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| Estratégias varejistas para enfrentar a crise: um estudo multicaso (A766) | Raiane Isabela Tomaz de Negreiros | ADMINISTRAÇÃO |
Estratégias varejistas para enfrentar a crise: um estudo multicaso (A766)
Resumo
As mudanças econômicas ocorridas no Brasil vêm causando revezes ás empresas, com ênfase nos varejistas. Sendo assim, a presente pesquisa tem por objetivo perscrutar as estratégias que os empresários varejistas estão utilizando para perpassar a crise na cidade de Campos Sales- CE. Para se alcançar tal intuito, fez-se necessário obter informações a respeito de estratégias para comerciantes varejistas na cidade de Campos Sales - CE, diante a crise. O método da pesquisa é de natureza qualitativa, aplicado com fins exploratórios e descritivos, através de um estudo multicaso. Trata-se de uma análise crítica e interpretativa do material coletado. Chegou-se ao objetivo após entrevistar os empresários, que estão utilizando estratégias de como planejar seus recursos para manter a atratividade dos clientes sem elevar os preços e investir em variedades para conseguir fazer uma boa relação entre preço e negociação com os clientes, deixando uma boa imagem de atendimento para então conquistá-los e consequentemente aumentar o lucro no volume de vendas. Autor(s) Raiane Isabela Tomaz de Negreiros Orientador(s) Tharsis Cidália de Sá Barreto Diaz Alencar Ano de Publicação 2016.2 Palavra Chave Varejo. Economia. Estratégia. Curso ADMINISTRAÇÃO |
| Estratificação do risco cardiovascular em hipertensos atendidos em um laboratório escola da cidade de Juazeiro do Norte - CE (B447) | Deisiane Maria de Sá Ferreira | BIOMEDICINA |
Estratificação do risco cardiovascular em hipertensos atendidos em um laboratório escola da cidade de Juazeiro do Norte - CE (B447)
Resumo
A pesquisa objetivou estratificar o risco cardiovascular global em hipertensos atendidos em um Laboratório Escola situado na cidade de Juazeiro do Norte - CE. Trata-se de um estudo descritivo, transversal e quantitativa, realizado no período de março a maio de 2017 com hipertensos de idade entre 30 e 90 anos, que aceitaram participar da pesquisa mediante o termo de consentimento livre e esclarecido e termo de consentimento pós-esclarecido. Foram exclusos do estudo os não hipertensos, hipertensos que não tinham encaminhamento médica de lipidograma e/ou que recusaram participar da pesquisa. A Estratificação do Risco Global (ERG) foi executada fundamentada nas recomendações da I Diretriz Brasileira de Prevenção Cardiovascular. Os resultados foram tabulados pelo programa Microsoft Office Excel® 2010. A realização da pesquisa obedeceu às normas e diretrizes da Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012, do Conselho Nacional de Saúde. A amostra foi constituída por 28 hipertensos voluntários, com idade média de 58 anos. Destes, 96,4% faziam tratamento medicamentoso para hipertensão, 10,7% fumavam, 39,3% eram diabéticos, 3,6% tinham insuficiência renal crônica, 42,9% possuíam história familiar e 17,9% já apresentou Doenças Cardiovasculares (DCV’s). Além disso, 92,9% possuíam alterações em pelo menos um parâmetro do lipidograma. Sendo assim, 46,4% dos indivíduos foram enquadrados em alto risco, 42,9% em risco intermediário e 10,7% em baixo risco. Os achados da pesquisa confirmaram a importância da ERG periodicamente nesses pacientes, com a finalidade de adotar medidas preventivas, reduzindo os fatores de riscos modificáveis a qual estão expostos e indiretamente minimizar a ocorrência de DCV’s. Autor(s) Deisiane Maria de Sá Ferreira Orientador(s) Cícero Roberto Nascimento Saraiva Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Doenças cardiovasculares. Fatores de risco. Hipertensão Arterial Sistêmica. Curso BIOMEDICINA |
| Estresse crônico em mães de crianças com paralisia cerebral por microcefalia: revisão de literatura (F718) | Jackine Sobral Filgueira | FISIOTERAPIA |
Estresse crônico em mães de crianças com paralisia cerebral por microcefalia: revisão de literatura (F718)
Resumo
A paralisia cerebral (PC) é considerada uma disfunção sensório motora com
alterações no tônus, decorrente de lesões não evolutivas do sistema nervoso,
decorrentes de algumas alterações neurológicas causadas por vários fatores,
levando a sequela da paralisia cerebral, dentre elas temos a microcefalia, insultos
hipóxicos isquêmicos e outros. O estresse e uma resposta adaptativa, nas literaturas
ganham destaques o cuidado parental quando envolvem circunstância crônica de
saúde ou nas deficiências, como é o caso da paralisia cerebral. Esta pesquisa
objetivou avaliar os fatores que podem causar estresse crônico em mães de
crianças com paralisia cerebral por microcefalia. Trata-se de uma revisão de
literatura narrativa, considerando a necessidade de reflexão sobre o tema, a
pesquisa será de caráter exploratória e abordagem qualitativa, ocorrida em agosto
de 2017 a junho de 2018, no qual realizou-se uma pesquisa por artigos científicos
utilizando-se dados científicos eletrônicos. Foi dado preferência a publicações desde
2013 até o presente momento e selecionado artigos científicos em português e
Inglês. Para a busca nos bancos de dados, foram utilizados DECS (descritores de
saúde) os termos: paralisia cerebral, microcefalia, estresse, em que foram
encontrados no total 959 artigos, que destes, 427 artigos estavam indisponíveis, na
integra gratuitamente foi encontrado 225 artigos, que ao final após um estudo mais
minucioso do material, restaram 30 artigos que se encontravam dentro das
características do estudo. Nessa pesquisa chegou-se ao resultado de que o alto
nível de estresse que acometem essas mães, está relacionado a qualidade de vida
precária, a luta que as mães enfrentam todos os dias em busca de tratamento para
os filhos, as idas e vindas de clinicas diariamente tendo dificuldade de transporte,
dificuldades financeiras, o trabalho doméstico de casa, o cuidar dos outros filhos do
marido, a falta de lazer, baixa escolaridade, todos esses são motivos que agregados
a rotina diária a levam a finalizar em consequências danosas a organismo. Autor(s) Jackine Sobral Filgueira Orientador(s) Maria Zildane Cândido Feitosa Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Estresse. Paralisia cerebral. Cuidadores. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Estresse e adoecimento do trabalhador bancário: uma leitura da psicologia organizacional e do trabalho (P845) | Ana Patrícia Castro Freitas | PSICOLOGIA |
Estresse e adoecimento do trabalhador bancário: uma leitura da psicologia organizacional e do trabalho (P845)
Resumo
O presente trabalho tem por objetivo trazer uma reflexão sobre o estresse e adoecimento do trabalhador bancário. Na presente pesquisa é abordada a relação do adoecimento causado pelo estresse no ambiente de trabalho, especialmente daqueles que trabalham no setor bancário. Este trabalho é importante pelo fato de proporcionar uma reflexão acerca das variáveis de estresse no ambiente organizacional e como o trabalhador reage ao fenômeno, bem como as interferências na sua vida psíquica e no ambiente organizacional. Foram trazidas reflexões acerca da Psicologia Organizacional e do Trabalho, refletindo como este campo da psicologia pode contribuir para a saúde do trabalhador. A pesquisa é de cunho bibliográfico em livros, artigos e revistas que abordam esta temática. Autor(s) Ana Patrícia Castro Freitas Orientador(s) Nadya Ravella Siebra de Brito Saraiva Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Estresse. Trabalhador bancário. Psicologia organizacional e do trabalho. Curso PSICOLOGIA |
| Estresse e ansiedade: os impactos e a experiência de vivenciá-los no ensino superior (PTT03) | Francisca Alana de Lima Santos | PRODUTO TÉCNICO TECNOLÓGICO |
Estresse e ansiedade: os impactos e a experiência de vivenciá-los no ensino superior (PTT03)
Resumo
Essa cartilha nasceu da vontade de trazer a você estudante
em processo de formação profissional informações de como a ansiedade e o
estresse podem impactar no seu dia a dia enquanto académico (a). Espero que, ao
lê-la, você tenha alguns insights de como lidar com essas sensações,
direcionando seus esforços para um bom desempenho ao longo do curso. Autor(s) Francisca Alana de Lima Santos Orientador(s) Ivo Cavalcante Pita Neto Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Estresse. Ansiedade. Curso PRODUTO TÉCNICO TECNOLÓGICO Baixar |
| Estresse e síndrome de burnout em policiais militares: revisão de literatura (P1058) | Adaulan Sousa Bráz | PSICOLOGIA |
Estresse e síndrome de burnout em policiais militares: revisão de literatura (P1058)
Resumo
O estresse do ambiente de trabalho tem acometido diversas ocupações laborais, adoecendo
profissionais em um nível severo e prejudicial. Nesse contexto, esta pesquisa teve como
objetivo analisar como o estresse no ambiente de trabalho da Polícia Militar tem contribuído
para o acometimento da Síndrome de Burnout, doença que sinaliza o esgotamento profissional.
Como procedimento metodológico ocorreu a exploração da literatura pertinente ao tema, tendo
esse levantamento bibliográfico iniciado em outubro de 2016 e concluído até novembro de
2018. Os artigos relacionados ao tema foram selecionados nas bases de dados científicas:
Lilacs, Pubmed, Scielo e Medline, BVS. BVS psicologia. PEPSICO e Google Acadêmico.
Foram incluídos todos os trabalhos que investigaram a respeito do estresse ocupacional e do
ambiente de trabalho da Polícia Militar como preditor da Síndrome de Burnout, com publicação
entre 2013 e 2018. Ainda como critério de seleção, somente foram escolhidos trabalhos com
publicação na Língua Portuguesa realizados no cenário nacional e no formato artigo científico
e com metodologia de coleta de dados direta à população foco do estudo, que no caso são
policiais militares. Ao todo, foram encontrados o quantitativo de oito estudos. De modo geral,
as pesquisas encontraram alto nível de estresse no ambiente de trabalho do policial militar, e
forte indício de Síndrome de Burnout ou de risco de desenvolver a referida síndrome. Todos os
estudos apontaram que o enfrentamento de demandas de risco à vida, o contato constante com
violências entre outras vulnerabilidades sociais, fazem da atividade policial uma variável para
o desenvolvimento de doenças de cunho laboral. Algumas pesquisas tentaram demonstrar que
assim como o cenário de enfretamento de demanda de risco é uma fonte de estresse em
potencial, questões administrativas e organizacionais de operacionalização do fazer policial,
tais como a insatisfação com as funções desempenhadas, a realização de trabalho além do
horário de expediente normal ou em horário irregular, o relacionamento entre superiores
hierárquicos, entre outros, podem ser uma variável bastante potente para o desencadeamento
de doenças dessa natureza. Portanto, conclui-se que as perspectivas de enfrentamento à
problemática aqui abordada vislumbram um contexto organizacional menos embaraçoso e um
cenário social mais apaziguado, contudo, isso não depende somente de policiamento militar. Autor(s) Adaulan Sousa Bráz Orientador(s) Ítalo Emanuel Pinheiro de Lima Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Polícia militar. Estresse ocupacional. Síndrome de Burnout. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Estresse em docentes: uma análise via rede estadual de ensino do Ceará (E.F485) | Francisco Rodolfo Bezerra de Oliveira | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Estresse em docentes: uma análise via rede estadual de ensino do Ceará (E.F485)
Resumo
Introdução: O estresse na atualidade tem se tornado um dos grandes influenciadores
da saúde docente, impactando diretamente nas atividades profissionais e na
qualidade de vida dos professores. Objetivo: identificar os estágios de estresse
docentes atuantes da rede estadual de ensino do município de Várzea Alegre.
Metodologia: Esta pesquisa se caracteriza como sendo um estudo de campo,
descritivo, com abordagem quantitativa, de corte transversal, realizada com docentes
das diversas áreas de ensino da rede estadual de ensino do município de Várzea
Alegre, onde avaliou-se 26 indivíduos de ambos os sexos. Como instrumento utilizouse o Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp (ISSL). As análises dos
dados foram realizadas com o auxílio de um psicólogo devidamente registrado no
conselho da classe, afim de registrar e analisar os dados corretamente. Os resultados
foram distribuídos em tabelas e gráficos através de distribuição de frequências.
Resultados: O estudo demostrou que 53,85% dos docentes encontram-se em fase
de alerta, 38,46% em fase de resistência e 7,69% em fase quase exaustão. O estudo
aponta ainda que há uma maior predominância dos sintomas físicos, contudo há de
se considerar a presença dos sintomas psicológicos. (41,67%). Conclusão: O estudo
apontou que a maioria dos docentes avaliados se encontram na fase de alerta, e cerca
1/3 dos docentes encontram-se em fase de resistência. Autor(s) Francisco Rodolfo Bezerra de Oliveira Orientador(s) Marcos Antônio Araújo Bezerra Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Docência. Estresse ocupacional. Saúde do trabalhador. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA Baixar |
| Estresse em motoristas de ônibus urbanos em Juazeiro do Norte - CE (P144) | Tamires Alencar de Souza | PSICOLOGIA |
Estresse em motoristas de ônibus urbanos em Juazeiro do Norte - CE (P144)
Resumo
Este artigo objetiva responder a indagação: quais os impactos a atividade dos motoristas de ônibus urbanos de Juazeiro do Norte têm na sua saúde. Portanto, foram levantadas algumas questões, como: o estresse, o trânsito, a saúde do trabalhador e fatores de risco, abordando: o estresse em motoristas de transporte coletivo urbano (TCU); a cidade de Juazeiro do Norte e o trânsito, o transporte coletivo, as patologias e a qualidade de vida no trabalho dos motoristas de ônibus urbanos. Sendo caracterizado como pesquisa: qualitativa, descritiva, bibliográfica e de campo, utilizando-se como coleta de dados um questionário sócio laboral e entrevistas semiestruturadas aplicadas individualmente em 4 motoristas. Os resultados são demonstrados através da análise de conteúdo, sendo fundamentados na psicodinâmica do trabalho, considerando-se, então, a continuação da pesquisa para resultados mais consistente. Autor(s) Tamires Alencar de Souza Orientador(s) Ítalo Emanuel Pinheiro de Lima Ano de Publicação 2014 Palavra Chave Estresse no trabalho. Motorista de ônibus urbanos. Saúde do trabalhador. Qualidade de vida no trabalho. Curso PSICOLOGIA |
| Estresse laboral:: análise de agentes precipitadores sob a ótica da equipe de enfermagem de UTI neonatal (E07) | Ângela Queiroga Guimarães | ENFERMAGEM |
Estresse laboral:: análise de agentes precipitadores sob a ótica da equipe de enfermagem de UTI neonatal (E07)
Resumo
A UTI Neonatal é um ambiente hospitalar que promove estímulos estressantes, onde a
enfermagem faz-se relevante pela sua atuação direta e intensiva. Este estudo teve como objetivo
analisar os problemas geradores de estresse na percepção da equipe de enfermagem da UTI
Neonatal do Hospital Municipal São Lucas - HMSL, da cidade de Juazeiro do Norte – CE. Tratase de uma pesquisa qualitativa, descritiva, exploratória, utilizando-se para coleta dos dados, a
entrevista estruturada com 20 profissionais de enfermagem que trabalham na UTI Neonatal, do
referido hospital. Os resultados quantitativos foram tabulados e analisados estatisticamente, os
quais evidenciaram que a maioria dos profissionais entrevistados era do sexo feminino, casados e
com tempo de profissão nesta unidade entre um e três anos. Os resultados qualitativos foram
submetidos à categorização de falas de Bardin (2001) e foram classificadas em 4 categorias. Após
análise do conteúdo observou-se que as situações provocadoras de estresse para a equipe
estudada compreendem: a sobrecarga de trabalho, a carência de recursos materiais e humanos,
relacionamento e comunicação e poluição ambiental. A equipe demonstra que o prazer do
trabalho está no conhecimento adquirido e na recuperação do cliente. Já o desprazer de trabalhar
na área, está relacionado à organização e as condições ofertadas. Na percepção da equipe
estudada, a ocorrência de estresse é moderada, e sugere para minimizar os fatores organizacionais
de estresse a melhoria na organização, dimensionamento de pessoal de enfermagem, provimento
adequado de material e educação continuada. Cabe, portanto, ao profissional, identificar seus
limites e buscar estratégias para enfrentar os estressores presentes no ambiente profissional em
questão. À instituição, cabe analisar as condições de trabalho e de saúde desses profissionais,
junto às coordenações competentes, assim como assim como fornecer subsídios para uma
assistência eficiente e qualificada. Autor(s) Ângela Queiroga Guimarães Orientador(s) Nárya Maria Gonçalves de Brito Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Estresse laboral. Enfermagem. UTI Neonatal. Curso ENFERMAGEM |
| Estresse no trabalho e os possíveis impactos na saúde mental de trabalhadoras do setor administrativo: uma revisão bibliográfica (P1850) | Ane Caroline Duarte da Silva | PSICOLOGIA |
Estresse no trabalho e os possíveis impactos na saúde mental de trabalhadoras do setor administrativo: uma revisão bibliográfica (P1850)
Resumo
Este trabalho teve como objetivo
analisar os impactos do estresse no trabalho sobre a saúde mental de
trabalhadoras do setor administrativo, por meio de uma revisão bibliográfica. A
pesquisa foi fundamentada em artigos acadêmicos e capítulos de livros
publicados nos últimos dez anos, especialmente em português, com consultas
realizadas em bases de dados como Scielo, Pepsic e PsycINFO. Foram utilizados
descritores como “Estresse ocupacional”, “Riscos psicossociais”, “Saúde mental”
e “Trabalho” para a seleção de obras relevantes. Os principais tópicos
abordados incluem os efeitos psicológicos do trabalho sobre a saúde mental,
estratégias e desafios da gestão de pessoas na promoção do bem-estar, e a influência
dos riscos psicossociais na qualidade de vida das trabalhadoras. Os resultados
apontaram que o estresse ocupacional é um fator significativo no
desenvolvimento de transtornos mentais, como ansiedade e depressão, exacerbados
por condições laborais inadequadas e sobrecarga de demandas. O estudo destacou
ainda a importância de ações preventivas e corretivas, como programas de
acolhimento psicológico e políticas de saúde mental no ambiente corporativo. Com
isso, se deu notória que estratégias eficazes para minimizar o estresse
ocupacional são essenciais para promover a qualidade de vida e o equilíbrio
emocional das trabalhadoras, além de fortalecer a produtividade organizacional. Autor(s) Ane Caroline Duarte da Silva Orientador(s) Maria Aparecida Trindade Pereira Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Estresse ocupacional. Saúde mental. Riscos psicossociais. Trabalho. Trabalhadoras. Curso PSICOLOGIA |