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| O abandono da amamentação pelas mães adolescentes em uma Unidade Básica de Saúde de Mauriti-CE (E920) | Maria Silmária Alves de Lacerda | ENFERMAGEM |
O abandono da amamentação pelas mães adolescentes em uma Unidade Básica de Saúde de Mauriti-CE (E920)
Descrição
A adolescência é uma fase de transição entre a infância e a idade adulta marcada por inúmeras
transformações: biológicas, psicológicas e sociais. Uma adolescente ao surpreender-se
inesperadamente com o processo de gravidez e posteriormente com o da amamentação,
poderá deparar-se com inúmeros fatores, quer seja, pelo psicológico, ainda não tão bem
desenvolvido, ou fisiológico e social, ainda não aptos a suportar o grande aporte de
responsabilidades que traz essa nova etapa da sua vida. Este estudo descritivo com abordagem
qualitativa objetivou compreender as razões referidas pelas mães adolescentes para não
amamentarem seus filhos até o 6º mês de vida. A amostra constituiu-se de 17 mães
cadastradas em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), de Mauriti-CE, no período de abril de
2010. As informações foram coletadas através de uma entrevista semi-estruturada, e a análise
foi realizada mediante o método de análise de conteúdo, evidenciando cinco categorias
temáticas: visão materna sobre a importância do aleitamento materno para o lactente; relatos
das mães sobre os pontos positivos adquiridos na prática da amamentação ao seio; relatos das
mães sobre os pontos negativos adquiridos na prática da amamentação ao seio; falas das mães
relacionadas aos fatores que interferiram no processo da amamentação e motivos que levaram
as mães a interromperem o processo da lactação. Os resultados evidenciaram que para as
mães a amamentação é importante e traz benefícios. Entretanto, existem fatores que
interferiram no efetivo desenvolvimento da mesma, tais como: atuação dos serviços de saúde,
educação e idade materna, nível de escolaridade, trabalho fora de casa, problemas de lactação,
crenças e valores sociais. Diante disso, fica claro que mesmo sendo conhecidas as vantagens
da amamentação exclusiva até os seis meses de vida da criança, ela sofre inúmeras influências
desses fatores, sendo uma distante realidade a sua prática. Autor(s) Maria Silmária Alves de Lacerda Orientador(s) Keytiani Secundo Duarte Ano de Publicação 2010 Palavra Chave Adolescente. Amamentação. Unidade Básica de Saúde. Curso ENFERMAGEM |
| O acolhimento da equipe de enfermagem, os motivos e o medo das mulheres em relação ao exame Papanicolau no Programa de Saúde da Família em Barro-CE (E573) | Roseane Gomes Monteiro | ENFERMAGEM |
O acolhimento da equipe de enfermagem, os motivos e o medo das mulheres em relação ao exame Papanicolau no Programa de Saúde da Família em Barro-CE (E573)
Descrição
A liberdade feminina adquirida ao longo dos anos, e melhorada com o uso de métodos para evitar a gravidez, como anticoncepcionais orais, antecipou a vida sexual das mulheres, assim acumulando um maior número de parceiros e contribuindo para o aumento das doenças sexualmente transmissíveis e para neoplasias intraepiteliais de colo do útero. Sabe-se que o Câncer do colo de útero tem relação com infecção por Papilomavírus Humano, doenças sexualmente transmissíveis, como muitas outras. Trata-se de uma pesquisa quantitativa com caráter exploratório, que foi desenvolvida na Unidade Básica de Saúde (UBS) em Barro-CE, objetivando verificar o acolhimento da equipe de enfermagem, os motivos e o medo das mulheres em relação ao exame papanicolau no programa saúde da família. O resultado mostra que as pesquisadas são em sua maioria, 40% entre 20 e 29, sendo casadas 50%, com e ensino médio e superior incompleto 40%; não trabalham 40%, esse mesmo percentual procura a unidade devido dores e corrimento; 80% foram bem atendidas; 80% recebeu explicação, enquanto 75% tem medo do resultado do exame papanicolau. Com toda essa análise pode ser notado que as mulheres que estão casadas estão mais preocupadas com a saúde, porém a maioria só procuraram a unidade de saúde por sinais e sintomas. Acredita-se que, só com o perfil dessas mulheres, as políticas públicas poderão realmente ter um funcionamento melhor e mais amplo, pois o Programa Saúde da Família ( PSF ), apresenta todas as condições para motivar as mulheres a realizarem o exame papanicolau, pois desde o cadastramento inicial até as visitas domiciliares de rotinas, pode-se fazer o acompanhamento de toda família, daí uma maior importância do trabalho de enfermagem. Autor(s) Roseane Gomes Monteiro Orientador(s) Verônica Cavalcante de Alencar Ano de Publicação 2009 Palavra Chave Câncer. Exame Papanicolau. Curso ENFERMAGEM |
| O acompanhamento psicológico de pacientes obesos em processo de cirurgia bariátrica (P55) | Vera Cyntia Morais de Souza | PSICOLOGIA |
O acompanhamento psicológico de pacientes obesos em processo de cirurgia bariátrica (P55)
Descrição
A obesidade é considerada uma doença crônica e congrega aspectos de ordem psicológica, social, biológica e metabólica, requerendo uma abordagem multidisciplinar. Pelos riscos associados a ela, vem sendo considerada um grande problema de saúde no mundo inteiro, aumentando em níveis epidemiológicos. Dentre as práticas de tratamento da obesidade, a cirurgia bariátrica tem se mostrado o método mais eficaz, por ser um procedimento que proporciona a perda de peso durante um longo período, ocasionando o melhoramento da obesidade, das comorbidades associadas a ela e uma melhor qualidade de vida. É nesse andamento que se faz necessário o acompanhamento psicológico. Neste sentido, o objetivo deste trabalho é compreender como acontece o acompanhamento psicológico de pacientes obesos em processo de cirurgia bariátrica. A pesquisa é de natureza teórica, com delineamento qualitativo. Realizou-se uma revisão de literatura de publicações de cunho brasileiro e em português, em livros e em bases digitais como: Google Acadêmico, BVS-PSI e BIREME (SCIELO), em seu formato completo e gratuito, sendo consideradas as pesquisas do período de 2002 a 2012, que trouxeram relação com o tema do trabalho. Desta forma, averiguou-se que o psicólogo é o responsável por avaliar se o indivíduo está apto emocionalmente para a cirurgia e auxiliá-lo em todos os aspectos decorrentes do pré e pós-cirúrgico. Autor(s) Vera Cyntia Morais de Souza Orientador(s) Juliana Linhares Cavalcanti de Alencar Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Obesidade. Cirurgia bariátrica. Psicologia. Curso PSICOLOGIA |
| O acompanhamento psicológico para pacientes submetidos à cirurgia bariátrica (P24) | Larissa Maria Barbosa Lemos | PSICOLOGIA |
O acompanhamento psicológico para pacientes submetidos à cirurgia bariátrica (P24)
Descrição
Atualmente a obesidade vem sendo considerada um problema de saúde publica em todo o mundo. Paralelamente cresce o número de pessoas que buscam a cirurgia bariátrica como alternativa eficaz para perda e manutenção de peso, contudo essas podem apresentar complicações psicológicas. Sendo assim este trabalho tem como objetivo ressaltar a importância do acompanhamento psicológico para pacientes que se submetem a cirurgia bariátrica, e se estruturou na pesquisa qualitativa de cunho bibliográfico. Esses pacientes devem ser acompanhados por uma equipe multidisciplinar, uma vez que a cirurgia impõe modificações físicas, psíquicas, comportamentais e emocionais. O profissional de psicologia visa trabalhar no sentido de promover a aceitação do novo corpo, da nova identidade e dos novos hábitos alimentares. Algumas pessoas que não tem esse acompanhamento podem desenvolver diversos problemas psicológicos e correm sérios riscos de saúde. O trabalho da psicologia é auxiliar o paciente na mudança que esse vai vivenciar, pois a mente deverá acompanhar as mudanças sofridas pelo corpo, ajustando-se à nova realidade. Autor(s) Larissa Maria Barbosa Lemos Orientador(s) Juliana Linhares Cavalcanti de Alencar Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Cirurgia bariátrica. Aspectos psicológicos. Obesidade. Curso PSICOLOGIA |
| O adoecimento social das mães cuidadoras de pessoas com doença mental atendidas pelo CAPS de Jardim- CE (S360) | Joseana Alves de Souza | SERVIÇO SOCIAL |
O adoecimento social das mães cuidadoras de pessoas com doença mental atendidas pelo CAPS de Jardim- CE (S360)
Descrição
Este Trabalho de Conclusão de Curso aborda o adoecimento social das mães cuidadoras de pessoas com doença mental atendidas pelo CAPS de Jardim-Ceará, cujo interesse pelo tema, partiu das observações realizadas durante os Estágios Supervisionados I e II, na referida instituição. O estudo analisa a evolução histórica das políticas de saúde pública e mental no Brasil que, com o processo da desospitalização, após o movimento da Reforma Psiquiátrica, transferiu o atendimento à pessoa com doença mental basicamente à equipe multiprofissional e ao cuidado da família. Aborda, também a doença mental e o cuidado da família, com ênfase na sobrecarga da mãe, por ser esta, historicamente, a responsável principal pelos cuidados do familiar com doença mental. O terceiro momento aborda o resultado da pesquisa, através de uma análise qualitativa dos dados obtidos por meio de entrevista semi-estruturada; analisa-se os fatores determinantes da sobrecarga gerada ao cuidar, relacionando ao desgaste físico, emocional e, principalmente, às limitações no plano sociocultural dessas cuidadoras. A partir desse estudo, constatou-se que as mães trouxeram uma realidade comum de responsabilidade sobre a pessoa com doença mental, deixando claro que raramente contam com ajuda direta de outro membro da família, evidenciando a sobrecarga acarretada ao cuidar. Finalizamos dando ênfase às necessidades de políticas públicas em saúde mental que possam cuidar, também, da qualidade de vida das mães cuidadoras, tendo em vista que a forma incondicional de cuidar do familiar com doença mental tem comprometido, em particular, a cidadania dessas mulheres. Autor(s) Joseana Alves de Souza Orientador(s) Pautília Ferraz Araruna Ano de Publicação 2012 Palavra Chave Adoecimento social. Mães cuidadoras. Doença mental. Curso SERVIÇO SOCIAL |
| O adolescente diante do espelho diante do espelho: uma análise sobre a obesidade no contexto escolar (P768) | Carla Andryella Negreiros Costa Barbosa | PSICOLOGIA |
O adolescente diante do espelho diante do espelho: uma análise sobre a obesidade no contexto escolar (P768)
Descrição
O presente estudo objetiva compreender o adolescente obeso no contexto escolar, como é a
sua relação com a instituição, percebendo quais os desafios enfrentados por ele. Sendo
assim, será discutida a relação entre a família e o meio social desse adolescente, bem como
as frustrações que o mesmo enfrenta no seu cotidiano. Para a consecução do estudo, foi
realizada uma pesquisa qualitativa, de natureza de campo, em uma escola de rede estadual
da cidade de Mauriti – Ceará. Os dados foram coletados a partir de dinâmicas com os
participantes da pesquisa, a partir dos quais se desenvolveu a análise de conteúdo. A
pesquisa deu ênfase à autoimagem dos adolescentes e, de acordo com essa ênfase, os
resultados mostraram que a maioria dos jovens está insatisfeita com sua aparência. Essa
insatisfação, na maioria das vezes, é influenciada pela sociedade e pela mídia. A sociedade
impõe um padrão de beleza e os jovens buscam esse corpo perfeito para se enquadrarem no
meio social. Identifica-se, também, que a família contribui como um suporte para tal
situação, e a escola como meio de socialização para os adolescentes, possibilitando o
espaço de intervenção e acolhimento. Conclui-se que os desafios para obter o corpo
perfeito se tornam ainda mais complexos nessa fase, na qual o adolescente passa a desejar
o corpo ideal e não mais querer o corpo real. Autor(s) Carla Andryella Negreiros Costa Barbosa Orientador(s) Francisco Francinete Leite Júnior Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Adolescente. Obesidade. Escola. Imagem corporal. Curso PSICOLOGIA |
| O adolescente e a família: desafios para uma educação sexual dos filhos (as) (P764) | Pedro Wanderson Leite de Oliveira | PSICOLOGIA |
O adolescente e a família: desafios para uma educação sexual dos filhos (as) (P764)
Descrição
O presente estudo objetivou discutir o papel dos pais acerca da educação sexual dos filhos e filhas adolescentes, sendo esta uma pesquisa qualitativa, de caráter exploratório, que se trata de uma pesquisa de campo e que se tem como lócus uma cidade de médio porte, localizada na Região do Cariri cearense. Nesta perspectiva, foram selecionadas para a entrevista quatro pais de adolescentes (homens e mulheres), sendo eles duas mães e dois pais, com faixa etária entre 39 e 48 anos de idade de ambos os sexos, os pais foram selecionados a partir da técnica snowball (Bola de neve). Os dados foram coletados através de uma entrevista semi-estruturada. Os resultados, após análise expressaram que os pais não abordam com seus filhos (as) assuntos ligados à sexualidade. Os genitores ainda privam seus filhos do diálogo aberto por despreparo, vergonha, medo e insegurança§a acerca do tema, passando essa responsabilidade para as instituições escolares, sendo que, esses assuntos devem ser iniciados em casa e complementados na própria escola. No que se refere às considerações finais, fica evidente a necessidade do diálogo aberto e construtivo entre pais e filhos no contexto familiar e, que os genitores trabalhem o assunto de forma benéfica, compartilhando, aprendendo e investindo conhecimentos com os filhos (as) adolescentes, vislumbrando a quebra de mitos e tabus, para que aconteça uma educação sexual de maneira saudável. Contudo, o profissional psicólogo tem um papel fundamental nesses construtos, sendo um coadjuvante na construção de saberes e espaços grupais para os genitores e para os filhos (as) adolescentes. Autor(s) Pedro Wanderson Leite de Oliveira Orientador(s) Francisco Francinete Leite Júnior Ano de Publicação 2016 Palavra Chave Adolescência. Educação sexual. Família. Sexualidade. Curso PSICOLOGIA |
| O adolescente em conflito com a lei e a reincidência a prática infracional: uma reflexão acerca dos desafios para a reeducação e ressocialização do jovem enquanto sujeito de direitos (S1287) | Janice Fernandes dos Santos | SERVIÇO SOCIAL |
O adolescente em conflito com a lei e a reincidência a prática infracional: uma reflexão acerca dos desafios para a reeducação e ressocialização do jovem enquanto sujeito de direitos (S1287)
Descrição
Esse trabalho de pesquisa está voltado á realização de algumas reflexões a cerca dos motivos
que levam a reincidência dos adolescentes a pratica do ato-infracional diante da perspectiva
profissional de Serviço Social, bem como compreender a importância da atuação profissional
diante desse contexto, identificando as implicações que a mesma provoca no processo de
reeducação e ressocialização do adolescente infrator, averiguando os reflexos que ausência do
apoio familiar provoca nesse processo. O presente estudo foi desenvolvido objetivando
conhecer a perspectiva profissional de serviço social do Centro de Referencia Especializado
de Assistência Social-CREAS do Juazeiro do Norte-CE acerca de determinado temática. Esta
pesquisa trata-se de um estudo descritivo de abordagem qualitativa, com análise bibliográfica
e de campo, sendo aplicado um questionário com cindo profissionais do equipamento
supracitado no período de maio de 2018. Observou-se que diversos são os fatores que
provocam à reincidência as ações infracionais, tendo em vista um contexto social demarcado
por um sistema capitalista desigual e excludente, levando em consideração falta de
responsabilidade do Estado para com essa classe, uma vez que, a precarização das Politicas
Sociais esta fortemente presente no cotidiano de todo e qualquer cidadão, afetando
principalmente o desenvolvimento social e sadio de um jovem, o que se configura uma
violação de direito, pois o jovem tendo seus direitos estabelecidos por lei deve fazer usufruto
de todos eles, para a concretização da superação dessa problemática. Com isso é de grande
relevância a ressocialização do adolescente em conflito com a lei, sendo indispensável à
contribuição da família da sociedade e do Estado inseridos de forma comprometida na
efetivação dos direitos dos mesmos, nesse processo. Autor(s) Janice Fernandes dos Santos Orientador(s) Cecília Bezerra Leite Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Reincidência. Ato infracional. Ressocialização. Adolescente. Curso SERVIÇO SOCIAL |
| O afastamento do esporte como conteúdo das aulas de educação física (E.F543) | Riviele Teles do Nascimento | EDUCAÇÃO FÍSICA |
O afastamento do esporte como conteúdo das aulas de educação física (E.F543)
Descrição
Esse artigo tem como objetivo verificar o porquê do afastamento do esporte nas
aulas de Educação Física em uma escola regular do Ensino Médio, bem como
identificar se os docentes compreendem o afastamento do conteúdo esporte das
aulas de Educação Física e diagnosticar se os discentes gostam do conteúdo
esporte e se o reconhecem como necessário na modalidade de ensino. Trata-se de
estudo de caso do tipo exploratório realizado com 141 alunos dos três turnos e 2
professores de Educação Física. Foi utilizado questionário e os dados foram
tabulados utilizando o Excel 2010. Os resultados do estudo indicam que os 2
professores reconhecem o afastamento do esporte, os alunos que vivenciamos
esporte na sua perspectiva teórica e prática gostam e o reconhecem importante para
a sua formação. Autor(s) Riviele Teles do Nascimento Orientador(s) Pergentina Parente Jardim Ano de Publicação 2018 Palavra Chave Educação física. Esporte. Escola. Curso EDUCAÇÃO FÍSICA |
| O agente comunitário de saúde na promoção da saúde mental na atenção básica (P213) | Claudineide Santos Souza Lima | PSICOLOGIA |
O agente comunitário de saúde na promoção da saúde mental na atenção básica (P213)
Descrição
O presente artigo objetiva refletir a implicação do agente comunitário de saúde (ACS) no cuidado aos usuários de saúde mental. A proposta da pesquisa parte da premissa que a atuação do ACS é importante para consolidar a reforma psiquiátrica, desinstitucionalizando os cuidados e promovendo a saúde mental na atenção básica. Trata-se de uma revisão bibliográfica e abordagem qualitativa, o material foi organizado de acordo com critérios da análise de conteúdo. Os resultados apontaram para algumas questões centrais sobre saúde mental na atenção básica, atuação e capacitação permanente para o ACS. O perfil do ACS determina-o como importante para a consolidação da rede de cuidado por unir os serviços de saúde e a comunidade, considerando as singularidades locais. Configura-se como o profissional mais propício para incrementar a promoção da saúde mental na atenção básica, pelo o seu contato diário com as pessoas no território, por conhecer as necessidades de saúde da população. Autor(s) Claudineide Santos Souza Lima Orientador(s) Patrícia Gomes Benevides Ano de Publicação 2011 Palavra Chave Atenção básica. Saúde mental. Agente comunitário de saúde. Curso PSICOLOGIA |