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| Mortalidade por doenças isquemicas do coração na população nordestina entre 2006 e 2016 (F728) | Híkaro Henrique Leite Costa | FISIOTERAPIA |
Mortalidade por doenças isquemicas do coração na população nordestina entre 2006 e 2016 (F728)
Resumo
As Doenças Cardiovasculares (DCV) são as principais causas de morbimortalidade
no Brasil e acarreta grandes gastos para os sistemas de saúde. Desse grupo, as
Doenças Isquêmicas do Coração (DIC) se caracterizam como as principais causas
de morte no mundo. A região Nordeste apresenta os maiores números de óbitos
por DIC e aumento da presença de fatores de risco para a população mais jovem.
Sendo assim, o presente estudo buscou avaliar a tendência de mortalidade por
Doenças Isquêmicas do Coração na população nordestina entre 2006 e 2016.
Tratou-se de um estudo ecológico utilizando dados secundários de grupos
populacionais e de abordagem quantitativa abordando a população com idade entre
10 e 39 anos entre 2006 e 2016. Foram calculadas as taxas de mortalidade e
utilizou-se o modelo de regressão de Prais-Winsten com correção de Durbin e
Watson para análise estatística através do programa Stata Versão 11.0. Foi
identificado aumento da tendência de mortalidade entre 2006 e 2016 na faixa etária
de 10 a 39 anos nos seguintes estados: Maranhão, Paraíba, Piauí e Bahia; e
tendência estacionária no Ceará, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do
Norte. O sexo masculino apresentou maior tendência de mortalidade comparado
ao sexo feminino. O presente estudo evidenciou que a população mais jovem está
morrendo por DIC e são necessárias mais pesquisas sobre essa população para
formulação de políticas públicas de prevenção destas doenças. Autor(s) Híkaro Henrique Leite Costa Orientador(s) Francisca Alana de Lima Santos Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Doença isquêmica do coração. Mortalidade. Nordeste. Curso FISIOTERAPIA Baixar |
| Morte e luto na infância: o papel da família na elaboração no luto infantil (P1428) | Maria Clara Gonçalves Filgueira | PSICOLOGIA |
Morte e luto na infância: o papel da família na elaboração no luto infantil (P1428)
Resumo
O processo de luto e morte na sociedade ocidental tende a ser negado, mesmo sendo
acontecimentos inevitáveis. Nesse sentido, perder um ente querido se torna um processo
doloroso e principalmente na infância, onde a morte é vista como antagônica. Visto isto, o
presente trabalho teve como objetivo principal descrever a importância de a família falar da
morte com crianças. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, bibliográfica e explicativa, e o
levantamento bibliográfico feito através de artigos publicados entre 2005 e 2020 e livros
clássicos que abordavam essa temática. O artigo apresenta um breve resgate histórico sobre a
morte e como a criança compreende essa temática; o luto, o papel da família nesse momento e
instrumentos lúdicos que facilitam a criança a elaborar esse luto. Observou-se que a morte é
muitas vezes evitada de ser falada com as crianças por falta de preparo da família, esse
ocultamento pode ser prejudicial ao seu desenvolvimento e em como a criança manterá suas
relações na vida adulta. É indispensável o preparo, o acolhimento e a comunicação no momento
do luto da criança. Autor(s) Maria Clara Gonçalves Filgueira Orientador(s) Joaquim Iarley Brito Roque Ano de Publicação 2021 Palavra Chave Luto. Morte. Infância. Lúdico. Elaboração. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Morte e luto: Possíveis intervenções e interpretações da psicologia (P846) | Núria Carneiro Nogueira | PSICOLOGIA |
Morte e luto: Possíveis intervenções e interpretações da psicologia (P846)
Resumo
Este estudo teve como objetivo identificar as intervenções e interpretações da
Psicologia enquanto ciência e profissão, no processo de morte e luto mal elaborado.
Tratou-se de um estudo bibliográfico, com abordagem qualitativa. Verificou-se que
no que concerne as características que permeiam o processo de morrer ao longo
dos anos, ressalta-se que durante séculos, a morte era regida por um ritual o qual
compreendia tanto o indivíduo que ia morrer como seus parentes e amigos. No
entanto, com o passar do tempo, esses ritos passaram por transformações, e a
morte, que antes ocorria em casa no seio familiar, passou a ocorrer no ambiente
solitário dos hospitais. Pôde-se constatar que a participação da psicologia no
acompanhamento do processo de enlutamento comumente se realiza a partir da
psicoterapia e do aconselhamento psicológico. Essas formas de intervenção
auxiliam o enlutado a concluir de forma saudável, todas as fases do processo de
luto. Espera-se que este trabalho contribua para a realização de outros estudos, e
também para uma compreensão mais ampla sobre a temática. Autor(s) Núria Carneiro Nogueira Orientador(s) Joaquim Iarley Brito Roque Ano de Publicação 2017 Palavra Chave Morte. Luto. Intervenção psicológica. Curso PSICOLOGIA |
| Morte no contexto hospitalar: a busca do sentido de vida em pacientes terminais (P155) | José Nunes de Sousa | PSICOLOGIA |
Morte no contexto hospitalar: a busca do sentido de vida em pacientes terminais (P155)
Resumo
Verifica-se que mesmo sendo a morte um fenômeno universal que sempre fez parte da história da humanidade em seus contextos sociais, culturais e religiosos, ela é vista na cultura ocidental contemporânea como um fenômeno que acarreta graves consequências subjetivas, apontada pelas ciências médicas tecnológicas como sinônimo de fracasso, vergonha ou impotência, quando estes não conseguem vencer com êxito uma enfermidade considerada grave. Este trabalho objetiva discutir por meio de pesquisa bibliográfica como a morte pode ser considerada um campo de experiência humana que trás consigo a possibilidade para ressignificar ou criar novos sentidos de vida frente à impossibilidade de um tratamento patológico. Apresenta brevemente os conceitos sócios históricos que os autores referendaram no tocante a morte, hospitalização, cuidados com pacientes terminais e o sentido que estes podem encontrar mediante o sofrimento da doença que precede a sua finitude. Trata-se de uma pesquisa que tem como fundamentação a busca em estudos teóricos de natureza bibliográfica, embasada na abordagem qualitativa. Observa-se quanto à importância da comunicação entre o paciente os profissionais de saúde e os familiares, para que seja desenvolvido um trabalho mais humanizado enquanto o paciente encontra-se hospitalizado. Pode-se concluir que a proposta da Logoterapia, é auxiliar o enfermo a encontrar um sentido para a sua angústia perante o sofrimento da doença e da eminencia de morte, identificando sua capacidade de ressignificação e superação. Autor(s) José Nunes de Sousa Orientador(s) Bryan Silva Andrade Ano de Publicação 2013 Palavra Chave Morte. Sentido de vida. Contexto hospitalar. Curso PSICOLOGIA |
| Morte suicida: o processo de aconselhamento do luto dos familiares sobreviventes (P1670) | Vicencia Linard Gonçalves Salú | PSICOLOGIA |
Morte suicida: o processo de aconselhamento do luto dos familiares sobreviventes (P1670)
Resumo
A morte está inserida no processo de desenvolvimento natural do ser humano, onde a uma
sequência de nascer e morrer, devendo ser analisado como morrer o oposto de nascer, ao invés
de morrer como o oposto de viver. São diversas as formas e causas de morte, uma delas é o
suicídio, considerada uma das maiores causas de mortalidade no mundo, mais de 700 mil
pessoas morrem por suicídio a cada ano. Diante dessa realidade, o presente artigo bibliográfico
teve como objetivo geral compreender como o aconselhamento do luto pode contribuir, na
elaboração do processo de luto vivenciada por essas famílias sobreviventes. Diante dos dados
coletados, observou-se que a morte por suicídio carrega particularidades e estigmas sociais que
muitas das vezes dificultam a elaboração do luto pelos sobreviventes, sendo representada
socialmente como uma forma negativa de morrer. Dessa forma as técnicas do aconselhamento
do luto demonstram serem úteis em um contexto do luto decorrente ao suicídio, sendo assim, o
aconselhamento do luto a partir das tarefas do luto, tem se mostrado uma possível intervenção
efetiva para amenizar o sofrimento, e reorganização da nova realidade dos sobreviventes. Autor(s) Vicencia Linard Gonçalves Salú Orientador(s) Joel Lima Junior Ano de Publicação 2023 Palavra Chave Morte suicida. Luto. Família. Aconselhamento. Psicologia. Curso PSICOLOGIA Baixar |
| Morte: a finitude humana como condição de vida (P575) | Jane Munice Pinheiro de Aquino | PSICOLOGIA |
Morte: a finitude humana como condição de vida (P575)
Resumo
O presente trabalho tem como foco de pesquisa o tema relacionado à morte: a finitude humana como condição de vida. Como objetivo, visa compreender o que traz a finitude humana e suas implicações em relação à vida existencial. O homem é o único ser que se diferencia dos outros seres e tem consciência de sua finitude, porém em muitas situações o mesmo não sabe lhe dar com a morte, a morte do outro e sua própria morte. Espera-se que este estudo possibilite aos profissionais e acadêmicos, uma compreensão de morte, vida e finitude humana, perpassando por um viés existencialista. Na qual foi desenvolvida com a intenção de contribuir para a elaboração de novos contextos em relação ao processo de morte e finitude humana, afim de que pudessem promover mudanças sob um olhar diante da vida e de sua maneira como conduzi-la.Que a discussão possa ganhar novos rumos e significados, procurando ressignificar o olhar a uma forma de existência humana, observar as possibilidades de se conhecer as diversidades e a beleza da vida mesmo diante da morte. Foi utilizada como método de pesquisa uma revisão bibliográfica de cunho exploratório, com a finalidade de se discutir a morte como processo natural de vida e que faz parte da construção da condição do existir humano. É na descoberta da essência humana, que o mesmo pode vir a promover mudanças em relação a sua vida e aos modos que se observa em relação à morte. Autor(s) Jane Munice Pinheiro de Aquino Orientador(s) Cícero Reginaldo Nascimento Santos Ano de Publicação 2015 Palavra Chave Morte. Finitude. Condição de vida. Curso PSICOLOGIA |
| Motivação à prática de atividades físicas e esportivas na educação física escolar (E.F879) | Francisco Aparecido Pequeno da Silva | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Motivação à prática de atividades físicas e esportivas na educação física escolar (E.F879)
Resumo
A motivação para
a prática de atividades físicas é influenciada por uma variedade de fatores,
como interesse, curiosidade e necessidades individuais e sociais, que são
percebidas de maneira única por cada pessoa. Essas motivações são moldadas por
uma ampla gama de elementos contextuais, pessoais e sociais, incluindo idade,
sexo, contexto sociocultural e condições econômicas. O presente estudo tem como
objetivo diferenciar a motivação de jovens para a prática de atividades físicas
e esportivas no contexto da educação física escolar. Tratou-se de uma pesquisa
de campo, de natureza descritiva e quantitativa, com delineamento transversal.
A população-alvo foi composta por alunos do ensino médio de escolas públicas em
uma cidade da região do Cariri cearense, totalizando 210 indivíduos. Para a
coleta de dados, foram empregados dois instrumentos: um questionário elaborado
pelo pesquisador para levantar o perfil sociodemográfico da amostra, e o
Inventário de Motivação à Prática Regular de Atividades Físicas e Esportivas
(IMPRAFE-132), desenvolvido por Balbinotti (2010), para avaliar a motivação. As
análises dos dados foram conduzidas utilizando o software JAMOVI, versão
2.3.21.0. A normalidade dos dados foi verificada por meio do teste de
Kolmogorov-Smirnov. Foram realizadas análises descritivas, incluindo medidas de
tendência central (média, moda, mediana), dispersão (desvio- padrão) e
distribuição (normalidade, assimetria e curtose). Para examinar a relação entre
as variáveis socioeconômicas e a motivação, empregou se o teste Qui- Quadrado.
Ressalta-se que todas as análises foram conduzidas com um nível de
significância de 95% (p < 0,05). A pesquisa envolveu uma amostra
majoritariamente masculina (55,7%) com idade média de 16,3 ± 0,808 anos,
participando em média de três sessões semanais de Educação Física (64,8%). Os
resultados indicaram que, entre as participantes femininas, o principal
motivador foi a saúde (4,71 ± 1,22), enquanto entre os participantes masculinos
foi o prazer (4,90 ± 1,15). Houve diferenças estatisticamente significativas em
relação à sociabilidade (p=0,008) e à competitividade (p=0,002), com pontuações
superiores entre os participantes masculinos (4,30 ± 1,27 e 4,45 ± 1,23,
respectivamente). Conclui-se que a saúde é o principal motivador para as mulheres,
enquanto o prazer é mais significativo para os homens. Além disso, observou-se
que a sociabilidade é menos motivadora para mulheres, e os homens são menos
influenciados pelo componente estético. Autor(s) Francisco Aparecido Pequeno da Silva Orientador(s) Cicero Idelvan de Morais Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Motivação. Atividade física. Atividade esportiva. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA Baixar |
| Motivação de adolescentes do ensino médio para a prática esportiva (E.F615) | Tamara Emanuela Leal de Oliveira | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Motivação de adolescentes do ensino médio para a prática esportiva (E.F615)
Resumo
A motivação é um fator psicológico que está relacionado à atividade física, seja no aspecto de desempenho ou de aprendizagem. As teorias motivacionais oferecem subsídios para analisar a causa pelas quais o indivíduo opta para realização de alguma tarefa, neste caso, o esporte. O presente estudo tem por objetivo identificar os principais motivos para a prática esportiva de escolares no ensino médio da rede pública estadual de Moreilândia-PE. Caracteriza-se como um estudo descritivo, de campo, de cunho quantitativo. A amostra do estudo foi composta por 64 estudantes de ambos os sexos de 1º, 2º e 3º ano, com idade entre 16 e 19 anos, que praticam algum tipo de modalidade esportiva. Para a realização do estudo foi utilizado o questionário Participation Motivation Questionnair de, de Gill, Gross e Huddleston (1983) adaptado e validado por Barroso (2007). O questionário é composto por 33 itens, tendo categorias para identificar os fatores motivacionais relacionados ao esporte, que são: reconhecimento social, atividade em grupo, aptidão física, emoção, competição, técnica, afiliação e diversão. Para análise dos dados foi calculada a média, somando os valores assinalados nas questões. Os dados foram apresentados por distribuição de frequência, e comparação entre os sexos dos participantes. Os resultados indicaram que fatores associados à saúde como aptidão física, diversão e reconhecimento social foram tidos como muito importante para os entrevistados; em contraparte, técnica e afiliação possuem um menor número de importância. Assim, a razão para sua prática e a permanência na mesma, ocorre devido à precaução da saúde e pelo divertimento obtido nas aulas, visto que a educação física nos permite um contato mais direto e dinâmico com os colegas de classe em questão. Autor(s) Tamara Emanuela Leal de Oliveira Orientador(s) José de Caldas Simões Neto Ano de Publicação 2019 Palavra Chave Motivação. Ensino médio. Esporte. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA Baixar |
| Motivação de escolares para as aulas de educação física (E.F476) | Francisco Hycles Oliveira de Morais | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Motivação de escolares para as aulas de educação física (E.F476)
Resumo
A investigação da motivação de escolares nas aulas de educação física foi um ponto de partida que forneceu parâmetros para discussões sobre o trabalho o desenvolvido na escola, de modo que os professores possam melhor planejar suas aulas, tendo objetivo de avaliar a motivação doa alunos Das series do 9° ano do ensino fundamental e do 3° ano do ensino médio para as aulas de educação física. A população foi representada por 70 alunos na faixa etária de 14 a 18 anos, que estão matriculados no 9° e no 3° ano do ensino médio em duas escolas da cidade de Juazeiro do Norte. O instrumento utilizado na realização da coleta de dados foi um questionamento elaborado pela Kobal (1996), cujo proposito foi verificar as tendências motivacionais dos alunos. Os resultados dos questionários revelaram que independente das faixas etárias ou sexo dos alunos, que os alunos do 3° ano do ensino médio encontram-se mais motivados em relação aos alunos do 9° ano do ensino fundamental para as aulas de educação física. Em torno desses dados, podemos melhorar as nossas aulas de educação física na escola, fazendo com que os discente não vejam a disciplina como obrigação, mas para manter uma maneira de aumentar a interação, o bem estar e a saúde física e mental. Autor(s) Francisco Hycles Oliveira de Morais Orientador(s) Éricka Maria Pereira Sobreira de Araújo Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Escolares. Motivação. Educação física. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA Baixar |
| Motivação de jovens escolares do 9° do ensino fundamental à prática esportiva (E.F859) | Flavio Ismael Duarte | EDUCAÇÃO FÍSICA |
Motivação de jovens escolares do 9° do ensino fundamental à prática esportiva (E.F859)
Resumo
A busca pela
prática esportiva, seja como lazer ou atividade física, está intimamente ligada
aos diversos benefícios que ela proporciona. Entre eles, podemos destacar a
promoção da saúde, a socialização e o aumento da autoestima. No que se referre
a prática esportiva os elementos motivacionais desempenham um papel
fundamental, pois podem impulsionar os praticantes à ação de continuidade para
a permanência a prática. O objetivo do estudo foi identificar as motivações que
impulsionam os estudantes do Ensino Fundamental na rede pública de Juazeiro do
Norte-CE a se envolverem na prática esportiva na escola. A pesquisa se
caracteriza como um estudo descritivo de campo com abordagem quantitativa e
caráter analítico, com uma amostra de 18 escolares. Foi utilizado o
questionário Participation Motivation Questionnaire – PMQ, desenvolvido por
Gill, Gross e Huddleston (1983), adaptado e validado para o Brasil por Barroso
(2007). Para a análise dos dados, foi calculada a média somando os valores
assinalados nas questões correspondentes e dividindo pelo número de questões.
As médias obtidas foram categorizadas em fator motivacional “nada importante”;
“pouco importante’’; “importante”; “muito importante”; e “totalmente
importante”. Os resultados revelam que os fatores relacionados à saúde são
considerados muito importantes pelos participantes com μ8,85; em seguida o
fator Status com μ7,97; Técnica com μ7,49; Energia com μ7,19 e Condicionamento
Físico com μ7,13 também classificados como muito importante. Enquanto os
fatores Contexto e Afiliação têm menos relevância, μ6,90 e μ6,72
respectivamente classificados como importantes. Dado exposto, conclui-se que a
prática esportiva e sua continuidade são influenciadas pela motivação para com
a saúde e pelo prazer obtido durante as atividades esportivas, as quais
proporcionam algumas interações dinâmicas entre os colegas e demais
participantes. Além disso esses resultados podem auxiliar aos professores em
sua prática docente, permitindo uma melhor compreensão quanto à motivação dos estudantes
a se envolverem com as práticas esportivas no ambiente escolar. Autor(s) Flavio Ismael Duarte Orientador(s) José de Caldas Simões Neto Ano de Publicação 2024 Palavra Chave Motivação. Esporte. Escola. Educação. Ensino fundamental. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA Baixar |