivo com base na avaliação das radiografias panorâmicas realizadas, no período de
2019 e 2020, e contidas no banco de dados do Centro de Especialidades Odontológicas
Regional de Juazeiro do Norte. Foram avaliados 404 dentes, em 200 radiografias digitais, das
quais 91% pertenciam ao sexo feminino e 9%, ao sexo masculino, sendo os terceiros molares
superiores como os achados em maior número. Os resultados evidenciaram que a posição
mais prevalente foi vertical de Winter e, em relação a classificação de Pell & Gregory, as
categorias mais prevalentes foram a Classe I e tipo A. Concluiu-se, então, que as posições
mais comuns de terceiro molar na arcada são a vertical, Classe I (em inferiores) e
pronfudidade A. Autor(s) Nathalia Luana Pereira Leite Orientador(s) Francisco Aurelio Lucchesi Sandrini Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Prevalência. Terceiro molar. Inclusão dentária. Classificação de Winter. Classificação de Pell & Gregory. Curso ODONTOLOGIA Baixar tcc |
Prevalência e fatores associados a cefaleia em universitários do curso de educação física do Centro Universitario Dr. Leão Sampaio (E.F841) | Sergio Renan Feitosa Soares | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Prevalência e fatores associados a cefaleia em universitários do curso de educação física do Centro Universitario Dr. Leão Sampaio (E.F841)
Resumo
Introdução: A cefaleia é uma doença crônica que acomete em média 80% da
população mundial, onde a maioria dos universitários já tiveram pelo menos um
caso durante a sua vida, ela pode ser tanto do tipo migrânea, como cefaleia tipo
tensão, ambas prejudicam a vida do portador pois age de maneira incapacitante
dificultando as atividades físicas, causando estresse, podendo dificultar os
estudos. Objetivo: Esse estudo tem como objetivo verificar a prevalência e os
fatores associados a cefaleia em universitários do curso de Educação Física do
Centro Universitário Dr. Leão Sampaio. Método: Trata-se de um estudo do tipo
transversal, com abordagem descritiva e analítica, foi realizada com 56
universitários do curso de educação física. Foi utilizado o Headache Screening
Questionnaire (HSQ) para fazer a triagem tanto da migrânea como da cefaleia
tipo tensão, o DASS-21 foi utilizado para saber o nível de estresse dos
universitários, para análise da qualidade do sono foi utilizado o Índice de
Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI), o tempo de tela se deu através do auto
relato. Os dados foram analisados por meio de distribuição de frequência com o
programa IBM SPSS onde foi possível obter os resultados da pesquisa.
Resultados: A população masculina foi a mais afetada tanto pela cefaleia tipo
tensão como migrânea de acordo com os resultados, já a qualidade do sono,
ambos os sexos tiveram uma má qualidade chegando a 81,8% dos
universitários, os níveis de estresse estiveram dentro dos padrões estabelecidos,
tendo a população feminina com um percentual mais elevado que a população
masculina, o tempo de tela foi excessivo tanto na semana quanto no fim de
semana, ocasionando mais casos de cefaleia por conta da luz exagerada das
telas. Conclusão: Percebe-se que o tipo de cefaleia mais comum entre os
universitários é do tipo tensão, tendo o sono e o excesso de tela como uma das
principais causas da cefaleia, estudos futuros podem acrescentar novas
variáveis para que esteja em constante atualizações. Autor(s) Sergio Renan Feitosa Soares Orientador(s) José Edson Ferreira da Costa Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Saúde. Doenças crônicas. Cefaleia. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA Baixar tcc |