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| Desenvolvimento psicossocial: o impacto do racismo na autoestima da criança negra (P1809) | Radmilla Félix Bezerra | PSICOLOGIA |
Desenvolvimento psicossocial: o impacto do racismo na autoestima da criança negra (P1809)
Resumo
A prática do racismo é um
fenômeno que constantemente precisa ser enfrentado, por assolar os indivíduos
diretamente afetados, assim como tende a se manter cristalizado e moldar a estrutura
social de dominação e exclusão. Apoiado nisso, o presente artigo tem como
objetivo mapear impactos do racismo no desenvolvimento psicossocial de crianças
negras no que se refere à autoestima. Metodologicamente, este trabalho se
classifica enquanto uma pesquisa descritiva que consta com o método
bibliográfico e análise de dados qualitativa. Sendo assim, foram descritos
nessa pesquisa especificidades sobre o desenvolvimento psicossocial na infância,
assim como aspectos sobre a formação da autoestima e da expressão do racismo para,
por fim, descrever como um pode vir a impactar no outro. Conclui-se que, foi
possível fazer certas correlações entre o racismo direcionado ao momento de
desenvolvimento da infância e os impactos causados na construção de uma
autoestima saudável. Autor(s) Radmilla Félix Bezerra Orientador(s) Moema Alves Macedo Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Psicologia. Racismo. Autoestima. Criança. Desenvolvimento psicossocial. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Desenvolvimento sustentável a partir do uso de placas solares: um estudo documental (A1349) | Rosa Milena dos Santos Silva | ADMINISTRAÇÃO |
Desenvolvimento sustentável a partir do uso de placas solares: um estudo documental (A1349)
Resumo
A pesquisa aqui apresentada tem como objetivo verificar os benefícios apontados por uma
empresa de Juazeiro do Norte a partir da implementação e do uso de placas solares, com o
contributo de desenvolvimento sustentável. O método utilizado para alcance dos resultados se deu
a partir de uma pesquisa de natureza básica pura, objetivo descritivo, abordagem qualitativa e
procedimento documental a partir de análise dos dados publicados nos sites da empresa em estudo.
Os resultados alcançados a partir do estudo demonstram que a empresa que utiliza energia solar
tem benefícios não apenas na redução no consumo de energia, mas principalmente retorno de
investimento a logo prazo, boa imagem da empresa e com isso reduzindo os impactos causados
ao meio ambiente. Autor(s) Rosa Milena dos Santos Silva Orientador(s) Alyne Leite de Oliveira Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Sustentabilidade. Desenvolvimento Sustentável. Placas Solares. Curso ADMINISTRAÇÃO Baixar |
| Desenvolvimento sustentável do Banco do Brasil (A108) | Miguel Furtado Bezerra Neto | ADMINISTRAÇÃO |
Desenvolvimento sustentável do Banco do Brasil (A108)
Resumo
Este artigo versa sobre a origem do conceito de desenvolvimento
sustentável, sua importância para a sociedade do século XXI como alternativa ao
modelo de desenvolvimento econômico imposto pelos países desenvolvidos em
detrimento à conservação do meio ambiente e a qualidade de vida do ser humano e
sua utilização como vantagem competitiva no Banco do Brasil S/A através do
programa DRS-Desenvolvimento Regional Sustentável. O trabalho será baseado no
estudo da viabilidade econômico-social apresentada pela implantação da
metodologia de desenvolvimento sustentável em políticas de crédito
assistenciais adotadas pelo Banco do Brasil expressos na adesão dessa instituição
a tratados e acordos nacionais e internacionais relacionados, e na implantação
e desenvolvimento de projetos e programas focados no desenvolvimento social. Autor(s) Miguel Furtado Bezerra Neto Orientador(s) Germário Marques Araújo Ano de Publicação 2007 Palavra Chave Desenvolvimento. Sustentável. Banco do Brasil. DRS. Curso ADMINISTRAÇÃO |
| Desfibrilação e cardioversão elétrica: uma análise concisa das abordagens terapêuticas e seus efeitos a longo prazo (DG- E29) | Wélen Fernanda Rodrigues de Sousa | ENFERMAGEM |
Desfibrilação e cardioversão elétrica: uma análise concisa das abordagens terapêuticas e seus efeitos a longo prazo (DG- E29)
Resumo
A desfibrilação e a cardioversão elétrica são terapias essenciais no manejo das arritmias cardíacas, consistem na aplicação de uma descarga elétrica sob o tórax, diferenciando-se pela indicação clínica e pelo modo de aplicação. A desfibrilação é indicada em situações críticas, como fibrilação ventricular e taquicardia ventricular sem pulso, típicas da parada cardiorrespiratória ou, até mesmo, em taquicardia ventricular polimórfica. Já a cardioversão elétrica, sincronizada com o ritmo cardíaco, é usada em arritmias com complexos QRS definidos, como fibrilação e flutter atrial. Apesar da eficácia, ambas podem gerar efeitos adversos em longo prazo, como hemorragias e tromboses. Assim, este estudo teve como objetivo analisar essas abordagens e seus efeitos a longo prazo por meio de uma revisão integrativa da literatura. A busca foi realizada nas bases de dados: SciELO, LILACS, MEDLINE, PubMed e American Heart Association, através do cruzamento dos DeCS – Cardioversão elétrica, Desfibrilação Elétrica e Efeitos Adversos de Longa Duração – com seus respectivos MeSH, combinados pelo operador Booleano "AND". Foram encontrados 347 estudos e, após incluídos artigos dos últimos 10 anos, e excluídos artigos, dissertações e teses que fogem do tema, artigos duplicados e artigos de revisão integrativa, totalizaram sete estudos para compor a pesquisa. Os resultados indicaram que a desfibrilação precoce, inclusive realizada por leigos em ambientes extra-hospitalares, melhora a sobrevida a longo prazo dos pacientes. Além disso, a desfibrilação padrão mostrou-se mais eficaz que outras modalidades. E, em relação à cardioversão elétrica, a anticoagulação profilática demonstrou importância na prevenção de eventos tromboembólicos, atribuídos a condições clínicas pré-existentes. Também se observou que o tempo de recuperação do nó sinusal influencia a recorrência de arritmias após cardioversão. Conclui-se, portanto, que é necessário promover a capacitação contínua de profissionais e leigos, além de ampliar os estudos sobre os efeitos a longo prazo dessas terapias. Autor(s) Wélen Fernanda Rodrigues de Sousa Orientador(s) Shura do Prado Farias Borges Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Desfibrilação. Cardioversão elétrica. Efeitos adversos. Curso ENFERMAGEM Baixar |
| Desgaste, esterilização, manutenção e conservação de fresas de implante e sua influência na osseointegração (O796) | José Idelberto de Matos Alencar Filho | ODONTOLOGIA |
Desgaste, esterilização, manutenção e conservação de fresas de implante e sua influência na osseointegração (O796)
Resumo
A partir do advento da osseointegração os implantes dentários se tornaram uma das
principais técnicas para reabilitação oral. Inseridos no osso após o preparo do leito
cirúrgico com fresas de diferentes calibres, processo este que gera calor e transmite
para o osso, podendo causar necrose e prejudicar a osseointegração. Foi realizada
uma revisão de literatura que teve como objetivo relacionar o desgaste, a
esterilização, a manutenção e a conservação de fresas de implantes ao sucesso da
osseointegração, visando conhecer o tempo de uso viável de fresas de implante,
através do número de uso, do número de ciclos de esterilizações e da forma de
limpeza dessas fresas, prevenindo as falhas na osseointegração e perda precoce do
implante. A medida que se utiliza as brocas elas se desgastam, podendo ser
observado esse desgaste a partir da 20a perfuração, tornando-se crítico a partir da 35a
perfuração. A perda precoce de implante pode ocorrer pela utilização de brocas de
implantes desgastadas, causando o sobreaquecimento ósseo, a desnaturação das
proteínas, e a necrose óssea que compromete a osseointegração. Autor(s) José Idelberto de Matos Alencar Filho Orientador(s) Carlos Eduardo de Oliveira Soares Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Implante dentário. Osseointegração. Osteonecrose. Esterilização. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Desgaste, esterilização, manutenção e conservação de fresas de implante e sua influência na osseointegração (O797) | Juliano Canuto Gonçalves da Silva | ODONTOLOGIA |
Desgaste, esterilização, manutenção e conservação de fresas de implante e sua influência na osseointegração (O797)
Resumo
A partir do advento da osseointegração os implantes dentários se tornaram uma das
principais técnicas para reabilitação oral. Inseridos no osso após o preparo do leito
cirúrgico com fresas de diferentes calibres, processo este que gera calor e transmite
para o osso, podendo causar necrose e prejudicar a osseointegração. Foi realizada
uma revisão de literatura que teve como objetivo relacionar o desgaste, a
esterilização, a manutenção e a conservação de fresas de implantes ao sucesso da
osseointegração, visando conhecer o tempo de uso viável de fresas de implante,
através do número de uso, do número de ciclos de esterilizações e da forma de
limpeza dessas fresas, prevenindo as falhas na osseointegração e perda precoce do
implante. A medida que se utiliza as brocas elas se desgastam, podendo ser
observado esse desgaste a partir da 20a perfuração, tornando-se crítico a partir da
35a perfuração. A perda precoce de implante pode ocorrer pela utilização de brocas
de implantes desgastadas, causando o sobreaquecimento ósseo, a desnaturação
das proteínas, e a necrose óssea que compromete a osseointegração. Autor(s) Juliano Canuto Gonçalves da Silva Orientador(s) Carlos Eduardo de Oliveira Soares Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Implante dentário. Osseointegração. Osteonecrose. Esterilização. Curso ODONTOLOGIA Baixar |
| Desigualdade de gênero e mercado de trabalho: perspectiva e desafio da mulher no contexto organizacional em Juazeiro do Norte (A902) | Ruth Rayanny Alencar Santos | ADMINISTRAÇÃO |
Desigualdade de gênero e mercado de trabalho: perspectiva e desafio da mulher no contexto organizacional em Juazeiro do Norte (A902)
Resumo
É fato que as relações de gênero no mercado de trabalho continuam sendo marcantes em aspectos de desigualdade, principalmente quando se refere a nível salarial, oportunidades em cargos de liderança, falta de credulidade na prática laboral, dentre outros que afetam diretamente a autoestima da mulher. Diante desse contexto, a mulher precisa especializar-se ainda mais para comprovar suas habilidades e competências. Para isso, será elaborado um contexto histórico de inserção da mulher no mercado de trabalho; posteriormente, a sua
relação no ambiente laboral; e, por fim, as perspectivas e desafios da mulher contemporânea ao se inserir no mercado de trabalho. A presente pesquisa busca investigar os desafios e as perspectivas vivenciados pelas mulheres no contexto organizacional, partindo do princípio de
igualdade, demonstrando a questão da discriminação da mulher no trabalho. Além disso, almeja analisar a realidade vivenciada pelas mulheres no que diz respeito à desigualdade de gênero e à diferenciação salarial. Devido à natureza do objeto de estudo, adotou-se a pesquisa
exploratória e descritiva, de cunho quantitativo. Aplicou-se questionário, sendo os dados analisados por meio de estatística descritiva. O estudo aponta, ainda, reflexões a respeito da desigualdade de gênero em relação às dificuldades vivenciadas pelas mulheres até hoje no
mercado de trabalho. O principal resultado da pesquisa se coaduna com os resultados das pesquisas dos autores referenciados, comprovando a desvalorização da mulher no contexto organizacional. Autor(s) Ruth Rayanny Alencar Santos Orientador(s) Antônio Wilson dos Santos Ano de Publicação 2017.1 Palavra Chave Desigualdade de gênero. Mercado de trabalho. Mulher. Curso ADMINISTRAÇÃO |
| Desigualdade de gênero e pandemia: impactos na saúde mental de mulheres frente a jornada múltipla de trabalho P1424) | Alinny Alice Batista | PSICOLOGIA |
Desigualdade de gênero e pandemia: impactos na saúde mental de mulheres frente a jornada múltipla de trabalho P1424)
Resumo
Ao longo da história, as mulheres passaram por inúmeras transformações em seus papeis
sociais, bem como mudanças significativas em suas funções, principalmente, com sua
inserção no mercado de trabalho, possibilitando várias conquistas. Atualmente, a mulher está
cada vez mais envolvida em múltiplas tarefas, entretanto, a sobrecarga de trabalho
direcionada a esse público afeta constantemente diferentes mulheres, o que tem gerado
interesse em vários estudos de gênero frente às sociedades patriarcais e capitalistas. Diante
desse novo cenário pandêmico, foi percebido que as mulheres desempenham várias tarefas e
papeis em sua rotina diária, de modo desigual e intensificado, podendo sobrecarregar as
mesmas e afetar sua saúde. A presente pesquisa pretende compreender como a desigualdade
de gênero e jornada múltipla de trabalho, na pandemia, contribui para os impactos à saúde
mental de mulheres. A metodologia utilizada caracteriza-se por uma revisão bibliográfica de
natureza qualitativa, utilizando artigos científicos, livros e revistas em plataformas digitais.
Estudos evidenciaram que a crise da pandemia da COVID-19 intensificou ainda mais a
sobrecarga de trabalho em mulheres, sendo estas já marcadas frente às múltiplas jornadas na
sociedade contemporânea, sendo que esse momento pandêmico reforça a divisão sexual do
trabalho, visto as mulheres serem afetadas pela redução de ocupações, estarem em maior parte
nos trabalhos informais e ganharem ainda salários mais baixos, além disso, as medidas de
isolamento social e quarentena colocaram à tona a discussão a respeito das atividades de
cuidado e trabalho doméstico que as mulheres são responsabilizadas. As contribuições
encontradas serviram para expor, que a pandemia da COVID-19, seja de forma direta ou
indireta, impacta a saúde mental de mulheres, evidenciando que a múltipla jornada e a
desigualdade de gênero acentuam mais ainda a condição vulnerável das mesmas nesse
momento. Autor(s) Alinny Alice Batista Orientador(s) Larissa Maria Linard Ramalho Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Mulheres. Pandemia. Saúde mental. Desigualdade de gênero. Jornada múltipla. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Desigualdade social e criminalidade: uma análise da relação entre pobreza, crescimento dos índices criminais e a seletividade penal (DG- D37) | Hevyla Nogueira Silva | DIREITO |
Desigualdade social e criminalidade: uma análise da relação entre pobreza, crescimento dos índices criminais e a seletividade penal (DG- D37)
Resumo
Este Trabalho de Conclusão de Curso analisa o impacto da pobreza no crescimento dos índices criminais no Brasil, investigando a relação entre exclusão socioeconômica estruturada e a seletividade penal. O objetivo geral é analisar como as condições de vida precárias e a desigualdade no acesso a direitos básicos contribuem simultaneamente para o aumento da criminalidade e para a aplicação desigual do direito penal. A metodologia adota uma abordagem qualitativa, de natureza básica e com objetivos exploratórios, utilizando os procedimentos de pesquisa bibliográfica e documental. A análise, fundamentada na Criminologia Crítica (Baratta, Zaffaroni), revela que o sistema penal não atua de forma neutra, mas como um agente político que reproduz as desigualdades sociais. Os resultados indicam que a seletividade penal se manifesta na "sujeição criminal" (Misse), direcionando a repressão a grupos específicos (pobres e periféricos), enquanto a estigmatização territorial (Wacquant) reforça a exclusão. Conclui-se que o sistema punitivo não "falha" em seu objetivo declarado, mas é eficaz em sua função não declarada de gestão da pobreza e manutenção da ordem social, reiterando que a redução da criminalidade passa, necessariamente, pela redução da desigualdade. Autor(s) Hevyla Nogueira Silva Orientador(s) Pedro Adjedan David de Sousa Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Desigualdade social. Criminalidade. Criminologia crítica. Seletividade penal. Curso DIREITO |
| Desigualdades de gênero no planejamento familiar: a centralidade feminina em decisões contraceptivas (DG- E76) | Raissa Layenne Queiroz de Luna | ENFERMAGEM |
Desigualdades de gênero no planejamento familiar: a centralidade feminina em decisões contraceptivas (DG- E76)
Resumo
O planejamento familiar é um
importante instrumento de promoção da saúde sexual e reprodutiva, assegurando
às mulheres o direito à livre escolha sobre seu planejamento reprodutivo e o
uso de métodos contraceptivos. Apesar dos avanços das políticas públicas
voltadas à atenção integral à saúde da mulher, observa-se que a
responsabilidade pelas decisões contraceptivas ainda recai predominantemente
sobre elas, refletindo construções sociais que reforçam papéis de gênero
historicamente desiguais. Diante desse cenário, este estudo teve como objetivo
analisar a centralidade feminina nas decisões sobre o seu planejamento
reprodutivo, buscando compreender quais fatores podem ser determinantes no
processo de decisão e no exercício da autonomia feminina. Trata-se de uma
pesquisa qualitativa, de caráter descritivo-exploratório, realizada em uma
unidade de Estratégia de Saúde da familia no município de Juazeiro do Norte-
Ceará. A coleta de dados ocorreu no mês de setembro de 2025, por meio da
aplicação de uma entrevista semiestruturada, com a participação de 15 mulheres
em idade fértil. Os resultados revelaram que as decisões sobre o uso de métodos
contraceptivos ainda são pouco compartilhadas entre os casais, cabendo à mulher
a maior responsabilidade sobre o planejamento reprodutivo. Observou-se, ainda, que
a escolaridade e a inserção profissional contribuem para o fortalecimento da
autonomia nas escolhas contraceptivas. Conclui-se que o fortalecimento da
corresponsabilidade masculina e o incentivo ao diálogo entre os casais são
fundamentais para a consolidação de um planejamento familiar mais equitativo e
humanizado. Autor(s) Raissa Layenne Queiroz de Luna Orientador(s) Aline Morais Venancio de Alencar Ano de Publicação 2025 Palavra Chave Planejamento reprodutivo. Desigualdade de gênero. Autonomia feminina. Curso ENFERMAGEM Baixar |